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Ferrovia terá noite temática com o evento La Mafia Burlesque neste sábado

A programação do pub é publicada semanalmente no site e nas redes sociais do Jornal Integração da Serra

Depois do Sucesso do show da banda Rosa Tatooada no último sábado,  o Ferrovia  inicia a programação desta semana com a Quinta Bandida. Em homenagem ao mês da mulher, a casa segue com a promoção de dose dupla de espumante Moscatel  da Salton das 20 horas a meia noite  exclusivo para as mulheres. Para todos, também tem dose dupla de cerveja artesanal das 20 horas até a meia noite, com várias marcas regionais e opções para apreciar. O cardápio do Ferrovia também foi renovado e uma série de delícias são oferecidas no Happy Hour do pub.

Sexta feira é noite de ROCK Gaúcho Unplugged!

Alex Reck e Marcio Moraes tocam versões acústicas de clássicos do Rock Gaúcho, contando no repertório canções como Amigo Punk, Sob um Céu de Blues, Cachorro Louco, entre outros. A entrada custa R$ 20.

ferrovia sexta

La Mafia Burlesque – sensualidade da dança burlesca misturada ao estilo dos mafiosos italianos

Sábado com tributo a ZZ TOP

Na noite de 24 de março, o Ferrovia será palco das sátiras de uma máfia Burlesque a partir das 23 horas. A noite contará com tributo a banda ZZ Top, apresentada pelos roqueiros da Loyah Bane e Purpura, o grupo de dança Bronx Company Stúdio de Danças Ltda The PIER 17 e pelas bailarinas do Studio de Dança Nina Aver . Como todo espetáculo burlesco exige, uma performance divertida e sexy apresentada pela renomada Gabriela Maffazzoni Chultz do Grupo My House trará sensualidade a noite temática do pub.

ferrovia sabado

A máfia é All Black, portanto, só será permitida a entrada com vestimenta preta. Ingressos custam R$ 20.

Ingressos antecipados com:
Bento Gonçalves: Natália Aver (54)991301991
Garibaldi: Marcelo Foppa (54)981261626

Cachorro Grande: Turnê do novo disco Electromod em Bento lotou casa de shows

Por Natália Zucchi

unnamed (3)A banda gaúcha Cachorro Grande apresentou, em Bento Gonçalves, o show da turnê Electromod no palco do pub Ferrovia Live, na noite de 3 de junho deste ano, para um público de cerca de 370 pessoas.

O álbum e o single foram lançados em 2016 e a turnê iniciou em janeiro de 2017, passando até agora por 16 cidades brasileiras.

A banda contou, em entrevista para o Jornal Integração da Serra, detalhes sobre o novo disco com sonoridade influenciada pelo movimento mod dos anos 50.

unnamed (1)Jornal Integração da Serra: Por que o título Electromod para o novo álbum?

Beto Bruno (vocal Cachorro Grande): Porque as composições ainda são no violão, em casa, no estilo mod que era o que a gente era no início, só que com a inclusão da música eletrônica no estúdio.

JIS: Quais foram as influências para o álbum Electromod lançado em 2016?

Há uma árvore genealógica para explicar o conceito do álbum. Penso que esse tipo de sonoridade unindo o eletrônico com o rock vem desde o Rod Stewart, passando pelos discos que o David Bowie fez em Berlim na trilogia de estúdio “Low”, “Heroes” e “Lodger”, culminando no disco Sandinista do The Clash. Quando chega no britpop dos anos 90, esse som é revisto. No Brasil nunca teve banda que fizesse isso. Era uma coisa inédita aqui. A gente sempre foi apaixonado por todos esses nomes, além de Keith Moon e Depeche Mode, então tínhamos uma vontade muito forte de fazer isso, recriar esse som. De um disco para o outro a gente busca inovar, para aparecer com uma turnê diferente da outra e não se acomodar. Se o som do disco anterior deu certo, a gente não tem que repetir a mesma receita pra continuar na estrada. A gente tem que gostar de estar em cima do palco tocando essas músicas. O desafio tem que fazer parte disso.

19149387_1204167623045222_1642803758430188355_nJIS: Nesses 17 anos de história, como o público tem reagido com a mudança de sonoridade a cada disco?

BB: A cada turnê e a cada disco novo, o público se renova. Mas, ao mesmo tempo, tem aquelas pessoas que nos acompanham desde o primeiro show. É o que nos fortalece. A gente precisa desses dois públicos para continuar tocando.

JIS: Como foi abrir o show do Rolling Stones em março de 2016 na capital gaúcha?

19149197_1204167719711879_5602035203645475745_nBB: Foi a coisa mais legal que aconteceu nas nossas vidas. Mas, mesmo com toda expectativa, estávamos muito preocupados com a reação do público, porque já vimos uns 20 shows dos Rolling Stones e o público sempre pedia para as bandas de abertura acabar o mais rápido possível. Em todos os shows o que se ouvia era “saí daí que a gente quer ver os Stones”. EM TODOS. Com a Cachorro Grande não aconteceu isso. O público cantou nossa música e pediu bis. Eu vi os Titãs abrindo em São Paulo e também já vi O Barão Vermelho abrindo no primeiro show dos Stones no Brasil. Pensava em como era aquela sensação e ficava imaginando se um dia aquilo iria acontecer, então para mim não poderia ter sido melhor. Ainda parece um sonho. A gente teve uns 15 minutos de fama e foram os mais doidos das nossas vidas.

JIS: Vocês sentiram um tratamento diferente por parte do público após o show?
BB:
No Brasil, muita gente passou a nos respeitar mais. Mas a maioria das pessoas que estava em Porto Alegre assistindo os Stones naquela noite, pela menos a galera da nossa geração, muito ouviu os Stones por nossa causa, pelo nosso som. Faz quase 20 anos que a gente só fala em Beatles, Stones e The Who, e a nova geração passou a se interessar muito por nossas referências. Da mesma forma que a gente ia atrás de conhecer quem estava por trás dos sons que a gente gostava. Um exemplo foi quando eu vi o Ira pela primeira vez. O que eu pensei foi “bah, uma banda como The Who no Brasil, isso é demais”.

Elixir Inc, banda de rock de Bento Gonçalves está em semifinal de concurso nacional

14448781_683568831800330_4976993487868031812_nA banda de rock n’ roll de Bento Gonçalves, Elixir Inc, e outras cinco bandas independentes de Rock e Pop Rock do Rio Grande do Sul, garantiram suas vagas na semifinal do EDP Live Bands Brasil’17Escolhidos entre 1600 bandas inscritas, os semifinalistas gaúchos estão entre as 43 bandas que seguem para a próxima fase do concurso, no próximo dia 17 de abril. Apenas oito bandas finalistas serão escolhidas a partir de votação online do público e do júri. As bandas tocarão ao vivo na Grande Final, que acontece em 6 de maio deste ano, na capital paulista. A vencedora terá a oportunidade de gravar um álbum com a Sony Music e tocar em um dos maiores festivais de música da Europa, o NOS Alive’17, em Portugal.

O EDP Live Band Brasil´17 está na sua segunda edição no Brasil e é uma iniciativa da EDP Brasil. Em Portugal, onde foi criado, o concurso está em sua quarta edição. A versão brasileira do concurso é fruto da parceria da EDP Brasil com a Everything is New, Sony Music e FNAC, e conta ainda com o apoio institucional da Fundação Luso-Brasileira.

Como votar? 

A votação é online e acontece através do site edplivebands.edp.com.br/votacoes. Para votar na Elixir Inc, você deve realizar o login através do e-mail ou também pelo Facebook. Clique aqui para votar.

Elixir Inc

A banda formada em 2001 conta com Vinnie no vocal, Gio na guitarra, Roger no baixo, Bruno na bateria e Marcos De Toni nos teclados. A Elixir Inc já possui três CDs gravados, Get Out, em 2011, e Midnight Sun, em 2013 e On the Razzle em 2015, com produções próprias. O grupo já abriu shows para grandes bandas como MR. Big, Whitesnake e Slash em Porto Alegre, e teve singles tocando em rádios dos Estados Unidos e Alemanha. Clique aqui e assista no Youtube o single Too Late da banda Elixir Inc.