O Amanhã

Por César Anderle

 

Ter fé e acreditar que tudo dará certo não significa que iremos ter uma vida sem dificuldades, mas devemos ter a certeza de que Deus está conosco apesar delas.

Jesus mesmo nos instruiu que neste mundo teremos algumas aflições. A vida dele, narrada pelos evangelistas, evidencia que ele também as sentiu em seu próprio calvário, para nos salvar.

Mesmo que seu futuro pareça não ter boas perspectivas, saiba que você pode mudá-lo. Você acredita em você mesmo?

Em muitos momentos da nossa vida, nos deparamos a pensar no futuro, refletimos sobre as dificuldades, sobre o que queremos para nós nos próximos anos de vida. Devemos, pois, nos planejarmos, vislumbrar um horizonte a ser alcançado, onde queremos chegar, o que queremos ser lá na frente e decidirmos qual caminho deveremos tomar para alcançar este destino.

Em primeiro lugar, precisamos descobrir qual é o sonho, se eu acredito nesse sonho e quais dificuldades que eu devo enfrentar. Quais dores eu posso suportar e ter consciência dos obstáculos que enfrentarei para atingir este sonho.

Na trajetória, com certeza, iremos errar, acertar, vamos esmorecer, vamos duvidar do caminho e do próprio sonho.

Mas se estivermos centrados e determinados no objetivo, mesmo que tropeçando, poderemos recomeçar novamente e fazer deste tropeço um novo amanhã.

Acredito muito que somos interdependentes, ou seja, precisamos um do outro para alcançar os objetivos. Eu sozinho nada farei, se não houver de minha parte esta ciência. Eu não alcançarei e também não poderei colaborar com o outro. Esse entendimento se faz necessário.

E se for um sonho em conjunto, de comunidade, é interessante compreender que quando todos cumprem sua parcela nas tarefas, a divisão de responsabilidades se faz necessária entre todos os integrantes deste grupo e evita, assim, que parte deles tenha de levar um fardo mais pesado perante os demais.

Quem de nós não anseia por um clima favorável, fartura de alimentos, colheitas abundantes, sucesso nos negócios, saúde, paz, segurança, crescimento e vida espiritual significativa?

Nós podemos ser fortes, não tenho dúvida nenhuma, desde que unamos nossas forças, mas a maior força de todas está dentro de você.

Sucesso sempre!

BPW CONEXÃO PSI: O jeito mulher de ser e realizar mudanças

Para garantir sua liberdade, entender-se e afirmar-se como um ser com direito de escolhas, as mulheres têm travado uma batalha histórica, tendo como ponto forte o movimento feminista, que ganhou projeção na segunda metade do século passado. O movimento feminista tem, entre seus objetivos, o questionamento da naturalização da condição inferior da mulher, incluindo a perspectiva de gênero nas discussões sobre a família, o trabalho e a vida comunitária.

Pesquisadores e escritores, bem como diferentes organizações ao redor do mundo, têm feito um enorme trabalho para o enfrentamento da discriminação e da desigualdade de gênero, o que passa, necessariamente, por uma mudança cultural, uma mudança na subjetividade de homens e mulheres. Essa mudança não se dá apenas nas condutas e nas regras, mas também, inicialmente e especialmente, no interior dos indivíduos.

As mulheres, naturalmente, buscam as relações e sabem que é nas relações que se encontra o sentido e a felicidade. Além disso, as mulheres falam umas com as outras, umas das outras e umas pelas outras. Maravilhoso mundo feminino em que os sentimentos estão sempre em marcha, sempre fazendo conexões e laços. Onde as mulheres estão existem laços e palavras. As mulheres enchem consultórios psicológicos, enriquecem os ambientes corporativos, são presença assídua nas reuniões das escolas e buscam assistência em saúde não só para si, mas para toda a família. Não é à toa que vários estudos mostram que, embora os homens padeçam mais de condições severas e crônicas de saúde do que as mulheres, a presença deles nos serviços de saúde é menor que das mulheres.

Esse desejo de falar, essa capacidade de simbolizar e de se relacionar coloca as mulheres em vantagem no caminho para a resolução de dificuldades e o enfrentamento dos desafios. É preciso que elas tenham espaço e que sua voz seja ouvida e valorizada na sociedade. Para essa conquista, precisam buscar seu lugar de fala e de direitos, o que passa pelo autoconhecimento, pelas habilidades sociais e pelo uso de estratégias emocionais e comunicacionais que refletem sua saúde mental. Empoderamento feminino e saúde mental são, portanto, dois lados de uma mesma moeda.

Ademir Antônio Bacca lança Janelas da Memória

Uma obra sonhada há 10 anos e que, nos últimos três anos consumiu quatro horas diárias de escrita, resultou no livro Janelas da Memória, do jornalista e escritor Ademir Antônio Bacca, nascido em Serafina Corrêa e criado em Bento Gonçalves, onde reside até hoje. O livro, de 400 páginas, com capa dura, reporta em capítulos, memórias do autor e de outros personagens, relacionadas em décadas, a acontecimentos que marcaram a história do Brasil e do mundo. Ao todo, são 15 capítulos, entre eles alguns com histórias inéditas de fatos ocorridos em Bento Gonçalves. O livro, concretizado com o apoio da Lei Rouanet, está sendo comercializado nas livrarias do município por R$ 90,00.

“Caminho e dentro de mim também caminham as palavras, à procura de outras palavras, para contar as histórias que elas querem contar”. “Assim, levado por estas palavras mágicas do escritor Eduardo Galeano. Retiradas de “O Caçador de Histórias”, um dia decidi ter chegado a hora de abrir meus arquivos e começar a escrever esse livro, que há muito caminhava inquieto dentro de mim”, ressalta o autor, que aos 4 anos, em 1956, migrou com a família do município de Serafina Corrêa para o de Bento Gonçalves, onde o pai iria trabalhar para a extinta Madeireira Dall’Oglio, como marceneiro.

“Não é o meu livro de memórias, embora a minha história esteja nele. Também não é um livro da Turma do Ipiranga, embora ela transite em quase todos os seus capítulos. Muito menos é o livro de Bento Gonçalves ou Serafina Corrêa, embora minhas duas pátrias sejam cenário da maioria das lembranças contidas. É só um livro de histórias”, ressalta o autor.

Bacca relata que nos últimos três anos elaborando o livro, muitas vezes se imaginou atravessando o espelho como se fosse uma máquina do tempo. “O ator Jeremy Irons afirmou que todos nós temos nossas máquinas do tempo. As que nos levam para trás são chamadas de memória e as que nos levam para a frente, chamamos de sonhos. Outras vezes, me parece ter ficado parado, imóvel, na frente do espelho, simplesmente deixando que ele me contasse essas histórias”, acrescenta.

Netfar: internet grátis para estudantes de escolas públicas de Bento Gonçalves

A empresa arca com os custos de instalação e do roteador, além de isentar mensalidade por tempo indeterminado

Com o fechamento das escolas provocado pela pandemia do Coronavírus, muitos estudantes não conseguem acompanhar os conteúdos por falta de acesso à internet. Percebendo esta situação, a Netfar Provedor de Internet resolveu intervir na realidade da cidade, oferecendo o acesso à internet grátis para 30 famílias em vulnerabilidade social. Essas famílias foram indicadas pela Secretaria de Educação (SMED) de Bento Gonçalves. O aumento do número de casos de Covid e a volta da bandeira preta em todo o Estado demonstrou ainda mais a importância de ações como essa.

Segundo dados da pesquisa do Instituto DataSenado sobre a educação na pandemia, 26% dos alunos da rede pública que estão tendo aulas online não possuem acesso à internet (divulgada no dia 12 de agosto de 2020). No município de Bento Gonçalves a realidade não é muito diferente. A ação da Netfar tem atendido famílias que moram nos bairros Vila Nova II, Jardim Glória, Municipal, Zatt e São Roque. As instalações começaram a ser feitas em dezembro do ano passado.

Junto com a instalação, a equipe Netfar doa uma cesta básica, álcool gel e pirulitos para cada família, além de entregar o cartão de Convênios Netfar, que oferece aos clientes desconto em vários estabelecimentos conveniados da cidade. O acesso à internet ficou liberado pelo tempo que as famílias quiserem.

Além dessa iniciativa, em novembro de 2020, a Netfar também doou 50 roteadores para a SMED distribuir aos alunos que mais precisam, com o objetivo de melhorar a qualidade do sinal da internet. É um orgulho para a empresa poder conectar alunos de baixa renda, contribuindo assim para a promoção da educação pública.

 

Netfar do Bem

A Netfar acredita que a iniciativa privada tem papel essencial no desenvolvimento da sociedade e, por isso, se preocupa com a responsabilidade social empresarial. Há mais de dois anos, a Netfar promove ações sociais, como a criação do projeto Netfar do Bem que, por meio de suas várias ações, pretende contribuir para a formação de uma sociedade mais igualitária. 

Saiba mais em: netfar.net/empresa

Hotel Villa Michelon: Há 20 anos celebrando a vida

Por: Raquel dos Santos Piegas

Jornalista | comunicacao@villamichelon.com.br

 

No coração do Vale dos Vinhedos, no dia 15 de março de 2001, ouviu-se o abrir de uma porta para o mundo encantado do enoturismo. Chegava ao Complexo Turístico Vale dos Vinhedos – Hotel Villa Michelon, a primeira hóspede de uma história que se tornaria pioneira no roteiro até então voltado somente para a vitivinicultura.

Era inaugurada uma construção majestosa e interligada, de baixa altura, idealizada e executada pela arquiteta Vanja Hertcert, obedecendo às exigências e ideias da inquieta mente de Moysés Luiz Michelon. E foi exatamente essa atividade cerebral inovadora do empresário que enxergou no Vale dos Vinhedos um potencial turístico grandioso.

O primeiro hotel do Vale dos Vinhedos abria não somente as suas portas, mas uma gama de oportunidades que fizeram do distrito um dos principais roteiros enoturísticos do Brasil. Na época de sua inauguração, a região contava até então com apenas seis vinícolas familiares, o que fazia com que o turista necessitasse retornar ao centro urbano da cidade para descansar e se alimentar, uma vez que não havia pousadas, hotéis e restaurantes no Vale.

Era, sem dúvidas, uma inovação, que não abriu mão da valorização do legado da família Michelon. O que poucos sabem é que o Hotel Villa Michelon é herdeiro de uma trajetória na hotelaria que iniciou com Antonio e Josephina Michelon, pais de Moysés Michelon. 

Externamente, o hotel pioneiro no Vale dos Vinhedos é uma releitura do Hotel Bela Vista, estabelecimento que, dentre 1945 e 1960, recebia os turistas que vinham a Bento Gonçalves para tratamentos de saúde. A preocupação em valorizar essa herança cultural se estendeu a diversos aspectos da atual edificação, uma arquitetura inspirada nas casas dos primeiros imigrantes italianos que colonizaram a região.

 

Um hotel com ares de casa

Não basta ser pioneiro e abrir as portas para o turismo. Para se manter sendo o hotel preferido do roteiro por famílias e turistas de todo o país, é necessária uma valorização do atendimento humanizado. Nos seus vinte anos de história, o Hotel Villa Michelon foi cenário da trajetória de diversas famílias, com rotatividade de turistas e também colaboradores – como em todo empreendimento.

No entanto, dentro de sua equipe, conta com trabalhadores que participaram dos primeiros momentos do Villa Michelon e que ainda estão na ativa. Uma delas é a atual chefe de recepção Jociane Brandelli, funcionária do Hotel desde 2001. “Tantos obstáculos superados e tantos objetivos alcançados nessa trajetória que até hoje me faz evoluir como pessoa e como profissional! Tenho muito orgulho em fazer parte dessa empresa e, como em toda história, tivemos diversos ajustes, imprevistos e etapas que constantemente nos fazem dar sentido ao nosso trabalho”, reflete Jociane, que também é moradora do Vale dos Vinhedos.

O pensamento de Jociane é compartilhado por Marcel Vaz, atual executivo de Contas do Hotel Villa Michelon e colaborador há 15 anos do Complexo Turístico. “Comecei minha trajetória aqui como mensageiro. Recebi várias oportunidades para trabalhar na recepção do hotel, mas as gorjetas que eu recebia ajudavam muito e não deixei o cargo (risos). No entanto, assumi o desafio até 2011, quando fui convocado pelo Sr. Moysés a assumir a área de Eventos. Era uma responsabilidade muito grande, que encarei com um pouco de medo, mas muita gratidão”, relembra.

É claro que todo o empenho em manter um atendimento cuidadoso com os hóspedes e também um ambiente de trabalho saudável aos colaboradores se refletem em satisfação. Durante os vinte anos de Villa Michelon, histórias foram construídas e alimentadas. Hóspedes se tornaram amigos e até mesmo família. É o caso de Luciana Tremea, hóspede há 19 anos do Hotel Villa Michelon junto à sua família. “Se eu fosse resumir em uma palavra o que sentimos quando estamos hospedados certamente seria aconchego. É inexplicável o bem-estar que se sente neste lugar: acomodações impecáveis, serviço de ótima qualidade e uma paisagem de tirar o fôlego. Para a minha família, conhecer o Hotel Michelon ainda tem um significado muito especial, pois nos tornamos muito mais que clientes. A Elaine e o Matiello ganharam o coração do meu filho e foram convidados para serem padrinhos de Crisma dele. De clientes a amigos, nos tornamos compadres… Cúmplices de muitas conquistas, de muitas vitórias e muitas vivências”, conta Luciana.

 

Herança de um visionário

Villa Michelon - Raquel Piegas

Nos corredores do Hotel, a herança do legado de Moysés Luiz Michelon se faz presente em cada metro quadrado da edificação. 

“Meu pai sempre buscou valorizar o hóspede, participar ativamente das estadas, conversando no café da manhã, cuidando de cada detalhe. Era uma experiência maravilhosa para quem aqui se hospedava trocar experiências com o grande Moysés Luiz Michelon. Um homem tão acessível, atencioso e inovador, com uma inteligência estratégica sem igual. Meu pai fez o hotel nascer de uma ideia visionária que teve e assim se manteve até seus últimos dias de vida, quando enviava a nós bilhetes com o que deveríamos fazer ou não enquanto ele se recuperava no hospital”, conta a diretora geral e filha do fundador, Elaine Michelon.

Elaine assumiu a direção após o falecimento de seu pai, ocorrido em outubro de 2017. O processo de transição se fez necessário para dar continuidade ao legado. “De uma maneira natural, meu pai me preparou para dar continuidade ao que ele construiu. Falando em especial de nossa trajetória no Villa Michelon, as reuniões diárias com ele me fizeram conhecer a fundo os projetos e a forma de trabalhar com hotelaria que meu pai desenvolveu de maneira única. Ele carregava consigo o entusiasmo pelo desenvolvimento do Vale dos Vinhedos, e não é exagero dividir a história do roteiro enoturístico entre antes e depois do Villa Michelon”, avalia a diretora geral.

 

Representatividade no Turismo

Valorizando a herança cultural do Vale dos Vinhedos, o Villa Michelon consolidou o seu nome como um hotel referência em Bento Gonçalves e região não somente pelo empenho em bem receber os turistas. O Complexo Turístico tem grande papel na economia e projeção da cidade, como explica o Secretário de Turismo de Bento Gonçalves, Rodrigo Ferri Parisotto. “Falar do Villa Michelon, é falar da história de Bento. A memória viva onde o seu Moysés Michelon permanece presente. Ele sempre teve na sua veia o turismo e sempre trabalhou muito por todo o setor”, avalia Parisotto, que está no comando da pasta desde setembro de 2017. “Lógico que grandes pessoas deixam legados e esse legado se personifica na pessoa da Elaine Michelon, líder nata, empreendedora, pessoa de referência para todos, que seguiu não apenas os caminhos do pai, mas caminhou ao seu lado e hoje conduz este maravilhoso hotel. Sem dúvida, é um privilégio ser bento-gonçalvense influenciado por essas pessoas que, além de exemplares, contribuíram diretamente com todos”, complementa.

Em períodos pré-pandêmicos, o Villa Michelon chegou a receber turistas de oito países para eventos como La Bella Vendemmia, uma festa que celebra a colheita da uva. Nesta nova era do que se chama “novo normal”, adequou-se a protocolos necessários para receber hóspedes com segurança e cuidados necessários. Com isso, garantiu o seu papel no turismo da região, sendo o primeiro hotel a conquistar o Selo Ambiente Limpo e Seguro.

Novas eras se desenham para o Complexo Turístico mais charmoso do Vale dos Vinhedos, que soube se adaptar e caminhar com as realidades vigentes nessas duas décadas de história. Entre todos os depoimentos coletados para esta reportagem especial, uma frase é unânime, que traduz o desejo de continuar um legado: “Vida longa ao Villa Michelon!”.

 

Fotos: 

1- Rita Michelin

2- Raquel Piegas

Cooperativa Vinícola Garibaldi retoma degustações no Complexo Enoturístico

Atendendo as solicitações de turistas e apreciadores de espumantes e vinhos de qualidade, e também para quem gosta de experiências marcantes, a Cooperativa Vinícola Garibaldi está retomando as degustações em seu complexo Enoturístico (Av. Independência, 845, em Garibaldi, RS) a partir do dia 08 de abril. Quem visitar o local poderá participar de roteiros como o ‘Degustação às Cegas’, o ‘Taça & Trufa’ ou ainda, conhecer a seleção de espumantes e vinhos da experiência “Uma história para Degustar”. E, de quebra, adquirir os rótulos da marca com diversas ofertas e promoções.

A reabertura das degustações ocorre em conformidade com todos os protocolos de saúde e segurança estabelecidos pelos órgãos competentes. Desde julho de 2020 a Cooperativa Vinícola Garibaldi mantém o selo de Empreendimento Limpo e Seguro de Garibaldi, certificando-se como ambiente que aplica e oferece os protocolos de higiene e proteção ao covid-19 a funcionários e visitantes, colocando a segurança e integridade de todos acima de qualquer experiência.

Conheça as opções de roteiro e veja como fazer o agendamento para participar.

Degustação às Cegas

Horários: conforme disponibilidade, por agendamento

Duração: aproximadamente 90 minutos

Taça & Trufa

Segunda a sexta: 10h, 13h30min, 15h30min

Duração: aproximadamente 60 minutos

Uma história para degustar

De segunda a sexta das 9h às 17hs. Não é necessário agendamento prévio.

Mais informações sobre as experiências enoturísticas em www.vinicolagaribaldi.com.br/enoturismo

Atendimento no Complexo Enoturístico (durante período de Bandeira Preta e em Cogestão municipal):

De segunda a sexta: das 9h às 17h.

Sábado: das 9h às 17h (sem degustações, apenas visita e varejo)

Domingo: Fechado.

Agendamentos e informações:

Fone: (54) 3464.8104 | Whats: (54) 99196.5577

E-mail: turismo@vinicolagaribaldi.coop.br

Degustações no Complexo Enoturístico da Cooperativa Vinícola Garibaldi são retomadas

Crédito: Augusto Tomasi

História da Fenavinho será contada e eternizada em livro

Publicação, com assinatura dos jornalistas Fabiano Mazzotti e Itacyr Giacomello, terá lançamento em 2022, em projeto com apoio e participação do CIC-BG, entidade promotora da Festa Nacional do Vinho

Depois de dar vida novamente à festa mais popular do município em 2019, em um esforço combinado de resgate que contou com o apoio do Poder Público municipal, o Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG) viabiliza, agora, um importante capítulo para a memória da Fenavinho. Em 2022, as histórias, as curiosidades e os personagens da Festa Nacional do Vinho serão eternizadas num livro, abarcando uma trajetória iniciada em 1967 e compreendida até os dias atuais, com 16 edições de festividade realizadas. “A Fenavinho foi a precursora de uma série de feitos que a tornaram central na rápida promoção do progresso da cidade, trazendo visibilidade nacional, infraestrutura viária, surgimento de outras feiras e valorização do agricultor e de nossas tradições. Reverenciá-la é uma forma de mostrar a grandiosidade que ela representa e também de compreender a própria história de Bento Gonçalves”, diz o presidente do CIC-BG, Rogério Capoani.

Como sugere o título da publicação, “Fenavinho – Mais do que uma festa”, mostrará como e por que a celebração em torno da cultura da uva e do vinho fez do evento, além da festa mais importante da cidade, um marco no desenvolvimento econômico do município. O livro, assim, assume um caráter de documento histórico. Até então, não havia uma publicação que reunisse, numa única edição, a trajetória da Fenavinho. “Esse projeto está baseado justamente nesta ausência de um conjunto de informações organizado sobre a festa”, conta o jornalista Fabiano Mazzotti, que assinará a obra em parceria com o também colega de profissão Itacyr Giacomello.

Por promover e, principalmente, preservar a história da Fenavinho, a obra trará uma coleção de depoimentos de personagens que construíram, viveram e participaram da festa. E continuam participando. Toda comunidade pode colaborar para enriquecer o livro a partir de fotografias, recortes de jornais e revistas, suvenires e, claro, da memória que guardam das edições em que vivenciaram atrações como o icônico vinho encanado e o identitário desfile de carros alegóricos.

“Fenavinho – Mais do que uma festa” está em fase de inscrição na Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal. Por esse sistema, é possível as empresas utilizarem parte de seu imposto de renda para patrocinar o projeto – também há a possibilidade de as organizações contribuírem com patrocínio direto.

Tanto Mazzotti, com seis livros publicados, quanto Giacomello, com sua vivência comunitária, têm robustas contribuições ao município. As obras de Mazzotti carregam uma busca por promover um outro olhar sobre a cidade, e não só por ser fotógrafo também, mas por trazer à tona pessoas, personagens, culturas, hábitos e costumes da comunidade onde vive. Isso se comprova em livros como “Aristides Bertuol – O piloto da carretera nº 4”, o recente “Um século alviazul”, sobre o centenário do Clube Esportivo, ou “O livro do capitel”, acerca dos pequenos templos religiosos erguidos em estradas do interior. “A Fenavinho é um autêntico patrimônio imaterial do município e habita o íntimo de diferentes gerações. Por isso, essa obra é necessária pelo significado da Fenavinho na vida das pessoas e por sua contribuição à transformação de Bento Gonçalves”, analisa o autor.

Neste novo livro, novamente aparece outra característica dos projetos de Mazzotti, o trabalho em parceria. O escolhido foi Itacyr Giacomello, um dos mais antigos jornalistas em atividade de Bento Gonçalves. Aos 82 anos, o ex-correspondente do antológico Diário de Notícias – do império Diários Associados de Assis Chateaubriand – foi vereador e integrou diversas diretorias de entidades, como o Clube Ipiranga e a APAE, além de ter desenvolvido íntima relação com a Fenavinho, seja divulgando-a como profissional da imprensa, seja integrando a comissão organizadora da festa. “A Fenavinho representa nossa grandeza como município”, resume Giacomello.

Sentados no banco construído na primeira Fenavinho em 1967, Itacyr Luiz Giacomello e Fabiano Mazzotti selam a parceria que vai retratar a história da Fenavinho em livro

Crédito: Viviane Somacal/Exata Comunicação

08/04 – Dia Mundial de Combate ao Câncer

Oncologistas do HCor reforçam a importância de se manter os cuidados com a saúde e a prevenção mesmo durante a pandemia

O câncer é uma das principais causas de mortes do mundo. De acordo com o relatório Global Cancer Statistics 2020, da Associação Americana do Câncer (ACS) e da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), que reúne dados de 185 países, os tumores são responsáveis pelo óbito de um a cada oito homens. Na população feminina, o número é de uma a cada 11 mulheres.

Em 2021, pela primeira vez, o câncer de mama foi documentado como o mais comum no planeta. O levantamento publicado no início de fevereiro no jornal científico CA: A Cancer Journal for Clinicians ainda aponta tumores de pulmão, colorretal e próstata como doenças de alta incidência.

Apesar de alguns tipos de tumores estarem relacionados a causas hereditárias, segundo os especialistas, em alguns casos, a mudança de hábitos pode minimizar a chance do desenvolvimento da doença, tais como: parar de fumar; evitar o sedentarismo, investir em uma alimentação balanceada e fazer uso de filtro solar.

Além desses cuidados, realizar periodicamente os exames de rastreamento ajuda no diagnóstico precoce, aumentando as chances de cura.

No HCor, hospital multiespecialista em São Paulo, durante a pandemia de Covid-19, o número de mamografias feitas caiu 27,3%. O movimento de queda também foi identificado na realização de procedimentos de colonoscopia – os principais responsáveis pelo rastreamento do câncer colorretal – que diminuiu 32% no ano de 2020, quando comparado a 2019.

Atentos a essa mudança no comportamento da população, os médicos do HCor aproveitam o Dia Mundial de Combate ao Câncer, celebrado em 8 de abril, para reforçar a importância de se manter os cuidados com a saúde e a prevenção mesmo durante a pandemia. Os oncologistas da instituição estão à disposição para entrevistas sobre o tema.

Bento vacina grupo dos 64 anos na próxima sexta

A Secretaria da Saúde realiza na próxima sexta-feira (09), a ampliação dos grupos prioritários da vacinação contra o coronavírus. Das 8h às 12h, no formato drive-thru, serão imunizadas as pessoas do grupo dos 64 anos ou mais.

Para aplicação da vacina é necessário CPF, documento com foto e Cartão do SUS. Para agilizar a vacinação, a secretaria da Saúde disponibiliza o cartão de documento, que pode ser impresso, preenchido com os dados possíveis, e entregue durante a imunização.

O documento pode ser acessado no http://www.bentogoncalves.rs.gov.br/downloads/Formulario_para_vacina.png

Também está disponível o formulário online que permite que a pessoa leve os dados preenchidos e apresente somente um QRcode para imunização:

 

Confira o passo a passo:

1- Acesse o link http://www.digitalvacina.com.br/bento-goncalves/

2- Preencha os dados solicitados na ficha de vacinação

3- Aperte concluir e gerar QRcode

4- No dia da imunização você apresenta o QRcode no seu celular

 

Serviço drive-thru de vacinação

Dia 09: primeira dose 64 anos ou mais

Local: Fundaparque

Horário: 8h às 12h

Documento: Primeira dose documento com foto, cartão SUS.

Levar impresso: http://www.bentogoncalves.rs.gov.br/downloads/Formulario_para_vacina.png

Ou formulário digital no http://www.digitalvacina.com.br/bento-goncalves/

Segunda dose das pessoas imunizadas no Espaço do Idoso é realizada até sexta

A Secretaria de Saúde informa que os idosos vacinados no Espaço de Saúde do Idoso, no bairro Progresso, nos dias 15, 18, 22, 23 e 24 de março devem procurar o local para aplicação da segunda dose até sexta-feira (09). Não é preciso agendamento.

É necessário apresentar documento com foto e a carteirinha entregue no dia da imunização.

Quem foi vacinado no drive-trhu, na Fundapaque, deve aguardar a divulgação da data para imunização, pois dependendo da dose, o período para aplicação é maior.

 

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura