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Meio Ambiente realiza maior plantio de árvores de Bento Gonçalves

A Prefeitura de Bento Gonçalves vai intensificar o plantio de árvores no centro e nos bairros de todas as regiões da cidade. No mês de novembro, serão plantadas cerca de 850 mudas de árvores nativas e frutíferas, em parceria com a RGE. “Este é o maior plantio da história do Município”, observa o secretário do Meio Ambiente, Claudiomiro Dias.

Na última segunda-feira, 5, as equipes iniciaram as demarcações das áreas públicas que receberão os plantios. “Quanto mais verde a cidade, melhor a qualidade do ar que se respira e mais agradáveis são a paisagem e o clima. Bento vai ficar ainda mais linda!”, reitera o titular da pasta.

Os munícipes também podem solicitar o plantio de árvores na Secretaria pelo telefone 3055-7190. Após os pedidos, técnicos realizam vistorias e estudam as viabilidades. Caso o plantio seja aprovado, o mesmo é realizado pela Prefeitura.

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Adote uma Praça

A preservação do verde e o colorido das flores na paisagem urbana também é um dos objetivos do Programa Adote uma Praça, que visa buscar apoio de empresas e comunidade para conservação, manutenção, zeladoria, melhoria e fiscalização de praças, ruas e áreas públicas.

Para participar, o adotante deverá preencher o formulário – disponível no site da Prefeitura na aba “Adote uma Praça” – com a proposta e protocolar na Sala do Empreendedor, onde será analisada e avaliada por uma Comissão Especial previamente constituída. Cerca de 50 locais do Município estão disponíveis.

São considerados objetos de adoção: parques naturais, parquinhos infantis, academias populares, rotatórias, canteiros, jardins, praças, áreas de ginástica e lazer e áreas verdes.

Foto: Arquivo/Ascom

Brasil inicia o maior projeto de pesquisa já elaborado para desenvolver a aquicultura

Foi iniciado o maior projeto de pesquisa em aquicultura já realizado no País. O BRS Aqua envolve 22 centros de pesquisa, 50 parceiros públicos e 11 empresas privadas – números que ainda devem aumentar ao longo de sua duração. Trata-se de um marco em investimentos no tema, fruto da parceria entre Embrapa, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a atual Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, ligada à Presidência da República, (SEAP).

O projeto é o terceiro maior já financiado pelo BNDES Funtec – linha de crédito não reembolsável a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação. Serão R$ 45 milhões financiados pelo banco estatal, R$ 6 milhões da Embrapa e R$ 6 milhões da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, totalizando R$ 57 milhões. A meta, ao fim dos quatro anos de duração, é estabelecer a infraestrutura e a pesquisa científica necessárias para atender demandas do mercado de aquicultura.

“Esse projeto é de grande importância não só para o nosso centro de pesquisa, mas também para a Embrapa inteira e para o Brasil. É a comprovação de que a aquicultura chegou para ficar e tornou-se uma área estratégica no País”, comemora Eric Arthur Bastos Routledge, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pesca e Aquicultura (TO), unidade que coordena o BRS Aqua.

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Quatro espécies estudadas

No Brasil, um dos maiores desafios em aquicultura está na falta de pacotes tecnológicos para a criação de importantes espécies aquícolas. Por isso, o projeto focará na pesquisa do tambaqui (Colossoma macropomum), tilápia (Oreochromis niloticus), camarão (Litopenaeus vannamei) e bijupirá (Rachycentron canadum), que apresentam grande demanda de mercado ou possuem alto potencial de produtividade.

“Essas espécies se encontram em diferentes patamares tecnológicos e para cada uma delas haverá uma abordagem diferente”, explica a pesquisadora e coordenadora do projeto, Lícia Maria Lundstedt, da Embrapa Pesca e Aquicultura. Segundo ela, enquanto a tilápia possui um pacote tecnológico mais avançado, as pesquisas com o bijupirá ainda são incipientes no País, embora seja uma espécie nativa do litoral brasileiro e tenha potencial para ser uma opção para o desenvolvimento da piscicultura marinha nacional.

Reforço na infraestrutura de pesquisa

“Cada uma dessas espécies por si só renderia vários projetos. De qualquer forma, o BRS Aqua vai gerar os mais diversos produtos, entre eles um incremento da infraestrutura para futuras pesquisas em aquicultura na Embrapa”, explica Lundstedt. A Embrapa Tabuleiros Costeiros (SE), por exemplo, terá um novo laboratório para pesquisar espécies marinhas; a Embrapa Meio Norte (PI), que já trabalha com camarão, também terá melhorias em suas instalações para pesquisas na área e várias outras unidades da Embrapa receberão um reforço na infraestrutura para incrementar as pesquisas em aquicultura.

Para atender às mais diversas demandas, o BRS Aqua funciona como um grande guarda-chuva sob o qual há oito projetos componentes (Germoplasma, Nutrição, Sanidade, Manejo e gestão ambiental, Tecnologia do pescado, Economia do setor aquícola, Transferência de tecnologia e Gestão), com pesquisas distribuídas em diversos centros de pesquisa da Embrapa e polos produtivos.

Formação de banco de germoplasma

“Um dos destaques em genética é a geração de informações científicas e tecnológicas que tenham impacto direto na produção de alevinos (filhotes) de tambaqui com melhor qualidade, o que vai refletir em redução da mortalidade e aumento na produção”, explica Lundstedt, acrescentando que o projeto pretende estabelecer uma coleção de germoplasma qualificado de tambaqui na Embrapa Pesca e Aquicultura para futuros investimentos públicos ou privados em melhoramento genético.

Segundo a pesquisadora, atualmente o setor produtivo do tambaqui utiliza germoplasma pouco caracterizado cientificamente e sem melhoramento genético. Para que a produção avance, é necessário que o germoplasma seja geneticamente melhorado quanto às características produtivas, como melhoria nas taxas de crescimento, maior resistência a doenças, adaptação a sistemas intensivos de cultivo, entre outros avanços.

Em sanidade, o projeto pretende mapear os mais importantes desafios sanitários do tambaqui e seus fatores de risco para propor boas práticas de manejo, sistemas de diagnóstico rápido de doenças e desenvolver seus respectivos tratamentos. Um dos principais resultados nessa área será a identificação dos fatores de risco preponderantes relacionados à mortalidade do camarão, causada pela doença da mancha branca, a fim de propor medidas para evitar ou mitigar os efeitos em sua produção no Nordeste.

Causada por um vírus, a doença se manifesta na fase inicial de desenvolvimento do crustáceo, calcificando-o, provocando falta de apetite, letargia e manchas brancas em sua casca. Em seguida, o animal morre e contamina os outros. Com isso, produções inteiras são perdidas antes mesmo de chegarem ao consumidor. Um dos casos mais recentes da doença ocorreu no Ceará em meados de 2017. Em seis meses, 30 mil toneladas de camarão foram perdidas – o equivalente a 60% da produção do período.

Em nutrição, o foco será em tambaqui e tilápia. Serão definidos protocolos alimentares para a produção intensiva do tambaqui, nas fases de larva, engorda e abate, em viveiros e tanques-rede, tendo por base a capacidade de digestão dos ingredientes da ração e as exigências nutricionais do peixe. Além disso, o projeto abordará aspectos relacionados à tecnologia de processamento de rações, uma vez que há diversos parâmetros que precisam ser cuidadosamente monitorados para obtenção de produtos de alta qualidade. Também serão avaliadas nutricionalmente as rações disponíveis no mercado. É justamente esse insumo que impacta em até 82% nos custos de produção, dependendo do sistema adotado. Na prática, o produtor acaba gastando mais do que o necessário para engordar o animal.

Mudanças climáticas e piscicultura

Questões relacionadas ao aquecimento global e à sustentabilidade ambiental igualmente estão no radar do projeto, que prevê o desenvolvimento de equipamentos para monitoramento da liberação dos gases de efeito estufa na piscicultura. Também está prevista a análise da relação da produção em tanques rede, suas emissões de gases de efeito estufa e a qualidade da água. O acompanhamento das variáveis físicas, químicas e biológicas de sedimentos e da água, incluindo contaminação do solo e tratamento de efluentes gerados pela produção de peixes, também será alvo de estudos. Da mesma forma, será desenvolvido um sistema para tratamento de efluentes da produção de peixes.

Novos produtos de pescado

O BRS Aqua vai atuar ainda em diferentes aspectos relacionados ao processamento do pescado. O projeto vai trabalhar no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o abate eficiente e humanitário de peixes, padronização e controle de qualidade de filés, uso de resíduos e co-produtos do processamento na elaboração de materiais com valor agregado. Do mesmo modo, haverá um estudo de modelos para gestão de resíduos sólidos na indústria de processamento do pescado.

Além dos gargalos tecnológicos, a aquicultura brasileira também carece de dados e análises econômicas.  “Por se tratar de um setor relativamente recente, se comparado a cadeias agroindustriais tradicionais como a de outras carnes ou grãos, há poucas informações sobre diversos aspectos da cadeia do pescado”, justifica o pesquisador da Embrapa Manoel Xavier Pedroza Filho, responsável pelo segmento de economia do projeto. Segundo ele, faltam dados sobre viabilidade econômico-financeira dos sistemas de cultivo, estrutura da cadeia produtiva, risco de investimento, impacto econômico da adoção de tecnologias, além de dados macroeconômicos da aquicultura nacional (empregos, PIB, etc).

“A ausência dessas informações dificulta a tomada de decisões dos setores público e privado, uma vez que são fundamentais não apenas para orientar os investimentos, mas também subsidiar a formulação de políticas públicas para o setor”, ressalta o especialista. O BRS Aqua pretende gerar informações econômicas das quatro espécies contempladas no projeto, por meio de análises de viabilidade econômica de sistemas de produção, impacto de adoção de tecnologias, risco de investimento, entre outras.

Grande potencial nacional

Apesar de possuir 12% da água doce mundial e uma costa litorânea com mais de 8.500 quilômetros de extensão, a produção brasileira de animais aquáticos é inferior ao seu potencial. As causas desse desempenho são diversas e incluem baixa qualidade das matrizes reprodutoras; poucos estudos sobre a capacidade de suporte de ambientes de cultivo (número máximo de peixes ideal para uma determinada área); limitada assistência técnica; deficiência nas formas de controle e monitoramento das enfermidades de animais aquáticos; utilização incipiente de resíduos para produção de derivados; falta de tratamento e aproveitamento de efluentes de aquicultura e de padronização de indicadores para o licenciamento ambiental nos diferentes ambientes onde a aquicultura é praticada.

“Fizemos um levantamento de informações sobre o setor entre 2012 e 2013, que gerou dois estudos que revelaram todo o potencial na área de aquicultura do Brasil. Isso foi na época do Ministério da Pesca e Aquicultura, que desejava investir no desenvolvimento aquícola”, recorda Marcos Rossi Martins, chefe do Departamento da Área de Indústria e Serviços do BNDES.

A análise constatou grandes gargalos e oportunidades. A variedade de peixes da Bacia do Rio Amazonas, por exemplo, é um diferencial para o Brasil atingir novos mercados. O clima é outra vantagem a favor do País, cujas condições para o cultivo da tilápia – uma das espécies de peixe mais consumidas no mundo – são excelentes. Outros cultivos, como o de crustáceos e moluscos, também têm potencial de escala no Brasil. No entanto, a indústria de pescados ainda é incipiente no País, tanto na pesca quanto na aquicultura.

Segundo dados de 2014 de um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO/ONU), o consumo mundial na aquicultura é da ordem de 20 kg per capta, enquanto o de carne bovina atingiu menos da metade: 6,54 kg. Nesse cenário é fácil perceber como o mercado da pesca e da aquicultura é promissor no País.

“A demanda mundial por pescados vem crescendo de forma acelerada em decorrência do aumento populacional e da busca por alimentos mais saudáveis. No Brasil isso também ocorre. Em 2003, o consumo era inferior a 6,5 quilos de pescado por pessoa ao ano, hoje esse valor subiu para nove quilos per capta. Se a população ingerisse a quantidade recomendada pela OMS, que é de 12 quilos, isso já representaria um impacto no consumo de 5.722 mil toneladas”, calcula Jaldir Lima, um dos coordenadores do estudo do BNDES.

Expectativa de melhora na competitividade

O projeto foi bem recebido também por representantes do setor produtivo. Para Antônio Albuquerque, diretor técnico da Associação Cearense dos Criadores de Camarão (ACCC), ele é um sinal de que a pesquisa está atenta às demandas do mercado. “Essa iniciativa da Embrapa de ouvir vários atores, incluindo outras cadeias produtivas, para saber quais são as principais demandas, é muito positiva. Também é muito útil que a pesquisa saiba qual tipo de apoio o setor produtivo pode dar”, diz.

Francisco Medeiros, diretor presidente da Associação Brasileira da Piscicultura, a Peixe BR, tem muitas expectativas. “Temos acompanhado a elaboração dessa proposta desde 2015. Trata-se de um setor carente de soluções que ofereçam melhor competitividade. No Brasil, temos grandes pesquisadores em aquicultura, no entanto, observamos baixa utilização de tecnologias geradas por essas instituições de pesquisa”, analisa ele. “Temos um grande problema de competitividade e esperamos que todas essas ações tragam soluções que promovam melhores condições de mercado. Vamos acompanhar de perto a execução desse trabalho”, resume.

Elisângela Santos (MTb 19.500/RJ)
Embrapa Pesca e Aquicultura

Serra gaúcha ganha Centro de Análises Ambientais

Fundação Proamb investiu R$ 3,2 milhões em laboratório de análises ambientais em águas e efluentes

O Rio Grande do Sul terá uma das mais completas estruturas de apoio às empresas na gestão em sustentabilidade, com serviços especializados, para auxiliar os empreendedores no desafio de lidar com seus resíduos e cuidar do meio ambiente. Esse suporte é abrangido pela Fundação Proamb – e acaba de ganhar mais um importante ponto de referência. Em maio, a instituição inaugurou o Centro de Análises Ambientais, moderno laboratório voltado ao atendimento de normas técnicas e dos requisitos legais exigidos às empresas contratantes do serviço.

 A estrutura fica na cidade de Bento Gonçalves, município sede da Fundação, e ocupa 494 m² no bairro Licorsul. Mais do que a imponência do prédio, o que impressiona é o conhecimento técnico ali concentrado. O Centro de Análises Ambientais é um complexo com quatro laboratórios: Microbiologia, Físico-Química, Instrumental Orgânico e Instrumental Inorgânico. Os dois últimos guardam os aparatos tecnológicos mais valiosos – cromatógrafos para análise de compostos orgânicos como pesticidas e agrotóxicos e um ICP/OES, para análise de metais, instalados, respectivamente, em cada um dos departamentos.

 O complexo tem capacidade de atender até 3 mil amostras/mês, sob o comando de um corpo técnico formado por biólogos e engenheiros químicos. O Centro de Análises Ambientais oferece à comunidade empresarial mais de 200 parâmetros e serviços de amostragem conforme requisitos da ISO/IEC 17.025. Dessa forma, já nasce atendendo às diretrizes dessa norma que rege os requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração – é, portanto, um serviço que surge certificado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). “Essa certificação é extremamente criteriosa para garantir a qualidade do serviço e a acuracidade dos dados analíticos”, observa o diretor de Operações da Proamb, Gustavo Fiorese.

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 O empreendimento, voltado tanto ao atendimento de pessoas físicas quanto jurídicas, reafirma o credo da Proamb no desenvolvimento sustentável. O investimento de R$ 3,2 milhões chega pouco mais de seis meses depois da modernização na planta de coprocessamento da fundação, em Nova Santa Rita, cujo aporte foi de R$ 6 milhões – ambos tendo o BRDE como parceiro.

 Por que o laboratório é importante

O Centro de Análises Ambientais mostra sua competitividade, oferecendo ao cliente um serviço complementar à análise – ou seja, uma consultoria sobre como sanar a irregularidade. Esse aporte vem graças a expertise de mais de 25 anos da Fundação Proamb em gestão ambiental, hoje expresso em suas diversas unidades de negócio (Central de Resíduos Sólidos Industriais, Coprocessamento, Engenharia Ambiental e Educação). “Esse é um grande diferencial competitivo, o atendimento completo do ciclo. Temos condições de entregar um produto com valor agregado sem comparativos no mercado, que é um diagnóstico do que fazer com o resultado da análise das amostras, em vez de simplesmente fornecer um laudo técnico”, avalia Fiorese.

Com esse novo negócio, a Fundação Proamb oferece a “solução completa” ao cliente, disponibilizando a gestão ambiental total. Por meio de suas unidades de Aterro e Coprocessamento, prestará serviços de tratamento de resíduos classe I e classe II. Já a unidade de Engenharia dará suporte a várias áreas da empresa – qualidade, segurança, gestão de resíduos, gestão de efluentes, monitoramento ambiental, licenciamentos, atendimento aos requisitos legais e gestão da energia. Com as unidades de Educação e Fiema, a missão é transferir conhecimento e tecnologia, preparando novos profissionais para atuarem no mercado de trabalho. E, como forma de completar o ciclo, a Proamb oferecerá análises laboratoriais dos despejos industriais e das águas brutas e para consumo humano.

 Foto: Divulgação

Ação ambiental promove limpeza do rio Taquari-Antas

O fortalecimento da conscientização ambiental e a retirada de resíduos das águas e das margens do rio Taquari-Antas foram os resultados mais expressivos da 12ª edição do projeto “Viva o Taquari‐Antas Vivo”, realizada no dia 7 de abril no reservatório da Usina Hidrelétrica 14 de Julho. Ao todo, 21 pessoas participaram das atividades, envolvendo funcionários da CERAN e servidores municipais de Bento Gonçalves, Veranópolis e Cotiporã.

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Os trabalhos incluíram distribuição de folders, fiscalização ambiental e recolhimento de aproximadamente 3 metros cúbicos de resíduos sólidos, composto basicamente por plásticos, pneus e metais, que foram separados e destinados para reciclagem.

Além do caráter pedagógico, a ação também contou com uma operação de fiscalização realizada pela Patrulha Ambiental da Brigada Militar (PATRAM). O resultado foi a autuação em flagrante de duas pessoas que estavam praticando pesca ilegal no local e a apreensão de 350 metros de rede de pesca.

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Coordenado por entidades de municípios do Vale do Taquari, e apoiado pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari‐Antas, o projeto “Viva o Taquari-Antas Vivo” é uma iniciativa que busca mobilizar o maior número de instituições e municípios a fim de promover atividades ambientais periodicamente, de modo a criar um calendário de ações que possibilite cuidar dos rios da região e estender os conceitos de educação ambiental e sustentabilidade para a população em geral.

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FIEMA Brasil 2018 inicia nesta terça-feira

A FIEMA Brasil 2018 inicia nesta terça-feira, 10 de abril, em Bento Gonçalves, com intensa programação de atividades. Novidades em gestão ambiental e debates técnicos com mais de 50 palestras serao durante os congressos e seminários do Fiemacon.
Abrindo a feira, o primeiro compromisso na agenda de trabalhos é o Meeting Empresarial, às 9 horas, reunindo importantes lideranças para o debate sobre atitudes sustentáveis.
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Na sequência, as 13h30, ocorre a solenidade oficial de abertura, com previsão de presença do Governador do estado do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori.

Secretaria do Meio Ambiente de Bento Gonçalves lança projeto Poda Legal

A partir de 15 de abril, munícipes já podem solicitar podas de árvores em locais públicos

 Conscientizar a população e agilizar o atendimento às solicitações dos munícipes é o objetivo do novo projeto da Secretaria Municipal de Meio Ambiente: Poda Legal.  O serviço só é indicado entre os meses de maio a agosto, pois é o período em que as árvores estão em repouso vegetativo (dormência).

Pensando nisso, a Secretaria inicia, no dia 15 de abril, a abertura dos pedidos de podas e cortes de árvores em locais públicos (calçadas, praças e áreas verdes), a fim de organizar um cronograma que atenda todas as demandas. As solicitações devem ser feitas até o final de julho, pelo Fala Cidadão (0800.979.6866).

A poda em locais públicos só deve ser realizada pela Prefeitura, com critérios técnicos. “Além de questões estéticas, a poda da copa das árvores e das plantas ornamentais segue critérios de preservação e longevidade das espécies, respeitando as características de cada uma delas. Nas árvores, são aplicadas diferentes técnicas, dependendo do porte e dos locais em que se encontram, requerendo atenção especial quando próximas da rede elétrica”, explica o secretário da pasta, Claudiomiro Dias.

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Em áreas particulares, o munícipe deve solicitar uma autorização do setor de Licenciamento Ambiental para a realização de cortes e podas. O recolhimento e destinação dos resíduos de jardinagem são de responsabilidade do proprietário. A colocação dos mesmos em via pública resultará em multa, caracterizando infração ambiental.

As intervenções seguem um cronograma de atividades, permitindo que o trabalho seja efetuado de maneira planejada e eficiente.

 Cronograma

Maio: Zona Norte – São Roque e arredores

Junho: Zona Sul – Botafogo e arredores

Julho: Zona Leste – Vila Nova e arredores

Julho: Zona Oeste – Conceição e arredores

Agosto: Finalização dos serviços

Carro 100% elétrico é atração na Fiema

Veículo da chinesa BYD, modelo e6 ficará em exposição entre os dias 10 e 12 de abril

 Surgidos como resposta à necessidade de a indústria automobilística frear o lançamento de gases poluentes na atmosfera, os carros movidos a outras fontes que não sejam a de combustíveis fósseis estão, aos poucos, tornando-se realidade ao redor do mundo. O público que visitar a Fiema Brasil – entre os dias 10 e 12 de abril, em Bento Gonçalves – poderá conferir de perto um carro 100% elétrico.

 O modelo e6, minivã da montadora chinesa BYD, estará em exposição durante os três dias da feira. Neste período, um representante da marca explicará seu funcionamento e mostrará curiosidades do veículo que só necessita ter sua bateria carregada durante cerca de duas horas para rodar até 400 quilômetros. “Os carregadores de bateria são adaptáveis tanto para o uso com grandes voltagens quanto em residências. A diferença é que em casa aumenta um pouco o tempo para carregar”, explica Augusto Canova, gerente comercial da Priori Locações, que viabilizou a vinda do carro à feira.

BYD e6

 Ao contrário dos carros convencionais, grandes emissores de gases nocivos ao meio ambiente – como o dióxido de carbono (CO2), um dos responsáveis pelo aquecimento global –, os veículos elétricos não emitem quaisquer tipos de fluidos, sendo ecologicamente adequados. Esse é um dos grandes trunfos desses carros, também chamados zero emissões. Outro são os baixíssimos níveis de ruído e de manutenção. Em contrapartida, ainda são comercializados a preços elevados – o custo do e6 no país fica entre R$ 240 mil e R$ 260 mil. Para melhorar essa situação, as montadoras aguardam a queda no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros elétricos e híbridos, anunciada pelo governo, a fim de que possam importar ou trabalhar em projetos nacionais.

 No Brasil, os carros elétricos ainda estão em fase de teste, mas já existem modelos rodando em São Paulo e vários eletropostos operam no país. Além deles, a indústria automobilística criou os veículos híbridos e os híbridos plug-in. Nos primeiros, a energia do sistema à combustão é utilizada para carregar as baterias a fim de ajudar no deslocamento do veículo, com uma média emissão de gás CO2. Nos segundos, existe a possibilidade de carregamento da bateria por uma fonte de energia externa, gerando baixa emissão de CO2.

 Na União Europeia, a meta é reduzir em 30% as emissões de CO2 de automóveis até 2030, a fim de atingir as metas climáticas do Acordo de Paris. Para isso, linhas de crédito devem ser abertas para impulsionar a produção de veículos de baixa ou nula emissão na ordem de 1 bilhão de euros.

Para conhecer mais detalhes sobre o carro elétrico basta fazer o cadastro gratuito em www.fiema.com.br e visitar a Feira de Negócios, Tecnologia e Conhecimento em Meio Ambiente, de 10 a 12 de abril, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.

 Especificações técnicas do carro elétrico

Comprimento – 4,56m

Largura – 1,82m

Altura – 1,63m

Distância entre eixos – 2,83m

Peso vazio – 2.420kg

Carga máxima – 2.870kg

Roda – Aro 17

Velocidade máxima – 140km/h

Autonomia – até 400km

Tipo do motor – Motor CA Síncrono

Potência máxima – 121hp

Torque máximo – 450 N.m

Capacidade da bateira – 80kWh

Carregamento – 2h

Proamb tem ano de investimento de olho no futuro

Em um cenário de recessão, coragem para investir. Aliado a isso, visão estratégica e gestão equilibrada. Essa foi a receita para a Fundação Proamb encarar o difícil 2017 e, mais do que isso, se preparar para o futuro. O ano de 2018, já com prognósticos mais positivos para a economia, tende a ser um período de conquistas para a entidade, que em abril realiza sua oitava Fiema Brasil – Feira de Negócios, Tecnologia e Conhecimento em Meio Ambiente, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves.

Será o mesmo mês da inauguração do Centro de Análises Ambientais (CAA), mais um dos investimentos que tiveram início ainda em 2017, junto com a expansão da Unidade de Energia (coprocessamento), em Nova Santa Rita; a ampliação da Unidade de Disposição, em Pinto Bandeira; e a inauguração da Unidade de Transbordo, em Farroupilha. Apenas em Nova Santa Rita, a Proamb aplicou R$ 6 milhões, aumentando a produção em recuperação energética de resíduos sólidos industriais como borra de tinta, solvente, madeira, plástico, entre outros.

Neri Basso

São investimentos que preparam a Proamb para cumprir uma de suas metas, a atuação em outras áreas do Estado. “Temos muito espaço para crescer, até mesmo dentro da Serra. E também de ocupar posições importantes em centros industriais como a Região Metropolitana”, comenta Neri Gilberto Basso, presidente da Proamb.

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Além da aplicação de recursos em suas unidades de negócios, a fundação tem apostado na qualificação de equipe técnica e em equipamentos. O ano de 2017 também foi abundante em cursos nas mais diversas áreas de gestão ambiental, capacitando e qualificando a mão de obra e, assim, cumprindo um de seus preceitos, o de oferecer e apresentar as melhores soluções no segmento. Foram mais de 15 capacitações técnicas, aperfeiçoando os conhecimentos de cerca de 300 profissionais. Para 2018, a meta é de incrementar significativamente esses números, sobretudo com o aporte do módulo de educação à distância, que deve ganhar força entre o rol de projetos em expansão. “Nosso negócio é trabalhar com tecnologia e conhecimento, de modo a atender nosso propósito de deixar um mundo melhor para as pessoas. E pessoas melhores para o mundo”, reflete Basso.

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Bento Gonçalves tem programação alusiva a Semana do Meio Ambiente

unnamed (1)Entre os dias 5 e 10 de junho, a cidade de Bento Gonçalves terá uma programação gratuita especial em celebração à Semana do Meio Ambiente. O Sistema Fecomércio-RS/Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal através da Secretaria do Meio Ambiente, realizam diversas ações pela cidade voltadas para os estudantes do Ensino Fundamental, integrantes do Grupo Sesc Maturidade Ativa e comunidade em geral.

Entre os destaques na programação está a exposição “Sustentabilidade: plante essa ideia”; apresentações do espetáculo “Missão Água”, com o Grupo Depósito de Teatro (POA); sessões do filme “NAUSICAA do Vale do Vento”; Projeto Trilhas; distribuições de sacolas ecológicas; recolhimento de resíduos nas margens do Rio das Antas; entre outros. Lembrando que teatro e cinema necessitam de agendamento prévio pelo telefone (54) 3452.6103. Confira abaixo o cronograma completo da Semana do Meio Ambiente.

 

Programação da Semana do Meio Ambiente – Bento Gonçalves

De 5 a 7 de junho

Exposição “Sustentabilidade: plante essa ideia”

Local: Shopping Center Bento Gonçalves (Rua Marechal Deodoro, 238)

05/06 – Segunda-feira

9h – Abertura Oficial da Semana do Meio Ambiente

Local: Via Del Vino

 

15h – Espetáculo Missão Água, com o Grupo Depósito de Teatro (POA)

Local: Fundação Casa das Artes

Público: estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental

 

06/06 – Terça-feira

9h30 – Espetáculo Missão Água, com o Grupo Depósito de Teatro (POA)

Local: Fundação Casa das Artes

Público: estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental

 

15h – Espetáculo Missão Água, com o Grupo Depósito de Teatro (POA)

Local: Fundação Casa das Artes

Público: estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental

 

07/06 – Quarta-feira

8h – Sessão de Cinema

Filme: NAUSICAA do Vale do Vento (Legendado)

Local: Sesc Bento Gonçalves

Duração: 116 min

Público: estudantes do 6º ano ao Ensino Médio

 

08/06 – Quinta-feira

8h30 – Recolhimento de resíduos nas margens do Rio das Antas

Local: Rio das Antas

 

09/06 – Sexta-feira

8h – Sessão de Cinema

Filme: NAUSICAA do Vale do Vento(Legendado)

Local: Sesc Bento Gonçalves

Duração: 116 min

Público: estudantes do 6º ano ao Ensino Médio

 

14h – Projeto Trilhas

Local: Reserva Biológica Dárvin João Geremia

Duração: 60 min

Público: EMEF Doutor Tancredo de Almeida Neves

 

10/06 – Sábado

9h – Distribuição de sacolas ecológicas – Grupo Maturidade Ativa

Local: Feira do Produtor Rural (Centro)

 

13h30 às 17h – Campanha de recolhimento do óleo de cozinha usado e entrega da “bomba verde” – Grupo Escoteiro Videira 347

Local: Praça Achyles Mincarone (Praça da Igreja Redonda)

 

 

** Apoio: Shopping Center Bento Gonçalves, Escoteiros Videira, Ceran, Maturidade Ativa, SMED, 16ª CRE, Biblioteca Pública e Fundação Casa das Artes, Projeto Coração Cidadão, Comando Ambiental – Brigada Militar, Secretaria da Agricultura.

Hora do Planeta 2017 acontece nesse sábado. Colabore!

No Brasil, mais de 120 cidades e 590 monumentos desligarão suas luzes no dia 25 de março.  Liderada pelo WWF-Brasil, a campanha tem como foco a urgência das mudanças climáticas e os benefícios que uma economia de baixo carbono pode trazer para o país.

No Brasil, em 2016, 156 municípios aderiram oficialmente à campanha, desligando por uma hora a iluminação de 505 ícones, entre monumentos, espaços públicos e prédios históricos.

hora_planeta_2Da Torre Eiffel, na França, do Empire State Building, o edifício no centro de Manhattan, em Nova York, para a Acrópole, de Atenas, milhares de marcos vão desligar suas luzes em prol da Hora do Planeta 2017. Comunidades e organizações em todo o mundo mostram seu potencial para chamar atenção para a mudança climática, o maior desafio ambiental do planeta.

A iniciativa brasileira da Hora do Planeta, que neste ano acontece no dia 25 de março e incentiva que entidades, empresas e pessoas desliguem as luzes entre as 20h30 e 21h30 do horário local, conta com o apoio de 120 cidades brasileiras, mais de 100 empresas e instituições cadastradas e 146.435 mil pessoas envolvidas nas atividades. Mais de 590 monumentos serão apagados no país. Criada em 2007 em Sydney, na Austrália, ela já se tornou o maior movimento pelo meio ambiente do mundo, com mais de sete mil cidades participantes no ano passado.

Com base no impacto que criou na última década, os apoiantes da Hora do Planeta na Espanha e no Reino Unido estão realizando uma ação climática forte para cumprir seus compromissos sob o Acordo de Paris. Na Hungria e na Uganda, as pessoas estão encorajando comunidades e organizações a mudarem para as energias renováveis, enquanto no Camboja, na Grécia e na Colômbia, os participantes estão se unindo para agir em prol de modos de vida sustentáveis.

Na Austrália, o WWF está usando a Hora do Planeta para divulgar a energia renovável entre os jovens, enquanto também convida os apoiantes que desligam as luzes para doar para a iluminação solar nas comunidades rurais da Etiópia. Da mesma forma, pessoas em Cingapura, Indonésia, Índia e Hong Kong estão se unindo como ‘Earth Hour Buddies’ para ajudar a proteger as florestas e os oceanos e promover uma vida sustentável.

“Mais do que um simples apagar de luzes, a Hora do Planeta é um convite para que as pessoas parem por cerca de uma hora e reflitam sobre as nossas ações em relação ao meio ambiente; o que temos feito e o que cada um pode fazer para diminuir o problema”, comenta o diretor-executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic. Para ele, o movimento é uma demonstração globalizada de que o mundo quer ver em seus líderes a coragem para enfrentar e reverter os diferentes desafios ambientais, cujos impactos interferem na vida de toda a população.