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Mês dos Pais: Lesandra e Rogérioatribui o nascimento das crianças a fé em Deus

Lesandra e Rogério Dalla Costa: quatro filhos após tratamento com quimioterapia ao qual ela foi submetida, com previsão de possível infertilidade

Casal atribui o nascimento das crianças a fé em Deus, por interseção de Santo Antônio

“Quatro filhos e se Deus quiser mandar mais, serão bem-vindos”, afirma o empresário Rogério Dalla Costa, pai de Antonia, 8, Antonio, 6, Francisco, 3, e Fernando, 1. A sua esposa, a arquiteta Lesandra Dalla Costa, entusiasta da ideia, tem até o nome definido para o caso de engravidar de uma menina. Será Clara, em homenagem a Santa Clara. Lógico que Lesandra abriu mão de exercer sua profissão para cuidar dos filhos, com o apoio irrestrito de Rogério. Mas porque o casal vive esse modelo familiar numa época que muitas mulheres transferem a maternidade o máximo de tempo possível ou optam por pets. Rogério relata um pouco da história da família, marcada por superação e fé.

Dalla Costa Pais (2)

O que aprendestes com a paternidade?

Recém-nascidos não trazem consigo um manual de instruções. Se aprende a ser pai no convívio, no olhar atencioso a personalidade de cada filho, diferentes entre si. Também se aprende dando bons exemplos e repassando aos filhos os valores morais aprendidos com os nossos pais e a sociedade.

Como é a sua rotina de pai numa casa com quatro crianças?

É de auxílio a Lesandra na organização da rotina deles, que inclui horários para café, almoço, jantar e dormir. Todas as noites tem a festa do pijama na nossa casa…risos. Horários para ministrar medicações são dispostos em painel. O Fernando, de 1 ano, tem os irmãos mais velhos como professores particulares. O convívio entre eles é quase sempre pacífico, mas, cada uma tem suas particularidades que devem
ser observadas no dia a dia. Uma vez por semana, levamos as crianças para a missa, duas de cada vez. Com a Antonia e o Antonio é mais tranquilo. Já com Francisco e Fernando, temos que ser criativos. Em alguns santuários em que as missas são transmitidas por estações de rádios, como o de Nossa Senhora de Caravaggio, um de nós assiste na igreja, com os mais velhos e o outro, acompanha a transmissão no carro, com os pequenos.

Filhos geram gastos com saúde e educação, entre outros, até obterem independência financeira. Isso lhe preocupa?

A princípio, não. Muitos me perguntam como vou pagar faculdade para todos, mas isso agora não me preocupa. A atenção agora é voltada para a formação do caráter deles, através do repasse de valores morais e bons exemplos. Essa é a melhor herança que posso deixar para meus filhos. Meu pai, Alcides Dalla Costa (in memoriam) com quem tive o privilégio de trabalhar vários anos, me ensinou a ser uma pessoa honesta, que respeita seus semelhantes. Ele dizia que o exemplo vale mais que mil palavras, ditado que refletia seu comportamento. Seu Alcides era de falar pouco.

Vocês planejaram ter vários filhos?

Não. Começamos a namorar em 1996 e casamos em 2004, com Lesandra se preparando para colar grau em Arquitetura, pela Unisinos. Em junho de 2004, ela começou a ter dificuldades para evacuar e muita perda de sangue. Ao procurar auxílio médico o diagnóstico foi o pior possível: ela estava com câncer no intestino, em estágio avançado. O choque foi grande. Ela, aos prantos, dizia: isso não me pertence. Entre a cirurgia, no Hospital Tacchini, de Bento Gonçalves e tratamento no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, foi longo e penoso. Após a quimioterapia, tinha que ser feita a radioterapia. O médico consultado para a realização do procedimento ressaltou que a radioterapia iria resultar em falência ovariana imediata e irreversível. Ela entrou em desespero e ficamos de pensar sobre o que fazer.

Dalla Costa Pais (1)

Qual foi a alternativa?

Não tinha muito o que escolher. A radioterapia precisava ser feita. Mas poderíamos ouvir a opinião de outros médicos e logo lembramos de um, da equipe do Moinhos, que estava a par do caso por ter já ter atendido Lesandra. Contatado, ele falou sobre um novo equipamento para a quimiterapia, com menos danos ao organismo, que seria apresentado num congresso em Porto Alegre, por um colega brasileiro, residente nos Estados Unidos. O equipamento, acoplado ao corpo da pessoa, evita a baixa em hospital. Adquirimos e a utilização foi administrada pelo Tacchini. Deu certo, as células malignas terminaram de ser eliminadas. Mesmo com protocolos médicos que indicavam a realização da radioterapia, Lesandra e eu, iluminados por uma decisão divina, juntamente com a equipe médica, decidimos optar pelo tratamento sem radioterapia, somente quimioterapia.

E a questão da fertilidade?

Ouvimos, do médico que indicou o equipamento, o relato de outros casos em que esse tipo de diagnóstico foi inverossímil. Após a  quimioterapia Lesandra se direcionou para a maternidade. Queria engravidar. Desde a descoberta da doença, paralelo as andanças em consultórios e hospitais, começamos a frequentar retiros promovidos pela igreja católica, em busca de amparo espiritual. Em 2008, o padre Isidoro Bigolin, nos convidou para sermos festeiros da Festa de Santo Antônio. No início relutamos, mas acabamos aceitando através de uma passagem bíblia que foi palavra de deus para nós, nos fazendo tomar uma decisão. Isáias 45 que diz: “Irei Eu mesmo diante de ti, aplainando as montanhas e arrebentando sob atendes de bronze… dar-te-ei os tesouros enterrados e as riquezas escondidas para te mostrar que sou eu teu Deus, aquele que te chama pelo teu nome”. Deus nos fez uma promessa de nos dar tesouros e riquezas, mas não sabíamos quais… No decorrer da trezena descobrimos que Lesandra estava grávida, e era deste tesouro que Jesus falava. E nos Deus esta gravidez durante a festa para provar que cumpriu sua promessa: ”dar-te-ei os tesouros enterrados e as riquezas escondidas”. Veio a Antonia, depois o Antonio, mais o Francisco e o Fernando, todos de parto normal. Fé? Milagre? Não sabemos. Só sabemos que devemos essa alegria a Deus, que, se quiser, poderá contar conosco novamente para gerar mais fiéis, agradecidos a Ele pela vida.

 Dalla Costa - Crédito Cris Sartori e Duda Ferretti

Mês dos Pais: César Anderle “O maior legado que devemos deixar para nossos filhos são ensinamentos de valores morais”

“Os nascimentos de Mateus, em 8 de agosto de 2008 e o de Clara, em 23 de maio de 2012, reforçaram a minha fé em Deus e em sua sabedoria. A criação da vida é algo difícil de ser imaginada pelos seres humanos. Somente Deus tem a capacidade de fazer a natureza gerar vida e isso é quase incompreensível para a maioria das pessoas”, afirma o empresário César Anderle, casado com Simone Ribeiro Anderle. Ele relata um pouco de sua atuação como pai, norteada pela religiosidade, afeto e entronização de valores morais, a exemplo da forma que foi criado.

Anderle - Página Dia dos Pais (2)

O que mudou na sua vida com a paternidade?

A responsabilidade ficou evidente. Tenho que dar bons exemplos para o desenvolvimento do caráter dos meus filhos. Além disso, o  carinho que dispenso a eles cria elos fortes. Adoro apertá-los e fico feliz ao sentir e reciprocidade de ambos.
No meu entender, o beijo é sinal de respeito um pelo outro. Quanto aos sentimentos, penso que é fundamental expressá-los no olhar, nas palavras e nas atitudes. O afeto deve ser compartilhado. Por outro lado, sou firme nas cobranças, não volto atrás.

Como você concilia o tempo entre as atribuições da empresa e o papel de pai?

Fui criado observando o quanto meu pai trabalhava. Também trabalho bastante, provendo a família dos recursos materiais necessários para o seu dia a dia. Mas abençoo os meus filhos todos os dias ao sair de casa, mesmo eles estando dormindo, adoro abraçá-los e dar um beijo afetuoso quando os encontro, principalmente na testa, em sinal do respeito que tenho por eles. Procuro me policiar nas minhas atitudes por saber que o exemplo é o melhor professor para as crianças. Na medida do possível, converso com eles quando estão passando
dos limites em brincadeiras e atitudes próprias da fase inicial dos seres humanos.

Luiz Anderle, seu pai, deu exemplos positivos para você?

Decididamente sim, no trabalho, na dedicação à empresa, na honestidade, no respeito que tinha pela minha mãe e na paciência em suas ações. Ele procurava ver a vida de forma positiva e dizia seguidamente: “temos de ser otimistas”. Para ele, não tinha tempo ruim. Meu pai me ensinou a vivenciar a fé cristã por ordens e exemplos. Dificilmente perdia a missa das manhãs de domingo. Nos sábados à tarde ou nos domingos eu tinha de ir à missa. Às vezes ia, outras não… mas sempre saía de casa para ir e voltava com se tivesse ido (risos).
Ele era um homem de palavra. Se assumia o compromisso, cumpria, mesmo com prejuízo. Meu pai também me ensinou a ser grato. Para mim, é fundamental atingir o coração das pessoas. Quando aperto a mão de um cliente ou agradeço minha equipe, isso é sinal de gratidão. A afetividade aos meus pais demorou a ser expressa. Eu tinha 30 anos quando disse “eu te amo” para minha mãe. Para o meu pai, foi ainda mais tarde, na formatura de um curso de relações humanas. Não aprendemos com eles a expressar sentimentos. Aprendemos a ser
gratos.

Em relação aos seus filhos, você age como seu pai agia com você?

Sim, na firmeza, nos bons costumes, na responsabilidade ao assumir os compromissos. Procuro ser mais afetivo, busco mais diálogo, olhando nos olhos dos meus filhos, auxilio nas tarefas escolares e participo de momentos de brincadeiras conjuntas.

Você está criando seus filhos para andar com as próprias pernas pelo mundo na juventude e na fase adulta? De que forma?

Acredito que sim, pois tento fazer com que eles tenham opinião própria e que se sintam responsáveis pelas próprias atitudes. Procuro chamá-los para os afazeres domésticos, pois assim estou dando a eles oportunidade de serem responsáveis para o futuro, através de pequenas atitudes realizadas em casa e enquanto crianças.

Anderle - Página Dia dos Pais (3)

Atualmente, as crianças têm acesso a muitas facilidades. Na sua opinião, de que forma as atuais gerações podem se tornar mais resilientes?

Demasiadamente. As facilidades atuais de consumo tendem a anular a vontade de querer fazer o novo entre os que têm acesso muito fácil às novidades do mercado. As crianças não compreendem o outro lado de que tem que merecer para ter, ou seja, trabalho, responsabilidade e, após, merecimento. Se forem criadas com todas as suas vontades sendo atendidas, dificilmente serão resilientes.
A frustação será um impacto negativo logo ali na adolescência e poderá persistir na vida adulta, ainda mais que estamos em tempos de mudança constante e convivendo com diversos obstáculos impostos, tanto pela sociedade como pelo governo.

“Um pai nos dá o maior bem, que é o exemplo”

“O grande legado que recebi de meu pai foram os ensinamentos para ser um homem íntegro, que respeita as pessoas, que honra a palavra e que preserva as boas atitudes. Sei que somos seres em construção, mas um pai nos dá o seu maior bem, que é o seu exemplo. Não temos o direito de exigir que nossos pais sejam 100% em suas atitudes, mas é por meio deles que estamos aqui e essa gratidão é toda para eles. Bênção meu pai! Se eu puder passar aos meus filhos os valores que aprendi convivendo contigo, com certeza partirei realizado”.

 Anderle - Página Dia dos Pais (1)

Dia dos Pais alviazul

Histórias de incentivo de pais aos seus filhos atletas permeiam as categorias de base do Esportivo. Escolha pelo clube é demonstração de confiança no trabalho realizado

Muito mais do que apenas um esporte, o futebol, paixão nacional, é capaz de comover e integrar gerações, criando um elo único entre pais e filhos. Unidos pelo prazer do esporte, seja na condição de torcedores ou de atletas – eles desfrutam momentos marcantes de cumplicidade, motivados pelo amor a uma camiseta – como é o caso de Roberto Ostrzyzeck e Vitório Augusto Poletto Ostrzyzeck. Vitório está há dois na escolinha do Esportivo, mas joga futebol desde sete anos – sendo dois na base do Juventude, de Caxias do Sul. Diferentemente do filho, Roberto não é natural de Bento Gonçalves, mas jogou no alviazul nos anos 90. “Tenho um carinho especial pelo Esportivo. Um dos motivos pelos quais inscrevi o Vitório no clube é pelo projeto de reestruturação das categorias. Todo o trabalho que está sendo feito é excelente e, daqui uns anos, poderá colher ótimos frutos”, relata.

Roberto conta que, para o clube crescer, depende, além da diretoria, da dedicação dos jovens, o que sempre enfatiza ao filho. Com isso, o apoio dos pais também cumpre papel determinante, tanto para os jovens quanto para o próprio clube. “Um time forte depende da base. E quando os pais vão assistir aos jogos das categorias podem se engajar e também assistir aos jogos dos profissionais”, lembra. Para ele, a união dos pais pode render bons frutos para todos, pois tem muitos que jogaram no Esportivo e que possuem um vínculo até mesmo sentimental com a equipe.

Roberto Ostrzyzeck e Vitório Augusto Poletto Ostrzyzeck

Como pai, a satisfação é imensurável. “É uma sensação que todo o pai gostaria de ter. Fui atleta do clube e ver meu filho jogando é muito bom, vendo a pessoa que está se tornando, pelo o que o futebol e o Esportivo proporcionam. Sempre que posso acompanho e apoio”, relata.

Incentivo às bases

Pais que desejam compartilhar com os filhos a paixão pelo esporte – e todos os benefícios que sua prática proporciona – devem conhecer o trabalho de base do Clube Esportivo, atualmente, referência em Bento Gonçalves e região. Ali estão concentradas 150 crianças de 6 a 15 anos, que frequentam a escola do clube, e 30 jovens na categoria sub 17. Além de incentivar o talento futebolístico da garotada, o trabalho visa a formação de cidadãos íntegros e preparados para o convívio social. “Essa iniciativa logo começou a ser mais do que apenas futebol. O projeto entrou na vida desses meninos como uma oportunidade de adquirem senso de organização, de responsabilidade, de respeito e de comprometimento com algo maior. Em muitos casos, está ligado à esperança de que existem, sim, outros caminhos a seguir”, diz o presidente do clube, Anderson Zanella.

Como funcionam as categorias e suas rotinas

Quem pretende fazer parte das categorias de base do Esportivo precisa de disposição para encarar uma rotina regrada de treinamentos. Ao ingressar no projeto, os jovens são organizados conforme a idade em divisões que são do Sub 6 ao Sub 17. Logo passam a cumprir uma agenda de compromissos no clube, com treinos pelo menos duas vezes por semana, no Estádio da Montanha (na Av. Osvaldo Aranha). São cerca de cinco horas de atividade que ocorrem sempre no turno oposto ao das aulas – estar estudando é requisito indispensável para integrar o grupo. Essa regra contribui para estimular o desenvolvimento dos atletas na escola.  Os jogadores mirins têm uma agenda que valoriza o cumprimento de obrigações e responsabilidades, ajudando-os a se transformarem em cidadãos mais disciplinados. Uma das recompensas por esse esforço vem com a participação em competições locais e estaduais.

 O ingresso no clube

Os jovens interessados em participar da escolinha devem fazer a matrícula na secretaria do clube, acompanhados de pais ou responsáveis. O período da chamada “peneira”, onde são feitas seleções mais amplas para a categoria sub 17, é no início do mês de fevereiro de cada ano. Há uma série de documentos necessários para a inscrição, como atestado médico e de escolaridade, além do pagamento de uma taxa de inscrição e de mensalidade. Mais informações podem ser obtidas com o coordenador geral das categorias de base, Acácio Eggres, pelo e-mail[email protected] ou pelo fone (54) 3452-2165.

 Texto e foto: Exata Comunicação

Integração Indica: Dia dos Pais com estilo no Villa Michelon

Almoço em comemoração à data ocorre no domingo, 13 de agosto

_68A3262Para celebrar o Dia dos Pais, o Hotel Villa Michelon promove um almoço especial no Domingo, 13, em seu Restaurante Bela Vista, a partir das 12 horas.

O banquete, voltado a hóspedes e público em geral, conta com 19 variedades entre saladas, pratos quentes e frios e sobremesas. Um buffet pensado para agradar o paladar de pais e seus filhos, que poderão almoçar tendo como plano de fundo a fantástica paisagem do Vale dos Vinhedos.

As vagas são limitadas. Para informações e reserva, entre em contato pelo telefone (54) 2102.1800, mensagens de texto por WhatsApp: (54) 98112.5443 ou e-mail [email protected]

SALADAS

Salada Italiana
Salada de Salmão
Mista de Legumes
Caponata de Berinjela
Salada de Abacaxi com Peito de Peru
Caprese
Molhos: Vinagrete, Citronete de Limão, Remolado

FRIOS
Mini Panqueca de Alface, Copa e Figo
Quiche de Bacalhau
Carpaccio

QUENTES
Risoto de Funghi
Batata Noisete
Espaguete Caseiro na Manteiga
Tortéi na Manteiga
Involtine de Frango, Copa e Requeijão
Escalopes de Filé ao Molho de Vinho Molho de Queijo e Molho Bolognesa

SOBREMESAS
Salada de Frutas
Manjar de Coco com Calda de Ameixa
Pudim de Chocolate
Torta de Maracujá

 

Hotel Villa Michelon
VALE DOS VINHEDOS | BENTO GONÇALVES Fone (54) 2102.1800 WhatsApp (54) 98112.5443 [email protected]

Os Prazeres e os Amores à Mesa Um brinde ao Dia dos Pais

19030363_1595369353868535_7979082737838349679_nA terceira edição do evento Dall’Onder é Mais Saúde e Bem-estar, com Laura Medina, ocorre no próximo dia 12, a partir das 19 horas. O talkshow, intitulado “Os Prazeres e os Amores à Mesa – Um brinde ao Dia dos Pais”, nas dependências do Dall´Onder Grande Hotel será sobre vinhos, gastronomia e harmonização como fonte de prazer e saúde.

A jornalista Laura Medina guiará a roda de conversa com o cardiologista Dr. Jairo Monson, especialista em vinhos e com o enólogo Dirceu Scottá, da Vinícola Dal Pizzol. Os bailarinos Aline Todeschini e Rafael Antonio Borges, da escola Essenci Dança e Movimento, de Bento Gonçalves, também participam do evento. O jantar será assinado pelo chef Gustavo Bonfiglio, e contará com vinhos Dall Pizzol. A promoção conta com o apoio da Anselmi e da Vinícola Salton. Ingressos custam R$ 210 para casal e R$ 120 individual, incluso jantar harmonizado.

Cardápio

Couvert
Pães de legumes
Sticks integrais Grissinis
Pão Integral de cereais
Creme Labneh com zatar
Geleia de Pimenta
Queijos Casa da Ovelha
Pasta de berinjela defumada

Entrada
Abóbora assada
Brotos
Mix de folhosos
Crocante de Quinoa
Cenoura Vinagrete de flores

Buffet
Saltimbocca bovina
Robalo com crosta de ervas
Risoto de pesto com castanhas
Mini legumes glaçados
Creme de batata doce com cogumelos
Ravioli de abobrinha ao molho cítrico

Sobremesa
Fudge de iogurte e chocolate
Coulis de bergamota
Tuille de Menta
Crocante de amêndoas