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Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA

Clóvis Tramontina: o homem que levou a Tramontina para o mundo

O homem que levou a Tramontina para o mundo tem muito a ensinar sobre a vida e os negócios. Clóvis Tramontina comandou por 30 anos uma das marcas mais amadas pelos brasileiros

 

Um homem corajoso, inovador e apaixonado pela vida. Este é Clóvis Tramontina,que por 30 anos esteve à frente de um negócio que produz mais de 22 mil itens para facilitar a vida das pessoas. Considerado uma das figuras empresariais mais emblemáticas do país, Clóvis demonstrou aptidão para ideias criativas ainda na infância.

Desde muito cedo, frequentou os corredores da empresa fundada pelo avô, Valentin, há 111 anos, na cidade de Carlos Barbosa, interior do Rio Grande do Sul. Com apenas oito anos, criou o time de futsal River, que mais tarde ganhou o nome de Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF), se tornou reconhecido mundialmente e concedeu à cidade o título de Capital Nacional do Futsal.

Em 1980, aos 25 anos, levou o talento para os negócios à Tramontina. Trabalhou com vendas por mais de uma década e, aos 36, foi promovido como presidente do empreendimento. Na época, a marca, que era conhecida apenas no Rio Grande do Sul, tinha grande número de concorrentes.

Clovis, com uma capacidade criativa ímpar, fez do marketing o maior aliado para expandir os negócios. Com forte investimento em propagandas na grande mídia, a Tramontina passou a ser conhecida e admirada por milhões de brasileiros. Tornar a empresa da família uma das favoritas no país foi apenas um dos grandes desafios da vida do gaúcho.

Anos mais tarde, em 1986, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença degenerativa autoimune que compromete o sistema nervoso. Os sintomas o motivaram ainda mais a expandir a multinacional. Hoje, a Tramontina é uma potência mundial presente em mais de 120 países.

Em 2021, o empresário lançou sua biografia Clóvis Tramontina: Paixão Força e Coragem, que reúne memórias de sua trajetória pessoal e profissional. A obra, disponível em lojas virtuais como a Amazon e em livrarias de todo o país, retrata a visão de mundo de um homem apaixonado pela vida, que nunca se deixou abalar pelas dificuldades.

 

Foto: Divulgação

7 de junho de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/06/O-vencedor-da-Dona-Laura.jpg 1465 2362 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-06-07 15:23:532022-06-07 15:23:53Clóvis Tramontina: o homem que levou a Tramontina para o mundo
Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA

Oscar de Freitas e a manutenção do ritmo

A imagem é esta: depois de uma visitação guiada e degustação em uma das vinícolas mais conhecidas de Bento Gonçalves, um saxofonista alto e bem-vestido passeia com os dedos entre as chaves de um sax tenor em uma naturalidade ímpar. Ao fim de algumas músicas, oferece seu trabalho encarnado em CDs à venda para os turistas, agora encantados com o som.

“Sax Tropical Volumes 1 e 2”, com músicas de mambo, cumbia e rumba, “Chorinho Só Pra Relembrar”, de nome autoexplicativo, “Músicas Românticas” com sons de bolero, chachachá e suinger, “Músicas Alegres para Dançar” e outros volumes floreados com frases como “Saber Viver é Música, Vinho e Lazer” e “Como diz o povo. O samba velho é sempre novo”. Em todos os encartes, na mesma fonte cursiva, anunciava sua autoria nas interpretações variadas: Oscar do Sax, nome artístico de Oscar de Freitas, saxofonista.

Em um verso de um dos CDs estampados com uma foto de Maria Fumaça, onde o músico também performou por anos, figura uma montagem de um saxofone junto à Pipa Pórtico, símbolo turístico da cidade. Junto, os dizeres: Bento Gonçalves, a Capital da Uva e do Vinho.

O monumento de entrada do município, escolha que demonstra apreço do músico pela cidade, ainda não estampava as boas-vindas aos turistas quando ele, jovem, colocou pela primeira vez seus pés por aqui. Sujos, em chinelos quase arrebentados depois de dias de caminhada de Encantado, onde nasceu.

Oscar acredita fervorosamente em encarar a vida sem pensar excessivamente nos riscos de ir conquistar as coisas que se busca. “Toda vez que um pensamento negativo vem sobre algo, tem que vir com os positivos por cima. Senão, a gente não sai de casa, fica parado, não faz nada”, conta.

Criado pela mãe, Oscar não tem o nome do pai na certidão de nascimento. Com sete anos, passou temporadas em casas de famílias na pequena cidade, de colonização também italiana. Na adolescência, chegou perto de passar fome por um período. “Ainda bem que tinha frutas pra salvar”, lembra sobre o local onde morou.

No quintal da casa própria que orgulhosamente pagou à vista, hoje, cuida com afinco de uma horta com ervas e hortaliças variadas. Cada uma serve para alguma coisa. O melhor anti-inflamatório tá aqui, diz e aponta para uma folha de confrei. Aprendeu tudo com a mãe, benzedeira. Era ele quem, ainda menino, ia buscar o material usado pela mãe nas rezas feitas a quem a visitava.

Trabalhou em um laticínio dos 16 aos 18, pouco antes de vir para Bento Gonçalves. Depois da difícil experiência na casa de uma das famílias onde morou, aprendeu a cicatrizar feridas e criou uma rede de apoio.

Saiu da cidade porque a música o levou. Escolheu Bento Gonçalves porque era a cidade que abrigava a Todeschini, fábrica de instrumentos musicais da época. Os primeiros acordeons do país, no Sul, mais conhecidos como as gaitas, foram produzidos pela empresa familiar na década de 1920.

Andou horas por causa da música. Saiu a pé, às 2h da madrugada. Subiu e desceu morros e chegou na cidade às 16h, depois de uma curta carona conquistada a apenas oito quilômetros do município. Às 17h30, bateu na porta da fábrica e no dia seguinte, na primeira hora, estava trabalhando na fábrica dos sonhos. “Sabia que tinha uma fábrica de gaitas aqui, então vim. Não tinha família, não tinha nada”, diz.

O contato com o instrumento não era novidade. Quando criança, improvisou e chegou a criar uma espécie de instrumento de percussão que fazia ritmo nas rodas de gaiteiros da cidade. “Era chamado para as rodas de gaita por causa disso, fazia aquele barulhinho e ficava bom e o pessoal falava: chama aquele menino lá”, conta.

Na Todeschini, vendia acordeons. “Vendi umas 40, não fiquei com nenhuma”, conta rindo. Só foi ter a primeira gaita há alguns anos, que hoje descansa em sua garagem ao lado de instrumentos variados: principalmente saxofones altos, tenor, soprano. O músico conta que nunca teve coordenação para tocar a base da gaita junto com o movimento da mão direita.

No fim, seu instrumento mesmo é o saxofone. Todos os tipos, de diferentes afinações. Estão, hoje, espalhados pelo ambiente, que carrega música: um pandeiro usado nos shows de carnaval é pendurado como quadro na parede e um trombone de aparente pouco uso descansa no canto do cômodo.

Jovem em Bento Gonçalves, o primeiro instrumento de Oscar foi um clarinete. Aprendeu duas músicas e decidiu ter aulas com um maestro que ensinou-lhe escala. Desde então, aprende música todo dia, década após década. “Música é algo que nunca se acaba de aprender. Como a vida. Sempre tem algo a mais para aprender, sempre tem muita coisa”, comenta o músico, hoje com 76 anos de idade.

Do clarinete, escolheu o sax tenor pela afinação similar em si bemol.

Nunca pensou em parar de trabalhar para viver da música e, aos amigos com essa ideia, buscava desencorajar. A falta de valorização dos artistas é um fator ressaltado, mas ainda não se contentava com o cargo de empregado quando não estava fazendo o que mais ama fazer.

Com 23 anos apenas, largou um emprego como mecânico na Aurora para, junto com colegas, abrir o próprio negócio. Sua empresa de solda chegou a ganhar o título de maior compradora de aço do Rio Grande do Sul. “330 toneladas de aço em um ano”, comenta. “Mas não adianta ganhar dinheiro e não ter vida. É melhor ter pouco, mas viver melhor”, diz o músico ao falar, convencido, de que os últimos 20 anos da sua vida, logo após o fechamento da empresa, foram os melhores. Vida em paz.

Empreendedor, construía a vida na cidade: integrava a banda municipal e logo formou seu próprio grupo. A banda, antenada à década em que surgiu, batizada com nome em inglês.

Oscar lembra que foi um dos primeiros da cidade a ter um aparelho de rádio, único local possível para escutar referências. Chico Buarque de Hollanda, Gilberto Gil e outros expoentes da música brasileira despontavam nessa época. “Estava à toa na vida, o meu amor me chamou”, cantarolou relembrando uma delas, sucesso de Chico. Depois de quatro meses ouvindo na rádio quando tocava o som, a banda já a levava para os palcos de shows em Bento. Tirava tudo no ouvido. Seu grupo era pioneiro na cidade e Oscar tem orgulho disso.

Para além do eixo Rio-São Paulo, sintonizava nas ondas de música caribenha. À semelhança da criação do gênero musical paraense como “guitarrada”, escutava as batidas advindas da América Central e se inspirava nos arranjos para apresentação no interior da Serra Gaúcha, onde a música era, à época, limitada às cantigas italianas vindas de outro continente.

Fotos em eventos carnavalescos não cessam. Aponta nelas alguns companheiros que faziam som junto com ele. Uns ainda aqui, outros que já se foram.

Oscar gosta de samba, tango, cumbia. Diz ser possível transformar, com uso do ritmo da síncope, qualquer melodia em música brasileira, latino-americana. Se adapta, sempre.

Nos saxofones, o faz também. Oscar mostra as adaptações nas chaves e peças de posicionamento dos dedos que julgar necessário para o manuseio. Conserta os instrumentos de mecânica complexa, troca posições de notas e entende as diferenças de sonoridade.

Um fabricado na década de 1950, feito ainda para segurá-lo de forma curvada (algo do passado para quem toca saxofone hoje), foi um deles. Por ser leve, é o escolhido por Oscar na hora de tocar. Uma dor na cervical o fez colocar um lindo Yamaha dourado à venda. Prioriza, atualmente, o uso de saxofones altos, mais agudos, pequenos e leves. O que é mais difícil vender são os tantos CDs e pendrives de músicas encaixotados que, desde o advento da pandemia, ficaram estocados em casa.

Oscar encara a realidade com firmeza e faz o melhor que dá diante das condições, sempre foi assim. A realidade bate na porta e as vendas podem não ser tão boas. Mas não pretende entrar no Spotify, diz. Idade já foi. Idade trouxe também uma fraqueza ao corpo que, segundo o músico, se abala mais com “mau olhado”.

O músico dava conta de terminar o turno na vinícola com momentos de pausa para meditação. Hoje, sem muitos trabalhos fora, treina pouco. É uma hora por dia, relembrando canções na garagem. E as melodias há muito não lidas demoram um pouco para encaixar no movimento dos dedos. “Mas o incrível é que elas vêm, em algum lugar da cabeça ainda ficam, mesmo depois de muitos anos”, diz.

Aos iniciantes na música e no sax, Oscar tem as palavras treinadas na resposta: não pare, porque quem para na música, provavelmente vai se arrepender depois. É preciso manter o ritmo do caminhar, na música, na vida. Oscar toca e não parece lutar contra o tempo, integra-se a ele. Manutenção do ritmo.

POR JÚLIA BEATRIZ DE FREITAS

CRÉDITO FOTO: Júlia Beatriz de Freitas

21 de março de 2022/0 Comentários/por dbwebsitesbg
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/oscar-freitas.jpg 671 1080 dbwebsitesbg https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png dbwebsitesbg2022-03-21 21:25:012022-03-21 21:25:01Oscar de Freitas e a manutenção do ritmo
Cultura e Entretenimento

Livro “Laços Patrimoniais: Construindo um Inventário Colaborativo para Bento Gonçalves” será lançado oficialmente nesta quinta-feira

Na ultima quinta-feira (17), ocorreu às 19h, no Museu do Imigrante, o lançamento oficial do livro “Laços Patrimoniais: Construindo um Inventário Colaborativo para Bento Gonçalves”. Na ocasião também foi apresentada a versão em braile.
De acordo com a museóloga Deise Formolo o plano de acesso ao projeto é de atingir o máximo possível de públicos. “Desde sempre queríamos formatar um planejamento de comunicação que pudesse abranger o maior número possível de acesso. Por isso, a necessidade de disponibilizar em mídias digitais e físicas em braile, pois queremos que a história dos patrimônios edificados seja compartilhada por todos. Ela fala a todos nós”.

Nesta semana, a equipe do Museu do Imigrante iniciou a entrega do livro em Braile para as 40 instituições e entidades que contam com a Sala de Recursos estruturada e ativa. A transcrição, tradução e impressão foi realizada pela Inclusiva Educativa, de Porto Alegre. Também, o projeto está disponibilizando 125 unidades do Jogo Trunfo do Patrimônio.

Já o livro físico tem a tiragem de 200 exemplares e está sendo concedido a diversas entidades e instituições como escolares, acadêmicas, históricas, entre outras.“Laços Patrimoniais: construindo um inventário colaborativo para Bento Gonçalves” configura-se em um projeto de educação patrimonial, selecionado no Edital SEDAC nº 01/2019 “FAC Educação Patrimonial”, com financiamento de R$ 50 mil (cinquenta mil reais) pela Secretaria de Estado da Cultura e contrapartida de R$ 20 mil (vinte mil reais) da Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves.
A equipe principal do projeto é composta por servidoras da Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves: Secretaria de Cultura – Museu do Imigrante, Secretaria Municipal de Educação, representantes do curso de Arquitetura da Universidade de Caxias do Sul, um fotógrafo e um historiador, ambos contratados, bem como parcerias com o Conselho Municipal de Políticas Culturais, Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Cultural e Conselho Municipal dos Povos Tradicionais de Matriz Africana.

Imagem: museu do imigrante

17 de março de 2022/0 Comentários/por dbwebsitesbg
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/download-1.jpg 672 1080 dbwebsitesbg https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png dbwebsitesbg2022-03-17 22:38:572022-03-18 14:52:00Livro “Laços Patrimoniais: Construindo um Inventário Colaborativo para Bento Gonçalves” será lançado oficialmente nesta quinta-feira
Cultura e Entretenimento

Espetáculo de humor “Bad Trip” retorna ao estado para três apresentações Lea Maria e Juliano Gaspar se apresentam em Bento Gonçalves, São Sebastião do Caí e Gravataí

Apresentado por Lea Maria e Juliano Gaspar, o espetáculo de humor “Bad Trip” retorna neste mês de março ao estado para três apresentações que acontecem em Bento Gonçalves (24), São Sebastião do Caí (25) e Gravataí (26). Os ingressos podem ser adquiridos de forma online no Minha Entrada ou nos pontos de venda físicos.

Bad trip é um show de stand up comedy sobre histórias reais de um casal e suas viagens pelo mundo. Sucesso nas redes sociais brasileiras, a gringa Lea Maria, que é alemã, juntamente com o campeão do último festival de humor do Risadaria, Juliano Gaspar, contam suas bizarras e hilárias experiências sobre suas viagens pelo mundo. Perú, Dinamarca, Tailândia, Camboja e Austrália são apenas alguns dos cenários, no roteiro do show de perrengues que viveram morando fora.

O show fala também das diferenças culturais num relacionamento entre pessoas de culturas diferentes. Namorar um gringo pode ser a maior das bad trips! Mas isso não quer dizer que seja algo ruim. A ideia é mostrar que no final, por pior ou mais estranha que tenha sido a experiência, sempre fica uma boa história pra contar. No caso desse casal aqui, ficaram várias!

Além disso, o show traz muita interação com a plateia e inclui ainda um quadro final, que será gravado para as redes sociais. Por essas e outras razões, esse show leva o nome de “Bad Trip”, porque não sabemos como vai acabar, mas com certeza será divertido!

Bad Trip em Bento Gonçalves – RS

24 de março (quinta-feira)

Local: Fundação Casa das Artes

Endereço: Rua Herny Hugo Dreher, 127

Horários: 

Abertura da casa: 19h30

Espetáculo: 20h30

Ingressos:

Meia entrada R$ 28,75

Inteira R$ 57,50

Casal R$ 103,50

Pontos de venda:

Online no Minha Entrada e na Loja Mundi Calçados

Informações: 51 98913 6772 WhatsApp

Bad Trip em São Sebastião do Caí – RS

25 de março (sexta-feira)

Local: Centro de Cultura

Endereço: Rua Pinheiro Machado, 600

Horários: 

Abertura da casa: 19h30

Espetáculo: 20h30

Ingressos:

Meia entrada R$ 23,00

Inteira R$ 46,00

Casal R$ 80,50

Pontos de venda:

Online no Minha Entrada e na Loja Monjuá

Informações: 51 98913 6772 WhatsApp

Bad Trip em Gravataí – RS

26 de março (sábado)

Local: Teatro do Sesc Gravataí

Endereço: Rua Anápio Gomes, 1241

Horários: 

Abertura da casa: 19h30

Espetáculo: 20h30

Ingressos:

Meia entrada R$ 28,75

Inteira R$ 57,50

Casal R$ 103,50

Pontos de venda:

Online no Minha Entrada 

Informações: 51 98913 6772 WhatsApp

Imagem: Divulgação

15 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png 0 0 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-15 16:49:442022-03-15 16:49:44Espetáculo de humor “Bad Trip” retorna ao estado para três apresentações Lea Maria e Juliano Gaspar se apresentam em Bento Gonçalves, São Sebastião do Caí e Gravataí
Cultura e Entretenimento

Festival Téti promove edição especial temática do Teatro e do Circo, com início nessa sexta-feira

Inspirado no Dia Mundial do Teatro para infância e juventude, Dia Mundial do Teatro e Dia Nacional do Circo, comemorados em 27 de março, o Téti – Festival de Arte e Cultura para a Infância promove uma edição “pocket” temática. Com o olhar voltado ao incentivo da arte ao público infanto-juvenil, a edição especial traz o teatro e o circo em diferentes atividades, a serem realizadas entre os dias 18 e 27 de março. O evento serve como uma prévia da 5ª edição do festival, comemorativa aos 5 anos de Téti, que acontecerá em setembro.

Serão 10 dias de programação, que conta com espetáculos teatrais, como o Pequeno Príncipe e Peteca, Peão e Pique-Pessoa, de música e de dança, além de oficinas gratuitas relacionadas às áreas do teatro e circo. Além disso, no dia Nacional do Circo, o Téti propõe uma programação temática em uma tarde com a presença de palhaços e alguns dos principais artistas circenses de Caxias do Sul. As crianças poderão fazer pintura facial.

O evento é destinado para o público infanto-juvenil, e cada faixa etária terá atividades indicadas para a sua idade (confira a programação abaixo). Para a edição especial, a programação foi especialmente pensada para uma experiência completa de teatro e circo para a comunidade.

Mais informações e atualizações podem ser consultadas no site do festival, http://www.teti.art.br/, ou no telefone (54) 98434-1531.

A edição especial do Teatro e do Circo do Téti – Festival de Arte e Cultura para a Infância é uma realização da Cali Gestão Cultural, com financiamento do Ministério do Turismo – Secretaria Especial da Cultura e patrocínio de Commcenter, Intral Iluminação e Eureka – Escola de Educação Infantil.

Confira a programação completa

18 DE MARÇO | SEXTA-FEIRA

18h30 – OFICINA DE TRANÇAS NAGÔ

Facilitadora: Carla Vanez

Local: Casa Fluência

Inscrições gratuitas no local.

19 DE MARÇO | SÁBADO

15h – ESPETÁCULO PULGUITA E TIMBICO

Local: Shopping Villagio Caxias

Duração: 40 minutos

Faixa etária: Livre

Atividade gratuita.

17h – ESPETÁCULO TENDA – DANÇA PARA CRIANÇAS

Local: Sala de Teatro Valentim Lazarotto

Duração: 40 minutos

Faixa etária: + 1

Ingressos: R$ 20,00 adulto e R$ 10,00 para crianças.

20 DE MARÇO | DOMINGO

17h – SHOW MUSICAL COM GRUPO MU

Local: Centro de Cultura Ordovás

DURAÇÃO: 50 minutos

Idade: + 1

Ingressos: R$ 20,00 adulto e R$ 10,00 crianças. Compre seu ingresso aqui.

21 DE MARÇO | SEGUNDA

14h30 – OFICINA DE PERCUSSÃO

Local: Estação Cidadania – Praça CEU – Bairro Cidade Nova Industrial

Ministrante: Angela Pimentel

Duração: 1 h30

Idade: +9

Inscrições gratuitas no local.

22 DE MARÇO | TERÇA

14h30 – OFICINA DE TOY ART – BRINQUEDO DE ARTE

Ministrantes: Gio e Doug

Local: Salão de Artes do Ordovás

Duração: 6 horas – 3 horas na terça, dia 22 e 3 horas na sexta, dia 25/03.

Idade: + 4 a 7 anos (é necessário que um adulto acompanhe a criança)

Inscrições gratuitas no sympla.com.br.

19h – PEÇA TEATRAL A ÁRVORE DE COLHER ESTRELAS

Grupo Tem Gente Teatrando

Local: Teatro Municipal Pedro Parenti

Duração: 30 minutos

Idade: + 3

Ingressos: R$ 20,00 adulto e R$ 10,00 crianças.

23 DE MARÇO | QUARTA

14h30 – OFICINA DE FOTOGRAFIA

Ministrante: Liliane Giordano

Local: Sala de Fotografia

Duração: 2 horas

Idade: +6 até 12 anos

Inscrições gratuitas no sympla.com.br.

24 DE MARÇO | QUINTA

19h – ESPETÁCULO DO CORO JUVENIL MOINHO DA ESTAÇÃO/UCS

Local: Teatro Municipal Pedro Parenti

Duração: 1 horas

Idade: +7

Ingressos: R$ 20,00 adulto e R$ 10,00 crianças.

25 DE MARÇO | SEXTA

14h30 – OFICINA DE DANÇAS URBANAS

Ministrante: Geovani de Gregori – Casa Fluência

Local: Estação Cidadania – Praça CEU – Bairro Cidade Nova Industrial

Duração: 1h30

Idade: +10

Inscrições gratuitas no local.

26 DE MARÇO | SÁBADO

17h – ESPETÁCULO PETECA, PIÃO E PIQUE-PESSOA

Local: Teatro Municipal Pedro Parenti

Duração: 50 minutos

Idade: + 4

Ingressos: R$ 20,00 adulto e R$ 10,00 crianças.

27 DE MARÇO | DOMINGO

14H30 ÀS 18H – DIA DO CIRCO E DO TEATRO

Local: Estação Cidadania

Entrada gratuita.

19h – ESPETÁCULO AS AVENTURAS DO PEQUENO PRÍNCIPE

Grupo Projeto Gompa

Local: Teatro Municipal Pedro Parenti

Duração: 50 minutos

Idade: +4

Ingressos: R$ 20,00 adulto e R$ 10,00 crianças.

Serviço:

O quê: Téti Festival – Edição Especial Teatro e Circo

Quando: 18 a 27 de março de 2022.

Valores: Oficinas: entrada gratuita | Espetáculos: R$20 e R$10 (meia entrada – estudantes, idosos, portadores de necessidades especiais, jovens de baixa renda)

Ingressos: https://www.sympla.com.br/produtor/cali

15 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/unnamed-9.png 672 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-15 16:37:522022-03-15 16:37:52Festival Téti promove edição especial temática do Teatro e do Circo, com início nessa sexta-feira
Cultura e Entretenimento

Escolas Infantis Municipais recebem espetáculo teatral “Belamérica”

A pouco mais de três semanas das voltas às aulas, as EMIs já estão com as atividades a todos vapor. E este início está sendo marcado com temas alusivos às raízes italianas de Bento Gonçalves com apresentações do espetáculo “Belamérica”.

O teatro revisita a história da imigração italiana no sul do Brasil e, especialmente, em Bento Gonçalves, estabelecendo conexões com o tempo presente e favorecendo a compreensão do complexo processo de constituição identitária individual e coletiva.

O enredo focaliza o encontro de cinco estudantes que embarcam em uma divertida viagem no tempo, em busca da história dos seus antepassados. O mote é a celebração dos 150 anos de imigração italiana no Brasil e o processo de miscigenação que teve como resultado a nossa identidade como brasileiros.

Os estudantes e professores de Jardim B ao terceiro ano prestigiaram a apresentação e puderam interagir a partir dos encontros entre personagens e das canções. A encenação proporcionou sensibilidade e o humor, favorecendo o deleite e a identificação dos interlocutores. Ao longo dos meses de março e abril, outras escolas serão contempladas com o espetáculo.

A proposta converge para as ações do projeto “Um olhar encantador sobre Bento Gonçalves”, desenvolvido pela SMED, que busca promover ações e vivências voltadas ao conhecimento e à valorização do nosso município, em seus aspectos econômicos, sociais, históricos e culturais, oportunizando ao aluno a possibilidade de dar sentido à sua circunstância espaço-temporal, de encantar-se com o lugar onde vive e de sentir-se seu coautor.

O espetáculo é uma realização da Secretaria da Cultura do RS, com patrocínio de Miolo Wine Group Vitivinicultura S/A, Cooperativa Santa Clara LTDA, Cooperativa Vinícola Aurora LTDA, Paese Comércio de Ferragens LTDA E curadoria do Teatro Luz & Cena. A promoção é do CIC – Centro da Indústria e Comércio e Serviços de Bento Gonçalves e Projeto Le Nostre Origini – Conhecendo e valorizando a nossa história.

Cronograma de apresentações:

15/03

15h30 – EMEF Tancredo Neves

16/03

15h30 – EMEF Professora Maria Borges Frota

17/03

15h30 – EMEM Alfredo Aveline

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Fotos: Divulgação/SMED

15 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-15-at-09_05_40.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-15 16:14:182022-03-15 16:14:18Escolas Infantis Municipais recebem espetáculo teatral “Belamérica”
Cultura e Entretenimento

Museu do Imigrante sedia exposição coletiva “Do Nanquim ao Graffiti”

A partir desta terça-feira (15), o Museu do Imigrante sedia a mostra artística “Do Nanquim ao Graffiti”. A exposição faz parte de projeto contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura que contemplou 18 jovens, com idade entre 13 a 19 anos, de escolas públicas. Eles frequentaram 60 horas de aulas conceituais de História da Arte, ministradas pela professora e proponente do projeto Cristine Tedesco.

São 16 telas, cada uma produzida individualmente, e outros 24 trabalhos de distintas técnicas, história em quadrinhos, nanquim, estêncil, desenho, lápis de cor, pintura, graffiti e arte digital. Além disso, foi produzido um graffiti coletivo na Praça CEU.

Cristine destaca o interesse dos alunos por esta imersão ao mundo da arte.

“O grupo mostrou-se muito interessado em aprender os conteúdos, tendo em vista a dinâmica de discutir história da arte por meio de imagens e vídeos. Foram realizadas muitas reflexões sobre interpretação de obras produzidas por artistas do passado e da atualidade. Uma das aulas em que mais percebi a interação dos alunos foi quando debatemos a vida e a obra do artista brasileiro Vik Muniz”.

As aulas práticas contaram com diversas técnicas como História em Quadrinhos e Nanquim, com Douglas Garcia Dias; Pintura em Tela, Estêncil e Pôster Artístico, com Fernanda Toniolo; Desenho Artístico e Pintura em Lápis de Cor, com Micael Biasin; Arte Digital, com Márcio Karkling; Graffiti em Tela, com Jackson Brum.

Ainda de acordo com Cristine, a possibilidade de aplicar o aprendizado permitiu o diálogo entre as referências e a autoexpressão.

“As aulas práticas foram muito gratificantes, todos os professores que ministraram as oficinas elogiaram a participação e interesse da turma, cujos resultados podem ser vistos na exposição. Os adolescentes mostraram-se muito dedicados às aulas práticas, abertos a novos aprendizados e produzindo trabalhos que superaram as expectativas”.

A museóloga Deise Formolo evidencia o papel do Museu do Imigrante de ser um espaço que valoriza e respeita as iniciativas como a “Do Nanquim ao Graffiti”.

“Para além da questão educativa, a Arte é integrante das culturas. Vivemos numa época onde temos um caldeirão de referências artísticas gigantesco. Este contato mais direto promovido pelo projeto da Cristine Tedesco demonstra essa relação e sua importância para o ser humano, promovendo uma interação com atividades de forma criativa”.

Serviço

O que: exposição coletiva do projeto contemplado pelo “Do Nanquim ao Graffiti”

Período de visitação: de 15 de março a 17 de abril

Horário: Terça a sexta-feira das 08h00 às 17h00 – sem fechar ao meio-dia, e sábados, das 08h às 12h e das 13h às 17h

Onde: Museu do Imigrante – Rua Herny Hugo Dreher, 127, bairro Planalto

Entrada gratuita

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Fotos: Divulgação/Museu do Imigrante

15 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-15-at-09_43_08.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-15 15:33:112022-03-15 15:33:11Museu do Imigrante sedia exposição coletiva “Do Nanquim ao Graffiti”
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