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ECONOMIA

Federação Varejista destaca IA, pessoas e integração dos canais como aprendizados da NRF

Maior feira mundial do setor ocorreu entre os dias 11 e 13 de janeiro, em Nova Iorque

A Federação Varejista do Rio Grande do Sul retorna da NRF Retail’s Big Show 2026, realizada de 11 a 13 de janeiro, em Nova Iorque, com a convicção de que o varejo global vive um momento de consolidação de tendências que já impactam diretamente o presente do setor – e não mais apenas o futuro. Considerada a maior feira varejista do mundo, a NRF reafirmou que não existe mais separação entre varejo físico e digital: existe apenas varejo, impulsionado por tecnologia e centrado em pessoas.

Para o presidente da Federação Varejista do RS, Ivonei Pioner, o principal destaque desta edição foi o amadurecimento definitivo da inteligência artificial (IA) como ferramenta estratégica e acessível. “A IA deixou de ser hype. Ela está embutida nas operações, no marketing, na gestão e, principalmente, na relação com o cliente. Quem não tiver tecnologia integrada ao seu negócio terá dificuldade de prosperar”, avalia. Segundo ele, o lançamento global do conceito de Agentic Commerce pelo Google, anunciado durante a NRF pelo próprio CEO da empresa, simboliza esse novo momento do varejo empoderado por dados, personalização e atendimento digital inteligente. “A IA vem para ajudar a humanizar mais ainda a nossa relação, a termos dados cada vez mais precisos e a fazer uma relação com o cliente muito mais fluida”, continua.

Outro ponto fortemente sinalizado na feira foi a centralidade das pessoas. A tecnologia, segundo os executivos da Federação, surge como meio para liberar tempo e energia para aquilo que realmente gera valor: relacionamento, confiança e experiência. “A IA chega para agilizar processos, ser agente de venda, pesquisador, assistente. E a pessoa passa a ser criadora de vínculo, construtora de confiança e de memórias”, destaca o vice-presidente da Federação Varejista do RS, Marcos Carbone.

A geração Z esteve no centro das discussões. Mais do que um novo público consumidor, trata-se de uma geração que deseja pertencer, participar e cocriar. Cases apresentados na NRF mostraram empresas que envolvem clientes jovens no desenvolvimento de produtos, na curadoria de experiências e na definição de tendências. “Se não fizer sentido para essa geração, não haverá negócio. Eles precisam se reconhecer na marca, na causa e na experiência”, reforça Ricardo Bartz, diretor de crescimento e expansão da Federação.

A integração entre canais também foi consenso. Na NRF, não se fala mais em loja física versus loja digital. O digital é o espaço da conversa, da comunidade e da escolha; o físico é o lugar da experiência, do relacionamento e da construção de confiança. Estratégias como lojas com cafeterias, microeventos, experiências sensoriais e comunidades de marca foram apresentadas como formas eficazes de aumentar o tempo de permanência do cliente e, consequentemente, o ticket médio.

Para a Federação Varejista do RS, muitas dessas práticas já podem ser replicadas imediatamente no varejo gaúcho. Ferramentas de IA estão cada vez mais acessíveis, inclusive para pequenos e médios negócios. Iniciativas como a CDL IA demonstram que a tecnologia não é exclusividade de grandes players, mas exige, sobretudo, disposição cultural para começar.

Um contraste marcante percebido pela comitiva gaúcha foi a questão da mão de obra. Diferentemente da realidade brasileira, o tema da escassez não apareceu como problema nos Estados Unidos. Jovens motivados, preparados e engajados estavam presentes em grande número nas operações varejistas, reforçando a visão de que o desafio no Brasil passa mais por fatores culturais, educacionais e estruturais do que geracionais.

Ao participar da NRF, a Federação Varejista do RS reforça seu papel como agente transformador do comércio, conectando o varejo do Estado às principais tendências globais. “Nosso compromisso é trazer esse conhecimento, provocar reflexões e apoiar o desenvolvimento sustentável dos negócios gaúchos. O futuro do varejo pertence a quem souber unir tecnologia com pessoas”, conclui Pioner.

Legenda: Comitiva da Federação Varejista do RS na NRF: Ricardo Bartz, Ivonei Pioner e Marcos Carbone

Crédito: acervo pessoal

14 de janeiro de 2026/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/site-limite-15.png 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2026-01-14 14:53:242026-01-14 14:53:24Federação Varejista destaca IA, pessoas e integração dos canais como aprendizados da NRF
DESTAQUES DO DIA

Calendário de feriados e contexto macropolítico desafiam o comércio em 2026

Presidente da Federação Varejista do RS avalia cenário para o varejo no próximo ano

Do total de dez feriados nacionais, nove deles serão em dias úteis em 2026 – sendo, destes, sete em segundas ou sextas-feiras. O calendário de folgas, celebrado por muitos, é sinônimo de preocupação para o comércio: há redução no número de dias de ‘portas abertas’, ou seja, de oportunidade de vendas; diminuição no movimento por conta do esvaziamento das cidades e, ainda, pulverização dos recursos disponíveis para compras, que competem com outros gastos.

“Os feriados prolongados são, de forma geral, maléficos para o comércio amplo”, diz o presidente da Federação Varejista do RS, Ivonei Pioner. Por outro lado, favorecem o segmento de bares e restaurantes, e, ainda, as regiões turísticas e seu entorno, que costumam ter resultados ótimos em períodos assim, de acordo com o presidente. Esse cenário exigirá dos varejistas um esforço estratégico extra no próximo ano. “Para driblar o fato de ter menos dias de trabalho e a necessidade em manter as vendas, a gestão do negócio precisa construir muito bem seu planejamento, mobilizando os clientes para que antecipem as compras em relação a cada data”, conta Pioner. A missão desafiadora consiste em despertar o cliente para o entendimento de que ele terá menos dias para fazer suas compras no ambiente físico. “Vale trabalhar de forma intensa os contatos, a mídia digital, as campanhas temáticas, as vendas combinadas, entres outros recursos nesse sentido. A palavra-chave é a mesma para o empreendedor do comércio: antecipar-se às datas, preparando-se para o calendário de 2026”, recomenda.

Para os empreendimentos que ficam em regiões turísticas, ou no entorno de pontos turísticos, a dica é aproveitar essa janela para prospectar negócios. “São novos consumidores que podem contribuir de forma importante para as vendas”, diz.

Eleições e Copa do Mundo

Outra data no calendário de 2026 deve impactar negativamente o comércio: a realização das eleições. “Existe um ponto muito importante para o desempenho do varejo que é a confiança do consumidor, ou seja, o fato de a pessoa estar segura de que pode consumir, que é o momento adequado, que o Brasil está bem, que o seu emprego ou o seu negócio não serão afetados. Infelizmente, mediante tudo o que nós temos vivido no cenário político, o que vivemos hoje não é um ambiente de confiança. As eleições, sobretudo no âmbito Federal, geram preocupações e vão impactar na confiança do consumidor”, avalia Pioner.

O contexto macro terá, ainda, a interferência da Copa do Mundo. “Esse evento esportivo acaba sendo um ópio, porque o brasileiro gosta de futebol. Muitas pessoas tiram o tempo para assistir às partidas e, com isso, também a circulação no comércio diminui”, lembra Pioner.

Somados, esses fatores levam à expectativa de um ciclo de cautela para o comércio. “O ano de 2026 vai ser desafiador no que tange à quantidade de dias versus resultado do varejo. Trabalhamos com a projeção de desempenho moderado, ainda é cedo para cravar previsões de crescimento para o segmento”, garante.

Feriados em 2026

1º de janeiro (quinta-feira): Confraternização Universal

3 de abril (sexta-feira): Sexta-feira Santa

21 de abril (terça-feira): Tiradentes

1º de maio (sexta-feira): Dia do Trabalho

7 de setembro (segunda-feira): Independência do Brasil

12 de outubro (segunda-feira):Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil

2 de novembro (segunda-feira): Finados

15 de novembro (domingo): Proclamação da República

20 de novembro (sexta-feira): Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra

25 de dezembro (sexta-feira): Natal

Legenda: Calendário de feriados e eleições impactam comércio

Crédito: Diego Dias

7 de janeiro de 2026/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2026/01/site-limite-3.png 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2026-01-07 15:25:282026-01-07 15:25:28Calendário de feriados e contexto macropolítico desafiam o comércio em 2026
DESTAQUES DO DIA, ECONOMIA, GERAL

Comércio gaúcho mantém ritmo de crescimento superior ao nacional

O Comércio Varejista gaúcho chegou à reta final de 2024 mantendo o padrão de alta, com crescimento acima dos índices verificados no Brasil. É o que aponta o Panorama do Comércio de janeiro de 2025, organizado pela Federação Varejista do RS, a partir dos dados do setor em novembro do último ano. No acumulado dos 11 primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2023, o Comércio Varejista teve variação positiva de 8,2% no Rio Grande do Sul, maior do que os 5% verificados nacionalmente. Comportamento semelhante é observado nos dados do Varejo Ampliado (comércio de bens duráveis, além de bens não-duráveis e semi-duráveis), que teve alta de 9,2% no Estado e 4,4% no Brasil.

Na variação do consumo entre os meses de outubro e novembro, porém, ainda que o Rio Grande do Sul apresenta resultados melhores do que os nacionais, o ritmo reduziu. No Comércio Varejista, a variação foi positiva no Estado, de 0,5%, no Varejo Ampliado, no entanto, caiu -1% em comparação com outubro de 2024. Nacionalmente, ambos os dados foram negativos nessa variação mês a mês _ -0,4% no Comércio Varejista e -1,8% no Varejo Ampliado.

O arrefecimento coincide com a alta na inflação, que ultrapassou a meta estabelecida pelo governo para o ano, com o IPCA chegando a 4,83% ao final de 2024 no Brasil. Na região de Porto Alegre, a inflação foi menor, de 3,57%. Pesam nesta conta para os gaúchos, em 42,21%, os gastos com alimentação, bebidas e transportes, seguidos por 14,21% em moradia.

Pois, seguindo uma tendência verificada durante todo o ano, quando analisados os segmentos do comércio em novembro, o consumo em hipermercados e supermercados, com variação de 12,7%, e de atacadistas de bebidas e alimentos, com 12,1%, mantiveram alta com o dobro do ritmo verificado no Brasil. Em relação aos combustíveis e lubrificantes, mesmo com baixa de -1% em novembro, a redução foi inferior à verificada nacionalmente (-1,6%).

A novidade no comparativo aos segmentos nacionais é o crescimento de 6,2% em tecidos, vestuário e calçados, maior do que o dobro dos 2,7% verificados no Brasil.

O consumo da reconstrução

Em 2024, a tragédia das cheias influenciou diretamente no comportamento do comércio gaúcho. Tanto no momento das inundações quanto no movimento de reconstrução. E aí, verifica-se um perfil diferente no consumo em novembro em relação aos meses anteriores. Mesmo que o segmento de materiais de escritório tenha registrado a maior variação positiva do mês, de 15,5%, há redução no ritmo em relação aos dois meses anteriores _ 19% e 17,5% respectivamente. Movimento semelhante é observado entre os móveis e eletrodomésticos, que tiveram variação positiva de 8,3% em novembro, inferior aos 10,4% em setembro e 9,9% em outubro.

Por outro lado, o movimento de reconstrução estrutural mostrou-se fortalecido em novembro. O comércio de materiais de construção teve variação positiva de 9,2%, quase o dobro dos 4,8% do setor nacionalmente, e superior aos 8,5% do mês anterior, quando o Rio Grande do Sul teve crescimento inferior ao do Brasil neste segmento.

Mais empregos no comércio

O Panorama do Comércio, a partir dos dados do Caged, reforça o papel de protagonismo do setor também na geração de empregos do Rio Grande do Sul. Enquanto o saldo de vagas de emprego total no Estado, de 11.865 em novembro, foi inferior aos 14.115 de outubro, no Comércio, o movimento foi positivo. Chegou a 5.704 vagas de saldo em novembro, acima das 4.741 de outubro. Em novembro de 2024, o setor admitiu 37.751 trabalhadores no Estado.

O índice de inadimplência segue em redução no Rio Grande do Sul, conforme o SPC. Na variação de novembro para dezembro, houve redução de -0,53% no volume de inadimplentes no Estado, enquanto nacionalmente, o índice ampliou em 0,27%. Quando considerado todo o ano passado, a redução gaúcha foi de -2,69% em relação a 2023 _ no Brasil, houve alta de 1,92%.

No entanto, no mesmo período, o SPC tem apontado maior dificuldade para que os gaúchos recuperem o crédito. Entre os inadimplentes, 85,83% são reincidentes, e o índice de recuperação de crédito no final de 2024 reduziu em -7,81% no Rio Grande do Sul em relação ao ano anterior. O tempo médio de inadimplência dos gaúchos é de 27 meses.

Foto: Ramiro Sanchez

28 de janeiro de 2025/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Credito_Ramiro-Sanchez__OAF7467-1.jpg 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2025-01-28 16:36:452025-01-28 16:36:45Comércio gaúcho mantém ritmo de crescimento superior ao nacional
DESTAQUES DO DIA, ECONOMIA, GERAL

Inadimplência fecha 2024 em queda no RS, mas ritmo de pagamento das dívidas reduz

O consumidor gaúcho terminou 2024 devendo menos do que no ano anterior. Entre os devedores, também houve redução na reincidência (aqueles que seguem nos registros de inadimplentes nos últimos 12 meses ou saem e retornam a esses registros neste mesmo intervalo de tempo). O ritmo de recuperação de crédito dos gaúchos, porém, reduziu em relação ao ano anterior. No entanto, ainda é superior à média da Região Sul do Brasil. Os dados fazem parte dos relatórios anuais de inadimplente e de recuperação de crédito do SPC Brasil, divulgados pela Federação Varejista do RS.

Conforme os registros, houve queda de -2,69% no número de inadimplentes no Rio Grande do Sul em relação a dezembro de 2023. Uma redução superior aos -0,94% verificados na Região Sul. Em todo o país, houve alta de 1,92% nos índices de inadimplentes. A variação de novembro para dezembro, que mostra o retrato mais recente da inadimplência, foi um pouco inferior, de -0,53%, mas ainda melhor do que a média nacional, de- 0,27%, no entanto, pior do que o verificado na Região Sul, com queda de -1,13% neste período.

A idade média do gaúcho inadimplente é de 46,4 anos _ a maior parte, 23,43%, têm entre 30 e 39 anos _, e os bancos, em 61,67% dos casos, são os maiores credores dessa dívida, seguidos pelo comércio, que concentra 9,99% das dívidas.

O consumidor gaúcho também fechou o ano, em relação a 2023, diminuindo o número de dívidas acumuladas em -3,86%. Índice também melhor do que os observados na Região Sul e no Brasil, mas com ritmo inferior (-0,16%) na variação entre novembro e dezembro de 20254. Enquanto no Rio Grande do Sul o consumidor inadimplente acumula, em média, 2,131 dívidas, na Região Sul, o volume é de 2,2 dívidas, e no país, a média é levemente inferior, de 2,104 dívidas.

Conforme o levantamento do SPC Brasil, entre os devedores gaúchos, 85,83% são reincidentes, ou seja, não quitaram suas dívidas nos últimos 12 meses (60,39%) ou quitaram, mas acabaram voltando aos registros ainda dentro do intervalo de 12 meses (25.44%). No entanto, houve redução de – 20,01% no volume de reincidentes gaúchos em relação a 2023.

O perfil dos reincidentes coincide com a inadimplência geral no Rio Grande do Sul, com média de 46,2 anos e a maioria (24,52%) entre 30 e 39 anos. Em 53,29% dos casos de reincidência, são mulheres.

Diminui a recuperação de crédito

O índice corrobora com a observação de que, mesmo com a redução de endividados, os gaúchos têm reduzido o ritmo da recuperação do crédito e quitação das dívidas. O tempo médio de atraso nas contas dos inadimplentes é de 27 meses. Em 38,19% dos casos, são dívidas acumuladas no intervalo de 1 a 3 anos. A dívida média do inadimplente no Rio Grande do Sul é de R$ 4.574,92. Quase metade (44,92%), porém, devem até R$ 1 mil.

Por outro lado, consumidores em quitação de dívidas pagaram, em dezembro de 2024, em média, R$ 3.096,97. Em 51,06% dos casos, o pagamento médio foi de até R$ 500. Conforme a apuração do SPC Brasil, o ano fechou com redução de -7,81% no volume de recuperações de crédito no Rio Grande do Sul. Número negativo, mas superior à média da Região Sul (-8,69%), e levemente inferior à nacional (-7,30%).

Os dados apontam para a diminuição no ritmo da quitação das dívidas, coincidindo com o período de inadimplência dos gaúchos. Em 2024, houve redução de -13,57% por exemplo, entre as pessoas que levaram entre 91 dias e 1 ano para recuperarem o crédito. Houve alta somente entre as pessoas que levaram entre 1 e 3 anos e entre 4 e 5 anos, somando 15,54%, para a quitação dos valores devidos.

Ainda assim, metade dos inadimplentes gaúchos levam até 90 dias para quitar suas dívidas. O tempo médio para recuperação de crédito no Rio Grande do Sul, ao final de 2024, foi de 10,8 meses. A maior parte das pessoas que recuperaram o crédito em 2024 têm entre 50 e 64 anos (24,4%). Em média, este consumidor é mais velho do que o inadimplente, com 51,9 anos.

Foto: Ramiro Sanchez

24 de janeiro de 2025/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Adobe-Express-file.jpg 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2025-01-24 16:01:172025-01-24 16:01:17Inadimplência fecha 2024 em queda no RS, mas ritmo de pagamento das dívidas reduz
DESTAQUES DO DIA, ECONOMIA, GERAL

Comércio varejista segue na liderança da retomada gaúcha

Mesmo com pequena redução no ritmo em agosto (-0,7%), o comércio varejista gaúcho continua sendo o setor que lidera o movimento de recuperação da economia do Rio Grande do Sul após a tragédia de maio. No acumulado do ano, o comércio varejista apresenta crescimento de 7,7%, e no varejo ampliado, que considera os setores específicos do comércio, a alta acumulada até agosto de 2024 é de 7,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Em ambos os parâmetros, o Estado apresenta altas maiores do que os índices nacionais.

No entanto, como demonstra o Panorama do Comércio de outubro, organizado pela Federação Varejista do RS, e que analisa os dados da economia de agosto, há preocupação em relação aos próximos meses. Isso porque, no sentido contrário, os setores de Serviços, com queda de -7,4% no Rio Grande do Sul, e de Indústria, também com queda de -0,6% no desempenho de agosto, contrariam as tendências de alta observadas no Brasil.

Também há especial atenção com a tendência de alta na inflação. O IPCA de setembro, em Porto Alegre, foi de 2,86%, ainda inferior aos 3,31% registrados em nível nacional. Setores de alimentação, bebidas e transportes respondem por 42% da inflação dos gaúchos, e habitação e saúde, por outros 27% dos gastos.

Assim como observado desde o início do ano, as compras de produtos básicos seguem destacadas entre os consumidores gaúchos. Os setores de hipermercados e supermercados (13,4%) e de atacados de alimentos e bebidas (12,6%) tiveram, em agosto, crescimentos superiores ao dobro do registrado no país. A alta no varejo também foi observada, mais uma vez, em setores diretamente ligados à reconstrução e retomada da vida normal nas cidades gaúchas.

Móveis e eletrodomésticos tiveram alta de 12,2% no mês no Estado, o triplo do índice nacional. Em materiais de escritório (19,6%), a alta foi cinco vezes maior do que no país. Também em crescimento, o setor de materiais de construção (3,8%) segue a mesma tendência nacional. Por outro lado, segue a queda observada nos meses anteriores em relação a itens como combustíveis e lubrificantes, de -3,8%. Também houve redução neste setor no panorama brasileiro, mas menos acentuada.

O Panorama do Comércio aponta, ainda, a maior redução de inadimplentes no Rio Grande do Sul (-3,11%) em relação ao Brasil (-0,32%) neste período. O saldo de empregos no Estado em agosto foi positivo, de 10,4 mil vagas, somente no comércio, foram 2,4 mil vagas.

Foto: Ramiro Sanchez

29 de outubro de 2024/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2024/10/file-2024-10-29T165601.561.jpg 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2024-10-29 16:56:342024-10-29 16:56:34Comércio varejista segue na liderança da retomada gaúcha
DESTAQUES DO DIA

Frente Parlamentar do Comércio acolhe pedidos da Federação Varejista do RS

Diante do quadro calamitoso vivenciado pela população gaúcha, a Federação Varejista do RS tem reunido esforços para, em duas frentes, aplacar as perdas da população e dos estabelecimentos comerciais do Estado. Depois de se solidarizar com as vítimas das fortes chuvas que causaram destruição em quase todo Rio Grande do Sul, a partir da realização de campanhas de arrecadação de donativos, a entidade obteve uma vitória aos lojistas. A lista de reinvindicações para socorrer o setor gaúcho foi aceita pela Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS), que reúne membros da Câmara dos Deputados e do Senado.

Ao todo, são nove tópicos – veja lista abaixo – protocolados em ambas as casas legislativas pelos presidentes da FCS na Câmara, deputado federal Domingos Sávio, e no Senado, senador Efraim Filho. A lista havia sido apresentada à Frente Parlamentar ainda na semana passada, em reunião online com a presença também da Confederação Nacional de Dirigentes Lojista (CNDL). “As medidas são um conjunto de demandas, no nosso entendimento, cruciais para que façam a diferença na vida das pessoas, devolvendo a elas algum conforto e esperança. Todas elas se enquadram dentro de um quadro de urgência que requer respostas rápidas e contundentes do tamanho dessa crise sem precedente em nossa história”, diz o presidente da Federação, Ivonei Pioner.

Entre os pedidos, está a implementação de medidas excepcionais, aos moldes do que aconteceu durante a pandemia da covid-19. A intenção é criar um suporte para a manutenção do emprego e da renda. Outras ações, todas por um período de seis meses, incluem a prorrogação de vencimentos de tributos e a suspensão das ações de negativação e de protesto e de ações de cobranças administrativas.

Federação mobiliza campanhas

Movida pelo esforço associativo, a Federação Varejista do RS também está imersa em ações que possam apaziguar a situação de milhares de gaúchos. Uma delas é o movimento nacional Reergue RS. A entidade criou uma conta para receber doações via PIX a fim de buscar recursos junto ao Sistema CNDL e órgãos de fomento. Para quem quiser colaborar, a chave é doacao@federacaovarejista.com.br.

Outro movimento encampado pela Federação foi a mobilização de CDLs filiadas para arrecadar donativos às vítimas das enchentes, sendo assim também pontos de coleta.

O que foi protocolado

– Prorrogação de, no mínimo, 6 meses, dos vencimentos de tributos para os contribuintes organizarem suas finanças, e criação de linhas de crédito facilitadas para que as empresas possam se reestabelecer após esta crise;

– Suspensão, em 6 meses, das ações de negativação e de protesto: não serão enviados registros de inadimplência aos órgãos de proteção ao crédito, e não haverá realização de protesto extrajudicial para os contribuintes que não realizarem pagamento de tributos no período;

– Suspensão, por 6 meses, de ações de cobranças administrativas: suspensão das demais ações de cobrança administrativa e de encaminhamento de dívidas para execução fiscal, salvo risco de prescrição;

– Suspensão, por 3 meses, de prazos para recursos administrativos tributários;

– Priorização de atendimento de processos de compensação/restituições: para agilizar o suporte aos contribuintes, os processos de restituições serão priorizados.

– Implementação de medidas excepcionais aprovadas durante o período da pandemia relativa à Covid, como o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, aprovado por meio da Lei nº 14.020/2020;

– Aumento do número de agentes das Forças Armadas destacados para essa operação, bem como o envio de mais suprimentos, helicópteros, embarcações e viaturas.

– Divulgação intensiva do App Ajuda Sul, para que as empresas em situação emergencial possam contar com o apoio dos fornecedores prorrogando prazos de pagamento das mercadorias;

– Redução das alíquotas do IPI e do II a zero inclusive por ato direto do Poder Executivo Federal, como autoriza o art. 153, § 1º, da Constituição Federal, sem a necessidade de processo legislativo.

Foto: Divulgação

17 de maio de 2024/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2024/05/file-2.png 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2024-05-17 17:09:532024-05-17 17:09:53Frente Parlamentar do Comércio acolhe pedidos da Federação Varejista do RS
DESTAQUES DO DIA, GERAL, SEGURANÇA PÚBLICA

Federação Varejista do RS mobiliza CDLs do Estado para auxiliar vítimas das chuvas

Para ajudar a amenizar os efeitos da onda de destruição ocasionada pelas chuvas que vêm castigando diversas regiões do Rio Grande do Sul, a Federação Varejista do RS está mobilizada em uma campanha macro de arrecadação de donativos.

A intenção é mobilizar as CDLs de diversos municípios do estado em uma ação de solidariedade: as entidades estão sendo estimuladas a serem pontos de coleta de doações, incentivando seus associados e as comunidades a contribuírem com alimentos não perecíveis, colchões, itens de higiene e água. Os itens arrecadados serão repassados às autoridades competentes para posterior distribuição às regiões e parcelas da população com necessidades imediatas.

“Juntos, podemos trazer um pouco de conforto para quem mais precisa nesse momento. Toda contribuição pode fazer a diferença e, por isso, estamos engajados nessa sensibilização das entidades locais para que possamos reforçar a corrente positiva tão importante para auxiliar aos muitos que precisam de apoio”, destaca o presidente Ivonei Pioner. As CDLs dispostas a participar podem obter mais informações pelo WhatsApp (51) 99964-5186.

Foto: Divulgação

2 de maio de 2024/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2024/05/3c9fdc4802154c82966c57a31f282f3c.jpg 670 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2024-05-02 16:40:272024-05-02 16:40:27Federação Varejista do RS mobiliza CDLs do Estado para auxiliar vítimas das chuvas
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DESTAQUES DO DIA

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