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ECONOMIA

FEDERASUL prevê 2022 com otimismo moderado

Com um otimismo mais moderado para 2022, a FEDERASUL apresentou nesta quinta (16) seu balanço anual à imprensa e mostrou como vê os cenários do ano que vem. PIB brasileiro em 1,13% e do Rio Grande do Sul em 2,04%. No cenário econômico, o próximo ano vai oscilar mais por causa das eleições, com alterações bruscas evidenciadas pelas pesquisas eleitorais e pela elevada incerteza quanto às decisões e expectativas para o Brasil.
No fechamento de 2021, a inflação brasileira deve chegar aos 10,20% e o PIB em 4,81. NO Rio Grande do Sul, o PIB deverá fechar em  7,66%. Os cenários foram detalhados pelo vice-presidente e coordenador da Divisão Econômica da FEDERASUL, Fernando Marchet. Para ele, há uma baixa probabilidade de que as reformas estruturantes (tributária e administrativa), essenciais para sustentar o crescimento, avancem em 2022.
O  presidente da FEDERASUL, Anderson Trautman Cardoso, falou sobre o ano difícil na pandemia e lembrou que as instabilidades internacionais atuam sobre a economia brasileira destacando a alta da inflação mundial. Ele falou também sobre o cenário político de indefinições que dificultam o avanço econômico.
No cenário fiscal, Marchet enfatizou as dificuldades encontradas pelo Governo. Para ele, o cumprimento do teto de gastos está afetado pelas pressões dos programas sociais (Auxílio Brasil), pelo aumento do custo da dívida e pelos maiores gastos com precatórios. Estes fatores, disse Marchet “elevam o risco de que o Brasil perca o controle fiscal”.
A projeção da FEDEERASUL na taxa de juros é de alta moderada, informou Fernando Marchet. Ele disse que a meta Selic deve fechar este ano em 9,25% e no ano que vem 11,50%. Na taxa de câmbio, a previsão é de que se mantenha no mesmo patamar de 2021, em 5,50%.
Com relação ao emprego, a previsão feita pela entidade é de relativa recuperação para o ano que vem, como está acontecendo nesse ano. “O emprego formal deve superar o informal”, disse Marchet ressaltando que o setor de serviços, no Rio Grande do Sul, foi mais impactado e que continuará com alguma dificuldade no próximo ano.
A economia brasileira pode crescer com alguns condicionantes, disse Marchet. Entre eles as privatizações, as concessões, as reformas estruturais, o clima de segurança jurídica e a abertura econômica. Ele se referiu também às limitações para o crescimento citando os gargalos na infraestrutura, o não avanço das reformas, o período eleitoral, a taxa de juros e a inflação internacional além da escassez e falta de mão de obra qualificada.

Imagem: Divulgação

17 de dezembro de 2021/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/unnamed-4.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2021-12-17 17:53:532021-12-17 17:53:53FEDERASUL prevê 2022 com otimismo moderado
ECONOMIA

Lojas de artigos do lar lideram abertura de pontos em shopping centers no país

Levantamento realizado pela Geofusion, empresa de inteligência geográfica, aponta que o varejo que mais se expandiu nos shoppings do país foi o voltado para os artigos do lar, com aumento de 11,13% no número de lojas, em relação a 2020. A pesquisa leva em consideração unidades localizadas nos oito principais estados do país.

Também tiveram crescimento em total de pontos de venda os setores de conveniência e serviços (9,89%), cuidados pessoais (9,34%); artigos diversos (5,11%) e moda (1,76%). O mesmo estudo também mostra uma retração do segmento alimentação (-2,49%) e lazer e cultura (-0,68%).

– A reabertura do comércio físico ainda segue a lógica do período mais intenso da pandemia. O consumidor continua investindo na melhoria de sua residência, o que reflete no aumento de lojas desse segmento nos shoppings – avalia Susana Figoli, diretora de Inteligência de Mercado na Geofusion.

A pesquisa também traz um recorte dos estados. São Paulo segue a tendência nacional, com a maior abertura de lojas de artigos do lar (19,90%) e setor de alimentação com queda (-8,55%). No Rio de Janeiro, todos os setores registraram um aumento do número de pontos de vendas em shoppings: o maior foi do setor de cuidados pessoais (12,53%), e o menor, o de cultura e lazer (1,13%).

Na contramão dos demais estados, os shoppings de Minas Gerais tiveram mais abertura de lojas dedicadas à cultura e lazer (+15,09%), enquanto o segmento artigos do lar teve queda de lojas em funcionamento (-4,40%). No Distrito Federal, só o setor de cultura e lazer teve aumento do número de pontos de venda (13,16%), e o segmento de artigos diversos teve queda de -8,33% no número de lojas.

No Paraná, houve queda do número de lojas de todos os setores, com exceção de moda (3,39%) e cuidados pessoais (3,12%). Já o Ceará teve aumento de lojas de todos os setores, com crescimento substancial nas categorias artigos do lar (38,37%), lazer e cultura (33,33%) e conveniência e serviços (21,30%). A Bahia também teve alta em todos os segmentos, com destaque para artigos do lar (22,62%), conveniência e serviços (22,17%) e artigos diversos (14,46%).

Já no Amazonas, apenas o setor de cuidados pessoais registrou queda de 6,78% no número de lojas em shoppings. Por sua vez, os maiores crescimentos foram observados em artigos diversos (12,98%) e artigos do lar (12%).
Imagem: Tubo mar
17 de dezembro de 2021/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/download-1.jpg 672 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2021-12-17 16:58:062021-12-17 16:59:25Lojas de artigos do lar lideram abertura de pontos em shopping centers no país
ECONOMIA

Refinanciamento de dívidas dos pequenos negócios é aprovado na Câmara

O Sebrae comemorou a aprovação do Projeto de Lei Complementar 46/21, de autoria do senador Jorginho Mello (PL/SC), que institui o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (RELP), pela Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (16). Com isso, a proposta segue para sanção presidencial.

Entre as principais medidas propostas está a previsão do prazo de até 180 meses (15 anos), com descontos, para as micro e pequenas empresas pagarem suas dívidas tributárias e a possibilidade de parcelamento de percentual de entrada em 8 vezes, sem descontos, depois disso, e até o 37º mês, as prestações representarão um percentual do faturamento da empresa.  O projeto do RELP também prevê desconto gradual sobre o saldo remanescente, a depender do impacto no faturamento da empresa ou da inatividade, de até 90% de juros de mora e multas (a partir de 65%) e de até 100% de encargos legais e honorários advocatícios (a partir de 75%).

A empresa que não teve impacto no faturamento poderá usufruir do RELP. Os descontos serão aplicados em 65% sobre juros e multa e em 75% sobre encargos legais e honorários advocatícios. “O RELP poderá ajudar todos os empreendedores que passam dificuldades intensificadas com a crise do coronavírus. É uma medida que vai impactar milhões de pessoas que empreendem no país e precisam desse respiro para recomeçar”, comemorou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Segundo Melles, a proposta cria uma isonomia para os empreendedores, que terão os valores de desconto de redução de multas e juros proporcionais à queda de faturamento na pandemia.  Ele destaca que, após a sanção, os empresários brasileiros terão condições de regularizarem suas questões tributárias. “A regra vale mesmo para aquelas empresas que já tinham refinanciado suas pendências tributárias, pois as dívidas de tributos vencidas anteriormente, mesmo oriundas de parcelamentos anteriores serão abarcadas.”, ressalta o presidente do Sebrae.

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) será o responsável pela regulamentação do RELP.

Imagem: adiministradores.com

17 de dezembro de 2021/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/noticia_121970.jpg 672 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2021-12-17 15:08:342021-12-17 15:08:34Refinanciamento de dívidas dos pequenos negócios é aprovado na Câmara
ECONOMIA

PIB do RS cresce 12,2% de janeiro a setembro comparado com igual período de 2020

A economia do Rio Grande do Sul registrou queda de 3,5% no terceiro trimestre de 2021 em relação ao trimestre anterior. Quando comparado com o mesmo período do ano passado, no entanto, o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou alta de 4,2%. Os números do trimestre que vai de julho a setembro mostram que o Estado teve queda superior à do Brasil (-0,1%) na comparação com os três meses anteriores e melhor desempenho quando a referência é o mesmo período de 2020 (4,2% ante 4% do resultado nacional).

No acumulado do ano, de janeiro a setembro de 2021, a alta no PIB do Estado chega a 12,2%, enquanto no Brasil o crescimento é de 5,7%. Os resultados da economia gaúcha no terceiro trimestre foram divulgados nesta quinta-feira (16/12) pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG).

“Assim como a Agropecuária auxiliou o Estado no trimestre passado, a falta de expressividade desse setor no terceiro trimestre e a própria base alta do período anterior explicam a queda na margem. O ponto positivo é que tanto Indústria como Serviços seguem crescendo nessa base de comparação. Além disso, no acumulado do ano, a recuperação da safra mais do que compensa essa queda marginal, contribuindo para um resultado de 12,2%, que também reflete a recuperação da Indústria e dos Serviços no ano”, afirma a pesquisadora Vanessa Sulzbach, coordenadora da Divisão de Análise Econômica do DEE/SPGG.

Terceiro trimestre x segundo trimestre

Em relação aos três meses anteriores, a economia do RS apresentou queda de 10% na Agropecuária, enquanto a Indústria (+1,7%) e Serviços (+1,5%) registraram alta no período.

O desempenho do Estado ficou acima do nacional no segmento industrial (1,7% ante zero do país) e nos Serviços (1,5% ante 1,1%). A menor queda do Brasil, na Agropecuária, foi a principal diferença do trimestre (-10% contra -8%).

Na Indústria de Transformação, a mais representativa indústria do Rio Grande do Sul, a alta no Estado chegou a 0,2% nessa base de comparação, ante -1% no Brasil. Nos Serviços, a atividade do Comércio no Estado e no país registraram quedas semelhantes (-0,3% no RS e -0,4% no país).

Comparação com igual trimestre de 2020

Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a alta do PIB do RS ficou pouco acima da nacional (4,2% ante 4%). O Estado superou o desempenho do país nos três principais segmentos da economia: Agropecuária (+16% contra -9%), Indústria (3,1% contra 1,3%) e Serviços (6% ante 5,8%).

Na Indústria, os destaques positivos ficaram com a Indústria de Transformação (+3,9%), Construção (+8,8%) e Indústria extrativa (+5,9%) enquanto a atividade de Eletricidade e gás, Esgoto e limpeza urbana recuou 9,6%. Com maior peso no índice, a Indústria de Transformação teve resultado puxado pelas atividades de Máquinas e equipamentos (+24,5%), Couros e artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (+23,2%) e Metalurgia (+14,1%).

Em baixa ficaram os Produtos do fumo (-36,9%), Veículos automotores, reboques e carrocerias (-32,4%) e Produtos de borracha e de material plástico (-8,2%).

Nos Serviços, a alta de 6% esteve relacionada com as variações positivas do Comércio (7,6%), Transportes, armazenagem e correio (9,4%), Serviços de informação (10%) e Outros serviços (12%). Entre as atividades comerciais, tiveram os principais aumentos percentuais Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+41,5%), Tecidos, vestuário e calçados (+31,4%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (+21,7%). Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-15,1%), Móveis e eletrodomésticos (-9,5%) e Hipermercados e supermercados (-9,4%) registraram as principais quedas no Comércio.

Acumulado do ano

De janeiro a setembro a alta de 12,2% do PIB do RS na comparação com o mesmo período de 2020 é sustentada pelo crescimento da Agropecuária (+72,1%), seguida das altas da Indústria (+11,8%) e dos Serviços (+3,9%). Na taxa acumulada dos últimos quatro trimestres, o PIB do RS teve variação de 8,8% contra 3,9% do Brasil.

Imagem: IPED

17 de dezembro de 2021/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/importancia-pib-nacoes.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2021-12-17 14:52:452021-12-17 14:53:10PIB do RS cresce 12,2% de janeiro a setembro comparado com igual período de 2020
ECONOMIA

MEI Caminhoneiro é aprovado pelo Senado

O Senado Federal aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira (16), o Projeto de Lei Complementar 147/19, de autoria do senador Jorginho Mello (PL/SC) e elaborado em parceria com o Sebrae, que prevê a ampliação do teto de faturamento dos caminhoneiros para enquadramento na figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI). A proposta segue para sanção presidencial.

O Projeto cria a figura do MEI Caminhoneiro, vinculada ao Transportador Autônomo de Carga e com um limite de faturamento anual de R$ 251.600,00. Para isso, foi estipulada uma alíquota de 12% do salário-mínimo de contribuição para a Previdência Social. As outras categorias continuarão pagando 5%.

De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, essa é uma vitória que deve ser comemorada pois tem potencial para amparar mais de 800 mil caminhoneiros que rodam pelo país de forma autônoma. “A categoria tem muitas especificidades e é essencial para o funcionamento da economia. Ao elaborarmos essa proposta de limite diferenciado levamos em consideração o fato de que grande parte da receita desses empreendedores é consumida por necessidades elementares do serviço, tais como combustível, pneus, peças, pedágios, manutenções regulares, entre outros gastos”, ressaltou.

O PLP 147/2019 também inclui, no Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), um representante do Sebrae, um da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa do Ministério da Economia, e um representante das confederações do segmento de micro e pequenas empresas (Conampe e Comicro), sendo essa última vaga em esquema de rodízio.

Benefícios do MEI 

Por meio da contribuição, as novas categorias poderão ser asseguradas com direitos previdenciários, tais como aposentadoria por idade, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio-reclusão e pensão por morte. Além disso, ao se tornar MEI, os optantes passam a ter um CNPJ, emitir notas fiscais, ter acesso às linhas de crédito e financiamentos com condições especiais.

Imagem: Randon

16 de dezembro de 2021/0 Comentários/por dbwebsitesbg
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/modelos-de-caminhoes-economicos.jpg 671 1080 dbwebsitesbg https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png dbwebsitesbg2021-12-16 20:10:582021-12-16 20:10:58MEI Caminhoneiro é aprovado pelo Senado
ECONOMIA

Governo do Estado lança a plataforma Tudo Fácil Empresas

O Rio Grande do Sul deu mais um passo na direção da desburocratização e do fomento ao empreendedorismo. O governo do Estado lançou, nesta quarta-feira (15/12), no Palácio Piratini, o Tudo Fácil Empresas, uma plataforma que permite a abertura de empresas on-line, de forma gratuita e em apenas um acesso, com tempo máximo de 10 minutos. O modelo funciona para empresas individuais ou limitadas, de baixo risco ambiental, de incêndio ou sanitário, o que representa 70% do número de empreendimentos abertos em 2021 em Porto Alegre.

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O governador Eduardo Leite destacou a importância do trabalho com o município de Porto Alegre para que a iniciativa começasse pela capital. Em 2022, o serviço será expandido para os demais municípios. “Queremos que a revisão permanente da burocracia se torne uma política de Estado, que ultrapasse governos, porque a diminuição do custo gerado pela burocracia é um dos pilares da competitividade. Este portal que estamos lançando é um avanço neste caminho e é resultado de um trabalho de análise que, ao fim, permite que a vida do empreendedor e do cidadão seja facilitada. E é esse o nosso objetivo, simplificar para o cidadão, que é a razão de existir do serviço público”, afirmou o governador Leite.

O Tudo Fácil Empresas foi desenvolvido pelos integrantes do projeto DescomplicaRS, o braço executivo do Conselho Estadual de Desburocratização e Empreendedorismo (Cede). Presidente do Cede, o secretário de Planejamento, Governança e Gestão, Claudio Gastal, disse que iniciativas desse tipo, fruto do diálogo entre a sociedade e o poder público, “têm a capacidade de mobilizar os atores do processo com mais agilidade, promovendo um ambiente de negócios mais saudável para os empreendedores do Estado e ainda trazer mudanças muito positivas para as ações poder público”.

51749398605 06a9214b0f kConforme o secretário Gastal, iniciativas como o Tudo Fácil Empresas promovem “um ambiente de negócios mais saudável” – Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

No lançamento, foi realizada uma simulação de um processo de abertura de empresa pelo novo portal, que levou oito minutos. As 10 etapas realizadas no site antes levavam cerca de 10 dias para serem executadas, várias delas de forma presencial e em locais diferentes. Para chegar ao resultado ágil oferecido pela plataforma, foi necessária uma análise de todos os CNAEs (Classificação Nacional de Atividade Econômica) do ponto de vista de risco ambiental, de incêndio e sanitário.

“Por isso, a participação de órgãos como Fepam, Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros Militar foi indispensável nesta construção, por meio da análise das tabelas de risco”, explicou o coordenador do Projeto DescomplicaRS, Tomás Holmer.

A presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Marjorie Kauffmann, destacou o dever do órgão “de atuar de forma integrada para construir os avanços necessários, simplificando os processos e focando nossos esforços na qualificação do licenciamento e na promoção do equilíbrio entre o desenvolvimento e a preservação ambiental”.

A celeridade oferecida aos empreendedores de baixo risco também se reflete no processo de análise para a liberação de atividades mais complexas, porque diminui a carga dos órgãos e dos fiscais com as demandas mais simples.

51748764713 a552b45146 kPara Lauren Momback, presidente da JucisRS, o Tudo Fácil Empresas resolve problemas históricos que empreendedores enfrentam – Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Para a presidente da Junta Comercial, Industrial e Serviços do RS (JucisRS), Lauren Momback, “o Tudo Fácil Empresas deverá resolver dois grandes problemas que historicamente os empreendedores enfrentaram: o tempo elevado e o custo de abrir uma empresa”. A partir de agora, os custos de abrir uma empresa de baixo risco foram zerados, já que as taxas de abertura da JucisRS e do alvará de funcionamento, da prefeitura de Porto Alegre foram isentadas.

No hotsite www.tudofacilempresas.rs.gov.br são encontradas todas as informações sobre o funcionamento da plataforma e os serviços disponíveis no Portal do Empreendedor.

Também participaram do lançamento o presidente do Sebrae-RS, André Godoy, secretários de Estado, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, secretários municipais da capital e deputados estaduais.

Texto: Thamíris Mondin e Thaís D’Ávila/Ascom SPGG
Edição: Marcelo Flach/Secom

15 de dezembro de 2021/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/unnamed-1-2.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2021-12-15 16:31:402021-12-15 16:31:40Governo do Estado lança a plataforma Tudo Fácil Empresas
ECONOMIA

R$ 43,2 milhões foram transferidos aos cartões do Devolve ICMS

Depois de um ano de preparação, com cerca de mil pessoas envolvidas de diferentes órgãos, o Rio Grande do Sul chega à etapa mais importante do projeto Devolve ICMS. Nesta quarta-feira (15/12), R$ 43.214.600 da primeira parcela do programa foram transferidos para 432.150 cartões, uma operação inédita no Brasil para que famílias de baixa renda possam receber de volta parte do ICMS pago e fazer compras no comércio gaúcho a partir dessa data.

Do total de cartões, cerca de 245 mil já estão em mãos dos beneficiários e podem ser usados de forma imediata com a primeira parcela de R$ 100. Quem ainda não retirou o cartão pode fazê-lo pelos próximos seis meses, com os créditos acumulados.

“Temos uma experiência inovadora, com parte do tributo sendo devolvida aos contribuintes mais carentes de forma facilitada, sem necessidade de conta bancária, indo uma única vez retirar o cartão, pois todos os demais créditos serão automáticos. Toda a base do programa partiu do CadÚnico federal, numa operação viabilizada pelo Banrisul por meio do Banrisul Cartões e da Procergs”, informa o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

“Hoje é um dia histórico para o sistema tributário, não só do Estado, mas de todo o país. Muito mais importante que o valor monetário das devoluções é o que o Devolve ICMS representa em termos de justiça fiscal, já que será uma ferramenta permanente de redução ou eliminação do ICMS embutido no consumo das famílias de baixa renda”, afirma Giovanni Padilha, auditor fiscal da Receita Estadual, doutor em Economia Aplicada e coordenador técnico do projeto de Reforma Tributária do Estado.

“O governo do Estado teve uma posição ousada ao introduzir o chamado ICMS-P (ICMS personalizado), que é uma medida que está em linha com as melhores recomendações internacionais no que se refere à política de desoneração. Em vez de desonerar o produto, desoneramos as pessoas que mais precisam, tendo resultados mais efetivos na redução da regressividade do ICMS”, diz o doutor em Economia Sérgio Gobetti, assessor técnico da Sefaz.

Site exclusivo e call center para tirar dúvidas de beneficiários

O secretário da Fazenda, economista Marco Aurelio Cardoso, explica que a operacionalização do Devolve ICMS só foi possível pela contribuição e especialização de diferentes órgãos e profissionais. Além da aprovação pelos deputados em 2020, houve parceria com o Ministério da Cidadania, e foi preciso atuação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), do Tesouro do Estado e da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage) para efetuar os registros contábeis dessa operação que devolve parte da arrecadação.

“Tudo o que é novo, envolve muito estudo, dedicação e trabalho de diferentes áreas. Todos os que fizeram parte da história liderada pelo governador Eduardo Leite são testemunhas de que o Rio Grande do Sul implementou algo que sempre foi tido como ideal, porém nunca colocado em prática até então”, avalia o secretário, lembrando que o projeto também está no relatório de outubro de 2021 da PEC 110 de reforma tributária nacional ampla.

Para operacionalizar o programa, foi constituída uma equipe na Receita Estadual e foram organizados fluxos e processos com a Procergs e o Banrisul para que os créditos fossem feitos para todos os beneficiários do programa, independentemente de terem conta bancária ou pedirem CPF na nota fiscal.

Foram desenvolvidos sistemas operacionais e de comunicação, como site que obteve mais de 1 milhão de consultas, call center com 32 pontos simultâneos, que chegou a receber 4 mil chamadas em um único dia, além de apoio de diversas prefeituras e entidades que cederam suas sedes para a entrega dos cartões. As áreas de assistência social do Estado, de municípios, da Federação das Associações de Municípios (Famurs) e as equipes de relacionamento com os municípios e Educação Fiscal da Receita Estadual também tiveram grande contribuição, tendo capacitado cerca de 1,4 mil pessoas desde novembro sobre o Devolve ICMS.

Em Porto Alegre, a entrega dos cartões contou com o apoio do Sport Clube Internacional, que cedeu o ginásio Gigantinho, e, agora, da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), onde o Banrisul segue entregando os cartões, informa André Perini, da área de Governo do banco.

“Em todo o interior, gerentes, atendentes, pessoal de limpeza e segurança estiveram presentes para a entrega dos cartões desde o dia 16 de novembro e seguirão atuando para que cheguem aos beneficiários. Foi um grande desafio planejar e executar esse que certamente é um dos maiores programas do banco e a maior quantidade de cartões já impressos pela Banrisul Cartões”, acrescenta.

Entrega de cartões segue nos próximos meses

Pessoas inscritas no CadÚnico que recebem o Bolsa Família ou que tenham dependentes na rede estadual do Ensino Médio podem seguir retirando o Cartão Cidadão até seis meses a contar de 16 de novembro e iniciar imediatamente a utilização já com valores creditados.

O usuário precisa portar documento com foto e com número de CPF, além de estar usando máscara. Para receber o cartão, não é preciso ter conta bancária. A ida ao local indicado pelo Banrisul é feita uma única vez apenas para a retirada do cartão pelo titular. Os créditos começam a ser feitos de forma automática a partir de desta quarta (15/12), quando podem ser utilizados em cerca de 140 mil estabelecimentos como supermercados, padarias, entre outros da rede Vero, do Banrisul.

Imagem: Divulgação

15 de dezembro de 2021/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/12/unnamed-3.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2021-12-15 16:12:202021-12-15 16:12:20R$ 43,2 milhões foram transferidos aos cartões do Devolve ICMS
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