Garibaldi viveu mais um fim de semana de celebração com o segundo final de semana da Festa do Espumante Brasileiro (Fenachamp 2025), que vem se consolidando como um dos maiores eventos do gênero.
Além do sucesso de público, a festa já começa a gerar resultados concretos baseado em um levantamento realizado por alunos do curso de Administração da Faculdade Fisul, dentro da disciplina de Pesquisa de Marketing, sob coordenação do professor Ricardo Reche.
Os resultados parciais revelam índices expressivos de aprovação. De acordo com os dados levantados, 74,9% dos visitantes afirmaram que recomendariam a Fenachamp sem ressalvas a amigos e familiares, enquanto apenas 4,2% manifestaram contrariedade. Outros 21% sugeriram melhorias, mas aprovaram o modelo geral do evento, demonstrando satisfação com a experiência.
“Até mesmo quem, eventualmente, aponta alguma crítica ou sugestão dá boas notas ao final. Há uma boa percepção de valor”, destaca o professor Reche.
Ele explica que, nos dois primeiros finais de semana do evento, mais de 500 visitantes foram entrevistados, e a meta é alcançar 1.200 questionários até o encerramento da festa, no dia 26 de outubro. A pesquisa busca medir a percepção dos visitantes sobre aspectos como organização, estrutura, atendimento, gastronomia e serviços.
Outro dado relevante mostra que 34,1% do público está participando pela primeira vez da festa — um número que evidencia a capacidade da Fenachamp de atrair novos visitantes a cada edição. Além disso, 77,1% dos entrevistados vieram de outras cidades ou regiões, o que reforça o impacto do evento no turismo regional e estadual.
O estudo também mostra que a Fenachamp está rompendo fronteiras, atraindo turistas de estados como Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco, que vieram a Garibaldi especialmente para participar da festa.
“Os números da pesquisa confirmam o que se vê na prática: um público participativo e cada vez mais diversificado. A Fenachamp é mais do que uma festa — é um brinde à nossa identidade e à força do espumante brasileiro”, comemora a presidente da Fenachamp 2025, Diana Borghetti.
Dia das Crianças e Reação em Cadeia marcaram o segundo final de semana
O segundo final de semana da Fenachamp 2025 confirmou o sucesso desta edição. Um mix de estilos na programação possibilitou atrações para diversos gostos. Entre as atrações mais concorridas, o espetáculo da banda Star Beatles fez o público cantar e dançar ao som dos clássicos imortalizados pelos garotos de Liverpool.
O domingo à tarde foi dedicado ao Dia das Crianças, com uma programação lúdica e colorida. A criançada se divertiu com Champolina – Um Doce de Abelhinha, o Grupo Imagina Coro e a Cia Teatral Acto, que levaram música, teatro e interatividade às famílias.
O encerramento ficou por conta do tão aguardado show de Reação em Cadeia, que reuniu uma multidão e marcou a noite com um espetáculo vibrante, encerrando o fim de semana em alto estilo.
O terceiro final de semana inicia na sexta-feira, 17 de outubro, com abertura dos pavilhões a partir das 18h. A Fenachamp 2025 segue até o dia 26 de outubro, sempre às sextas, sábados e domingos, no Parque Fenachamp, em Garibaldi.
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fenachamp-2025-Reacao-em-Cadeia-12-10-2025-004-j.jpg657984Kátia Bortolinihttps://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.pngKátia Bortolini2025-10-13 16:42:422025-10-13 16:42:42Dia das Crianças e Reação em Cadeia movimenta Fenachamp
A segurança e a origem do que vai à mesa — ou à taça — estão no centro da nova fase da campanha Vinho Legal, uma iniciativa de entidades representativas do setor vitivinícola. O movimento reforça a importância de consumir e comercializar apenas vinhos com procedência garantida, orientando tanto o público final quanto bares, restaurantes e sommeliers sobre como reconhecer produtos legais.
“Um vinho legal é aquele que respeita a lei, o produtor, o importador e o consumidor. Ele é fiscalizado, tem registro no Ministério da Agricultura e informações completas no rótulo. É isso que dá segurança a quem consome e credibilidade a quem serve”, explica Luciano Rebellatto, presidente do Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS).
Vinhos, espumantes e outras bebidas ilegais não passam por controle de qualidade e podem conter substâncias nocivas, além de não seguirem as boas práticas de conservação e transporte. “Este é o motivo de colocarem a saúde do consumidor em grave risco”, salienta Heloisa Bertoli, presidente do Sindicato da Indústria do Vinho de Minas Gerais (SindVinho MG)
A campanha lança um alerta positivo: é possível garantir experiências seguras e autênticas com vinho, desde que observadas informações obrigatórias no rótulo e contrarrótulo, como o nome do produtor, do importador e o registro no MAPA. No caso dos importados, o contrarrótulo em português também é exigência legal. A meta é fortalecer uma cultura de consumo responsável e consciente, valorizando os profissionais que respeitam a legislação e o consumidor.
“Servir vinho legal é mais do que uma escolha comercial. É uma atitude de responsabilidade e respeito com o cliente e com o setor”, reforça Rebellatto.
Sobre a campanha
A campanha Vinho Legal é uma iniciativa com o apoio de entidades setoriais e órgãos de fiscalização. Seu objetivo é conscientizar consumidores, comerciantes e estabelecimentos sobre os riscos de produtos sem procedência e destacar os benefícios econômicos e culturais do consumo de vinhos legais e rastreáveis.
A campanha Vinho Legal conta com a participação da Câmara Setorial de Viticultura, Vinhos e Derivados, vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Uva e do Vinho do Rio Grande do Sul; da Câmara Setorial Viticultura, Vinhos e Derivados de São Paulo; do Sindicato da Indústria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho-RS); do Sindicato da Indústria do Vinho de Minas Gerais (Sindvinho-MG); do Sindicato da Indústria do Vinho de São Roque (Sindusvinho São Roque-SP); do Sindicato das Indústrias do Vinho de Jundiaí (Sindivinho Jundiaí-SP); do Sindicato das Indústrias do Vinho de Santa Catarina (Sindivinho-SC); da Associação Brasileira de Enologia (ABE); da Associação Brasileira das Indústrias de Suco de Uva (Asbrasucos); da Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (BFBA); da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe); das entidades que compõem o Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS): União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Associação Gaúcha de Vinicultores (Agavi), Federação das Cooperativas Vitivinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho) e Associação Comissão Interestadual da Uva (ACIU); da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG); Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); da da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB); da Vinhos de Altitude Produtores e Associados (SC), da Associação Nacional de Produtores de Vinhos de Inverno (Anprovin), do Sindicato Rural da Serra Gaúcha (SRSG) do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), Vinho Magazine e Sublinha! Comunicação, da E21 – Agência de Multicomunicação, e de outras entidades representativas do setor e dos consumidores.
Em audiência pública, entidade trouxe à tona possiblidade de transformar descarte em recursos para municípios
Disposto a transformar de um passivo ambiental em uma oportunidade para gerar receita para municípios da região, o Conselho Regional de Desenvolvimento da Serra (Corede Serra) mobilizou a Assembleia Legislativa para debater novas tecnologias e concessões na gestão de resíduos sólidos urbanos. Em audiência pública, autoridades estaduais, representantes de empresas e catadores participaram da reunião, conduzida pelo deputado Neri, o Carteiro (PSDB), presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente no parlamento. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pepe Vargas (PT), também participou do evento.
Durante a reunião, o presidente do Corede Serra, Evaldo Kuaiva, defendeu a revisão dos contratos de concessão para incluir metas de reciclagem, compostagem e geração de energia, com repartição dos ganhos entre empresas e municípios; fomento a parcerias público-privadas com foco em inovação; e atração de investimentos para construção de usinas de reciclagem e biogás. Num momento em que as discussões acerca da transição energética pautam o futuro, Kuiava disse que o biogás, resultante da decomposição de matéria orgânica anaeróbica, pode transformar custo ambiental em combustível e energia. Estudos da Associação Brasileira de Biogás apresentados por ele indicam que a geração de 3,8 GW seria suficiente para abastecer 2,5 milhões de residências, por exemplo. “Os resíduos precisam ser vistos como oportunidade de desenvolvimento. Há tecnologias para isso, e precisamos ter visão de futuro. Mas só isso não basta. Necessitamos de marco regulatório e de vontade política para avançar nesse propósito para termos cada vez mais fontes de energia limpas e renováveis, ao mesmo tempo em que abrimos novas oportunidades para o crescimento econômico e sustentável de nossas comunidades”, disse Kuiava.
Ainda conforme dados apresentados por ele, o país perde R$ 14 bilhões por ano por reciclar apenas 4% dos resíduos secos. “Cada tonelada de plástico reciclado evita a emissão de 3,5 toneladas de CO₂”, reforçou. Atualmente, o Rio Grande do Sul conta com 29 unidades de disposição final de resíduos, e outras quatro estão com estudos de concessão em andamento.
O Corede Serra apoia o desenvolvimento do Projeto Resíduos Serra, uma iniciativa inovadora que busca oferecer uma alternativa tecnológica sustentável para a geração de energia e a produção de produtos de valor agregado a partir de resíduos sólidos urbanos (RSU). Este projeto abrange 32 municípios da região, cobrindo uma área de 11.757,24 km² e beneficia uma população de mais de 950 mil habitantes. As atividades, lideradas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), avançam para a instalação de uma usina teste para processar cinco toneladas por dia de resíduos sólidos urbanos num aterro em Apanhador, em Caxias. O projeto aguarda junto à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) a emissão da licença de instalação.
Legenda: Presidente do Corede Serra, Evaldo Kuaiva, participou de audiência pública na Assembleia Legislativa
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-Lauro-Alves-ALRS.jpg6431037Kátia Bortolinihttps://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.pngKátia Bortolini2025-10-13 16:26:112025-10-13 16:26:11Corede Serra pauta debate sobre gestão de resíduos na AL
Primeira vitivinícola brasileira a alinhar suas práticas de governança aos padrões internacionais que regulam o tema, empresa apresenta impactos positivos auferidos por cooperados, comunidade e cadeia produtiva desde 2023
A Cooperativa Vinícola Aurora, líder nacional do setor vitivinícola brasileiro, divulga seu Relatório de Sustentabilidade 2024-2025 com os principais avanços conquistados desde a implementação de uma estratégia ESG (Environmental, Social and Corporate Governance), há dois anos. Elaborado em conformidade com a GRI (Global Reporting Initiative) 2021 e orientado pela Prática Recomendada ABNT PR 2030/ESG, o material posiciona a Aurora como a primeira vinícola de grande porte do Brasil alinhada às normas internacionais exigidas pela União Europeia e outros mercados mundiais.
No campo social, o Programa BPA (Boas Práticas Agrícolas) alcançou 576 cooperados com treinamentos sobre saúde, segurança e direitos humanos, além de aprimoramentos nos controles da cadeia de fornecedores. Houve investimentos em mecanização de processos, novas tecnologias agrícolas e ações de comunicação contínua para gestão sustentável. A Aurora também estimulou a inclusão de jovens e mulheres no cooperativismo. O comitê Elas pelo Coop, composto por 20 representantes, oferece cursos de liderança e visitas institucionais em prol do protagonismo feminino no setor. O Programa Jovem Aprendiz do Campo, que já formou 106 jovens desde 2017, contou com 25 novos participantes em 2025, dos quais mais de 70% permaneceram no setor rural. Já o projeto Cooperar para Incluir impactou 500 pessoas com deficiência em parceria com entidades locais no interior do Rio Grande do Sul.
No eixo da governança, a Aurora fortaleceu seu Programa de Integridade e Compliance, iniciado em 2023, com destaque para reorientação de políticas internas e melhorias no canal de denúncias. Foram realizados treinamentos com 461 colaboradores, cerca de 300 cooperados e 150 terceiros, além de uma revisão de políticas internas e avaliação de riscos socioambientais no contexto de mais de 440 fornecedores. O Comitê de Integridade passou a deliberar sobre denúncias relacionadas ao Código de Conduta, que recebeu nova atualização em 2025 em linha com as melhores práticas de compliance. Na coordenação das ações ESG, o Comitê de Sustentabilidade realizou análises mensais com grupo de trabalho interno, composto por áreas-chave da vinícola.
Os mecanismos consolidam uma gestão de fomento da cultura de ética e responsabilidade, de modo a fortalecer a confiança entre cooperados e parceiros, fundamental para a manutenção dos princípios cooperativistas que orientam o modelo de governança organizacional da Aurora. “O relatório representa nosso compromisso público com a transparência, a ética e a inovação em todas as dimensões ambiental, social e econômica de nossa atuação”, afirma Renê Tonello, presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Vinícola Aurora.
O relatório também destaca, na dimensão ambiental e climática, o inventário de emissões de gases de efeito estufa, que mapeou fontes emissoras e importantes áreas de absorção de carbono a serem objeto de projetos para redução de gases nos próximos ciclos, a rastreabilidade sistemática da uva, a coleta de embalagens agroquímicas, a gestão hídrica com tratamento de efluentes em níveis de excelência e campanhas de uso racional da água. Em parceria com a Eureciclo, foram compensadas 630 toneladas de materiais recicláveis, beneficiando cooperativas em cinco estados. E, para auxiliar na recuperação das comunidades afetadas pela maior enchente da história do Rio Grande do Sul, em 2024, a Aurora destinou R$ 600 mil em infraestrutura e transporte de água e doações por meio de uma parceria com Sicredi Serrana e Corsan (Companhia Riograndense de Saneamento). Além disso, 70% dos cooperados já usam rastreabilidade digital da uva, reforçando a excelência na produção.
No ciclo 2024-2025, a Aurora também renovou as certificações de qualidade ISO 9001 e FSSC 22000, essa última específica para segurança de alimentos, além de certificações nacionais e internacionais na linha de produtos orgânicos. A unidade de Pinto Bandeira colheu 100 mil quilos de uvas com específica Denominação de Origem (D.O.) e recebeu 264 mil toneladas de uva orgânica de 21 produtores. Também realizou a 7ª Vitis Aurora, feira que reuniu em maio deste ano 4.000 participantes de nove estados e seis países em debates sobre inovação, mudanças climáticas, agronegócio e protagonismo feminino no setor vitivinícola.
Os compromissos da Aurora são inspirados e buscam contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas) e em uma fundamentada análise de dupla materialidade, que avalia o impacto financeiro que as questões ESG têm sobre a companhia e o efeito que os negócios e as atividades da organização geram nesses aspectos para a sociedade e o meio ambiente.
O relatório integra temas materiais aos ODS e define compromissos futuros, que incluem o constante fortalecimento de políticas como boas práticas de governança, redução de emissões de gás de efeito estufa, sucessão rural, inclusão de jovens no campo, maior participação feminina na governança e continuidade das práticas de segurança hídrica, gestão de resíduos e economia circular.
Para o presidente da cooperativa, essas diretrizes nortearão a vinícola nos próximos anos no fomento da sustentabilidade no setor e em toda a comunidade. “Com estas iniciativas, a Aurora reafirma seu papel de liderança responsável no setor vitivinícola, integrando sustentabilidade, inovação e excelência operacional para gerar impactos positivos concretos em toda a cadeia produtiva”, conclui Tonello.
Sobre a Cooperativa Vinícola Aurora
Fundada em 1931, a Aurora é a maior cooperativa vinícola do Brasil, composta por cerca de 1.100 famílias cooperadas na Serra Gaúcha. Com uma área cultivada de 3 mil hectares, a cooperativa processa anualmente entre 10% e 15% da safra de uvas do Rio Grande do Sul, utilizando práticas sustentáveis em toda a sua operação. A cooperativa tem um portfólio de 220 itens, divididos em 13 linhas. Os rótulos da marca são comercializados para todos os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal, além de estarem presentes em outros 17 países. Em 2024, a Aurora registrou faturamento recorde de R$ 841 milhões, com crescimento de 7% em relação ao ano anterior. A expectativa é que o faturamento alcance R$ 1 bilhão até 2026.
Legenda: Vinhedos da Cooperativa Vinícola Aurora em Pinto Bandeira (RS) Crédito: Anderson Pagani/Divulgação
O Sesc/RS anuncia a abertura do Prêmio Sesc/RS de Artes Visuais 2025, iniciativa que visa fomentar a produção contemporânea no Estado e ampliar o acervo cultural da instituição. A convocatória estará aberta entre 13 de outubro e 13 de novembro, de forma gratuita, para artistas visuais residentes no Rio Grande do Sul, maiores de 18 anos.
O regulamento prevê a inscrição de até três obras por participante, nas categorias de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 2,5 mil. Serão aceitas propostas bidimensionais e tridimensionais, individuais ou em coautoria, além de obras apresentadas por galerias de arte que representem artistas. A seleção será realizada por comissão especializada do Sesc/RS, considerando critérios curatoriais e de diversidade artística.
O resultado será divulgado no dia 28 de novembro no site do Sesc/RS, em www.sesc-rs.com.br/cultura/premiosescdeartesvisuais/. As obras premiadas passarão a integrar o acervo da instituição e poderão compor programações culturais em diferentes unidades do Sesc no Rio Grande do Sul e em parceria com outras regionais. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do formulário disponível em: https://forms.office.com/r/Sn9Tra5Xgd.
Arte Sesc – É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2025/10/premio-artes-visuais.jpg6321018Kátia Bortolinihttps://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.pngKátia Bortolini2025-10-13 16:14:372025-10-13 16:14:37Sesc/RS lança Prêmio de Artes Visuais
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) inaugurou, na última sexta-feira (10/10), o Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc) do Foro Trabalhista de Bento Gonçalves. A cerimônia contou com a presença do vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e coordenador do Cejusc do TST, ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos.
O ministro Caputo Bastos destacou a importância da consolidação dos Cejuscs como instrumentos de transformação da cultura judicial, com foco no diálogo e na construção de soluções consensuais. Observou que a iniciativa contribui diretamente para a desjudicialização do país. Segundo ele, “a mediação transfere poder de decisão dos tribunais para as próprias partes. Ao empoderar os envolvidos, fortalecemos a justiça e promovemos soluções que muitas vezes têm mais significado para os jurisdicionados do que uma sentença unilateral”.
Ministro Guilherme Caputo Bastos.
Caputo Bastos ainda reforçou que a Vice-Presidência do TST dará total apoio à expansão da mediação e conciliação, utilizando tecnologia para identificar processos com potencial de acordo, por exemplo: “Estaremos vinculados a centros de inteligência e lançando mão de plataformas tecnológicas que nos indiquem oportunidades de conciliação. A ideia é utilizar a tecnologia a nosso favor, atuando em nome da sociedade, promovendo uma desjudicialização absolutamente necessária.”
O presidente do TRT-RS, desembargador Ricardo Martins Costa, enfatizou que o Cejusc de Bento Gonçalves representa “um resgate da essência da Justiça do Trabalho, com foco na escuta e na construção de soluções qualificadas”.
Ele explicou que, ao contrário do litígio tradicional, no Cejusc “as partes sentam-se em torno de uma mesa redonda, buscando soluções conjuntas. Aqui não há vencedores ou perdedores, mas um compromisso com a resolução adequada do conflito”.
Martins Costa ressaltou ainda que a atuação dos profissionais do Cejusc é qualificada: “As pessoas que vão trabalhar aqui no Cejusc são capacitadas pela Escola Judicial, com formação densa em técnicas de mediação e conciliação. Não se trata de conciliação de barganha, mas de conciliação qualificada, em que as partes constroem soluções próprias.” O presidente observou que a iniciativa também fortalece a cidadania e o relacionamento entre diferentes esferas do Poder Judiciário, criando um ambiente propício para o diálogo e a cooperação.
O coordenador do Nupemec do TRT-RS, desembargador Ricardo Carvalho Fraga, destacou que a mediação “não apenas resolve conflitos, mas distribui o poder de decisão de maneira mais equilibrada entre as partes”. Ele relatou que, ao empoderar os jurisdicionados, os mediadores aumentam também seu próprio poder de influência, contribuindo para soluções mais justas. Segundo Fraga, “a desconcentração de poderes é urgente nos dias atuais e condição para a continuidade da democracia. A complexidade da sociedade exige formas de resolução de conflitos que vão além do aprendizado tradicional do Direito Processual”.
Fraga ainda mencionou a relevância do diálogo como instrumento de transformação social: “O Direito sozinho não resolve todos os problemas. Precisamos de formas de comunicação que promovam entendimento, soluções compartilhadas e a construção de consensos mínimos. Aqui, neste Cejusc, saberemos fazer o diálogo de forma eficaz, com a participação ativa das partes.”
A corregedora regional, desembargadora Laís Helena Jaeger Nicotti, ressaltou que a inauguração reforça o compromisso da Justiça do Trabalho com o diálogo e a pacificação social. Ela explicou que a conciliação e a mediação sempre estiveram no cerne da atuação dos juízes do Trabalho, seja pelas disposições da CLT, seja pela própria natureza do ramo. “Este centro judiciário representa um marco para a região, oferecendo um espaço adequado para que conciliadores e mediadores capacitados encontrem soluções rápidas, eficientes e consensuais”, disse.
A juíza Graciela Maffei, diretora do Foro e coordenadora do Cejusc de Bento Gonçalves, celebrou a inauguração destacando que “o diálogo construtivo, guiado pela boa-fé e pela busca por entendimento mútuo, é pilar essencial para a resolução célebre e eficaz das demandas”.
Ela referiu que o novo espaço “empodera os jurisdicionados, permitindo participação ativa na construção das soluções”, e lembrou o papel da Advocacia: “A Advocacia orienta as partes e auxilia na busca por consensos que atendam aos interesses mútuos.” De forma simbólica, concluiu: “Que este Cejusc seja exemplo de como colaboração e diálogo podem transformar conflitos em oportunidades de crescimento.”
Após os discursos, foi realizado o descerramento da placa alusiva à inauguração e o desenlace da fita inaugural da sala do Cejusc, marcando oficialmente o início das atividades do novo espaço.
O que é o Cejusc
Os Cejuscs são unidades criadas para audiências de conciliação na Justiça do Trabalho, com ambiente acolhedor e mesas redondas. As audiências são conduzidas por juízes e servidores capacitados em mediação e conciliação.
Com a inauguração do Cejusc de Bento Gonçalves, a Justiça do Trabalho do RS passa a contar com oito unidades dedicadas à conciliação: Porto Alegre, Passo Fundo, Caxias do Sul, Pelotas, Santa Maria, Rio Grande e Bento Gonçalves. Porto Alegre também abriga o Cejusc de 2º Grau, voltado a processos em segunda instância ou com recurso de revista para o TST.
Foro Trabalhista de Bento Gonçalves
O Foro Trabalhista de Bento Gonçalves possui duas Varas do Trabalho (VTs) e um Posto da Justiça do Trabalho (JT) em Nova Prata. A 1ª VT foi instalada em 26 de abril de 1971. A jurisdição abrange os municípios de Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Coronel Pilar, Cotiporã, Dois Lajeados, Fagundes Varela, Garibaldi, Guabiju, Monte Belo do Sul, Nova Araçá, Nova Bassano, Nova Prata, Paraí, Pinto Bandeira, Protásio Alves, Santa Tereza, São Jorge, São Valentim do Sul, Veranópolis, Vila Flores e Vista Alegre do Prata.
Números
O Foro Trabalhista de Bento Gonçalves e o Posto da JT de Nova Prata receberam 2.893 casos novos em 2025 (até 7/10). No mesmo período, 3.051 processos foram solucionados na fase de conhecimento (decisão sobre o mérito) e 1.190 na fase de execução (pagamento dos direitos reconhecidos em juízo). Atualmente, 7.701 ações trabalhistas tramitam na jurisdição da unidade.
Conciliações no Estado
Em 2025, foram realizadas 55.891 conciliações nas unidades judiciárias da 4ª Região, com um montante total acordado de cerca de R$ 2 bilhões. O índice geral de conciliação no primeiro grau atingiu 49%, demonstrando a relevância da cultura conciliatória no âmbito do TRT da 4ª Região.
Estiveram presentes: Ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos, vice-presidente do TST e coordenador do Cejusc do TST; Desembargador Ricardo Martins Costa, presidente do TRT-RS; Desembargadora Laís Helena Jaeger Nicotti, corregedora regional do TRT-RS; Juíza Graciela Maffei, diretora do Foro e coordenadora do Cejusc de Bento Gonçalves; Desembargador Ricardo Carvalho Fraga, coordenador do Nupemec do TRT-RS; Desembargadora Luciane Cardoso Barzotto, coordenadora eleita do Nupemec e do Cejusc de 2º Grau; Juíza Luciana Bohn Stanke, coordenadora do Cejusc de 2º Grau; Juíza Laura Balbuena Valente, representando a Amatra4; Juíza Jaqueline Maria Menta, do Posto da JT de Nova Prata; Rejane Carvalho Donis, diretora-geral do TRT-RS; Aldo da Silva Jardim, secretário-geral Judiciário do TRT-RS; Marcos Paulo Massirer Bitencourt – coordenador do CEJUSC 2º Grau; Procurador Rodrigo Maffei, coordenador do MPT em Caxias do Sul; Juíza Fernanda Ghiringhelli de Azevedo, coordenadora do Cejusc do Foro da Justiça Estadual; Procurador Nelson Gularte Ramos Neto, coordenador adjunto da 2ª Procuradoria Regional – PGE/Caxias do Sul; Defensor Público Rafael Corrard, diretor da Defensoria Pública de Bento Gonçalves; Josana Rosolen Rivoli, corregedora-adjunta da OAB/RS; Camile de Bacco Pasquali, presidente da OAB – Subseção Bento Gonçalves; Vânia Cenci, presidente da Comissão de Direito do Trabalho da OAB – Bento Gonçalves; Rodrigo Zucchi, presidente da OAB – Subseção Garibaldi/Carlos Barbosa; Evandro Krebs, presidente da Associação dos Peritos na Justiça do Trabalho da 4ª Região; Juarez José Piva, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas de Bento Gonçalves; Orildes Maria Lottici, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio; Sérgio Marino Ribeiro Neves, diretor financeiro do Sindicato dos Empregados no Comércio; Giovani Lazzarotto, gerente geral de rede da Caixa Econômica Federal.
Fonte: Eduardo Matos (Secom/TRT-RS) e fotos de Guilherme Lund
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foro-trabalhista.jpeg8531280Kátia Bortolinihttps://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.pngKátia Bortolini2025-10-13 16:08:312025-10-13 16:10:35Cejusc é inaugurado no Foro Trabalhista de Bento Gonçalves
A partir do mês de novembro deste ano, a Ceran iniciará uma melhoria na barragem da Usina Hidrelétrica Castro Alves, em Nova Roma do Sul. A partir de estudos hidrológicos realizados periodicamente seguindo a Lei Nacional de Segurança de Barragem, definiu-se pela adequação preventiva para permitir vazões futuras superiores ao projeto original. O objetivo dessa melhoria é garantir que a barragem seguirá segura e adaptada às novas condições climáticas da região.
É importante ressaltar que, independente dessas adequações, a barragem da UHE Castro Alves sempre apresentou um comportamento normal, mesmo durante as cheias dos últimos anos, comprovando a robustez e a segurança da estrutura.
Impactos
A obra terá início em novembro de 2025 e a maior parte das atividades será concluída até maio de 2026. A alocação de recursos para sua execução trará benefícios econômicos para os municípios de Nova Roma do Sul, Nova Pádua e toda a região. A execução das obras não deve afetar a geração de energia na UHE Castro Alves e não são previstos impactos nas vazões do Rio das Antas, uma vez que as obras serão realizadas durante o período de estiagem. Durante as atividades será mantida a vazão remanescente na jusante da barragem. Foi realizado um planejamento para que não haja impactos ao meio ambiente e as medidas de contingência foram acordadas com os órgãos licenciadores.
Parceria para construção da ponte em Nova Roma do Sul e Nova Pádua
A Ceran formalizou um importante acordo com os municípios de Nova Roma do Sul e Nova Pádua com a destinação do valor de R$ 1 milhão para a construção da ponte sobre o Rio das Antas e infraestrutura de acesso entre os dois municípios. O edital da licitação foi publicado no dia 25 de setembro e a nova ponte substituirá a balsa, que era utilizada para esta travessia.
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