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Metal na Serra: Rotten Penetration e Hollow

Por Natália Zucchi

Rotten Penetration

Letras sobre temas horrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul

Fundada em 2002, em Bento Gonçalves, pelo baterista Aécio Conte Valenti, a banda Rotten Penetration também se encaixa no gênero “Splatter Death Metal”, sonoridade pesada com letras macabras. A atual formação, além de Valenti, é representada por Alex Correa na guitarra, Lucas Lazzarotto no vocal e Vagner Cappellaro no baixo. Em janeiro de 2018, a banda lança oficialmente o terceiro disco, intitulado “Farrapo Canibal”. O álbum terá nove faixas autorais e uma música cover da banda americana Cannibal Corpse. “Escolhemos este nome para o álbum com o intuito de homenagear a cultura do povo Gaúcho”, destaca Valenti.

Rotten banda

Durante os 15 anos de carreira, houveram diversas mudanças na formação e, paralelo a isso, surgiram uma série de composições autorais. “Nossa primeira demo foi gravada em 2002 e recebeu o nome Putrid Cadaver is Fucked. Depois, lançamos alguns materiais em parceria com outras bandas, os chamados Splits-CD’s, em que diversas bandas dividem o mesmo disco. Em 2005, lançamos o primeiro álbum oficial, Horrorous State of Anatomical Decomposition”, explica Valenti. Após esse lançamento, a banda sofreu novas mudanças na formação até se estabilizar e gravar, em 2013, o segundo álbum “Pathologic Porn Gore Splatter”. Em 2014, quatro faixas do último álbum foram selecionadas, dando origem ao EP “Departamento de Patologia e Medicina Legal”, lançado somente na Itália.

Inicialmente, as letras eram compostas por Aécio e pelo ex-guitarrista Ioanne. Após, pelo ex- -vocalista Fernando Zanella Menegatti. Com a chegada do vocalista Lucas Lazzarotto, as composições ficaram a cargo dele e do baixista Cappellaro, que participou da criação das letras do novo álbum. As letras têm como temas principais o canibalismo, a Guerra dos Farrapos e histó- rias sobre temas aterrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul. “Contamos um pouco da nossa história e da nossa cultura de uma forma um tanto quanto sinistra”, reconhece Cappellaro.

Por que Rotten Penetration?
“O nome da banda é uma homenagem a primeira demo da banda mineira, Sanatório, intitulada “Rotten Penetration”, gravada em meados de 1999. Foi uma forma que eu achei para homenagear esta antiga banda de Brutal Death Metal, que até hoje me serve como inspiração”, afirma Valenti.

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Contato:
rottenpenetrationband@gmail.com

Hollow

Nova gravação autoral e participação em CD de tributo à banda Sepultura

De Garibaldi, a banda Hollow está na estrada há 16 anos tocando Thrash, Groove Metal e Heavy Metal. Da formação original, o único que permanece é Renan Cauê Müller, vocalista e guitarrista. Hoje, os músicos da banda são também Mauricio Zorrer na guitarra, Lucas Lussani no contrabaixo, Mauricio Steffani, na bateria e Vinícius Tieppo Zeni, na guitarra, integrando o grupo há pouco tempo. No primeiro semestre de 2018, a banda lançará seu segundo álbum, intitulado Down Fall, com 12 faixas autorais. A Hollow também integra o CD tributo à banda Sepultura, que será lançado no primeiro semestre de 2018.

banda Hollow

A Hollow iniciou a carreira tocando covers de grandes bandas, como Slayer, Exodus e Sepultura, que ainda influenciam a sonoridade e as composições autorais do grupo. O primeiro álbum autoral veio em 2014, intitulado Spirit Soldier, com sete faixas. O vocalista Renan Cauê Müller é o responsável pela composição das letras, com temas como: guerras, conflitos políticos, religiosos e sociais. Também há composições relacionados à situação atual do mundo.

A capa dos dois álbuns autorais da banda também tem ligação com outros grandes nomes do metal. Isso porque a arte desses álbuns foi feita por Marcelo Vasco, do P2RDesign, profissional que já assinou trabalhos com o Slayer, Testament, Exodus, Dimmu Borgir, Obtuary, entre outras grandes bandas.

Coletâneas e tributo ao Sepultura

Com visibilidade nacional e internacional, a banda participou de várias coletâneas, entre elas a “The Gates of Brazilian Metal Scene”, lançada em 2015, com distribuição exclusiva em países da Europa. Participou também da coletânea Roadie Metal vol. 5, lançada em 2015 e distribuída nacionalmente. Outra participação recente e de relevância no cenário, é no CD tributo a banda Sepultura, intitulado “Third World Domination: A Tribute to Sepultura”, com lançamento para o primeiro semestre de 2018. “Este projeto é dedicadoà fase que se iniciou em 1998, com a entrada do vocalista norte-americano Derrick Green. É umas das bandas brasileiras mais importante do mundo do metal, por misturar ritmos brasileiros ao estilo”, comenta o guitarrista Mauricio Zorrer. A Hollow faz parte do álbum com a música Convicted in Live.

Por que Hollow?
“Por sermos fãs da Banda Pantera, é o nome de uma música deles, e pelo significado do nome (oco, cova, obscuro)”.

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Contato:
hollowthrashmetal@hotmail.com

www.hollowmusic.com.br

www.msmetalpress.com/ptbr/hollow

Metal na Serra: Lethal Sense e Segregatorum

Por Natália Zucchi

Lethal Sense

Após 12 anos, banda retorna ao cenário musical com a formação original

Com quase 20 anos de carreira, a banda de metal Lethal Sense retorna ao cenário musical de Bento Gonçalves neste ano, com sua formação original. Em atividades desde janeiro de 1998, é formada por Marcio Campana (Miro) no vocal, Anderson Dutra na guitarra, Marciano Alves no baixo e vocal e Douglas Dutra (D.D.) na bateria. O som da banda corresponde aos gêneros Death/Splatter Metal – segundo membros, alguns fãs os classificam como Rotten Death Splatter. Do som pesado, surgiram sete álbuns autorais.

O primeiro deles foi em 1999, intitulado “Morbid State”, um EP com cinco faixas. Já nos anos 2000, com a entrada do guitarista Tissão, foi lançado o EP “Succulent Rests Of Human Flesh”, com sete faixas. Em 2002, voltando a formação original, foi lançado o terceiro EP com nove faixas, intitulado “Crushed Brains”.

lethal sense bandaNa saída do guitarrista Anderson em 2004, entra Carlos Zanela. Com a nova formação, gravam o EP “Lethal” em 2006, contendo o mesmo número de faixas que o álbum antecessor. Com mais uma mudança entre os integrantes em 2010, o baixista Marciano dá lugar a Gustavo Rodrigues. Os músicos então gravam o EP “The trip” em 2012, somando mais seis músicas. Em 2013, mais seis faixas com o lançamento do EP “Three Way”.

O último EP da banda, “Toxic Zombie” foi lançado em 2016, com cinco faixas. O álbum contou com o guitarrista Luci e o baixista Toxina. Ambos deixaram a banda. “Em 2017, quando nos reunimos para conversar sobre o retorno da formação original, pegamos o que havia na sala de ensaio e já tocamos vá- rios sons, mesmo 12 anos após a dissolução desta formação”, comemora Alves. A banda já pensa em composições para um novo álbum.

Por que o nome Lethal Sense?

“O sentido letal, uma percepção ou até uma intuição psíquica que permite uma sensação de clarividência ou feeling de um futuro Letal… Podemos também dizer que este sentido pode ser desenvolvido por aqueles que querem praticar algum ato macabro!”, destaca o baixista Marciano Alves. As letras são obscuras, com temas que abordam o canibalismo, sangue, mutilação de corpos, entre outros temas do gênero Splatter (também conhecido como gore).

Cenário metal da década de 90 em Bento

“Podemos dizer que em 1993, quando nos conhecemos e que formamos a Methysa – segunda banda de metal da história de Bento Gonçalves, já que a primeira foi a Necrotério entre 1989 e 1990 – não havia outras bandas na cidade. Já em 1998, quando formamos a Lethal, haviam algumas bandas ensaiando, mas nenhuma delas com participação ativa no cenário underground”.

LEIA TAMBÉM: Metal na Serra: conheça as bandas SuperSonic Brewer, Darkship e New Bridge

Alves também relembra que, na época, era muito difícil organizar os festivais mesmo dentro da cidade, sendo necessário ter uma atração convincente para atrair o público. “Para fazer a divulgação dos shows como também das próprias bandas, era através do envio de cartas, já que não havia a popularização da internet. Era preciso deslocar-se para outras cidades, o que fez com que a Lethal pudesse mostrar seu som em mais de 40 cidades brasileiras. Fazer Metal não é uma questão de escolha, é de sentimento, prazer, satisfação. O frio na barriga ao subir no palco, os pelos do braço arrepiados quando ouve uma distorção de guitarra, isso é o que move a banda”, destaca.

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Segregatorum

Composições inspiradas em filme de terror

“Nós nunca paramos para nos rotular, mas pelo som produzido, assemelha-se a um Death/Doom Metal, com um pouco de Groove também”, explica Lucas Antônio Carbonera, baixista da banda Segregatorum de Bento Gonçalves. Com ele, Carlos Acosta como baterista, Igor Alves Bidigaray, guitarrista solo, Luiz Felipe Dias Flores, guitarrista base e Lucas Lazzarotto, vocalista. Eles se uniram em junho de 2016, formando a banda Lemarchand, que veio a ser renomeada em outubro deste ano.

Segregaton bandaSegundo Carbonera, a primeira música autoral surgiu logo nos primeiros ensaios, intitulada NecrOrgasm. Ela é a quarta faixa do EP “Death Bells” totalmente autoral, produzido por Ernani Savaris. Lançado em junho deste ano com o nome da antiga banda, o disco foi relançado no último mês de outubro nas plataformas no Youtube, Facebook e SoundClound.

As letras são compostas pelo vocalista Lucas Lazzarotto. Inspirado pelo cinema, as composições narram cenas do filme Hellraiser, de Clive Barker. “Elas retratam um pouco das emoções expressas no filme, adicionando um pouco de gore, já que é um filme de horror”, acrescenta Carbonera.

A banda já está trabalhando em outras canções: “Purge OvThe Carnal Sins Through Transcendental Tortures”, “We Have Eternity to Know Your Flesh” e “More Than Eyes Can See”, ainda sem previsão de lançamento. “Cada membro possui suas influências específicas, desde o heavy metal, como Sepultura e Iron Maiden, até algo mais extremo, como a banda Death e seus similares, passando por Venom, Rotting Christ e Six Feet Under”.

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VEJA TAMBÉM: Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves

Ferrovia Live traz Acústico Josiel Keller na sexta e banda MegaDrivers no sábado

Para encerrar o mês de outubro, o Ferrovia Live traz na sexta-feira, 27, o Acústico Josiel Keller. A noite será das promoções, com a dose dupla de cerveja artesanal (300ml) das 18 às 20 horas e na compra de uma Pizza o cliente ganha 2 cervejas Heineken. Ingressos no local custam R$ 10 a entrada ou R$ 30,00 consumado.

No sábado,o show será com a banda MegaDrivers. O Duo homenageia The Beatles, John Cougar Mellencamp, Engenheiros do Hawaii, Lynyrd Skynyrd, Status Quo, Men At Work, Eletric Light Orchestra, Peter Frampton, Bon Jovi, Creedence Clearwater
Revival, Nenhum de Nós, Kenny Loggins, Mr. Big, R.E.M., The Cure, entre outros.

Os ingressos custam R$10 a entrada ou R$30 consumado. A promoção da noite será do Hambúrguer: comprando o sabor RockStar, o cliente leva de graça uma cerveja Heineken.

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Rock Girls: noite de shows no Ferrovia Live terá bandas com vocais femininos

ROCK FIRELS

No próximo sábado, 19 de agosto, o palco do pub Ferrovia Live em Bento Gonçalves receberá três bandas de rock com vocais femininos. A Madalena Rock Band, Rainha de Espadas e Os Pelicanos estarão tocando a partir das 23 horas. Para a noite, o pub oferece uma taça de espumante cortesia para as primeiras 50 mulheres. Os ingressos custam R$ 15 antecipados com as bandas e R$ 20 no local.

Sobre as bandas

A Madalena Rock Band surgiu em 2014. Seu som transita entre os clássicos do rock passando por Tina Turner, Alanis Morissete, Sheryl Crowe, Janis Joplin, Roxette entre outros. Já a Rainha de Espadas surgiu no mês de fevereiro de 2015. Além dos covers de bandas de hard rock e de blues, a banda toca suas músicas autorais. Os Pelicanos, banda formada em 2016, também conta com um repertório de músicas autorais, além de covers.

LEIA TAMBÉM :::: A Rainha de Espadas foi uma das bandas entrevistas na reportagem “Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves”, publicada na edição de agosto do Jornal Integração da Serra

RELEMBRE: Os Pelicanos à moda Antiga – matéria publicada na edição de julho do Jornal Integração da Serra. 

Maiores informações: 54 99157 6566

Fotos: Ana Paula Omizzolo

 

 

Os Pelicanos à Moda Antiga

Por Natália Zucchi

19244330_1349359571778069_1052354859_nPara quem quer mais um motivo para comemorar o Dia Mundial do Rock, no sábado, 15, a banda cover e autoral Os Pelicanos estará tocando em evento próprio na Persona Fotos à Moda Antiga, nos Caminhos de Pedra, distrito de São Pedro. O evento inicia às 17h30min, recebendo o público até às 19 horas, quando os portões serão fechados. O local terá estacionamento com capacidade para 20 carros. O destaque fica para os integrantes, que tocam vestidos com roupas de época e típicas de imigração italiana. Os ingressos ainda estão sendo vendidos por R$ 5 com os membros da banda. No local, será vendida uma rifa no valor de R$ 2, destinada a compra de novos equipamentos e instrumentos.

A banda é formada por Ana Maria Segatto, 19 anos (vocal), Julio Henrique Provensi Gobatto, 20 anos (baixo), Cleber Pegoraro, 20 anos (guitarra), Gabriel Maso Marini, 19 anos, (guitarra) e João Luis Gugel, 19 anos, (bateria). Alguns eram colegas de ensino médio no Instituto Federal de Bento Gonçalves e outros tornaram-se amigos frequentando os shows de rock da região.Eles iniciaram oficialmente as atividades da banda em novembro de 2016 e já possuem seis músicas autorais prontas para serem gravadas, são elas: Stella, Ruiva, I Was Born Free, Loucos da Meia Noite, Duplo Sentido e Circo de Palhaços.

 A partir de referências do blues, rock n’roll e também pelo rock gaúcho, a sonoridade dos Pelicanos é influenciada por bandas como Cascaveletes, Júpiter Maçã e Eric Clapton. A maioria das composições são da vocalista Ana Maria. “Eu sempre digo que escrevo as letras, mas quem me ajuda a colocar uma alma nelas são os guris. Eles lapidam tudo”, destaca a vocalista. Com ensaios reservados para os sábados, a banda se reúne na casa de Gobatto, em um pequeno estúdio improvisado. Além das músicas próprias, a banda toca covers.

Apoiando os jovens músicos, Mauro Munari, da banda Edzul, está ajudando a produzir a banda. Ele acompanha alguns ensaios e dá dicas e opiniões na estrutura, arranjos e composições. “Eles levam a sério, são muitos interessados, dedicados e estão evoluindo muito nesse pouco tempo de banda”, ressalta. Muito fãs da banda Edzul, os membros Pelicanos têm acesso aos ensaios da banda e recebem orientações dos músicos. “Eu vejo eles como quando nós começamos na década de 80, com esse ímpeto”, destaca. “Entre eles há muita união e amizade. Com certeza, o diferencial será a energia que trazem quando tocam. É muito fácil de simpatizar”, finaliza.

Além do incentivo dos familiares dos integrante, quem muito apoia essa ideia é o pai de Gobbato, Valmor Sebben, conhecido como Neco. Gobbato conta que o pai tinha um sonho de infância de ganhar a vida com a música a partir de uma banda que formava na época. Mas com o tempo, cada integrante tomou um rumo diferente. “A gente sabe que o caminho para músicos novos é difícil e acredito que temos muito chão para andar. Mas o apoio que estamos recebendo é maravilhoso e mais do que suficiente para continuar seguindo os nossos sonhos”, conclui Ana Maria.

Celebra Rock Bento: quatro dias de rock n’roll em Bento Gonçalves

19883989_1298685763585192_2190277165219418930_nBento Gonçalves terá quatro dias de comemoração ao Dia Mundial do Rock, festejado oficialmente no dia 13 de julho. A programação do Celebra Rock Bento começa na quinta-feira, 13, com o show da banda argentina Star Beetles, homenageando uma das maiores bandas da história do gênero, os The Beatles. O evento ocorrerá na Fundação Casa das Artes, a partir das 20 horas. Os ingressos custam entre R$ 11 e R$ 24 e podem ser adquiridos no Sesc Bento Gonçalves.

A programação segue na sexta feira, 14, com o show da banda Velhas Virgens, no Ferrovia Live, a partir das 23 horas. A apresentação faz parte da turnê de 30 anos da banda. Os ingressos custam entre R$ 50 e R$ 60 e podem ser adquiridos na In Concert CDs, loja Cadoro no Shopping L’América e na Netfar Provedor de Internet.

As homenagens continuam no evento que acontecerá no sábado e domingo, na Rua Coberta. A partir das 14 horas, bandas novas e históricas da região tocam durante o fim de semana. No local, haverá food trucks, cerveja artesanal, garimpos da Arabella’s Brechó e da Mangue Clothing e Feira Criativa com exposição dos artistas Diogo Carlet Carini DBNS, Coletivo Conspira, Edinara Patzlaff e Ernani Cousandier.

Paralelo ao evento, o Ferrovia Live ainda abre as portas sábado,15, a partir das 23 horas, com a Casa da Vó Sessions. Idealizado em parceria com o Stúdio Casa da Vó, a noite terá um festival com as bandas Evilcult, Rainha de Espadas e Still Crazy. A programação completa faz parte do Programa Cultura do Bem.

O programa é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura de Bento Gonçalves, que visa fomentar a cultura e ainda colaborar com a assistência social através da formação de público. Entre os destaques do Programa Cultura do Bem está o incentivo à doação voluntária de ração para animais, que serão repassadas ao Conselho Municipal do Bem-Estar Animal.

PROGRAMAÇÃO RUA COBERTA

SÁBADO
15h – Verun (grunge)
16h – Antro (pop rock nacional)
17h – Don Camaleone (rock n´roll autoral)
18h – Púrpura (metal)
19h – The Bentles (rock)

DOMINGO
15h – Black at Blues (blues)
16h – Edzul (rock n´roll autoral)
17h – A Elétrika Tribo (rock n´roll autoral)
18h – Blackbirds (rock n´roll autoral)
19h – Thanks to Queen (rock)

Cachorro Grande: Turnê do novo disco Electromod em Bento lotou casa de shows

Por Natália Zucchi

unnamed (3)A banda gaúcha Cachorro Grande apresentou, em Bento Gonçalves, o show da turnê Electromod no palco do pub Ferrovia Live, na noite de 3 de junho deste ano, para um público de cerca de 370 pessoas.

O álbum e o single foram lançados em 2016 e a turnê iniciou em janeiro de 2017, passando até agora por 16 cidades brasileiras.

A banda contou, em entrevista para o Jornal Integração da Serra, detalhes sobre o novo disco com sonoridade influenciada pelo movimento mod dos anos 50.

unnamed (1)Jornal Integração da Serra: Por que o título Electromod para o novo álbum?

Beto Bruno (vocal Cachorro Grande): Porque as composições ainda são no violão, em casa, no estilo mod que era o que a gente era no início, só que com a inclusão da música eletrônica no estúdio.

JIS: Quais foram as influências para o álbum Electromod lançado em 2016?

Há uma árvore genealógica para explicar o conceito do álbum. Penso que esse tipo de sonoridade unindo o eletrônico com o rock vem desde o Rod Stewart, passando pelos discos que o David Bowie fez em Berlim na trilogia de estúdio “Low”, “Heroes” e “Lodger”, culminando no disco Sandinista do The Clash. Quando chega no britpop dos anos 90, esse som é revisto. No Brasil nunca teve banda que fizesse isso. Era uma coisa inédita aqui. A gente sempre foi apaixonado por todos esses nomes, além de Keith Moon e Depeche Mode, então tínhamos uma vontade muito forte de fazer isso, recriar esse som. De um disco para o outro a gente busca inovar, para aparecer com uma turnê diferente da outra e não se acomodar. Se o som do disco anterior deu certo, a gente não tem que repetir a mesma receita pra continuar na estrada. A gente tem que gostar de estar em cima do palco tocando essas músicas. O desafio tem que fazer parte disso.

19149387_1204167623045222_1642803758430188355_nJIS: Nesses 17 anos de história, como o público tem reagido com a mudança de sonoridade a cada disco?

BB: A cada turnê e a cada disco novo, o público se renova. Mas, ao mesmo tempo, tem aquelas pessoas que nos acompanham desde o primeiro show. É o que nos fortalece. A gente precisa desses dois públicos para continuar tocando.

JIS: Como foi abrir o show do Rolling Stones em março de 2016 na capital gaúcha?

19149197_1204167719711879_5602035203645475745_nBB: Foi a coisa mais legal que aconteceu nas nossas vidas. Mas, mesmo com toda expectativa, estávamos muito preocupados com a reação do público, porque já vimos uns 20 shows dos Rolling Stones e o público sempre pedia para as bandas de abertura acabar o mais rápido possível. Em todos os shows o que se ouvia era “saí daí que a gente quer ver os Stones”. EM TODOS. Com a Cachorro Grande não aconteceu isso. O público cantou nossa música e pediu bis. Eu vi os Titãs abrindo em São Paulo e também já vi O Barão Vermelho abrindo no primeiro show dos Stones no Brasil. Pensava em como era aquela sensação e ficava imaginando se um dia aquilo iria acontecer, então para mim não poderia ter sido melhor. Ainda parece um sonho. A gente teve uns 15 minutos de fama e foram os mais doidos das nossas vidas.

JIS: Vocês sentiram um tratamento diferente por parte do público após o show?
BB:
No Brasil, muita gente passou a nos respeitar mais. Mas a maioria das pessoas que estava em Porto Alegre assistindo os Stones naquela noite, pela menos a galera da nossa geração, muito ouviu os Stones por nossa causa, pelo nosso som. Faz quase 20 anos que a gente só fala em Beatles, Stones e The Who, e a nova geração passou a se interessar muito por nossas referências. Da mesma forma que a gente ia atrás de conhecer quem estava por trás dos sons que a gente gostava. Um exemplo foi quando eu vi o Ira pela primeira vez. O que eu pensei foi “bah, uma banda como The Who no Brasil, isso é demais”.

Cachorro Grande estreia novo álbum em Bento Gonçalves

unnamed (3)A banda gaúcha Cachorro Grande retorna a Bento Gonçalves para a estreia do seu novo álbum intitulado Electromod no próximo sábado, dia 03. O show ocorrerá a partir das 23 horas no pub Ferrovia Live, localizado no bairro cidade alta. A apresentação faz parte da nova turnê que recebe o nome do disco, iniciada em janeiro de 2017, passando pelas cidades brasileiras.  Distorções, riffs e solos no melhor estilo Cachorro Grande podem ser conferidos na faixa título do álbum, ” Electromod” , além dos sucessos dos 17 anos de carreira que marcarão o show na capital brasileira do vinho.

Sobre a Cachorro Grande

A Cachorro Grande foi formada em 1999, em Porto Alegre e é atualmente composta por Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria), Pedro Pelotas (teclados) e Rodolfo Krieger (baixo). De lá pra cá, os gaúchos se tornaram uma referência da música nacional graças às apresentações explosivas em palcos do Brasil afora, mérito reconhecido com o prêmio de melhor show entregue à Cachorro na cerimônia do VMB da MTV, em 2007.

Calcado em influências que vão de Mutantes a Beatles, Rolling Stones e The Who, o som da banda transita pelo rock clássico, britpop e elementos eletrônicos. O grupo já se apresentou com grandes nomes do rock nacional, como Skank e Marcelo D2, e abriu shows de Oasis a Rolling Stones.

 

Cachorro Grande @ Ferrovia Live

Sábado, 03 de junho de 2017, a partir das 00h

Endereço: Rua Duque de Caxias, 148 – Cidade Alta, Bento Gonçalves.

Entrada: 1º lote – R$30,00 | 2º lote – R$40,00 | 3º lote – R$50,00

Onde comprar: https://www.sympla.com.br/cachorro-grande-no-ferrovia-live__146084

Maiores informações: (54) 99157-6566

 

Pinto Stock transferido para o primeiro fim de semana de maio

O Festival de rock, Pinto Stock, de Pinto Bandeira, acaba de ser transferido para o dia 07 de maio, primeiro domingo do mês, na praça central de Pinto Bandeira. A programação da bandas segue inalterada, com shows a partir das 13h30 min. O evento está previsto para iniciar a partir das 10 horas da manhã, com exposição de carros antigos no estacionamento em frente a igreja.  A edição de aniversário do Festival, que comemora 10 anos, é uma das principais atrações da Semana do Município de Pinto Bandeira, em comemoração a sua emancipação política.

Se o tempo ajudar, haverá churrasqueiras espalhadas pela praça para quem quiser curtir o evento assando seu churrasco. Food trucks e chopp artesanal da Basílico Casa Gourmet estarão presentes, com 6 estilos de chopp artesanal dos seguintes estilos: Pilsen, Weiss (trigo), Witbier (trigo com limão siciliano), Helles, Red Ale e IPA. Também será feito um copo de acrílico alusivo ao evento Pinto Stock , que será vendido.

 

• PROGRAMAÇÃO •
10h: Encontro de carros antigos
13h30min: Locos Live (Tributo a Ramones)
14h30min: Hot Pants
15h30min: Malvinas Rock Band
16h30min: Mamonas Assassinas Cover
18h: The Hard Rockets
19h: Só Creedence (Tributo a CCR & John Fogerty)

• Chopp •
– Basilico Casa Gourmet
– Serra Chopp

• Food Trucks •
– Guaxinin’s Pizza e Hot Dog
– Sierra Burguer

Em 2016, o Pinto Stock reuniu mais de cinco mil pessoas, entre roqueiros da região e moradores de Pinto Bandeira, de várias faixas etárias. O evento é promovido pela prefeitura de Pinto Bandeira, com organização do músico Diego Soligo.

“O mais bacana de cada edição do Pinto Stock é quando os músicos trazem seus filhos para curtir os shows das bandas. Isso é manter vivo o espírito rock and roll”, declara Soligo. Ele também salienta que, nessa edição, serão comemorados os dez anos do festival, que só não foi realizado em 2010.

Elixir Inc, banda de rock de Bento Gonçalves está em semifinal de concurso nacional

14448781_683568831800330_4976993487868031812_nA banda de rock n’ roll de Bento Gonçalves, Elixir Inc, e outras cinco bandas independentes de Rock e Pop Rock do Rio Grande do Sul, garantiram suas vagas na semifinal do EDP Live Bands Brasil’17Escolhidos entre 1600 bandas inscritas, os semifinalistas gaúchos estão entre as 43 bandas que seguem para a próxima fase do concurso, no próximo dia 17 de abril. Apenas oito bandas finalistas serão escolhidas a partir de votação online do público e do júri. As bandas tocarão ao vivo na Grande Final, que acontece em 6 de maio deste ano, na capital paulista. A vencedora terá a oportunidade de gravar um álbum com a Sony Music e tocar em um dos maiores festivais de música da Europa, o NOS Alive’17, em Portugal.

O EDP Live Band Brasil´17 está na sua segunda edição no Brasil e é uma iniciativa da EDP Brasil. Em Portugal, onde foi criado, o concurso está em sua quarta edição. A versão brasileira do concurso é fruto da parceria da EDP Brasil com a Everything is New, Sony Music e FNAC, e conta ainda com o apoio institucional da Fundação Luso-Brasileira.

Como votar? 

A votação é online e acontece através do site edplivebands.edp.com.br/votacoes. Para votar na Elixir Inc, você deve realizar o login através do e-mail ou também pelo Facebook. Clique aqui para votar.

Elixir Inc

A banda formada em 2001 conta com Vinnie no vocal, Gio na guitarra, Roger no baixo, Bruno na bateria e Marcos De Toni nos teclados. A Elixir Inc já possui três CDs gravados, Get Out, em 2011, e Midnight Sun, em 2013 e On the Razzle em 2015, com produções próprias. O grupo já abriu shows para grandes bandas como MR. Big, Whitesnake e Slash em Porto Alegre, e teve singles tocando em rádios dos Estados Unidos e Alemanha. Clique aqui e assista no Youtube o single Too Late da banda Elixir Inc.