Jogo Baleia Azul e série da Netflix trouxeram à tona um tabu: o suicídio

unnamed (1)Por: Natália Zucchi

Desde março deste ano, o Desafio da Baleia Azul, criado na Rússia com 50 desafios que culminam no suicídio, e a série Thirteen Reasons Why da Netflix, ganharam espaço nas redes sociais e tornaram-se pauta para discutir um assunto ainda tabu na mídia e também na sociedade: o suicídio. A visibilidade impulsionou a curiosidade dos jovens, a preocupação das famílias, mobilizando a sociedade para enfrentar o tema, com olhos mais atentos.

O Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com maior incidência de suicídios do país. Segundo o Mapa da Violência de 2013, 11 das 20 cidades com mais casos de suicídio são gaúchas. Na Serra Gaúcha, o Centro de Valorização à Vida de Garibaldi, inaugurado em fevereiro deste ano, é uma porta para quem precisa de ajuda psicológica. Através do número 188, ligações são atendidas por 20 voluntários plantonistas, durante 24 horas. Recebendo ligações desde o dia 6 de março, somente nos primeiros 26 dias o CVV prestou 1.306 atendimentos. O Rio Grande do Sul possui sete CVVs, nas cidades de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Caxias do Sul e, agora, em Garibaldi.

Mantido pelo Núcleo de Apoio à Vida de Garibaldi (NAVIGA), o CVV Garibaldi foi idealizado pela médica psiquiátrica e presidente do NAVIGA, Cristina Pont Ferreira, 48 anos. Com a ideia bem recebida pela gestão municipal, em assembleia com 20 sócios fundadores, foi eleita a Diretoria do Núcleo de Apoio à Vida de Garibaldi, em julho de 2016. Em seguida, a equipe dedicou-se a seleção e treinamento dos voluntários para atuarem no CVV. Até maio deste ano, entre o NAVIGA e o CVV, são cerca de 40 voluntários, entre eles, 20 plantonistas, que se revezam em turnos de quatro horas semanais.

unnamed (2)O CVV Garibaldi está interligado à Central 188, que liga todos os postos do CVV no Rio Grande do Sul, podendo receber chamadas de todo o Estado, uma vez que as ligações são direcionadas ao posto onde houver plantonista disponível. Os atendimentos são sigilosos. Nome, idade e cidade não são identificados, garantindo o anonimato.

Segundo a psiquiatra Cristina, a depressão e a solidão estão entre os desabafos mais comuns nos atendimentos. O volume de ligações aumentou consideravelmente entre os últimos meses de março e abril, em todos os postos do CVV. “Precisamos deixar claro a importância de falarmos sobre o suicídio. Para muitas pessoas em intenso sofrimento, essa parece ser a única saída para interromper a dor. Um dos papéis primordiais do CVV é mostrar que sempre há opção. Por mais irreversível que pareça a situação em que a pessoa se encontra, por mais doloroso que seja acordar todos os dias, sempre há opção”. Cristina também alerta que situações envolvendo automutilação podem ser tentativas de suicídio, mas também uma forma de pedir ajuda.

Centro de Valorização à Vida

O Centro de Valorização à Vida existe no Brasil desde 1962. É uma associação civil sem fins lucrativos e filantrópica, que presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção ao suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. O CVV realiza mais de um milhão de atendimentos anuais, por aproximadamente 2.000 voluntários em 18 estados. Esses atendimentos são feitos pelos telefones 188, no Rio Grande do Sul e 141 nos demais Estados, 24 horas por dia, em 76 postos espalhados pelo país. Além disso, o CVV oferece atendimentos por chat, Skype, email e através do site www.cvv.org.br.

Para ser um voluntário

Ter mais de 18 anos, disponibilidade de tempo de quatro horas semanais e capacidade para escutar o outro de forma isenta de preconceitos e julgamentos. Contato: email cvvgaribaldi@gmail.com ou fanpage CVV Garibaldi.

Fenavinho: Há 50 anos, festa acelerou o crescimento de Bento Gonçalves

Reportagem: Natália Zucchi
Edição: Kátia Bortolini

Mudança nos estatutos com previsão de retorno em 2019

selo-fenavinho-450x333O presidente da última Fenavinho, João Strapazzon, ocorrida em 2011, permanece temporariamente no cargo para convocar a assembleia que elegerá a diretoria da próxima edição, prevista para 2019.

Há três comitês trabalhando nessa tentativa de retorno. O primeiro, formado por juristas e advogados, reviu os estatutos da festa, permitindo a participação do poder público. O segundo, é formado por profissionais que estão renegociando as dívidas deixadas pela última edição, na ordem de R$ 1,2 milhão. O terceiro comitê tem a tarefa de projetar como a próxima edição sairá do papel. Conforme Strapazzon, parte do valor da dívida já foi abatido por empresas e pessoas físicas credoras que deixaram o valor do débito como contribuição à festa.

Para o decorrer deste ano estão previstas diversas ações alusivas ao cinquentenário do evento, considerado patrimônio da comunidade. Entre elas, desfiles temáticos na Semana da Pátria, em setembro, e no aniversário de emancipação política de Bento Gonçalves, em outubro. O projeto de comemoração dos 50 anos da Fenavinho, coordenado pela prefeitura, está envolvendo 40 entidades.

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O Jornal Integração da Serra reporta, neste especial Fenavinho 50 anos, histórias e fatos pitorescos dos bastidores da festa que projetou Bento Gonçalves nacionalmente, com destaque para acontecimentos da primeira edição do evento.

“Fuzide Bento”

boneco-fenavinhop2Um dos fatos mais pitorescos da Fenavinho, presente no imaginário popular, aconteceu na terceira edição da festa, ocorrida de 15 de fevereiro a 9 de março de 1975. Um dos bonecos colocados pela organização em postes para enfeitar a cidade, teria sido furtado por uma turma de Caxias do Sul e pendurado na entrada daquele município, portando um cartaz no pescoço com os dizeres: “Fuzi de Bento”.

3246121756_99dfb6e725_oAo se deparar com a brincadeira, a prefeitura de Caxias do Sul, para evitar confusões, resgatou o boneco e providenciou que voltasse ao seu poste de origem, em Bento Gonçalves. Três dias depois, o mesmo boneco aparece na entrada de Caxias, de novo no mesmo poste,com outro cartaz pendurado com os dizeres “Fuzi de novo”, e ficou por lá mesmo. Na fenavinho-(1)época, a rivalidade entre os dois municípios era muito presente.

A história do boneco consta no livro de contos de causos “Frótole e Buzie”, dos escritores bento-gonçalvenses Ademir Antonio Bacca e Hary Dalla Colletta (in memoriam).

A primeira edição da Festa

A ideia da festa surgiu na Associação de ex-Alunos do Colégio Marista Aparecida. A associação promovia dois a três eventos por ano, muito frequentados por jovens da época. Em 1965,por ocasião dos 25 anos da educação Marista em Bento Gonçalves, a associação optou por promover um evento maior, designado Festa do Vinho, na época o principal produto da cadeia secundária do município.

A proposta, liderada pelo presidente da associação, engenheiro agrônomo Loreno Gracia e por seu vice, o empresário Moysés Michelon, contagiou seus pares e a direção do colégio. Como o ano também coincidia com os 50 anos da instalação das Irmãs Carlistas do Colégio Medianeira no município e com os 75 anos de emancipação política de Bento Gonçalves, Gracia e o irmão marista Avelino Madalosso, diretor do Colégio Aparecida na época,visitaram o então prefeito Milton Rosa e sugeriram a realização da Festa do Vinho, englobando as três comemorações. O Prefeito gostou da ideia e, algumas reuniões após, Gracia foi indicado para presidir a comissão organizadora da 1ª Festa Nacional do Vinho (Fenavinho), tendo como vice Enio Fasolo.

A Fenavinho então iria acontecer no ano seguinte, mas meses depois Gracia foi a trabalho aos Estados Unidos e depois a Minais Gerais, ficando a festa acéfala. Mediante a situação, o padre Ernesto Mânica, pároco da Igreja Santo Antônio, que exercia forte liderança na comunidade, procurou o Prefeito para propor a renovação da Diretoria da Fenavinho e indicou o empresário Moysés Michelon para a presidência do evento. Michelon foi procurado pelo Prefeito e pelo Padre em seu escritório na empresa Massas Isabela, em maio de 1966, aceitando o desafio de preparar a festa em seis meses.

A missão foi cumprida com o auxílio do poder público municipal, através da compra da área de terras para a instalação de um pavilhão para sediar o evento, coordenada pelo então prefeito em exercício, o médico Ervalino Bozzetto, que substituía Milton Rosa,afastado por problemas de saúde. O dinheiro da obra veio da promoção de um leilão, da Casa Civil do Governo do Estado e de contribuições de empresas locais que, ao todo, arrecadaram sete milhões e meio de cruzeiros. O Batalhão Ferroviário, na época instalado no município, disponibilizou soldados e oficiais para ajudar na construção do pavilhão e a comunidade se envolveu de forma maciça no projeto. O evento, ocorrido de 25 de fevereiro a 12 de março de 1967, deu à cidade o título de Capital Brasileira do Vinho.

Acesso asfáltico

fenavinho-(6)A visita do então Presidente da República, Humberto de Alencar Castelo Branco, à 1ª Fenavinho também foi articulada pelo padre Mânica.

O padre era amigo e cabo eleitoral do político Daniel Faraco, Ministro da Indústria e Comércio de Castelo Branco, e solicitou a sua intervenção para convidar o Presidente. O Ministro salientou a Castelo Branco que na região estava concentrada a maior produção de uvas e vinhos do Brasil. Também ressaltou que a maior parte da comunidade de Bento Gonçalves estava mobilizada em torno da organização da 1ª Festa Nacional do Vinho.

O Presidente da República aceitou o convite e, na companhia do então chefe da Casa Civil, General Ernesto Geisel, nascido em Bento Gonçalves, e do então governador do estado, Perachi de Barcelos, foi recebido com festa em Bento Gonçalves em 25 de fevereiro de 1967. Percorreu de carro o trajeto entre Porto Alegre e Bento Gonçalves, por estrada de chão, porque o mau tempo não permitiu o deslocamento aéreo da comitiva. No percurso, Castelo Branco perguntou ao então Governador como uma cidade que estava promovendo uma festa nacional não tinha acesso asfáltico. Meses após, foi emitida a ordem de serviço do Estado para o asfaltamento dos 120 quilômetros de estrada entre Bento Gonçalves e a capital do Estado.

 A bebida do pecado

Fena4Outro fato inusitado na história da primeira Fenavinho foi o baile para a escolha da Imperatriz e Damas de Honra. Devido ao curto espaço de tempo para o evento, a data prevista para o baile coincidiu com a quaresma, período em que a igreja católica não permitia a promoção de festas. Consultado sobre o assunto, o padre Mânica autorizou a realização do baile, ocorrido no Clube Ipiranga, com a escolha de Sandra Guerra como Imperatriz e Iegle Ghelen e Liana Mazzini como Damas de Honra.carros-alegoricos

 Além disso, o vinho, até então visto como potencial econômico e também como “a bebida do pecado”, passou a ser enaltecido nos sermões de Mânica e de outros padres da Paróquia Santo Antônio. Eles liam nas missas passagens da Bíblia que citavam o vinho como “a bebida sagrada”. Além disso, o tema escolhido para o desfile de carros alegóricos foi “O Vinho na Bíblia”.

“O doce vinho que afasta as mágoas do coração”

Fenavinho---Moysés-Michelon-(3)“A união de Bento Gonçalves em torno da realização da primeira Fenavinho foi marcante. Ninguém se omitiu à festa”, afirma o empresário Moysés Michelon, que presidiu o evento. “Conseguimos trazer, pela primeira vez, autoridades nacionais para a cidade, incluindo o Presidente da República, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco e o proprietário do Diário Associados, o embaixador Assis Chateaubriand. A cobertura da imprensa nacional colocou o município no mapa de atrativos turísticos do Brasil”, recorda ele. Michelon observa que a 1ª Fenavinho foi um marco para a cidade, por projetá-la no cenário nacional, fortalecendo a vitivinicultura e impulsionando o crescimento da economia secundária do município.

Fenavinho---Moysés-Michelon-(7)Michelon salienta que nos preparativos da primeira edição foram criados o brasão, o hino e a bandeira de Bento Gonçalves. A bandeira, com fundo branco, ressalta a paz e o trabalho. O brasão, em seus símbolos e cores, recorda a uva e o vinho e exalta o trabalho das famílias bento-gonçalvenses. Conforme diz a letra do hino, escrito por Maria Borges Frota e musicado por Rui Barros, “…uvas de várias castas, enriquecem a região, com teu doce vinho afastas, as mágoas do coração…”. 

A historiadora Assunta de Paris, no Livro Memórias de Bento Gonçalves, ressalta que “a 1ª Fenavinho foi e é a expressão mais plena do esforço de todos, sem reservas. Empresários, trabalhadores abnegados, exército, padres, mulheres, homens, crianças, todos, enfim, deixaram de lado suas diferenças para trabalhar incansavelmente na preparação da festa. Por isso, ela não pertence a ninguém de forma especial, é um patrimônio cultural de nossa comunidade”.

Nossa capa

fenavinho-(11)Nossa capa mostra a naturalidade das jovens da época com a imagem de Sandra Guerra eleita a 1ª Imperatriz do Vinho, aos 16 anos de idade, no dia 26 de novembro de 1966, no salão de festas do Clube Ipiranga. Sandra Guerra Mocellin, hoje com 67 anos, moradora de Porto Alegre, recorda com carinho os momentos vividos na ocasião.

“A Fenavinho nos proporcionou muitas experiências em viagens feitas pelo estado e em entrevistas para programas de TV, revistas e jornais. Também participamos, a Iegle, a Liane e eu, dos programas da Hebe Camargo e do impagável Chacrinha, no seu auge de audiência”, lembra ela.

Fena-34Sandra acentua que a comunidade de Bento Gonçalves foi a maior beneficiada com a promoção da 1ª Fenavinho. “Por ser uma festa temática, divulgou ao país a cultura local e os produtos da região, com destaque ao vinho”, afirma. Ela acrescenta que foi marcante vivenciar a união das pessoas organizadas de forma voluntária, seja em comissões ou individualmente, para disponibilizar hospedagem em casas de família, já que não havia hotéis e pensões suficientes. “Também, foi dada muita atenção à estrutura de alimentação para atender às milhares de pessoas que vieram conhecer a cidade. Foi tudo muito bonito”.

Divulgação nacional

Fena22Outros fatos importantes da primeira edição da festa que divulgaram o evento no cenário nacional foram a distribuição gratuita de vinhos e suco de uva no centro da cidade e a visita do presidente dos Diários e Emissoras Associadas, o embaixador Assis Chateaubriand, um dos brasileiros mais poderosos do século XX, dono de um vasto império de comunicação, responsável por trazer a televisão para a América Latina, entre outros feitos. As estadas do Presidente da República e de Chateaubriand em Bento Gonçalves transformaram a Fenavinho em notícia nos principais meios de comunicação do Brasil.

Revista1A repercussão foi tanta que a Imperatriz e as Damas de Honra foram recebidas em programas de televisão comandados por Hebe Camargo e Chacrinha. A revista O Cruzeiro, um dos veículos dos Diários Associados, de circulação nacional, dedicou a capa e várias páginas da edição de 1º de dezembro de 1970 à Fenavinho e às “Uvas de Bento”, representadas pela Imperatriz e Damas de Honra.

Fenavinho---Moysés-Michelon-(4)Castelo Branco e Chateaubriand foram recepcionados em datas diferentes na recém-inaugurada adega da vinícola Dreher. O vinho servido no almoço presidencial foi engarrafado para a ocasião com o rótulo: “Especial para o almoço presidencial”. Chateaubriand também foi homenageado pela Dreher com o “Velho Capitão”. Ele esteve na cidade a convite do comendador Carlos Dreher Neto, que presidia o Clube Colibri, formado por grandes anunciantes dos Diários Associados.

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Imperatriz e Damas de Honra em visita às vinícolas . Foto: Acerco Itacyr Giacomello

Em 1967, Bento Gonçalves era o maior produtor de vinhos e uvas do Brasil. Também era o maior fabricante de acordeões da América Latina e o segundo no estado em arrecadação pública. Era, ainda, um dos municípios de menor índice de analfabetismo do país.

Trabalho harmônico

“A Fenavinho foi fruto da coragem e da visão empresarial de muita gente. A primeira Fenavinho foi decisiva para mudar os rumos do desenvolvimento de Bento Gonçalves, dando início a uma nova etapa social e econômica do município”. A afirmação é do jornalista Itacyr Giacomello, que coordenou a Comissão de Imprensa do evento durante suas primeiras edições. Ele salienta fenavinho-(4)que, além de valorizar os vinhos e vinhedos da região, a festa abriu caminho e impulsionou os setores moveleiros, metalmecânico e de couros, dando início a atual diversificação do parque industrial de Bento Gonçalves. “A Fenavinho foi um evento irreversível, marcou para sempre Bento Gonçalves no Brasil. Foi um trabalho harmônico e abnegado por todos os envolvidos”, ressalta.

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Itacyr Giacomello

Ele comenta que, em 1967, o setor vinícola liderava a economia secundária do município, capitaneado pelas companhias Dreher, Mônaco, Cooperativa Vinícola Aurora, Vinícola Salton, Vinhos Fontanive, Cooperativa Vinícola Tamandaré, Cia. Vinícola Riograndense e Vinícola Salgado. Acrescenta que o setor moveleiro despontava com as empresas de móveis Miolo, Sperotto, Zardo e, posteriormente, com os mó veis Pozza e Barzenski. 

“Encantados com o vinho, os turistas, na maioria vindos de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, não dispensavam o contato com os moradores locais para entender os detalhes da festa. Foi um evento que surpreendeu o Brasil inteiro”, destaca Itacyr.

Engenharia do vinho encanado

vinho-encanado---CópiaA distribuição do chamado vinho encanado no centro da cidade, que surpreendeu os moradores e visitantes, estava a cargo da Cooperativa Vinícola Aurora, que representava as vinícolas participantes da festa. Posteriormente, cada uma devolvia a ela a porcentagem de vinho e suco de uva distribuído correspondente ao acordo feito entre as vinícolas. A explicação é de Vitalino Nichetti, então funcionário da Cooperativa Vinícola Aurora, que presidiu o trabalho de comissões criadas para a organização da atração.

Vitalino Nichetti

Vitalino Nichetti

“O transporte dos vinhos tinto e branco e do suco e uva da Cooperativa até o centro de Bento Gonçalves, era feito com camionetes. Na primeira edição, as bebidas foram bombeadas até tanques instalados para armazenamento no terceiro andar do Edifício Pozza, no Centro. Do terceiro andar, mangueiras desciam e percorriam a rua Marechal Deodoro até as três tendas onde as bebidas eram distribuídas. A primeira tenda ficava no início da rua Marechal Deodoro, a segunda no meio e a terceira, em frente à Igreja Santo Antônio. Na segunda Fenavinho, o vinho ficou armazenado no Edifício Millan. Na terceira, no prédio da Vinícola Salton. Já na quarta edição do evento, os tanques foram alocados no Edifício Zanoni, permanecendo o mesmo sistema de distribuição às tendas”, conta Nichetti.

Ele acrescenta que somente na 5ª Fenavinho, em 1985, o vinho passou a ser distribuído de forma centralizada na recém-inaugurada “Casa Del Vino”, ainda instalada no centro de Bento Gonçalves, próximo à prefeitura. “Na Casa Del Vino, os vinhos e suco de uva distribuídos passaram a ser refrigerados por um circuito fechado, através dos tanques de aço inoxidável revestidos por pipas de madeira, na parte superior da Casa. Desses tanques, mangueiras conduziam as bebidas até as pequenas pipas fixadas nos balcões que circundam a Casa, onde os visitantes se serviam pelas torneiras. Nas edições anteriores, tanto os vinhos quanto o suco de uva eram servidos em temperatura ambiente”, detalha.

Fena-31Nichetti acrescenta que a Casa Del Vino, contendo 32 barris e 48 torneiras, demandava o trabalho de 24 pessoas entre atendentes, enólogos e técnicos para administrar o sistema. A refrigeração dos tanques, que segundo ele, tinha um papel fundamental para a degustação das bebidas, era controlada por Igino Bitarello. Nichetti ressalta que Hugo Justi, técnico em manutenção da Aurora, também ajudava de forma intensa no que era preciso para o sistema estar sempre em pleno funcionamento. Ele também lembra de Mauro Morbini e Dario Crespi como sendo os enólogos que mais trabalharam com o vinho encanado.

Selos e cartazes Fenavinho 

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8ª edição do Dia do Vinho ocorre até o dia 04 de junho

Dia do vinhoIniciou ontem, dia 19, em Bento Gonçalves e região, as comemoração da 8ª edição do Dia do Vinho, que se estenderá até o dia 04 de junho. Durante o período, setores do enoturismo da região da Serra Gaúcha se unem para comemorar a safra e os bons vinhos, além de oferecer a comunidade e aos turistas uma programação especial nos atrativos turísticos, vinícolas, promoções em hotéis, cursos de degustação e gastronomia, descontos em produtos feitos da uva e coloniais, entre outros atrativos.

Paralelo à programação do Dia do Vinho, grandes nomes nacionais e internacionais da pesquisa sobre os benefícios da uva e seus derivados estarão no III Simpósio Internacional Vinho e Saúde, que ocorre de 1 a 3 de junho, na Casa das Artes, em Bento Gonçalves. O encontro discutirá os benefícios obtidos a partir do consumo de outros derivados da uva, como óleos, extratos e farinhas de sementes e cascas da fruta, por exemplo.

O 8° Dia do Vinho é promovido pelo Instituto Brasileiro do Vinho – Ibravin e Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria – SEGH/Região Uva e Vinho, com apoio da Secretaria Municipal de Turismo de Bento Gonçalves. Mais informações e a programação poderão ser obtidas no site www.diadovinho.com.br/programacao.

Foto: Arquivo ASCOM

Simpósio do Câncer de Mama é realizado em Bento no próximo dia 23

O Hospital Tacchini, em parceria com o Instituto do Câncer e Instituto Tacchini de Pesquisa em Saúde, realiza em Bento Gonçalves o Simpósio do Câncer de Mama no próximo dia 23 de maio. O evento ocorrerá no Dall’Onder Grande Hotel, no salão Chardonnay, a partir das 18 horas.

Design sem nome (2)O encontro apresentará o cenário do câncer de mama na região nordeste do estado, com base no registro de atendimentos prestados pelo Instituto do Câncer. Na ocasião, ações serão discutidas entre os profissionais da saúde para ampliar a prevenção, detecção e tratamento precoce da doença.

Programação: 

18 horas: Recepção e entrega do material informativo

18h 3omin: Apresentação da UNACOM Bento Gonçalves, do Instituto do Câncer do Hospital Tacchini, seguida por Dro Fernando Mariano Obst – Diretor do Instituto do Câncer do Hospital Tacchini.

18h 45min: Atualização em Câncer de Mama, com o Dro Felipe Werges, mastologista
Chefe do Serviço de Mastologia do Sistema de saúde Mãe de Deus e professor adjunto da PUC-RS.

19h 45min:  Debate

20h30min: Jantar

Primeira Maratona Urbana ocorre em Bento no domingo

Design sem nomeNo próximo domingo, dia 21, ocorre a Maratona Urbana, no Centro de Esportes e Artes Unificados (CEU), no bairro Ouro Verde. O evento é gratuito e a abertura está marcada para as 13h30min. O evento é promovido pelo Coletivo Nest Panos e  conta com o apoio do Fundo Municipal de Cultura de Bento Gonçalves.

O objetivo do evento é fomentar a cultura, despertando novos simpatizantes e incentivando os já adeptos ao esporte na cidade. Nesta edição, as atividades contam com um live paint de graffiti, exposição de boombox da Nest Panos, workshops de breaking e graffiti, batalhas breaking para iniciantes. A premiação é de R$250 para o primeiro colocado.

Participam das atividades, durante a tarde de domingo, Dj’s convidados e cyphers.

Estão programadas seis edições, com atividades diferenciadas nas praças da Cidade.

Programação:
13h30 Abertura
13h45 Workshop de graffiti
14h30 Workshop de breaking
15h45 Início Happy Hour + Batalha iniciante
18h Encerramento das atividades

CAIXA WINE RUN 2017 ocorre nesse sábado no Vale dos Vinhedos

No próximo sábado, dia 20 de maio, o Vale dos Vinhedos sediará a Caixa Wine Run 2017, meia maratona de 21 quilômetros de percurso, nas categorias individual ou dupla. Serão 1.200 competidores de diferentes regiões do país.
A largada da corrida, agendada para às 9 horas, será na Vinícola Grand Legado. Os visitantes estarão hospedados no Dall’Onder Grande Hotel, oficial do evento.

No dia 19, os atletas podem retirar seus kits no Dall’Onder Grande Hotel entre as 15 e 21 horas. Haverá degustação gratuita de vinhos e suco de uva, além de um jantar de massas, a partir das 20 horas, que pode ser adquirido a parte.

 312048_703735_aoladoparreirais_web_Para o deslocamento, haverá traslado de ônibus gratuito para atletas na largada e nos postos de revezamento. Haverá guarda volumes no local. Durante as 4 horas de prova, o percurso será entre os parreirais, num terreno misturado de terra, cascalho e calçamentos.

Na arena de chegada, os atletas serão recebidos por um buffet com massas, brownies, biscoitos, comidas regionais, suco de uva e frutas. Haverá degustação de vinhos e espumantes, vendidos a parte. Além disso, o local terá atrações regionais e música.

A premiação será através das categorias individual geral e por idade nas categorias individual e dupla. Veja abaixo:

CATEGORIAS:
• Individual geral;
• Categorias de idade: 18 a 24 anos; 25 a 29 anos; 30 a 34 anos; 35 a 39 anos; 40 a 44 anos; 45 a 49 anos; 50 a 54 anos; 55 a 59 anos e acima de 60 anos;
• Dupla geral: masculina, feminina ou mista;

PROGRAMAÇÃO:
VÉSPERA DO EVENTO:
• 15hs às 21hs – Entrega dos kits para os atletas no Grande Hotel Dall’Onder;
• 20hs – Jantar de Massas no local de entrega dos kits; (opcional, vendido a parte).

DIA DO EVENTO:
• Traslado de ônibus gratuito para os atletas; Hotel Oficial para ponto de largada e posto de revezamento.
• Largada da corrida, horário previsto 9h, Vinícola Grand Legado;
• Arena de chegada: buffet de massas, frutas, área de hidratação, festa do espumante (degustação opcional, vendido a parte);
• Cerimônia de premiação;
• Traslado de ônibus gratuito para os atletas, arena de chegada para hotel oficial;

 

 

Casa Zandoná: Comércio à moda antiga sobrevive ao tempo

Por Natália Zucchi

A Casa Zandoná, com 69 anos de história no comércio de Bento Gonçalves, estilo armazém, mantém suas portas abertas na rua Góes Monteiro, 302, bairro São Francisco, cultivando sua clientela fiel e mantendo sua tradição familiar.

zandonaA história do armazém iniciou em 1948, quando o carreteiro Angelo Zandoná, de 27 anos, deixou de fazer frete com carroça na região de Bento Gonçalves, para abrir um bar na localidade chamada de “loti” (lotes) pelos moradores do município. O bar, que inicialmente vendia bebidas como vinho, cerveja, graspa e suco de uva logo transformou-se em um armazém com oferta de diversos produtos alimentícios e de limpeza, entre outras utilidades domésticas.

Em meados de 1949, Zeferino Maria Zandoná, sobrinho de Angelo, de 14 anos, passou a ajudar seu tio nos negócios do armazém. No mesmo ano, a Casa Zandoná amplia sua oferta de produtos, entrando no ramo de armarinhos, ferramentas agrícolas e ferragens. O irmão do Zerefino, Célio Antônio, entra no negócio familiar em 1973, aos 19 anos.

Com o falecimento de Angelo, em 2008, aos 87 anos, o estabelecimento ficou a cargo de Zeferino e Célio.

Nessa trajetória, fatos pitorescos como garrafas resfriadas em fonte de água e ranchos entregues de cariola (carrinho de mão) fizeram parte da rotina do estabelecimento e de seus clientes.

Espaço de amizade e memória

zeferino,-celio-e-borgesA Casa Zandoná é hoje espaço de amizade e memória. “Muitas pessoas que saíram da cidade há 30, 40 anos, voltam para relembrar os bons tempos vividos no nosso armazém”, ressalta Zeferino, hoje com 86 anos. Prova disso: no momento da entrevista chega ao armazém para uma visita corriqueira, Pedro Borges, 83 anos, conhecido como bananeiro. Pedro Borges era proprietário de um comércio de frutas com seu nome na rua Gomes Carneiro, centro de Bento Gonçalves. Ele forneceu bananas ao armazém Zandoná durante 40 anos e hoje está aposentado. “O Zandoná foi o único que sobreviveu ao tempo”, observa Borges.

Nesse encontro, Zeferino, Borges e Celio se divertiram ao relembrar os acontecimentos pitorescos ocorridos no armazém ao longo dos anos. Célio, hoje com 63 anos, lembra de uma manhã em que um saco de milho chegado ao estabelecimento acabou rasgando em frente à Casa Zandoná. “Um dos vizinhos, indignado com o desperdício do alimento, trouxe suas galinhas para bicar no local. A movimentação durou uma semana”, comenta aos risos.

Zandoná-(3)Houve também o episódio dos ovos, no qual um cliente antigo comprou cerca de seis dúzias, levou até seu carro, deixou no banco do motorista e voltou às compras. Ao retornar ao veículo, distraído, sentou sobre os ovos. “Não sobrou um inteiro. O estado do carro era de dar pena”, contam eles às gargalhadas.

Os comerciantes também relembram com carinho as edições da Festa Nacional do Vinho (Fenavinho), na década de 80. Segundo eles, muitos turistas de São Paulo e do Rio de Janeiro visitavam o armazém à procura da graspa, na época produzida por Bigolin, de Pinto Bandeira. “Eles enchiam o porta-mala de seus Monzas com a bebida para animar as festas em seus estados de origem, diziam”, complementa Célio.

Bebidas resfriadas em fonte de água

Zandoná-(5)Em 1948, tudo era comercializado a granel no armazém Zandoná. Sacos de grãos diversos, com média de 60 quilos, eram dispostos em gavetões em um amplo balcão de madeira. Na época, nem existia sacola plástica. Os produtos eram empacotados em sacos de papel. Muitos clientes levavam suas sacolas para as compras.

Com a clientela estabelecida, o armazém atendia do período da manhã até o final da noite. Zeferino conta que, na década de 50, na ausência de refrigeradores, os Zandoná faziam buracos numa fonte de água no barranco atrás do armazém para resfriar garrafas de refrigerante e cerveja. “Era o jeito e dava certo”, confirma Zeferino. Ele também salienta que entregava ranchos na vizinhança de cariola. Entre tantos destaques para um comércio da época, a fama virou credibilidade e o armazém chegou a ter 120 cadernetas fixas durante anos.

Zandoná-(1)Zandoná-(4)A variedade de produtos na Casa Zandoná ainda é comentada entre muitos moradores da região. Até hoje o local é lembrado por dispor produtos e utensílios de marcas antigas, de boa qualidade. O armazém comercializa panelas de ferro, de alumínio econômica, lampiões e urinol de esmalte que, segundo Zeferino, tem boa saída. Na infraestrutura do estabelecimento se destaca um grande baleiro, o mesmo da época da abertura do armazém. Para fazer os cálculos do estabelecimento, os irmãos Zandoná usam uma somadora datada de 1950. Eles acentuam que aprenderam a consertar essa somadora para prolongar seu uso. Com a atmosfera de saudades das décadas passadas, Célio e Borges concordam com a afirmação de Zeferino: “Foi um tempo muito bom, de muitas histórias”.

Orquestra americana ARCO Chamber Orchestra apresenta concerto na Casa das Artes

A Fundação Casa das Artes realiza no dia 25 de maio, um espetáculo no Anfiteatro Ivo Da Rold, às 20h, com a orquestra de câmara ARCO Chamber, que pertence a Universidade da Geórgia, dos Estados Unidos.

A orquestra é ministrada por Levon Ambartsumian, e reconhecida internacionalmente por ter selecionado cuidadosamente os seus membros. O espetáculo tem como repertório principal a música russa e contemporânea, mas também inclui um vasto repertório com as obras de compositores de todos os períodos da música, bem como estreias mundiais de obras de compositores atuais.

ARCO Chamber 

A orquestra foi fundada em 1989, por Levon Ambartsumian, no mundialmente renomado Conservatório Tchaikovsky de Moscou. Seus membros foram cuidadosamente selecionados dentre instrutores, alguns de seus estudantes, e músicos recém-formados no Conservatório. As performances da ARCO foram reconhecidas em toda a Europa, chamando a atenção da crítica especializada e tendo grande reconhecimento por parte do público.

unnamed (4)A Orquestra participou de festivais importantes, incluindo o Festival de Música Alemã na Rússia e na Alemanha, o George Enescu International Festival em Bucareste, o Festival de Música Russa da Sibéria, Moscou Stars, e Russian Winter in Moscow. A orquestra também estreou uma série de obras de compositores russos contemporâneos e excursionou amplamente em vários países, incluindo EUA, Canadá, Itália, Espanha, Alemanha, Romênia, França, Coréia do Sul e Brasil.

A base da orquestra mudou para os Estados Unidos, onde o grupo tem agora a missão de mostrar uma mistura internacional de talentosos músicos provenientes de diferentes países, como a Rússia, Itália, EUA, Polônia, Coréia do Sul, Argentina e Brasil.

Ingressos

Os ingressos promocionais podem ser adquiridos antecipadamente nos pontos de venda a R$ 30. No dia da apresentação o valor será de R$ 40, e a meia entrada custará R$ 20, mediante comprovação de documento com foto e comprovante matrícula no evento. Os ingressos estão à venda nas Livrarias Aquarela e Dom Quixote Livraria e Cafeteria.

O evento é realizado pela Fundação Casa das Artes em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura com o apoio da Rede de Hotéis Dall’ Onder. Mais informações, pelo telefone (54) 3454-5211.

ExpoBento terá teatros para divertir e conscientizar o público

Além de sua referência como feira de negócios, a ExpoBento é um importante difusor de atividades de entretenimento e lazer para os visitantes.

unnamedNeste ano, a 27ª edição do evento aposta, para além dos tradicionais shows, em peças teatrais: pelo menos seis apresentações estão garantidas para junho, período de realização da feira, entre os dias 8 e 18, na Praça Gastronômica do Parque de Eventos: “A menina da Biblioteca”, “Entrando pelo Cano”, “Viajando no Suco de Uva” e “Mas Bah Tchê – Como é Grande o meu Rio Grande”, todas encenadas pelo grupo Teatro Luz e Cena, de Novo Hamburgo.

As temáticas são variadas e abordam assuntos como amizade, saneamento básico, história e identidades regionais, buscando despertar conscientização no público e entreter famílias e crianças. “Queremos que as pessoas tenham novas oportunidades de acesso a atividades culturais como espetáculos de teatro, dança e circo, contribuindo com o enriquecimento da produção cultural no município. Desta forma, estaremos gerando alternativas de movimentação e colaborando para o desenvolvimento cultural da população e dando oportunidade para que todos possam prestigiar estes momentos”, explica Beatriz Noskoski Carvalho, assessora de projetos da ExpoBento.

Sobre as peças

“A Menina da Biblioteca” (dia 11, às 11h, e dia 13, às 11h)

Alfa, Beto e Tico são três artistas que precisam achar um novo espetáculo para escapar da fúria de um patrão nada compreensivo. Para suprir a falta de imaginação, recorrem à bilioteca. E é lá que vão encontrar Leninha, uma menina que prefere os livros às pessoas. Será que eles vão conseguir convencê-la a ajudá-los?

“Mas Bah Tchê! – Como é lindo meu Rio Grande” (dia 11, às 17h)

Um divertido musical infantil que conta a história do Rio Grande do Sul, da descoberta até a Revolução Farroupilha, passando pela formação do povo gaúcho, suas lendas, costumes e tradições. Um grupo de cantadores gaúcho invade a cena para dar início a esta fascinante viagem pelo tempo.

“Viajando no Mundo do Suco de Uva” (dia 15, às 11h, e dia 18, às 15h30))

Um espetáculo lúdico apresenta o mundo fascinante da uva, um lugar mágico na serra do Rio Grande do Sul, para ajudar Vavú a recuperar sua força e energia, mostrando os benefícios trazidos à saúde com o consumo regular do suco de uva.

“Entrando pelo Cano” (dia 18, às 11h)

Retinho é um ratinho branco muito esperto, criado em laboratório, que parte em busca de sua família pelos esgotos da cidade com uma importante informação: a cidade vai realizar uma grande obra de saneamento! Um espetáculo que procura refletir com as crianças sobre a importância do saneamento básico.

Valores para visitar a feira:

Segunda a sexta-feira R$ 5,00 (meia-entrada)

Sábados, domingos e feriado R$ 10,00

Dia 08/06 entrada gratuita (abertura da feira)

Menores de 12 anos não pagam ingresso.

Mais informações: no site www.ExpoBento.com.br

 

 

9º Polentaço em Monte Belo do Sul

Monte Belo do Sul terá a 9ª edição do Polentaço nos dias 19, 20 e 21 de maio com uma programação variada e alusiva ao alimento homenageado da festa: a polenta.

Em paralelo ao evento, exposição de esculturas de polenta, feira de artesanato, vinhos e sucos e torneio de bocha. As festividades iniciam às 18 horas da sexta-feira, 19, com a 4ª Cantare in Monte Belo, encontro de corais e grupos de canto, na Igreja Matriz São Francisco de Assis.

A abertura oficial acontece às 20 horas, no Clube 24 de Maio, seguida às 21 horas pelo Café com Polenta com Jeverson Carelli.

No sábado, 20, o evento inicia às 10 horas, com o Encontro de Motos, Monte Belo em Duas Rodas, com show das bandas de rock Black Adder, Lennon Z and The Sickboys Trio e Malvinas Rock Band na praça Padre José Ferlin, entre outras atrações programadas. Às 17h 30min acontece o tombo da polenta gigante de 800 quilos também na Praça, atração que será repetida no domingo, às 15 horas no local.

No domingo, às 9 horas, inicia a Missa em Ação de Graças na Igreja Matriz São Francisco de Assis. Entre as atrações do dia, shows de dança italiana com Ballo D’Italia às 13h 30min e de dança japonesa com o Grupo Folclórico Shinsei às 14h30min. O encerramento acontece às 17 horas com show de Adriana de Los Santos e banda.

Veja a programação completa abaixo:

 

PROGRAMAÇÃO POLENTAÇO 2017 – Monte Belo do Sul/RS

 

DATA ATRAÇÃO HORÁRIO
✟  19/05/2017 4º Cantare in Monte Belo 18h
**  19/05/2017 Abertura oficial do Evento 20h
**    19/05/2017 Café com Polenta com Jeverson Carelli 21h
🎼  20/05/2017 Encontro de Motos Monte Belo em Duas Rodas – Shows com as Bandas de Rock Black Adder, Lennon Z and The SickBoys Trio e Malvinas Rock Band 10h as 17h30
🥂  20/05/2017 Café com Polenta com som ambiente 12h
🎼   20/05/2017 Show com Projeto Monte Belo Música, Canto e Dança 17h
🎼   20/05/2017 TOMBO DA POLENTA GIGANTE DE 800 KG 17h30
🎼   20/05/2017 Show com Paloma e Miqui 18h
🥂    20/05/2017 Café com polenta com Ragazzi Dei Monti 20h
✟  21/05/2017 Missa em Ação de Graças 09h
**    21/05/2017 Café com Polenta com Gera & Jonas 12h
🎼   21/05/2017  Shows de Dança Italiana com Ballo D’Italia 13h30min
🎼 21/05/2017 Show de Dança Japonesa com o Grupo Folclórico Shinsei 14h30min
🎼   21/05/2017 TOMBO DA POLENTA GIGANTE DE 800 KG 15h
🎼 21/05/2017 Show com Projeto Monte Belo Música, Canto e Dança e Grupo Vicentino 15h30min
🎼   21/05/2017 Premiação da exposição de Esculturas de Polenta e Torneio de Bochas – Modelo 48 16h30min
🎼   21/05/2017 Encerramento com show de ADRIANA DE LOS SANTOS e banda 17h
Celebração do Dia do Vinho

·         Mostra de Vinhos locais

Locais das Atrações:

** – Clube 24 de Maio

🎼 – Praça Padre José Ferlin

* – Salão Paroquial

*** – Ao lado do Salão Paroquial

✟ – Igreja Matriz São Francisco de Assis

 

Programação Paralela

  • A única Exposição de Esculturas de Polenta do Mundo – * São Paroquial;
  • Feira de Artesanato, Vinhos e Sucos e Agroindústria – * Salão paroquial;
  • Torneio de Bochas – Modelo 48 – ***Ao lado do Salão paroquial ;
  • Encontro de Motos – Monte Belo em Duas Rodas – 🎼;
  • Gastronomia típica no “CAFÉ COM POLENTA” – ** Clube 24 de Maio – Valor de R$ 45,00 por pessoa
  • 4º Cantare In Monte Belo (Encontro de Corais e Grupos de Canto) – ✟
  • Food Truck com gastronomia a base de Polenta – 🎼

 

Informações: secturismo@montebelodosul.rs.gov.br  /  (54)3457.2050 / (54)3457.1056