Dezembro: uma reflexão

Por Ancila Dall”Onder Zat 

Professora 

ancila@italnet.com.br 

Os meses do ano se diferenciam uns dos outros por alguma característica específica: mês das mães, mês dos pais, mês rosa e muitas outras. Dezembro sempre se salientou pela comemoração do Natal, que celebra o nascimento de Jesus, trazendo a boa nova a todos os homens: amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Nasce o princípio de igualdade entre os homens.

As atuais circunstâncias sinalizam um momento propício para uma reflexão. Jesus nasceu numa manjedoura: não é preciso muita coisa para viver bem. A pandemia mostrou que o essencial é a “vida” e não o “ter”. Jesus de Nazaré nasceu em Belém por um evento estatístico – o Censo – porque todas as famílias deveriam declarar seus dados no lugar de origem de descendência. O fato revela os entrelaces sociais, convidando a todos para acolher bem o estrangeiro.

Jesus nasceu numa manjedoura: não é preciso muita coisa para viver bem. A pandemia mostrou que o essencial é a “vida” e não o “ter”.

Dezembro, como um ciclo que finda, seria ocasião para confraternizar em família, nas empresas, com os colaboradores, e entre amigos. As crianças, no seu imaginário, aguardam que o Papai Noel traga os brinquedos desejados. As crianças, com certeza, não serão esquecidas. Mas a viagem dos sonhos, lazer e outras perspectivas adiadas sem data prevista, a roupa nova sem poder usá-la fora de casa e o ano escolar complexo… Sonhos inacabados dos que partiram, parentes, amigos e colegas cumpriram sua peregrinação na terra. Certamente, foram acolhidos no céu.

Dezembro é um mês atípico, porque quase todo ano de 2020, que ficará na memória, foi assim. Edegar Marin, baseado em Eurípedes, explica que o esperado não se cumpre, mas ao inesperado um Deus abre caminho. Diariamente, observa-se o devido cuidado para enfrentar um inimigo invisível, pois desconhece-se o “onde”, o “quando” e o “por quem” ele aparece. Use máscara, lave as mãos, distancie-se: nunca a capacidade de decisão de cada um foi tão exigida. Aliás, bem o dizia Cecília Meireles, desde cedo ensinar a opção entre “isto” ou “aquilo”.

Assim como as expectativas das crianças se renovam e se realizam, convém lançar o olhar para muitas coisas boas que aconteceram e acontecem, ou seja, a dedicação dos profissionais da saúde, dos cientistas, o auxílio aos mais necessitados e a solidariedade entre as pessoas são visíveis e palpáveis. Que neste Natal as bênçãos do Menino Jesus nos ajude a celebrar a vida – nosso bem maior – e a manter a esperança de dias melhores.

Escritora Sabrina Dalbelo lança o livro “rasga-ossos”, sua terceira obra poética

Desde que surgiu no cenário literário em 2013, uma mulher com ares de pluma e com a maestria das palavras vem se consolidando no cenário literário de Bento Gonçalves e região. Sabrina Dalbelo se revelou para o público com a sua primeira obra poética “Baseado em Pessoas Reais”, onde se dedicou a transformar personalidades em metáforas. Em 2018, Escritora Sabrina Dalbelo lança o livro “rasga-ossos”, sua terceira obra poética surge “Lente de Aumento para Coisas Grandes” obra em que faz o exercício de trazer o foco para o detalhe e a importância do cotidiano, para a importância do simples.

De lá para cá Sabrina também se aventurou no conto participando de duas coletâneas do gênero fantástico como “A Casa Fantástica”, com o “O Homem Oco”, e no Planeta Fantástico, com “A Varanda”, além de outras obras coletivas que retratam o feminino, como em “Quem dera o sangue fosse só da menstruação”.

Agora, no fim de 2020, lança sua mais nova obra poética “rasga-ossos”. Aqui, a autora se mostra mais à vontade para encarar e falar sobre seus medos, derrotas, beiras de abismo, assombros e reflexões. A tessitura poética de “rasga-ossos” foi escrita para assombrar, para causar estranhamento. O livro está em pré-venda pelo site da Editora Penalux.

Sabrina Dalbelo iniciou sua formação poética quando seus olhos se deparam com uma antologia de Fernando Pessoa. Ao ler o poema “Eros e Psiquê”, a memória de Sabrina lhe pregou uma armadilha: Pessoa já fazia parte dela desde a adolescência quando recebeu de um namorado o mesmo poema de forma impressa: “me maravilhei, mergulhei, me afundei naquelas palavras que começaram a pulsar em mim. Eu comecei a conversar com os poemas e eles começaram a me contar coisas sobre a minha própria vida e sobre o mundo”.

Sabrina observa que a Poesia é matéria da vida, sua tese e antítese, a experiência do lírico: “seja qual for a linguagem preferida, a poesia precisa e merece uma chance. A poesia é grito necessário, sonho acordado, é vida despida. A percepção que abastece a poesia não deve ser apenas para deleite, deve fazer pensar, refletir, questionar. A poesia serve para que reolhemos à nossa volta, para que reavaliemos o mundo”.

Revistaria/tabacaria resiste a ano marcado pela pandemia

Por Rodrigo De Marco

rodrigo@integracaodaserra.com.br

@sr_demarco 

O comércio físico enfrentou um 2020 engolido por uma das crises econômicas mais severas das últimas décadas. Com as lojas fechadas, a venda online disparou e, mesmo com a reabertura gradual ocorrida nos últimos meses, o efeito da web já havia sido desastroso para muitos comerciantes. As revistarias, que nos últimos anos têm sofrido com a queda na venda de revistas, também estão entre as categorias mais afetadas. O Integração da Serra conversou com Lapaschy Locatelli, 31 anos, sócio da Havana Smoke And More, a única revistaria e tabacaria de Bento Gonçalves. Locatelli relatou as dificuldades enfrentadas neste ano e o que almejam a partir de agora, já pensando em 2021.

Há quantos anos existe a Havana Smoke And More?

Locatelli: A Havana foi criada em abril de 2003, e eu virei socio no final de 2009. Este ano completo 11 anos de loja.

A revistaria e tabacaria conta com aproximadamente quantos itens?

Locatelli: Temos centenas de revistas, quadrinhos e mangás. A tabacaria tem dezenas de variedades como charutos, tabacos, isqueiros.

Qual foi o impacto da pandemia nos negócios de vocês?

Locatelli: O período de março a maio foi o pior. Foram 28 dias totalmente fechados e depois algumas semanas o comercio abria e voltava Revistaria/tabacaria resiste a ano marcado pela pandemia a fechar em seguida. No total foram quase 2 meses sem operar, porém com o custo não muito abaixo do normal, resultando em muito prejuízo.

A venda na Havana teve um impacto de quanto por cento, comparando com 2019?

Locatelli: Aproximadamente 20% de queda.

Recordo na conversa em off que tivemos que tu comentou que foi a tabacaria que salvou o ano da Havana. Comente.

Locatelli: Com a diminuição de praticamente 40% na produção de revistas, algumas variedades ficaram escassas. Além disso com a queda do poder aquisitivo, vários clientes fiéis deixaram de comprar revistas. Em contrapartida, talvez, devido a ansiedade, preocupação e diminuição do horário de trabalho, pessoas passaram a consumir mais produtos de tabacaria.

Vocês já estão sentindo uma melhora neste final de 2020?

Locatelli: Melhorou se compararmos ao primeiro semestre, naturalmente devido a volta da circulação. Não seria uma melhora exatamente, mas uma volta ao normal.

Qual é a expectativa para 2021?

Locatelli: Creio que o primeiro trimestre será bastante difícil para o comércio, mas após a vacinação da maioria, tenho fé de que as coisas voltem ao normal.

Quais foram as estratégias utilizadas para driblar o impacto econômico deste ano?

Locatelli: Redução de custos e maior divulgação nas redes sociais.

Quais são os desafios de estar à frente de um empreendimento?

Locatelli: Hoje o maior desafio da loja física é o comercio eletrônico.

Como tem sido a comunicação com fornecedores nesse período de pandemia?

Locatelli: Praticamente não há visita de fornecedores. As compras são feitas pelo whatsapp e encaminhadas por transportadora ou correios. A Havana Smoke And More está localizada na rua Marechal Deodoro, 238, Centro, no Shopping Bento.

Fotos: Rodrigo De Marco 

revistaria

tabacaria

Programação artística e cultural do Natal Bento 2020 adaptada ao formato Drive-in

Por: Rodrigo De Marco

rodrigo@integracaodaserra.com.br

Edição: Kátia Bortolini

katia@integracaodaserra.com.br 

A programação do Natal Bento 2020 ocorre pela primeira vez no formato Drive-in, por causa da volta da bandeira vermelha para a região da Serra, com inúmeras restrições a eventos, em função da pandemia do Coronavirus. Desde a segunda-feira (14) até o próximo dia 23 de dezembro, as apresentações artísticas ocorrem no pavilhão E da Fundaparque, a partir das 19 horas, com acesso pela área externa do parque. O entorno do pavilhão E tem capacidade para 180 veículos, com lotação unitária máxima de quatro pessoas. O local foi dotado com palco e telões, para a adaptação ao formato Drive -in.

 

Decoração natalina ampliada e reaproveitada

parisotto

 

“A decoração do Natal Bento 2020 segue o mesmo padrão utilizado para o Natal Bento 2019. A proposta é evoluir, evitando mudanças radicais. Alguns elementos foram ajustados e outros relacionados à uva e o vinho foram incluídos. Também foram incluídos elementos chamativos para o dia. A decoração do ano passado funcionava mais para a noite. Agora temos uma decoração hibrida”, ressalta o secretário municipal de Turismo, Rodrigo Parisotto.

centro bento

centro 2

 

O Natal Bento tem organização da Secretaria de Turismo e patrocínio da Giordani Turismo, Malhas G’Dom, Sindilojas Regional Bento, CIC-BG, CDL, Loterias Caixa – Pátria Amada Brasil, Governo Federal.

 

Caravana de Natal pelos bairros

A banda dos papais noéis na Caravana do Natal seguirá levando alegria e músicas natalinas para os bairros do município. As apresentações acontecem nos dias 15, 16, 21 e 22 de dezembro. Em caso de chuva os shows serão cancelados.

 

Expresso de Natal

A novidade fica por conta do Expresso de Natal: um trem que passará pela Via del Vino. A viagem contará com todas as regras de prevenção à Covid-19, além de ser ambiente arejado. O Expresso de Natal chegou no dia 14 de dezembro, realizando um passeio com o Papai Noel pelas principais vias da cidade. Os passeios serão realizados a partir das 19h. O ingresso é 1kg de alimento não perecível ou ração.

O trem estará à disposição nos dias 15, 16, 17, 18, 20, 21 e 22.

 

Apresentações Drive-in na Fundaparque

17 de dezembro

Rodrigo Soltton

18 de dezembro

Show Natalino “A Voz do Coração”

19 de dezembro

Sunset Riders

20 de dezembro

Canarinhos com Tenor Dirceu Pastore

21 de dezembro

A arte em um presente, após Frozen,

um show congelante!

22 de dezembro

Show do Aladdin

23 de dezembro

Show “A volta do Natal do Guri de

Uruguaiana”

Todos os shows são transmitidos pelo

facebook.com/turismo.bento

*A programação da Caravana e do Expresso de Natal pode sofrer alterações caso haja novas regras para distanciamento controlado do Governo do Estado.

 

Celebrações nas paróquias de Bento

ocorrem em formatos alternativos

 

O ano marcado pela pandemia exigiu adaptações por parte das diferentes esferas da sociedade e também de grupos sociais. Isso não foi diferente no campo religioso, que teve modificações importantes no formato das celebrações e de outros eventos promovidos pelas paróquias. Neste Natal, nas três paróquias da Igreja Católica, em Bento Goncalves, ocorrem missas presenciais, com distanciamento controlado, mas também transmitidas por redes sociais.

 

Paróquia Cristo Rei

 

“Estamos, durante esse tempo, cumprindo os protocolos públicos e também os decretos do Bispo para estarmos em comunhão com todos os cuidados necessários para evitar maior contágio em relação a Covid-19. Todos os anos nos preparamos para ter bastante gente na igreja e nas celebrações. Neste ano, a proposta é celebrar com aqueles que estão bem, que não tenham nenhuma possibilidade de estar contaminados pelo coronavírus. Por isso, insistimos para que venha à Igreja somente quem se sente bem. Também enfatizamos que Jesus, quando nasceu, estava longe de sua terra, de seu povo. Ao redor dele tinha Maria e José, ou seja, ele também viveu uma experiência de isolamento. No meio de tudo isso, no entanto, brilhou como uma luz para toda a humanidade. Estamos isolados e alertas diante de mais essa pandemia na história da humanidade. Aguardamos, em nome da esperança e da fé, por uma luz que brilhe em nossas vidas e nos encha da esperança de novas possibilidades, comportamentos e ideias”.

Pároco padre Gilmar Paulo Marchesini

padre gilmar 

Programação 

 

4º Domingo do Advento

Dia 19/12 (sábado) Cantos: Nelson de Toni. Animador: Robson

Dia 20/12 (domingo)

8h: Cantos: Mauro Milani e grupo. Animador: Carlos Carraro.

18h: Cantos: Eliane. Animador: Sandra L.

 

Missa da Noite de Natal, 24/12, às 20h (quinta-feira)

Cantos: Assunta e Luiz e grupo

Animador: Nelson Zelbrasikowoki

Teatro/Encenação: Helena Franceschini.

 

Missa de Natal, 25/12 (sexta-feira)

8h: cantos: grupo de Mauro Milani

18h: Cantos: Rogênio Copat e grupo

 

Missa da Sagrada Família de Jesus

Dia 26/12 (sábado), às 18h

Dia 27/12 (domingo)

8h: cantos: Mauro Milani

18h: Cantos: grupo das Missões Santa Rita

 

Paróquia SÃO ROQUE E FARIA LEMOS

 

“Estamos nos organizando para manter a festividade, independente do quadro de pandemia, mas as celebrações vão acontecer através das redes sociais. No último dia 12 de dezembro, realizamos a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina. Nessa festividade, em conjunto com a Pastoral da Criança, arrecadamos brinquedos para distribuição no Natal.

Na véspera de Natal haverá missa às 20h. No dia 25, missa em Faria Lemos, às 8h30 e, em São Roque, às 9h e às 19h.

Todas as celebrações serão voltadas a redespertar a esperança, reconstruir a esperança, porque esse tempo de pandemia está sendo desafiador, com muitas pessoas revendo seu estilo de vida. Com essa mudança drástica, se percebeu que, anteriormente, estava faltando algo. A pandemia trouxe, para muitas pessoas, o questionamento sobre qual é o sentido da vida. Agora é o momento de sintetizarmos as questões referentes a pandemia e nos prepararmos para a vida que segue, com uma nova história que será contada. A morte é a tábua rasa do ser humano. A vida é significada pelo sentido que se dá à morte. Ter isso à nossa frente e viver a morte de forma consciente é uma postura sábia. São elementos que podem contrastar com o nascimento do menino Jesus”.

 

Pároco padre Daniel D´Agnoluzzo Zatti

 

padre daniel

PROGRAMAÇÃO DE NATAL E FINAL DE ANO

 

Celebração Penitencial e Confissões

15 de dezembro | Terça-feira, 18h30min – Matriz São Roque

Missa da Véspera de Natal

24 de dezembro | Quinta-feira, 20h – Matriz São Roque

Missas do Natal do Senhor

25 de dezembro | Sexta-feira, 9h e 19h – Matriz São Roque

Missas da Solenidade da Sagrada Família

26 de dezembro | Sábado

16h30min – Comunidade Nossa Senhora das Graças

18h – Comunidade Nossa Senhora de Caravaggio – Universitário

19h – Matriz São Roque

27 de dezembro | Domingo

9h e 19h – Matriz São Roque

10h – Comunidade Nossa Senhora das Dores | Tuiuty

17h30min – Comunidade Nossa Senhora da Saúde

Missa em Ação de Graças por 2020

31 de dezembro | Quinta-feira

19h – Matriz São Roque

Missa da Solenidade de Santa Maria – Mãe de Deus

1º de janeiro de 2021 | Sexta-feira: 19h – Matriz São Roque

 

Paróquia SANTO ANTÔNIO

 

Padre-Ricardo-OK

“Em preparação ao próximo Natal, as zeladoras da Igreja Matriz Santo Antônio entregaram nas residências abrangidas pela paróquia uma guirlanda e um impresso sobre o tema ‘Tempo de Reconstruir a Esperança’, com leituras, reflexões e preces para serem feitas em família. Também estamos orientando as pessoas a acompanharem as missas em suas casas.

 

Fizemos um investimento de R$ 150 mil em câmeras robóticas de última geração, com controle remoto. São quatro câmeras no interior do Santuário, que abrangem todo o ambiente. Atualmente, vivemos num mundo de cidades digitais, acima de cidades físicas. Não podemos pensar apenas em evangelizar a cidade física, corpo a corpo ou pessoalmente. A relação das pessoas está muito virtual. Temos que pensar em evangelizar essa cidade digital. Tenho que fazer a gestão paroquial física, mas pensando na cidade digital.

 

As pessoas têm que se convencer que o mundo mudou a partir de 2020. Esse ano é o marco divisor milenar. Até este ano estávamos com uma concepção de modo de viver. Agora temos que nos reinventar e repensar valores. O essencial permanece e as pessoas se revelam quem são. Temos que pensar a vida de outro jeito. Somente a História vai conseguir registrar o tempo que vivemos hoje. A única certeza é a mudança. E cada dia, praticamente, tem uma novidade. São máscaras que vínhamos criando como sociedade e que vão caindo. Quem conseguir aproveitar esse tempo vai perceber o que realmente é essencial para a vida.

 

Hoje são poucas pessoas que têm essa capacidade de reflexão, infelizmente. Espero que as pessoas que formam opinião possam transformar essa realidade”.

digital

Pároco padre Ricardo Fontana

 

Programação Santo Antônio

 

Quinta-feira, dia 24 de dezembro

18h – Missa de Natal nas Comunidades Santa Maria Goretti e Santa Lúcia/Progresso

20h – Missa de Natal nas Comunidades Santa Catarina/Licorsul e São Miguel

20h – Missa de Natal no Santuário Santo Antônio

 

Sexta-feira, dia 25 de dezembro – Natal do Senhor

Missas de Natal no Santuário Santo Antônio: 7h, 8h30 min, 10h e às 18h

19h – Missa de Natal na Comunidade São Cristóvão/Vila Nova I

 

Sábado, dia 26 de dezembro

18h – Missa no Santuário Santo Antônio

19h30 – Missa de Natal na Comunidade Nossa Senhora de Caravaggio/Vila Nova II

 

Domingo, dia 27 de dezembro

Missas no Santuário Santo Antônio: 7h, 8h30 min, 10h e às 18h

 

Quinta-feira, dia 31 de dezembro

18h – Missa de Ação de Graças no Santuário Santo Antônio

 

Sexta-feira, dia 1º de janeiro

Missa em honra à Mãe de Deus e pela Paz

Missas no Santuário Santo Antônio: 7h, 8h30 min, 10h e às 18h

Fotos: André Pellizzari e Divulgação 

CIC-BG sugere que empresas reforcem protocolos preventivos a trabalhadores em férias

Com uma grande parte dos trabalhadores sendo liberados para férias coletivas a partir da próxima segunda-feira (21), o Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG) atenta para a importância na manutenção dos protocolos preventivos fora do ambiente de trabalho.

Neste momento, diante da alta dos casos e de novos registros de óbitos, as recomendações para evitar o contágio e a disseminação do vírus tornam-se ainda mais essenciais. Sendo assim, as organizações cumprem também um papel social a fim de conscientizarem os trabalhadores enquanto estiverem afastados de seus postos de trabalho, onde são exigidos o cumprimento dos protocolos, para que sigam mantendo tais recomendações.

Hábitos como o uso de máscara, a higienização com álcool em gel das mãos e o distanciamento social são determinantes para manter vidas, não colapsar o sistema de saúde e contribuir para o contínuo funcionamento dos setores produtivos.

Com as festas de fim de ano, evitar aglomerações faz parte da regulamentação, portanto, é preciso observar o limite de até 10 pessoas nos encontros familiares. Esses cuidados se transformam em importantes passos para a conquista de uma bandeira menos restritiva do que a vermelha e, principalmente, na redução de casos de covid-19 na comunidade.

As Muitas Vidas de Fernando Pessoa

Por Rogério Gava

rogeriogava@integracaodaserra.com.br 

Fernando António Nogueira Pessoa. Fernando Pessoa. Poeta dos maiores do século XX. Português, do Largo de São Carlos, Lisboa. Nasce no dia de Santo Antônio, 13 de junho, ano de 1888. Recebe, por conta disso, o batismo de Fernando António, em homenagem ao santo (que antes de ser frade de nome Antônio se chamou Fernando). Mas os nomes de Pessoa foram muitos, quase 130, ao que se sabe. Seus heterônimos. Muitas vidas dentro de uma só. Fernando “Pessoas”, se poderia dizer.

Cedo perde o pai, Joaquim, aos cinco anos. Pouco depois vê partir seu irmão Jorge, ainda bebê. Aos oito anos segue com a mãe, Maria Madalena – que nesse meio se casara com o comandante João Rosa, cônsul de Portugal em Durban, África do Sul –, para uma nova vida. Volta a Lisboa em 1901, em rápidas férias, regressando ao continente africano em seguida. Nesse ano, morre sua meia-irmã Madalena Henriqueta. Dois anos depois nasce seu primeiro heterônimo, Alexander Search. Em 1905, retorna para sempre a sua terra natal. Em 1906 perde a meia-irmã Maria Clara.

Inicia o Curso Superior de Letras, que logo abandona. Funda uma tipografia, a Íbis, para vê-la fechar pouco tempo depois. A família regressa a Durban, mas Pessoa fica a viver com a avó paterna Dionísia, demente, interna recorrente do manicômio de Rilhafoles e duas tias-avós. Estreia nas letras em 1912, aos 24 anos. No ano seguinte, escreve as primeiras notas do Livro do Desassossego, publicado somente após sua morte. Assina tal obra com o nome de Bernardo Soares, humilde ajudante de guarda livros. É, talvez, o mais celebrado de todos os livros do poeta lisboeta, sendo traduzido na maior parte das línguas. Esse livro consagra Pessoa como um dos maiores na poesia.

Em 1914, o grande ano. O ano “triunfal”, como o próprio Pessoa o designaria. Ali surgem vários poetas, os heterônimos principais que o acompanhariam para o todo e sempre, os outros “eus” que F habitavam o bardo. Poetas diferentes de seu “criador”. Totalmente estranhos, até. Foi em 8 de março (ou perto disso, falam os especialistas) daquele ano que despontam Alberto Caeiro (poeta do desencanto), Ricardo Reis (poeta filósofo, admirador dos gregos) e Álvaro de Campos (niilista e radical). Mas, se outras pessoas, os heterônimos de Pessoa eram cópias de si, retratos espelhados de seu espírito coletivo.

Contudo, era preciso ganhar a vida. Ninguém foge da rotina do ganha-pão. E lá está Pessoa empobrecido em sua arte, vivendo de serviços ligados ao comércio, cuidando de traduções em inglês e francês. Sob ordens do divertido e inventado patrão Vasques, modelo do aproveitador boa-praça, com a “piada sempre inoportuna e a alma fora do universo em seu conjunto”. Vive ciganamente em quartos alugados. Ocupa-se da astrologia, dos horóscopos, da maçonaria. Funda uma revista literária, Orpheu, que sobrevive por apenas dois números.

Ofélia Queirós, ao que se sabe, é sua amada. A ela escreve cartas e mais cartas. Mas o namoro nunca vingou totalmente. Em 1925 perde a mãe. Torna-se ainda mais solitário. Três anos depois escreve Tabacaria, considerado por muitos o seu maior poema. Talvez um dos maiores que a humanidade já viu publicar.

Edita apenas um livro de poemas em vida, Mensagem, em 1934. Morre no ano seguinte, em Lisboa, no Hospital de São Luís dos Franceses. É sepultado no Cemitério dos Prazeres. Suas últimas palavras foram escritas em inglês: “Não sei o que o amanhã irá trazer”.

Deixou-nos muito. Na verdade, uma arca lotada de escritos. Aberta somente após sua morte. Fragmentos que são pontos de poeira, gotas de orvalho na imensidão do oceano de Pessoa. Falou o mestre. Para sempre.

Natal sobre trilhos: distanciamento e público reduzido

O passeio Natal Sobre Trilhos, a bordo da Maria Fumaça – Trem do Vinho, de Bento Gonçalves, realiza sua 10ª temporada em 2020. A atração, que iniciou no dia 28 de novembro, segue até o dia 19 de dezembro num ritmo reduzido de passageiros, em função da Covid-19. A operação é da Giordani Turismo e Eventos, que há 27 anos realiza o tradicional passeio de trem. A parte artística tem a chancela da D´arte Multiarte, reconhecida pela criação de espetáculos renomados.

Para garantir a segurança da operação, foi implantado um rigoroso protocolo de biossegurança para equipe, passageiros e artistas que participam do show, que acontece ao longo de 23 quilômetros do percurso, dentro dos vagões e nas estações de Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa.

“Na estreia (dia 28 de novembro) tivemos a presença de cerca de 300 passageiros. A maioria da região sul do Brasil e da Região Metropolitana de Porto Alegre. Há registro de passageiros do Nordeste e de São Paulo. O passeio, mesmo adaptado às condições exigidas pela pandemia, mais uma vez surpreendeu e levamos o espírito alegre e leve do Natal, como fazemos há 10 anos”, comenta Evandra Stringhini, gerente de operações da Giordani Turismo.

O passeio de estreia ocorreu com a região em bandeira laranja, com capacidade reduzida em 50%. Com troca da bandeira para vermelha – a partir 1º de dezembro – a ocupação passou para 25%, sem o serviço do comidas e bebidas e sem visitação ao Parque Cultural Epopeia Italiana.

Além de renovar as atrações, todo projeto foi pensado na segurança dos passageiros. Na Estação de Bento Gonçalves, personagens recebem os visitantes com intervenções artísticas, orientando também o uso de máscaras e distanciamento na plataforma de embarque. Dentro dos vagões artistas levam mensagens de Natal, com emoção e alegria.

O viajante Carlos Henrique Ries, de São João Batista (Santa Catarina), veio a Bento Gonçalves com a família de oito pessoas, comenta sobre o passeio: “Foi maravilhoso, gostei muito dos musicais dentro do trem e nas estações. Realmente dentro da proposta de um Natal Sobre Trilhos. Muito interessante, diferente das outras vezes que assisti, mas da mesma forma, a gente sente o espírito do Natal dentro do trem, muito válido”.

A última data da 10ª edição do Natal Sobre Trilhos é 19 de dezembro às 18h40min e 21h, com ocupação conforme a definição da bandeira para a região.

Foto: Zéto Teloken

Lela Rosanelli: artista garibaldense lança novo single em parceria com Duca Leindecker

Por Rodrigo De Marco 

rodrigo@integracaodaserra.com.br 

@sr_demarco  

A composição é o exercício da veia poética, é a solidão dos escritos em busca de uma melodia. Lela Rosanelli, 28 anos, sabe disso, e foi desta forma que “Nós”, seu novo single, nasceu. A cantora e compositora garibaldense lançou a música e o videoclipe de “Nós”, no último domingo (13) em mais uma parceria com o cantor e compositor porto-alegrense, Duca Leindecker. Em 2018 a artista havia lançado o clipe da música “Recordações” também em parceria com o cantor. Os escritos de “Nós”, no entanto, começaram a ser rabiscados por Lela em 2018, mas nestes últimos dois anos ficaram guardados até a artista encontrar a melodia que considerava ideal. Neste ano, com o auxílio da Lei Emergencial Aldir Blanc (destinada a artistas de diversas áreas), Lela apostou na sua nova criação e conseguiu o patrocínio da lei nacional para a realização do videoclipe. A música, aliás, sempre acompanhou a trajetória de Lela, que concedeu uma entrevista exclusiva ao Jornal Integração da Serra contando sobre seu mais novo trabalho e também relembrando a sua carreira musical.

 

A tua trajetória na música iniciou ainda na adolescência e ao longo dos últimos anos tu se consolidou no cenário regional. Conte brevemente sobre tua história profissional e o incentivo para investir na carreira musical.   

Lela: Iniciei minha carreira musical em 2008 aos 16 anos, quando formei minha primeira banda. Desde então, nunca mais parei de trabalhar com música, mesmo que com menor intensidade em alguns períodos. Sou formada em administração e já trabalhei em banco e empresa, mas a música sempre foi mais forte. Hoje temos uma escola de música em Garibaldi desde 2014. Lá, dou aulas, administro e gerencio processos. Mesmo fazendo shows covers pela região desde 2008, a música autoral sempre falou mais alto. Comecei a escrever em meados desta época, mas meu primeiro trabalho autoral foi somente em 2016, quando lancei meu primeiro EP intitulado “Speaking Honestly”. Em 2018 me juntei ao produtor Nenê Fragata, que soube entender como ninguém minha proposta de som. Com ele, lancei o EP “Caminhos”, com 6 canções, tendo uma delas participação do músico Duca Leindecker (Cidadão Quem / Pouca Vogal). Em 2020, estou lançando somente um single, também em parceria com Nenê. Nessa música, ele participou como produtor, arranjador, baixista e pianista. O Duca gravou a guitarra, fez a mix e master, o Germano Benini gravou a bateria e eu gravei violões e vocais.

Quais são as tuas principais influências artísticas? 

Lela: Sempre me inspirei muito na Rita Lee. Ela é a artista nacional que mais ouvi e ouço até hoje. Além dela, Cidadão Quem, Engenheiros do Hawaii, Ira! e Barão Vermelho estão entre meus favoritos. Sou muito ligada ao folk e ao rock desde pequena, e esses artistas/bandas também têm caminhado comigo desde muito tempo: Neil Young, Bob Dylan, John Mayer e The Beatles. Existem bem mais referências que eu poderia citar e que me ajudaram a formar meu caráter musical e ainda me influenciam a chegar nas músicas que componho, mas esses que citei são os principais.

Tu demonstras desenvoltura e personalidade, além de compor suas músicas em inglês e também em português. Tu tens uma preferência com relação ao idioma? 

 

Lela: Eu sempre digo que não pretendo abandonar a escrita nem do inglês, e nem do português. São dois trabalhos que pretendo levar adiante paralelamente. Meu primeiro EP foi totalmente em inglês, já o segundo foi em português, mas com uma música em inglês. As músicas que componho em inglês vêm da mesma vertente, porém os arranjos acabam sendo um pouco diferentes e isso acontece de forma bem natural. Eu sempre gosto de deixar a música acontecer. Acabo até escrevendo sobre coisas diferentes na maior parte das letras, mas acredito que os estilos sejam semelhantes porque as influências que tenho acabam ajudando em ambos os casos.

A poesia é muito presente em tuas letras e em alguns momentos é bem intimista. Qual é tua inspiração para escrever?     

Lela: Raramente escrevo sobre mim. Isso já aconteceu e ainda acontece, mas gosto muito de escrever com base na observação. Às vezes até um filme, uma história ou uma imagem podem virar música. Depende muito do que sinto no momento e de como isso tudo me afeta. Não tenho uma fórmula. Às vezes as letras vêm prontas, outras vezes vêm em pedaços e depois de semanas ou meses, consigo finalizar a ideia como um todo.

No último dia 13 tu lançaste o videoclipe e a música “Nós”, contando com mais uma participação do músico Duca Leindecker. De que forma surgiu essa parceria musical?

Lela: A parceria com o Duca veio através de amigos e conhecidos em comum entre ele e o Nenê, meu produtor. Um dia durante as gravações do EP Caminhos, brinquei com o Nenê e disse “imagina o Duca cantando isso”, e ele ficou com aquilo na cabeça e foi atrás. Pra minha felicidade, o Duca escutou Recordações e aceitou participar do vocal e do clipe. Quase não acreditei. Foi uma felicidade enorme ter um dos caras que mais admiro na música cantando e tocando numa composição minha. Como ele e o Nenê mantém contato, pedi se ele toparia gravar a guitarra, na música “Nós”. Gosto muito do feeling que ele tem, e pra variar, ele fez um trabalho maravilhoso. Além disso, ele fez também a mixagem e masterização.

O videoclipe da música foi financiado pela Lei Aldir Blanc, um auxílio emergencial mais que necessário para a classe artística. De que forma tu avalia a importância desse auxílio? 

Lela: O projeto ocorre por meio do Edital de Chamamento Público nº 006/2020 para Seleção de Projetos Culturais, promovido pela Prefeitura de Garibaldi, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, com recursos da Lei Federal nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc no município de Garibaldi. Está sendo de suma importância. A classe artística foi uma das mais afetadas. Grande parte de shows e eventos foram e ainda estão sendo cancelados, então quem vivia disso ou tinha isso como uma fonte de renda extra, teve um baque considerável durante este ano. Sei que nem todos os municípios optaram por desenvolver os projetos que essa lei possibilitou, e sou muito grata à Garibaldi por ter aderido à lei e ajudado tantos artistas da nossa cidade.

Qual foi a inspiração para escrever “Nós” e como surgiu a ideia do videoclipe? 

Lela: Escrevi essa letra há aproximadamente dois anos, pelo que tenho anotado nos meus escritos. Deixei ela guardada porque ainda não tinha uma melodia pronta ou começada. É uma música que pode ter vários sentidos. “Nós” pode ter interpretado numa forma literal, como nós em uma corda. Pode também ser entendida como diferentes relações, por exemplo: nós – pais e filhos; nós – irmão e irmã; nós – um casal apaixonado; nós – uma família; nós – eu e meu violão; etc. Lembro de ter escrito essa música porque comecei a analisar várias relações que aconteciam ao meu redor.

De que forma poderias descrever 2020 e como foi para uma artista atravessar um ano marcado por uma pandemia? 

Lela: Foi extremamente desafiador. Precisei me reinventar. As aulas passaram do presencial ao online da noite pro dia, mas foi isso que nos salvou aqui na escola. Obviamente os shows foram cancelados, mas mesmo assim, não deixei de produzir conteúdo, porém de forma digital. Tive um bloqueio para compor logo no início da quarentena, provavelmente por nervosismo. Aos poucos as coisas foram se ajeitando e eu voltei a escrever e criar melodias. Como havia comentado, a ideia inicial de 2020 era lançar um EP completo, mas por conta desses fatores que dificultaram a parte financeira e também as idas e vindas ao estúdio, acabei optando por lançar somente o single “Nós”. Após o segundo semestre, conseguimos retomar as aulas presenciais aos poucos e alguns shows foram acontecendo. Obviamente não na mesma frequência, mas foi bom pra “dar uma respirada”.

Quais devem ser os teus próximos projetos e o que almeja para 2021? 

Lela: Minha intenção em 2021 é finalizar o EP que não foi feito por completo em 2020. O single “Nós” será a música de trabalho do álbum, então no próximo ano, a novidade é a finalização desse EP, que deve acontecer em meados de julho/agosto.

Confira a letra do mais novo single de Lela Rosanelli  

“Nós”    

Nós, atados e firmes, sem muita solução

Fortes e simples, presos a algo ou não

Nós, um caso ao acaso, bem preso com laços

Formando no espaço, a própria união

Nós, que seguram e atam

Garantem a calma

Daqueles que buscam o chão

Nós, compostos esforços

De quem não se deixa escapar por um triz

Da velha solidão

Nós entre traços

Junto aos dias que vêm e vão

Nós em compassos

Entre linhas bem escritas de uma canção

Nós, que seguram e atam

Garantem a calma

Daqueles que buscam o chão

Nós, compostos esforços

De quem não se deixa escapar por um triz

Da velha solidão

Nós entre traços

Junto aos dias que vêm e vão

Nós em compassos

Entre linhas bem escritas de uma canção

Fotos: Hugo Araujo 

Lela 2

Cooperativa Vinícola Garibaldi reafirma excelência de produtos com coleção de reconhecimentos

Em 2020, marca conquistou 67 distinções em concursos pelo mundo

Nos últimos anos, os produtos da Cooperativa Vinícola Garibaldi experimentaram uma forte tendência de internacionalização. A presença em concursos mundo afora veio coroada por um grande número de premiações – 67 somente neste ano –, alavancando a imagem da marca no Brasil e no mundo, com produtos de qualidade certificada internacionalmente.

Mas como uma vinícola de forte presença comunitária consegue obter tamanho alcance global? A resposta está no fazer bem feito. “Gostamos de empregar paixão em todas as partes do processo que envolve elaborar um rótulo. É o manejo no campo, o constante contato com o associado, o cuidado na colheita e nos métodos de vinificação”, aponta o presidente da cooperativa, Oscar Ló.

 Depois de ter sido pelos últimos dois anos seguidos a vinícola brasileira mais premiada, a marca gaúcha voltou a registrar em 2020 um desempenho performático em conceituados concursos mundiais. Foram distinções em países-ícones da produção vitivinícola – Itália e França – e também em nações que importam grande quantidade de vinho, caso da Inglaterra.

Na Itália, a vinícola estreou no exclusivo 5StarWines – The Book 2021, guia internacional organizado pela Vinitaly, a maior feira de vinhos do país. E com dois produtos, Garibaldi Prosecco Rosé Brut – o único do Brasil e o Espumante Garibaldi Moscatel. Na França, o feito foi com o Espumante Garibaldi Chardonnay, eleito o melhor do Brasil entre os participantes do concurso Citadelles du Vin, enquanto o Garibaldi Espumante Prosecco Rosé, o Garibaldi Espumante Moscatel e o Garibaldi Espumante VG Extra Brut saíram medalhados do Decanter World Wine Awards, na Inglaterra.

Outro destaque foi a medalha conquistada no mais antigo concurso de vinhos da Ásia, o Japan Wine Challenge, realizado em Tóquio, no Japão. O Espumante Moscatel Amaze, produção exclusiva para o mercado internacional, saiu do certame com medalha, a única de uma vinícola brasileira na prova.

Mas as quase 70 premiações alcançadas neste ano também tiveram a contribuição de conquistas obtidas no Brasil. Por aqui, por exemplo, o Riesling Granja União concedeu à casa o título de melhor vinho branco não aromático da Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2020. A vinícola também saiu do Brazil Wine Challenge com o maior número de espumantes premiados do certame – oito no total.

Com esse retrospecto obtido tanto nos certames internacionais quanto nos nacionais, a Cooperativa Vinícola Garibaldi reafirma as estatísticas como uma das vinícolas brasileiras mais premiadas no mundo – título do qual foi bicampeã em 2018 e em 2019. Mas reforça, principalmente, as peculiaridades de seus produtos, assinados pelo talento de quem está há quase 90 anos fazendo o que mais sabe: engarrafar qualidade em cada rótulo.

Foto: Cassius Fanti

Caravana de Natal passa por bairros de Bento nesta terça-feira

A programação do Natal Bento segue com diversas atrações em nossa cidade. A atividade neste ano ganhou todos os cuidados de prevenção contra o coronavírus, com distanciamento controlado e uso obrigatório de máscaras. Nesta terça-feira, 15, será realizada a Caravana de Natal nos bairros com a banda de Papais Noéis.
A caravana desembarca hoje às 16h30 no bairro Zatt, 18h no Ouro Verde, 19:30 na Avenida São Roque (em frente a Igreja) e às 21h no bairro Aparecida.

 

O Natal Bento tem organização da Secretaria de Turismo e patrocínio da Giordani Turismo, Malhas G’Dom, Sindilojas Regional Bento, CIC-BG, CDL, Loterias Caixa- Patria Amada Brasil. Acesse a programação no bento.tur.br.