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Cultura e Entretenimento

Luciana de Gnone lança quarto suspense policial em momento de alta na venda de livros

Uma série de assassinatos interligados apenas por sequências numéricas gravadas em folhas secas. Esta é a premissa de Evidência 7: Segredo Codificado, nova obra da autora brasileira de thrillers policiais Luciana de Gnone. Ambientada no Rio de Janeiro, a trama cativa a atenção do leitor por ir além de uma investigação criminal ao lançar luz sobre temas como relacionamentos abusivos, novas dinâmicas familiares e os limites da moral e ética.

Evidência 7 segue os passos de Val Ricci, inspetora da Polícia Civil do Rio de Janeiro, enquanto corre contra o tempo para descobrir a identidade de um criminoso, intitulado “Ele”, que utiliza diferentes métodos para matar as vítimas. Sem um modus operandi padrão, sobram poucas pistas para guiar as investigações. A forte protagonista, porém, não desanima em sua busca por respostas.

Quarto romance policial de Luciana de Gnone, o livro retrata ainda o relacionamento difícil de Val com a filha rebelde, que a culpa pela separação dos pais. O apoio à mãe doente, internada em uma clínica em Petrópolis, também exige a atenção da inspetora. Com a rotina atribulada, ela precisa equilibrar as responsabilidades profissionais e os problemas familiares.

Ao longo das páginas, o leitor encontrará passagens que contam a trajetória de vida do assassino. Estes trechos propiciam um mergulho na mente do criminoso e abrem espaço para a compreensão dos acontecimentos que o colocaram neste caminho sem volta. Uma oportunidade única para vislumbrar a psique sombria e complexa de um homicida.

Interativa, a obra conta com uma playlist musical elaborada minunciosamente para ambientar a leitura e criar uma imersão completa na história. Por meio de um QR Code, o leitor tem acesso a uma expansão do universo criado em Evidência 7 e pode mergulhar nas experiências da protagonista durante a juventude.

Luciana de Gnone é autora dos livros da Saga de Betina Zetser e escreveu a série policial Crimes em Copacabana. A novidade já está disponível nas principais plataformas virtuais.

Ficha técnica

Livro: Evidência 7: Segredo Codificado
Autor: Luciana de Gnone
Editora: Casa do Escritor
ISBN/ASIN: 978-65-00-33425-8
Páginas: 316
Formato: 14×21
Categoria: Ficção policial e de mistério
Preço: R$ 43,60
Link de venda: https://bit.ly/ebook_evidência7

Sinopse: Quando Val Ricci, inspetora da Polícia Civil, é chamada para atender um caso de homicídio em um motel na Barra da Tijuca, não desconfia que aquele não será apenas mais um assassinato na violenta capital fluminense. No local, uma pista incomum é coletada pela perícia: uma folha de árvore seca marcada com a sequência numérica 1178. À frente do caso mais enigmático dos seus vinte anos de carreira, Val inicia uma incessante caça para desvendar a autoria dos crimes e os motivos do assassino. Enquanto isso, precisa conviver com a indiferença da filha adolescente, os cuidados à mãe doente e um novo sentimento, despertado ao conhecer Arthur Vianna, agente literário de um escritor best-seller. Evidência 7: Segredo Codificado é um romance policial dinâmico, carregado de paixões, suspense, ação e, sobretudo, um segredo escandaloso.

Sobre a autora: Luciana de Gnone é natural de Brasília, formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Marketing. Em janeiro de 2009, embarcou em uma aventura familiar emocionante e por doze anos viveu em diferentes países, como Cazaquistão, Colômbia, México e Costa Rica. Iniciou sua carreira de romancista em 2014, quando publicou “Súplica em Olhos Mortos”, o primeiro livro da trilogia policial da “Saga de Betina Zetser”, traduzido também para o espanhol. Em abril de 2020, a autora publicou Vestígios, o segundo livro da série, e, em dezembro do mesmo ano, Delito Latente, finalizando a trilogia. Em abril de 2021, em parceria com quatro autoras, publicou o livro “Te odeio, mãe! Com todo meu amor”, contribuindo com o conto intitulado “Aí tem treta”. Luciana de Gnone também é autora da série policial “Crimes em Copacabana”, disponível para leitura gratuita na plataforma Wattpad. Participou ainda de duas antologias, sendo uma delas publicada no México. Casada desde 1999, é mãe de dois rapazes.

Imagem: Divulgação

17 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/unnamed-28.jpg 673 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-17 15:16:562022-01-17 15:16:56Luciana de Gnone lança quarto suspense policial em momento de alta na venda de livros
Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA

Rap Festival seleciona artistas e poetas de Bento para coletânea

Salve Cultura Hip Hop de Bento Gonçalves! Tá na área o Rap Festival, um festival competitivo de música rap e poesia slam autorais e inéditos. A função vai rolar domingo, dia 23 de janeiro, na Fundação Casa das Artes. Jurados de renome nacional tais como Nego Max, Cristal, Nitro Di e DJ Gio Marx vão selecionar seis músicas e duas poesias para integrar uma coletânea a ser gravada em CD, que será distribuído gratuitamente. Também serão realizados dois shows de lançamento do projeto contando com a apresentação de todos os selecionados. E, de quebra, será produzido um videoclipe com os artistas, que ainda estarão reunidos numa faixa bônus disco. O projeto é feito com recursos do Fundo Municipal de Cultura de Bento Gonçalves.

O Rap Festival surge para afirmar o promissor e duradouro ambiente da música no município, apostando o também no forte e crescente estilo musical do rap e suas vertentes. A nova cena é feita de artistas que produzem e divulgam seus trabalhos em plataformas digitais e, semanalmente, mais de 200 pessoas acompanham batalhas de Mc’s em praçasdacidade. Para contribuir com esse contexto, o Rap Festival pretende fazer um registro profissional e inédito, destacando novos artistas, difundindo sua arte com a distribuição de 400 CDs.

A realização do festival também impactará economicamente na cadeia artística e cultural, pois além dos MCS e Slammers, o projeto mobilizará profissionais de gravação, mixagem, masterização, beatmakers, captação e edição de vídeo, além de empresas de sonorização, iluminação e hospedagem. Rodas de conversas e bate papos com os jurados também serão momentos de formação e fortalecimento da Cultura Hip Hop na cidade.

Vale ainda destacar a realização do videoclipe, que também contribui para a divulgação dos artistas selecionados pelo Rap Festival, como um recurso distribuição e postagens em redes sociais. Esse material será assinado pela Ancora Produções, responsável pelo documentário Nem Eu Sei Tudo, premiado no Docs Without Borders Film, nos Estados Unidos.

O projeto também prevê duas apresentações dos músicos selecionados em locais públicos. Uma dessas apresentações será na Praça VicoBarbieri e outra na Praça Padre Rui Bozza, no Vila Nova 2. A ideia é levar ações culturais tanto em locais centrais, com fácil e ampla circulação, como a um bairro periférico do município, chegando a um público que muitas vezes não tem acesso a programação cultural.

Imagem: Divulgação

17 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/DJGio@.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-17 14:48:232022-01-17 14:48:23Rap Festival seleciona artistas e poetas de Bento para coletânea
Cultura e Entretenimento

“Somos todos seres humanos incompletos e imperfeitos”, diz escritor LGBTQIA+

Saulo Sisnando levanta a bandeira de que o amor é único e universal

“Reconhecer-se com as dores e sonhos do Bernardo e do Enrico não transforma o leitor em LGBT, apenas mostra que, no final de tudo, somos todos seres humanos incompletos e imperfeitos, em busca da felicidade”. É assim que o escritor e roteirista premiado Saulo Sisnando define sua obra. O autor de Terra das Paixões, livro de estreia da série Infinita Coleção, defende que o amor é único e universal.

Embora a literatura LGBT tenha destaque nos últimos anos, o autor acredita que o protagonismo gay pode e deve estar à frente de mais gêneros literários. “Uma parte de mim gosta de ser classificado como “escritor queer”, mas protagonistas LGBT podem estar à frente de fantasias, histórias de terror, dramas, fanfics, romances. Quando escrevo, por exemplo, “Terra de Paixões” sigo os moldes de qualquer romance romântico, mas, por acaso, o amor é entre dois homens”, finaliza.

 

Por que você decidiu entre tantos gêneros escrever literatura queer?

O primeiro leitor de um livro é o próprio autor. Não sou um escritor que escreve para agradar os outros ou para ganhar prêmios. Sempre escrevo o livro que eu gostaria de ler e torço para que, como eu, existam outros leitores compartilhando o mesmo desejo de leitura. Sendo assim, como homem gay, é natural escrever algo que me represente, que reflita a minha verdade, as minhas vivências, os meus sonhos. Cresci sonhando em ler histórias de amor entre homens, romances intensos, com fortes protagonistas. Então, após mais de 20 anos escrevendo para teatro e, naquela mídia, também discutindo o amor entre homens, me senti pronto para publicar meu primeiro romance.

 

Teve algum escritor ou escritora como inspiração?

Eu cresci lendo escritores best-sellers como Sidney Sheldon, Janet Dailey, Danielle Steel, Barbara Cartland. Com o passar dos anos fui me aproximando de outros autores considerados mais eruditos, autores que temos mais “orgulho” de citar. Porém, durante tessitura de todos os meus textos ao longo de mais de 20 anos, tenho percebido a influência muito maior dos autores que me fizeram amar a literatura: os grandes autores de best-sellers. Além destes, talvez o maior produto artístico brasileiro sejam as telenovelas. O folhetim faz parte da essência do nosso povo, portanto é natural que, em meus romances românticos, eu encontre referências nos folhetins televisivos, e em seus maiores autores, Janet Clair, Gilberto Braga e Gloria Perez.

 

Você é um premiado roteirista de teatro, a transição para escrever livros foi uma consequência?

A principal diferença entre a dramaturgia e a literatura é o fato de o romance conseguir se encerrar em si mesmo. Embora seja inteiramente possível ler uma peça de teatro, seu auge é ser apresentado em um palco, movimentando uma longa rede de profissionais, em especial, os atores. No romance, por outro lado, a ação transcorre totalmente na imaginação do leitor. Ao acompanhar a história de um romance, o leitor sempre terá os melhores atores em cada papel, os melhores cenários. Em um romance não há limitações de qualquer tipo, o leitor sempre lê o livro como se fosse o maior e mais caro espetáculo da Broadway.

 

Como surgiu a inspiração para criar a Infinita Coleção?

É uma homenagem a uma das mais emblemáticas autoras românticas do século XX: Barbara Cartland. Ao longo de sua prolífica carreira, a escritora inglesa escreveu mais de 700 livros e todos fazem parte de uma coleção romântica chamada “Eterna Coleção”. Durante os anos 80 e 90, os romances históricos da Eterna Coleção de Barbara Cartland eram vendidos em bancas de revista com grande sucesso. A minha “Infinita Coleção”, nesse viés, pretende revisitar grandes temas românticos, dentre eles as tramas de Natal, os romances históricos, mas desta vez com total protagonismo LGBT.

 

Já está escrevendo o próximo livro da série?

Sim, em 2022 sairão dois novos volumes da Infinita Coleção, são eles, “Baile de Máscaras”, um romance com irmãos gêmeos e troca de identidade e, “O tempo de Amar”, que transitará pelo universo das comédias românticas natalinas.

 

Será uma continuação ou outras histórias com outros personagens?

Não descarto totalmente a ideia de escrever continuações ou spin-offs, porém a ideia da Infinita Coleção é entregar ao público 10 romances LGBT inspirados no universo dos livros de Banca, como Sabrina, Bianca, Julia.

 

Você escreveu essa obra pensando em um público mais maduro e que não se via representado em romances de bancas LGBT?

Atualmente a literatura brasileira e mundial está se permitindo protagonistas LGBT e isso é uma conquista fabulosa. No entanto, eu sempre me deparava com romances adolescentes ou voltados para os jovens adultos e romances mais quentes e sensuais. Eu sentia falta de um grande romance como Pássaros Feridos, Casablanca, As Pontes de Madison, Lendas da Paixão, etc., que não são sobre a descoberta e o despertar da sexualidade, não são sobre primeiros amores, mas histórias sobre pessoas formadas, adultas. Tramas nas quais o sexo não é o objetivo, mas uma etapa da felicidade. Por isso tive a ideia de tentar fechar essa lacuna e dar histórias açucaradas e muito românticas para um público mais maduro.

 

Quais são os desafios de ser escritor LBGT no Brasil?

Meu maior desafio é fazer o leitor entender e sentir que o amor entre dois homens não é “amor-gay”, mas apenas “amor”. O mercado editorial desde sempre gosta de rotular as obras e definir os possíveis leitores: esse livro é para mulheres, esse outro é para homens. Pouquíssimas vezes nós tivemos livros destinados aos LGBT, sempre tentávamos encontrar em histórias heteronormativas, camadas que falassem conosco. Hoje nós temos livros LGBT, escritos por escritores LGBT, para o público LGBT e é bom demais ter essa representatividade. Porém eu sonho ainda com o tempo em que heterossexuais consigam transpor a orientação sexual dos protagonistas e entendam que são histórias de pessoas fortes, às vezes felizes, às vezes tristes, que trabalham, pagam as contas, entram no tinder, assistem netflix, saem para conversar com amigos. Terra de Paixões é uma história romântica sobre uma paixão avassaladora que, por acaso, possui dois homens como protagonistas. Reconhecer-se com as dores e sonhos do Bernardo e do Enrico não transforma o leitor em LGBT, apenas mostra que, no final de tudo, somos todos seres humanos incompletos e imperfeitos, em busca da felicidade.

Sobre o autor: escritor premiado de diversas peças de teatro, Saulo Sisnando constrói histórias engraçadas e românticas com total protagonismo gay. Atualmente, mora em Belém do Pará com seus milhares de cachorros. Fã de livros de banca, Terra de Paixões é o seu primeiro romance para a Infinita Coleção.

11 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/eeeeeeee.jpg 1436 2316 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-11 16:41:352022-01-11 16:41:35“Somos todos seres humanos incompletos e imperfeitos”, diz escritor LGBTQIA+
Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA, ESPORTES

Praça CEU: local é centro de referência cultural e esportiva

Além de jogos e livros oferecidos pela biblioteca do espaço, quadra esportiva e serviços do CRAS I, local está sediando duas oficinas nos meses de janeiro e fevereiro

A Praça CEU é um dos equipamentos culturais de Bento Gonçalves que oferece durante todo o ano diversas atrações e atividades para todas as idades. Localizada na Rua Calisto Orestes Sgnazerla, 70, bairro Ouro Verde, ela conta com espaços para a fruição da cultura, do esporte e de serviços de assistência social como o CRAS I.  E nos meses de férias escolares é ponto de encontro de crianças e adolescentes.

O local possui biblioteca com diversos títulos de literatura nacional, internacional, poesia, infantis, históricos, entre outros gêneros e temas, bem como, de jogos de damas e xadrez em que os usuários podem usufruir.

Da mesma forma, pode-se frequentar o Telecentro para pesquisar e utilizar a internet. Na área desportiva, há um parquinho com brinquedos e uma quadra onde pode-se solicitar a bola para formar times e jogar. Inclusive o lugar sediou e sedia oficinas de diferentes segmentos.

De acordo com o coordenador Clóvis Prates, “a Praça CEU tem esse caráter plural que está disponível para a comunidade de Bento Gonçalves e possui uma boa circulação de atividades. Por exemplo, neste mês de janeiro e fevereiro, que são as férias da garotada, estamos oferecendo duas oficinas: uma de Judô e outra de Teatro”.

A de Judô ocorre de segunda a sexta-feira, na parte da manhã e da tarde. As aulas são ministradas por Fábio Ruffoni para alunos a partir dos 07 anos e as matrículas são gratuitas que podem ser efetuadas por meio do telefone (54) 3452.0003.

Nas quartas-feiras ocorre a Oficina Livre de Teatro para duas turmas, dos 8 aos 11 anos e 12 anos em diante. Ministradas pela diretora e atriz Nina Picoli, as aulas tem o foco principal de proporcionar um espaço de experimentação e contato com o fazer teatral, abordando os seus aspectos básicos. Também as matrículas são gratuitas.

Clóvis coloca que o local é uma realidade conquistada. “A Praça CEU atende às necessidades e ao bem-estar de quem a frequenta. Por isso estamos sempre cuidando dela, de sua estrutura física, bem como, buscando atividades recreativas, lúdicas e artísticas para oferecer para a comunidade”.

 

Oficina de Judô

Quando: de segunda a sexta-feira

Horário: manhã e tarde

Professor: Fábio Ruffoni

Contato: (54) 3452.0003, com Clóvis Prates

Valor: gratuito

 

Oficina Livre de Teatro

Quando: às quartas-feiras

Horário: Turma I – 15h30 às 17h (8-11 anos); Turma II – 19h às 20h30 (12 anos em diante)

Onde: Praça CEU

Contato para entrevistas: (54) 9.9662.5980, com Nina Picoli

Valor: Gratuito

 

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Foto: Divulgação/Praça CEU

11 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Praca-CEU.jpg 720 1280 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-11 14:36:342022-01-11 14:36:34Praça CEU: local é centro de referência cultural e esportiva
Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA

Bento vivencia o seu primeiro Rap Festival

Contemplado pelo Fundo Municipal de Cultura, projeto vai selecionar artistas e poetas de Bento para coletânea

Bento Gonçalves já possui uma comunidade hip hop estabelecida e atuante de projeção estadual, nacional e internacional que promove, cria, difunde, produz e acessebiliza a cultura urbana realizada pelos seus artistas. E em 2022 não vai ser diferente. Nesta semana a comunidade do Eucaliptos recebe a Kebrada Graffiti, e no dia 23 de janeiro será a vez do Rap Festival.

Contemplado pelo Fundo Municipal de Cultural, o projeto é um festival competitivo de música rap e poesia slam autorais e inéditos e traz jurados de renome nacional tais como Nego Max, Cristal, Nitro Di e DJ Gio Marx que vão selecionar seis músicas e duas poesias para integrar uma coletânea a ser gravada em CD, que será distribuído gratuitamente.

De acordo com o produtor cultural, Pedro Festa, “a nova cena é feita de artistas que produzem e divulgam seus trabalhos em plataformas digitais e, semanalmente, mais de 200 pessoas acompanham batalhas de Mc’s em praças da cidade. Para contribuir com esse contexto, o Rap Festival pretende fazer um registro profissional e inédito, destacando novos artistas, difundindo sua arte com a distribuição de CDs”.

O Festival vai contar com rodas de conversas e bate papos com os jurados, produção de um videoclipe a ser realizado pela Âncora Produções, a mesma que fez o documentário “Nem eu sei tudo”, premiado no Docs Without Borders Film, nos Estados Unidos. Ainda, haverá duas apresentações dos músicos selecionados em locais públicos. Uma dessas apresentações será na Praça Vico Barbieri e outra na Praça Padre Rui Bozza, no bairro Vila Nova II.

Evandro Soares, secretário de Cultura e presidente da Fundação Casa das Artes, coloca que “o Rap Festival vem ampliar e possibilitar a troca entre os artistas da cultura urbana, além de dar cada vez mais visibilidade para os aspectos e formas de representações da mesma”.

 

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Foto: Divulgação/Projeto Rap Festival/Um dos jurados do Festival Rap: Nego Max

10 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/wwww.jpg 310 500 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-10 15:56:062022-01-10 15:56:06Bento vivencia o seu primeiro Rap Festival
Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA

Kebrada Graffiti colore bairro de Bento Gonçalves e registra seus moradores

Ação de 14 a 16/01 prevê encontro com graffiti e produção de exposição fotográfica

Qual a reação do público diante de um graffiti? Parte das respostas a esta pergunta estará numa exposição fotográfica que integra o projeto Kebrada Graffiti, que prevê a criação de graffitis no bairro Eucaliptos, de Bento Gonçalves, com o registro fotográfico da interação do público com esta manifestação da Cultura Hip Hop. Esse material estará numa exposição fotográfica com registros da fotógrafa Bruna Ferreira, que será mostrada aos moradores do bairro e, posteriormente, vai circular por diferentes espaços culturais. O encontro que dá partida a estas ações acontece de 14 a 16 de janeiro, durante todo dia, em diversos locais do bairro. O projeto é feito com recursos do Fundo Municipal de Cultura de Bento Gonçalves.

Concebido pela Nest Support, o Kebrada Graffiti contará com a participação do grafiteiro Wagner Wagz e sonorização do DJ Zion. Além de abrir espaço para o processo de criação artística, o encontro também visa proporcionar uma interação com uma comunidade periférica da cidade, produzindo outras referências de imagens para além dos tradicionais retratos ancorados nas belezas locais e na herança e tradição da colonização italiana na Serra.

O Bairro Eucaliptos está localizado numa região periférica, na Zona Leste de Bento Gonçalves, e tem registros de altos índices de violência, estando sua população muitas vezes à margem das inúmeras atividades culturais que ocorrem no município. Assim, o Kebrada Graffiti surge também como uma proposta de interação cultural e promoção de autoestima dos moradores dessa região – que serão protagonistas das fotografias – , afirmando também os princípios de interação social e cidadania através da arte e da Cultura Hip Hop.

O encontro também vai oferecer gratuitamente duas oficinas básicas de graffiti. Uma delas será destinada à comuniadade em geral e outra para artistas iniciantes na técnica. Na oficina voltada para a comunidade, os alunos farão um graffiti coletivo, em conjunto com o oficineiro, tendo assim um maior vínculo com o  projeto. Essa oficina também será fotografada e poderá fazer parte da exposição.

Para o encontro de graffiti serão selecionados 10 artistas através de uma curadoria. Eles produzirão graffitis em locais previamente definidos e autorizados pelos moradores e  também estarão em contato com a comunidade do bairro. A iniciativa segue os moldes do  Meeting Of Favela, o maior e mais democrático encontro de graffiti do mundo que há 13 anos ocorre em favelas do Rio de Janeiro. Também é referência para esta interveção de arte urbana a estética e as cores do famoso e turístico Caminito, no bairro La Boca, em Bueno s Aires.

Autora das 20 fotografias que estarão na exposição, Bruna Ferreira já assinou uma exposição em 2017 com fotos sobre a cultura urbana e também é autora do livro Nossa Casa Cypher Vico, com a temática semelhante, que teve lançamento e palestras por todo o Brasil, além de países vizinhos. As exposições também deverão acontecer na Casa das Artes e Galeria do Sesc de Bento Gonçalves, levando imagens da periferia da cidade para a região central, ocupando também importantes espaços culturais.

Durante o Kebrada Graffiti ainda serão realizadas diversas ações com preocupações ecológicas e ambientais. Uma  delas é a distribuição de 100 mudas de plantas preferencialmente nativas de porte pequeno e PANCS (Plantas Alimentícias Não Convencionais) plantadas caixas de leite, que ganharão pintura de stencil com o logo do evento.

10 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/w.jpg 1026 1655 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-10 15:34:032022-01-10 15:34:03Kebrada Graffiti colore bairro de Bento Gonçalves e registra seus moradores
Cultura e Entretenimento, DESTAQUES DO DIA

Praça CEU conta com Oficina Livre de Teatro gratuita

Aulas são às quartas-feiras e são ministradas pela diretora e atriz Nina Picoli

Desde novembro de 2021, a Praça CEU passou a contar com a Oficina Livre de Teatro para duas turmas, dos 8 aos 11 anos e 12 anos em diante. Ministradas pela diretora e atriz Nina Picoli, as aulas tem o foco principal de proporcionar um espaço de experimentação e contato com o fazer teatral, abordando os seus aspectos básicos.

De acordo com Nina, não há a necessidade de pré-requisito e destaca que as aulas possuem um caráter despretensioso: “As oficinas não tem a pretensão de formar atores, atrizes, Mas sim que sugerir esse universo como possibilidade fértil, de feitura e apreciação”.

Nina Picoli é atriz, diretora, performer, pesquisadora e professora de Teatro. Está Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS. É integrante do COLETIVO ERRÁTICA e do Grupo de pesquisa FRESTA, investigação em artes da cena, festividades e política.

É professora de Teatro na Fundação Municipal de Artes de Montenegro (FUNDARTE). Ganhadora do Prêmio Açorianos de Teatro em 2019, na categoria Melhor Atriz Coadjuvante. Desde 2015 segue pesquisa continuada sobre a máscara da Bufona, buscando fortalecer a rede de mulheres pesquisadoras de bufonaria, pensando paródia, humor, relações de gênero e crítica social.

 

Oficina Livre de Teatro

Quando: às quartas-feiras

Horário: Turma I – 15h30 às 17h (8-11 anos); Turma II – 19h às 20h30 (12 anos em diante)

Onde: Praça CEU

Contato para entrevistas: (54) 9.9662.5980, com Nina Picoli

Valor: Gratuito

 

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

Foto: Nina Picoli

7 de janeiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/01/qqqq.jpg 367 591 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-01-07 14:13:422022-01-07 14:13:42Praça CEU conta com Oficina Livre de Teatro gratuita
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DESTAQUES DO DIA

Um dia para comunidade e turistas viverem o Vale dos Vinhedos ao ar livre
Cooperativa Vinícola Aurora lança vinho histórico em celebração aos 95 anos
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