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Muito reggae neste sábado no Ferrovia Liver

reggaeNo próximo sábado (30), vai rolar muito reggae no Ferrovia Live,  a partir das 23 horas, com apresentação do Acústico Marauê.

Nesta quinta (28)  e sexta (29) continua a promoção da  DOSE DUPLA de CERVEJA ARTESANAL, das 18 às 20 horas. Você paga um copo 300ml e ganha outro .

Já para  iniciar bem o próximo mês de outubro nada melhor que outra super  festa.  Agende-se : dia  7 de outubro tem Acústicos e Válvulados  no Ferrovia Live.

Mais informações : 54 99157 6566.

 

 

 

 

Ferrovia Live: festa Euphoria Party na sexta e tributo aos Rolling Stones no sábado

Na próxima sexta, dia 15, o Ferrovia Live e a Diamond Eventos e Produções apresentam a Euphoria Party, uma festa ao estilo universitário, com muito sertanejo eletrônico, funk e reggaton. Estarão participando os DJ”s : Karen Dennes, Vinicius K e Márcio Foppa.
Ingressos : R$ 20,00 no primeiro lote limitado.
R$ 25,00 com nome da lista até 00:00
R$ 30,00 na hora sem lista

Já no sábado, a casa recebe a STONED com Tributo Rolling Stones.

ferrovia liveIngressos: R$ 15,00 antecipado
R$ 20,00 na hora
Os ingressos antecipados devem ser adquiridos com os promoters Alessandro Trentin e Lucas Bittencourt de Souza ou no Ferrovia Live.

La Cumbia é a festa do Ferrovia Live nessa véspera de Feriado

O melhor da cumbia, do reggaeton e dos ritmos latinos estarão na pista do Ferrovia Live com a festa La Cumbia, nessa próxima quarta-feira, dia 06 de setembro, véspera de feriado.  Para esquentar a pista, os DJ’s  Zonattão  com seu ritmo Latin’Groov, o Dj Kito com o Reggaeton e o DJ convidado Manoel Canepa da capital com a La Cumbia. A noite terá combos de bebidas e muitas promoções. Os ingressos antecipados custam R$ 15. No local, os ingressos custam R$ 20.

Ingressos  com os promoters:
Will Monteiro
Glau Colturato
Jocelyn Arce
Lucas Bittencourt de Souza
Felipe Bianchi
Gabriela Zanotelli
Gabriela Caillava
Eduardo Laikoswki
Ou no Ferrovia Live, de segunda à sexta, das 14 às 18 horas.
Fotos: Ana Paula Omizzolo
Apoio: Tabacaria Havana – Ponto de Venda.

Festa Brilhantina Psicodélica relembra os anos 70 no Ferrovia Live

brilhantinaNeste sábado, dia 26, a festa no Ferrovia Live será da brilhantina, das meias coloridas, dos paetês, das calças cintura alta e boca de sino, dos tecidos metálicos, dos looks hippies e de muita dança. A partir da meia noite, o som rola solto com a banda Old Skull Funky  e o DJ Zonattão. No Pub Gourmet haverá exposição de arte dos artistas Ernani Cousandier e Diogo Carlet Carini. Para o público, será premiado com um litro de vodka Vorus a melhor caracterização da noite. Os ingressos custam R$ 15 antecipado e R$ 20 no local.

Na pista, toca Funky and Disco 70s, Bee Gees, Donna Summer, Disco Music, Abba, Village People, The Doors, Rolling Stones, Jimi Hendrix, ACDC, The Who e muitos outros. No palco, a banda Old Skull Funky faz um tributo ao  Funk-Soul-Black Music, com a voz de Etiene Nadine e  Gus Bohm Bottega, também na guitarra, Will Monteiro no baixo, Alex Dal Pizzol na bateria, Rick Hierofante também na guitarra e Zonattão na percussão.

Ingressos antecipados com os promoters:
Will Monteiro – (54) 99624- 1121
Glau Colturato – (15) 9 9734- 0242
Paola Barreto Petroli – (54)99916-7340
Juliana Severo-(54)99130- 1578
Vinícius Rodrigues-(54) 99656- 3356
Ana Cristina Bonissoni

Ou no Ferrovia Live, de segunda à sexta, das 14h às 18h.
Apoio: Havana Revistaria e Tabacaria Planalto Barber Shop

Ferrovia Live – Pub Gourmet

Nas quintas-feiras e sábados, o Pub Gourmet do Ferrovia Live abre para happy hour à partir das 18 horas da quinta-feira e das 17 horas do sábado. A casa oferece dose dupla da cerveja artesanal (300ml) até as 20 horas. Nos sábados, dose dupla de espumante moscatel até as 18 horas.

 

Rock Girls: noite de shows no Ferrovia Live terá bandas com vocais femininos

ROCK FIRELS

No próximo sábado, 19 de agosto, o palco do pub Ferrovia Live em Bento Gonçalves receberá três bandas de rock com vocais femininos. A Madalena Rock Band, Rainha de Espadas e Os Pelicanos estarão tocando a partir das 23 horas. Para a noite, o pub oferece uma taça de espumante cortesia para as primeiras 50 mulheres. Os ingressos custam R$ 15 antecipados com as bandas e R$ 20 no local.

Sobre as bandas

A Madalena Rock Band surgiu em 2014. Seu som transita entre os clássicos do rock passando por Tina Turner, Alanis Morissete, Sheryl Crowe, Janis Joplin, Roxette entre outros. Já a Rainha de Espadas surgiu no mês de fevereiro de 2015. Além dos covers de bandas de hard rock e de blues, a banda toca suas músicas autorais. Os Pelicanos, banda formada em 2016, também conta com um repertório de músicas autorais, além de covers.

LEIA TAMBÉM :::: A Rainha de Espadas foi uma das bandas entrevistas na reportagem “Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves”, publicada na edição de agosto do Jornal Integração da Serra

RELEMBRE: Os Pelicanos à moda Antiga – matéria publicada na edição de julho do Jornal Integração da Serra. 

Maiores informações: 54 99157 6566

Fotos: Ana Paula Omizzolo

 

 

Cachorro Grande: Turnê do novo disco Electromod em Bento lotou casa de shows

Por Natália Zucchi

unnamed (3)A banda gaúcha Cachorro Grande apresentou, em Bento Gonçalves, o show da turnê Electromod no palco do pub Ferrovia Live, na noite de 3 de junho deste ano, para um público de cerca de 370 pessoas.

O álbum e o single foram lançados em 2016 e a turnê iniciou em janeiro de 2017, passando até agora por 16 cidades brasileiras.

A banda contou, em entrevista para o Jornal Integração da Serra, detalhes sobre o novo disco com sonoridade influenciada pelo movimento mod dos anos 50.

unnamed (1)Jornal Integração da Serra: Por que o título Electromod para o novo álbum?

Beto Bruno (vocal Cachorro Grande): Porque as composições ainda são no violão, em casa, no estilo mod que era o que a gente era no início, só que com a inclusão da música eletrônica no estúdio.

JIS: Quais foram as influências para o álbum Electromod lançado em 2016?

Há uma árvore genealógica para explicar o conceito do álbum. Penso que esse tipo de sonoridade unindo o eletrônico com o rock vem desde o Rod Stewart, passando pelos discos que o David Bowie fez em Berlim na trilogia de estúdio “Low”, “Heroes” e “Lodger”, culminando no disco Sandinista do The Clash. Quando chega no britpop dos anos 90, esse som é revisto. No Brasil nunca teve banda que fizesse isso. Era uma coisa inédita aqui. A gente sempre foi apaixonado por todos esses nomes, além de Keith Moon e Depeche Mode, então tínhamos uma vontade muito forte de fazer isso, recriar esse som. De um disco para o outro a gente busca inovar, para aparecer com uma turnê diferente da outra e não se acomodar. Se o som do disco anterior deu certo, a gente não tem que repetir a mesma receita pra continuar na estrada. A gente tem que gostar de estar em cima do palco tocando essas músicas. O desafio tem que fazer parte disso.

19149387_1204167623045222_1642803758430188355_nJIS: Nesses 17 anos de história, como o público tem reagido com a mudança de sonoridade a cada disco?

BB: A cada turnê e a cada disco novo, o público se renova. Mas, ao mesmo tempo, tem aquelas pessoas que nos acompanham desde o primeiro show. É o que nos fortalece. A gente precisa desses dois públicos para continuar tocando.

JIS: Como foi abrir o show do Rolling Stones em março de 2016 na capital gaúcha?

19149197_1204167719711879_5602035203645475745_nBB: Foi a coisa mais legal que aconteceu nas nossas vidas. Mas, mesmo com toda expectativa, estávamos muito preocupados com a reação do público, porque já vimos uns 20 shows dos Rolling Stones e o público sempre pedia para as bandas de abertura acabar o mais rápido possível. Em todos os shows o que se ouvia era “saí daí que a gente quer ver os Stones”. EM TODOS. Com a Cachorro Grande não aconteceu isso. O público cantou nossa música e pediu bis. Eu vi os Titãs abrindo em São Paulo e também já vi O Barão Vermelho abrindo no primeiro show dos Stones no Brasil. Pensava em como era aquela sensação e ficava imaginando se um dia aquilo iria acontecer, então para mim não poderia ter sido melhor. Ainda parece um sonho. A gente teve uns 15 minutos de fama e foram os mais doidos das nossas vidas.

JIS: Vocês sentiram um tratamento diferente por parte do público após o show?
BB:
No Brasil, muita gente passou a nos respeitar mais. Mas a maioria das pessoas que estava em Porto Alegre assistindo os Stones naquela noite, pela menos a galera da nossa geração, muito ouviu os Stones por nossa causa, pelo nosso som. Faz quase 20 anos que a gente só fala em Beatles, Stones e The Who, e a nova geração passou a se interessar muito por nossas referências. Da mesma forma que a gente ia atrás de conhecer quem estava por trás dos sons que a gente gostava. Um exemplo foi quando eu vi o Ira pela primeira vez. O que eu pensei foi “bah, uma banda como The Who no Brasil, isso é demais”.