Posts

Paralisação gera prejuízo de bilhões para empresas brasileiras

De acordo com especialista, empresas de pequeno porte serão as mais afetadas, correndo o risco de fecharem as portas
Junho, 2018 – Os 11 dias de greve dos caminhoneiros impactaram de forma negativa os mais diversos segmentos empresariais do país. De acordo com o especialista em finanças corporativas e sócio-fundador da Tiex, Fábio Yamamoto, a estimativa é que o prejuízo financeiro das empresas chegue à casa dos bilhões de reais.
Para o setor de comércio e serviços, Yamamoto ressalta que as perdas acarretadas nos 11 dias de paralisação, apesar de relevantes, não serão suficientes para ocasionar a falência de empresas do segmento. “A tendência é que elas tenham uma recuperação e retomada de atividades mais rápidas”, diz.
O sócio-proprietário da Tiex explica que, no caso da prestação de serviços, em muitas ocasiões, é possível atender aos clientes e compromissos de forma remota. “Já em relação às entregas de produtos não perecíveis, mesmo com atrasos e consequentemente perdas nesse período, assim que regularizado o transporte, as empresas deste nicho se normalizam e colocam seus produtos à disposição do público de forma quase imediata”, explica.
Segundo o especialista, as pequenas empresas, especialmente as que trabalham com alimentos perecíveis, serão as mais afetadas. “Já temos informações de empresas que perderam valores significativos em mercadorias, o que pode afetar seu fluxo de caixa de forma irrecuperável”, ressalta. Yamamoto relata que os produtores de ovos, por exemplo, ficaram sem toda a sua matriz produtiva. “Uma galinha pode levar em média 20 semanas (cinco meses) para atingir a idade produtiva. A perda dos animais significa que o criador ficará todo este tempo sem receita, o que para o pequeno produtor pode significar falência”, diz Fábio.
Caso consigam sobreviver à perda de uma safra ou de uma geração inteira de animais, os pequenos produtores agrícolas e de animais de corte deverão gerar resultados apenas no próximo ciclo de colheita ou abate. A recuperação plena pode ser ainda mais longa, pois este ciclo pode não cobrir todo o prejuízo gerado. “As empresas terão que reajustar seus gastos, e administrar os impactos negativos, como por exemplo, redução no número do quadro de funcionários, entre outras medidas drásticas”, conclui.

Vem Pra Rua defende corte de impostos e custo menor do Estado

Quase 30% do preço do óleo diesel é composto por impostos federais do governo Michel Temer (MDB) e do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) estadual. O preço da Petrobrás, estatal dilapidada pelos governos anteriores e que a Operação Lava Jato comprovou ter sofrido um rombo de pelo menos R$ 6 bilhões nas dobradinhas dos governos PT e MDB, compõe outros 55% do custo do combustível dos caminhões.

Nesta quinta-feira, completam-se cinco dias da paralisação de um setor que alega a impossibilidade de atuação por conta do alto custo do óleo diesel. Soma-se a isso o fato de que nos últimos 50 anos o Brasil privilegiou apenas o transporte rodoviário, não construiu ferrovias, deixando o brasileiro virtualmente refém de uma paralisação do setor de frete.

Vem Pra Rua lembra que além da corrupção sistêmica na estatal, a Petrobrás também foi destruída pela a armadilha que os próprios governos embarcaram: conter os preços internacionais fixando os valores na moeda nacional. O movimento acredita que, em qualquer setor, é impossível impor preços como instrumento de política econômica.

Os antecessores do atual presidente também quebraram o setor enérgico ao impor tarifas que não se sustentavam. Os caminhoneiros têm razão quanto ao alto custo do combustível e suas consequências em seu dia-a-dia, mas forçar a Petrobrás a diminuir o preço do óleo diesel não é a solução.

LEIA TAMBÉM: Procon realiza fiscalização em Postos de Combustíveis de Bento

Os combustíveis, assim como outros produtos básicos consumidos diariamente pelos brasileiros, são caros porque bancam Estado inflado de privilégios, cargos comissionados e ineficiente nos serviços essenciais para a população.

Não podemos aceitar a resposta do presidente Temer para solucionar o problema de desabastecimento que atinge as cidades, que pretende colocar a faca no pescoço dos pequenos e médios empresários, além dos trabalhadores: reduzir o preço do diesel e onerar 30 setores da economia, arrecadando mais R$ 3 bilhões em taxas.

O Congresso Nacional não deu a devida prioridade às Reformas necessárias e agora o povo brasileiro se vê diante desta situação crítica.

Vem Pra Rua acredita que é necessário reduzir os impostos, equilibrar o custo do Estado e cortar os privilégios daqueles que ocupam cargos públicos e comissionados nos municípios, estados e União, nos três poderes.

O movimento acredita que a Operação Lava Jato avançou no combate à corrupção, mas para o país se desenvolver também é necessário cortar os privilégios bancados com os impostos que o brasileiro paga.

É importante esclarecer que o Vem Pra Rua não endossa nem aceita pautas defendidas por uma parcela de manifestantes, principalmente e dentre as quais está uma intervenção militar.

SAIBA MAIS: Plataformas digitais mostram como a tecnologia pode auxiliar no cotiano

O movimento é a favor da Lei, da República e da Democracia.

Movimento Vem Pra Rua

Vem Pra Rua é a favor da democracia, da ética na política e de um Estado eficiente e desinchado. É contra qualquer tipo de violência, condena todos os tipos de extremismo (separatismo, intervenção militar, golpe de Estado), e não compactua com governos autoritários. Não está associado nem é patrocinado por nenhum partido político e trabalha por um Brasil ético, justo, próspero e com oportunidades iguais para todos.

LEIA MAIS: NOTA OFICIAL AGAS: Impacto da greve dos caminhoneiros nos supermercados

Procon realiza fiscalização em Postos de Combustíveis de Bento

Ação ocorreu devido a inúmeras denúncias de preços abusivos

 Na manhã desta quinta-feira, 24, os fiscais do Procon, órgão vinculado a Prefeitura realizou fiscalizações nos Postos de Combustíveis da cidade, devido a inúmeras denúncias de práticas abusivas nos valores cobrados.

 De acordo com a coordenadora, Karen Battaglia, as denúncias nos postos visitados não procederam, as bombas foram verificadas e os valores correspondiam à tabela. “Vamos continuar fiscalizando, principalmente neste momento de crise, quando práticas abusivas podem ocorrer”, salienta.

LEIA TAMBÉM: NOTA OFICIAL AGAS: Impacto da greve dos caminhoneiros nos supermercados

SAIBA MAIS: Vem Pra Rua defende corte de impostos e custo menor do Estado

 O Procon orienta os consumidores para que exijam a nota fiscal que discrimine o valor pago por litro de combustível e a quantidade abastecida. Em caso de abuso no preço em razão da falta de combustíveis será necessário registrar a demanda no órgão ou ainda denunciar através do telefone (54) 3052.0028.

IMG_8516

 Foto: José Martim Estefanon

LEIA TAMBÉM: Youse responde: Como funciona um carro elétrico?

SAIBA MAIS: Plataformas digitais mostram como a tecnologia pode auxiliar no cotiano

NOTA OFICIAL AGAS: Impacto da greve dos caminhoneiros nos supermercados

O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, informa que a partir desta quarta-feira (23) agravaram-se os problemas de abastecimento de mercadorias para supermercados gaúchos em decorrência da paralisação dos caminhoneiros em todo o Brasil. O dirigente salienta, entretanto, que os supermercados possuem um estoque médio de segurança de 15 dias nos produtos não perecíveis, em que se enquadram itens de mercearia (massas, biscoitos, grãos, leite, açúcar, bebidas, farináceos, matinais, condimentos, doces, bombonière, etc.), higiene e beleza, limpeza, bazar e não alimentos em geral. “Com relação a estes produtos, não há risco de desabastecimento para o consumidor final em um curto prazo”, destaca Longo.

 A situação mais preocupante recai sobre os perecíveis, que não são estocados pelos supermercados por seu curto prazo de shelf life. “A partir dos próximos dias, se a situação não se normalizar, poderá haver desabastecimento em itens de hortifrúti, carnes, frios e laticínios refrigerados, por exemplo”, explica o presidente da Agas. Segundo Longo, os problemas vão aumentar gradativamente, à medida que os supermercadistas não conseguirem repor as mercadorias vendidas nas lojas do setor.

LEIA MAIS: Procon realiza fiscalização em Postos de Combustíveis de Bento

O presidente da Associação conclui informando que os supermercados gaúchos recebem diariamente quatro milhões de consumidores em suas lojas, espalhadas por todos os municípios do Estado. “Reconhecemos a legitimidade do pleito dos caminhoneiros e somos favoráveis ao direito de livre manifestação, mas esperamos que o poder público chegue a um acordo com a categoria, no menor prazo possível, para que os consumidores e contribuintes brasileiros não sejam prejudicados”, finaliza.

VEJA TAMBÉM:Plataformas digitais mostram como a tecnologia pode auxiliar no cotiano

Youse responde: Como funciona um carro elétrico?

Para muita gente, ter um carro elétrico é um sonho. Imagine só, não ter que se preocupar em passar no posto de combustível ou ficar fazendo contas para saber se vale a pena encher o tanque com etanol ou gasolina. Mas há uma razão para essa realidade ainda estar longe para muita gente: o preço.

Comprar um carro movido a eletricidade ainda é coisa para poucos no Brasil. No último levantamento feito pela FGV Energia, até o fim de 2016, apenas 3.800 carros híbridos e elétricos circulavam nas ruas do país, que tem uma frota total de 43 milhões de veículos. A associação brasileira dos fabricantes de veículos do país (Anfavea) estima que, até 2020, o número suba para até 40 mil.

O principal impasse no momento é a falta de incentivos fiscais. Países como França, Portugal, Espanha e alguns estados dos EUA reduziram drasticamente os tributos para a fabricação e compra de carros que usam eletricidade. Isso ajudou a torná-los (um pouco) mais acessíveis e garantiu que as marcas pudessem investir ainda mais nas tecnologias. Tudo isso também motivado pelo acordo de Paris, que prevê uma grande redução nas emissões de gases de efeito estufa de todos os países signatários até 2030. Embora o Brasil tenha feito pouco para incentivar os carros elétricos, o governo se comprometeu a reduzir em 37% as emissões de carbono até 2025 e em 43% até 2030. Especialistas concordam que os números serão difíceis de alcançar sem a ajuda de novas tecnologias para a frota de veículos nacionais.

SAIBA MAIS: Plataformas digitais mostram como a tecnologia pode auxiliar no cotiano

A bateria também pesa na conta. Ela representa cerca de 40% do preço total do carro e a tecnologia ainda é muito recente. Para você ter uma ideia, as baterias modernas de íons de lítio só começaram a se tornar realidade há coisa de 10 anos, com os notebooks de alta durabilidade. E o investimento para torná-las mais duráveis e leves é alto.

Mas quanto tudo isso pesa no bolso do dono? Com o sobe e desce de preços nos postos de gasolina atualmente, é difícil calcular o custo por km de um carro a gasolina. Mas um carro 100% elétrico vai gastar cerca de 12 centavos para cada quilômetro rodado.

LEIA TAMBÉM: Procon realiza fiscalização em Postos de Combustíveis de Bento

Plataformas digitais mostram como a tecnologia pode auxiliar no cotiano

Enquanto a greve dos caminhoneiros reflete na economia brasileira, uma série de aplicativos já vem sendo utilizados nas capitais para facilitar rotinas. Conheça as possibilidades 

Postos de gasolina fechados por falta de combustível, cinco capitais podem sofrer com a escassez de querosene de avião em aeroportos, ausência de alimento nos supermercados e complicações no transporte público. Esses são apenas alguns dos efeitos sentidos pelos brasileiros nos últimos três dias por conta da greve dos caminhoneiros, que pede congelação do preço do óleo diesel e abertura para negociações. O momento é propício para a população conhecer novas formas de obter serviços e produtos, sem que precisem sair de casa. Muitas das vantagens só estão disponíveis em grandes centros urbanos, mas logo pode vir a se tornar comum no dia a dia de muitos brasileiros.

Encontre profissionais de todos os ramos por geolocalização

Se a(o) babá não conseguiu chegar ao local de trabalho por conta da falta de transporte ou do trânsito e os pais precisam sair para trabalhar, pelo GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil, é possível encontrar profissionais qualificados e avaliados por meio de geolocalização, ou seja, mais perto da casa, que poderão chegar com mais facilidade ao endereço solicitado. Além disso, são mais de 200 tipos de categorias disponíveis, como diarista, cozinheiro, manicure, entre outros, e o aplicativo está disponível em mais de 3 mil cidades do País.

Receba o que quiser e onde quiser

Não tem como ir ao mercado e a dispensa está vazia? A Rappi, startup que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade, oferece delivery de qualquer coisa. Além da moto – que depende de combustível para se locomover -, os entregadores parceiros utilizam a bicicleta como meio de transporte. A empresa localiza o estabelecimento mais próximo em que o produto desejado pelo cliente está disponível, garantindo que a entrega seja feita em até uma hora. Todos os pedidos realizados são acompanhados em tempo real pelo consumidor, que pode interagir via chat com o assistente que aceitou o pedido e o time de suporte da Rappi. O serviço está disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador.

Serviços de beleza em casa ou no escritório

Tem um compromisso e não quer enfrentar o trânsito ou não consegue abastecer o carro? O aplicativo Singu conecta clientes a profissionais de beleza e bem-estar para atendimentos delivery. Por meio do aplicativo, é possível solicitar serviços de depilação, massagem, manicure e limpeza sobrancelhas por meio da geolocalização. As artistas que atendem no aplicativo são treinadas e o preço dos atendimentos são tabelados. A Singu está disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Alphaville, Guarulhos e ABCD Paulista.

Delivery de moedas estrangeiras

Se a viagem ao exterior está próxima e o caos no transporte público não deixa com que chegue à casa de câmbio para garantir o dólar, euro ou Rublo Russo – para quem deve embarcar em breve para assistir à Copa do Mundo -, a BeeCâmbio, plataforma de venda de moeda estrangeira totalmente online, oferece delivery em São Paulo, Grande São Paulo e ABC, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre e Belo Horizonte.

LEIA MAIS: Procon realiza fiscalização em Postos de Combustíveis de Bento