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Slaviero Hotéis comemora índices de ocupação e avaliação no Booking da unidade de Bento Gonçalves

Com seu conceito de hospedagem prática e descomplicada, a Slaviero Hotéis tem conquistado o público que visita Bento Gonçalves. Após quatro meses do início de sua primeira operação em solo gaúcho, a marca econômica da rede paranaense comemora a grande aceitação dos hóspedes. A comprovação vem das avaliações no site de hospedagem Booking e do sucessivo acréscimo nas taxas de hospedagem.

Sua nota no portal especializado em oferecer acomodações subiu 0,8 ponto, chegando a 8,5, um indicativo da apreciação da experiência dos clientes em se hospedar na unidade da Slim Bento Gonçalves. “É um reconhecimento da qualidade de nossos serviços e que fornece informações incríveis para que futuros hóspedes decidam suas reservas”, celebra o Diretor de Operações da Slaviero Hotéis, Eraldo Santanna.

A rede também tem trabalhado de forma estratégica para fortalecer parcerias com entidades, agências de turismo e empresas. Mesmo em meio à pandemia, o resultado desse esforço é um crescimento médio mensal na taxa de ocupação de 43,7%. Se comparada a taxa de hospedagem de quando o hotel entrou em operação, em outubro, em relação ao atual momento de janeiro, o crescimento é de impressionantes 177,7% (índices referentes à quantidade de quartos disponíveis para ocupação no período conforme determinações do modelo de distanciamento social vigente no Rio Grande do Sul).

O hotel teve alguns picos de movimentação em feriados, sendo o melhor deles o de Finados, quando houve 67% de ocupação no dia 31 de outubro. Outro ápice de procura ocorreu no dia 21 de novembro, com 65% das vagas do hotel preenchidas. No período compreendido entre o fim do Natal e antes do Ano-Novo, a ocupação foi de 50%, a mesma registrada em alguns sábados de janeiro, mês que está com a melhor média desde a abertura, com 25%.  “As medidas para contenção da pandemia durante o mês de dezembro (bandeira vermelha) impactaram no turismo de forma geral, mas conseguimos no posicionar positivamente no mercado hoteleiro, com resultados próximos de propriedades já tradicionais”, diz Santanna.

O hotel Slim Bento Gonçalves, possui 100 unidades habitacionais e opera com serviços como café da manhã gratuito e restaurante para almoço e jantar.

Polo moveleiro de Bento Gonçalves cresce 10,9% em 2020

Incremento no faturamento coloca o setor em trajetória ascendente, mas não representa, ainda, crescimento real devido à alta nos insumos e outros reajustes

O polo moveleiro de Bento Gonçalves reverteu a queda de desempenho verificada nos primeiros meses da pandemia. O balanço total de 2020, conforme dados apurados esta semana pela Inteligência Comercial do Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), aponta que o polo teve faturamento de R$ 2,23 bilhões, um crescimento nominal de 10,9% em relação a 2019.

Atualmente, as empresas do polo moveleiro de Bento Gonçalves respondem por 27,2% do faturamento do estado, onde o total faturado em 2020 foi de R$ 8,22 bilhões – crescimento nominal de 9,1% em relação ao ano anterior. A retomada que teve início no segundo semestre fica muito evidente no comparativo interanual do segundo semestre. Em Bento, houve crescimento nominal de 22% e no RS, 25,5%.

O economista do Sindmóveis, Eduardo Santarossa, explica que apesar da trajetória positiva nos últimos meses, as perdas decorrentes da pandemia ainda não foram recuperadas. Dentre os principais motivos, estão a alta dos custos e a falta de matérias-primas e insumos em decorrência da desestruturação da cadeia produtiva. Nesse contexto, as vendas se recuperaram de modo mais rápido do que a produção em um cenário de estoques em baixa e alta no preço dos insumos, em especial os dolarizados.

Conforme o presidente do Sindmóveis, Vinicius Benini, a pandemia vai deixando para o setor moveleiro o aprendizado de que o status quo pode mudar abruptamente. Segundo ele, fica claro que as empresas mais preparadas tomaram frente nesse mercado que pede um dinamismo muito grande no atendimento, gestão de produção e entregas. “Estrategicamente, é crucial que as empresas se aproximem das entidades que as representam. Mais do que nunca, é preciso que as pessoas se proponham a contribuir coletivamente para alcançarmos um melhor entendimento do período pós-pandemia. Não vejo como nenhuma de nossas empresas possa crescer isoladamente, sem que tenhamos um ambiente propício a toda indústria moveleira e um polo competitivo no mercado”, propõe.

Empregos

No polo de Bento Gonçalves, que inclui quatro municípios, a variação verificada no ano de 2020 foi positiva em 4,7% em relação ao início do ano passado. O saldo em dezembro foi positivo de 274 empregos e um total de 6.169 empregos diretos gerados pela indústria de móveis. No RS, a variação é positiva de 4,0% em relação ao início de 2020, com um total de 36.066 empregos diretos.

Mesmo com a crise, o crescimento na geração de empregos pela indústria moveleira supera a média das indústrias de transformação no estado e no país, e o ritmo é praticamente o mesmo em Bento Gonçalves. Também é importante destacar que supera os patamares pré-crise.

Exportações

As exportações moveleiras reagiram de modo favorável nos últimos meses de 2020 e a região conseguiu recuperar boa parte das perdas que ocorreram no segundo trimestre do ano passado, considerado o pior período para os embarques de móveis. No polo moveleiro de Bento Gonçalves, os valores exportados em dólares ficaram praticamente estáveis em relação ao ano anterior e melhor desempenho em comparação ao estado e país. Foram exportados US$ 47,6 milhões, o que representa uma queda de 0,2% em comparação a 2019.

Os Estados Unidos estão consolidados como o principal destino dos móveis da região. Destaques também para os bons resultados foram registrados para Peru, Reino Unido, Porto Rico, Equador, França e Emirados Árabes Unidos. Os dados são originários do Comex Stat – portal oficial de estatísticas de comércio exterior do Brasil – e apurados pela Inteligência Comercial do Sindmóveis Bento Gonçalves.

Bento Gonçalves encerrou o ano passado com melhor desempenho em comparação ao estado e país. Embora as exportações do RS e Brasil os últimos meses do ano tenham retomado uma trajetória positiva a partir dos níveis pré-pandemia, ainda não foram capazes de recuperar as perdas do ano. No RS, a queda foi de 9,8% e, no Brasil, de 2,0%.

Expectativas para 2021

O setor começa 2021 aquecido e com expectativa de continuidade nas contratações neste primeiro trimestre. Em termos de faturamento, o Sindmóveis projeta um crescimento real de 4% para o polo moveleiro de Bento Gonçalves em 2021. Em termos nominais (sem descontar-se o aumento dos custos, inflação do período, etc), está sendo projetado um crescimento de 9% no faturamento.

O polo moveleiro de Bento Gonçalves é o principal do país em número de empresas e peças produzidas, com aproximadamente 300 indústrias localizadas no município sede e também em Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira e Santa Tereza. O Sindmóveis fomenta, desde 1977, um cenário de desenvolvimento para o polo e o setor moveleiro nacional seja por meio da representação sindical ou ações de apoio aos associados, articulação política, ações comerciais e programas inovadores.

Inadimplência em Bento Gonçalves recua 18,1% em 2020

Montante devido ao comércio local retrocedeu cerca de R$ 2,5 mi, segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-BG)

A atipicidade de 2020 trouxe reflexos em diversos aspectos da economia. No caso do índice da inadimplência em Bento Gonçalves, o cenário do ano passado resultou em redução. O acumulado dos últimos 12 meses registrou recuo recorde: 18,1%, em relação a 2019. Isso significa cerca de R$ 2,5 mi a menos em dívidas no comércio local – já que o atual montante de R$ 11.569.822,97 faz frente aos R$ 14.134.992,22 registrados no ano anterior. Os dados são da Câmara de Dirigentes Lojistas de Bento Gonçalves e foram divulgados na manhã de 03 de fevereiro.

O relatório traz outros números que seguem essa curva descendente. A quantidade de devedores diminuiu 12,8% no período – e é a menor dos últimos quatro anos. O levantamento leva em conta contribuintes em débito também com a prefeitura.

A significativa diminuição na inadimplência está diretamente condicionada às restrições impostas pela pandemia. “As pessoas compraram menos em 2020. O comércio, aquele com pontos de venda físicos, foi um dos mais prejudicados pelo regramento dos modelos de distanciamento impostos pelo Governo do Estado – por muito tempo as lojas ficaram de portas fechadas e, depois, tiveram seu funcionamento reduzido, em horas e em número de atendentes disponíveis. Isso significa menos vendas e ajuda a explicar o decréscimo na inadimplência”, argumenta o presidente da CDL-BG, Marcos Carbone.

Somado a esse motivo aparecem outras duas alterações no comportamento do consumidor. A primeira é que uma parcela significativa de pessoas reduziu ou alterou seus hábitos de compra em função da perda/diminuição de receita. São indivíduos que tiveram mudanças na renda familiar ou, desencorajados pela instabilidade econômica, passaram a consumir menos. “Outra situação é que quem continuou comprando, passou a usar muito mais o cartão de crédito, aproveitando as possibilidades de parcelamento e, também, o fato de ser essa uma das modalidades mais frequentes nas transações online, que cresceram muito em 2020 em função da pandemia. Pode ser que logo mais identifiquemos um aumento expressivo de inadimplência junto às operadoras de crédito”, aponta Carbone.

Perfil dos devedores

Os dados coletados pela CDL-BG revelam que a maioria dos inadimplentes deve de R$ 100 a R$ 250, representando 27,3% do total – índice menor do que em 2019, quando 31,4% deviam esse ticket médio. O número de quem devia entre R$ 250 e R$ 500 também recuou mais de 13%. O mesmo fenômeno foi registrado na quantidade dos devedores acima desse valor, com recuo de 1%.

Por outro lado, um aumento expressivo foi identificado no percentual de indivíduos que estão com dívidas de até R$ 50: de 10,8% em 2019 para 24,3% no ano passado. Outro crescimento registrado foi o percentual de pessoas jurídicas nesta lista – pouco menos de 1%.

O relatório também mostra que as mulheres continuam no topo da lista, porém com uma significativa aproximação do percentual masculino: enquanto em 2019 elas somavam 68,5% na quantidade de registros, em 2020 esse número diminuiu para 55,7%. Os homens saltaram de 31,4% para 44,2%.

Em ambos os anos, pessoas de 30 a 39 anos foram as que mais se endividaram, representando 31,8% do montante em 2020 – seguido por quem tem entre 40 e 49 anos, com 21,1% do total. Essa diferença – que foi de praticamente 10% – aumentou de forma expressiva em relação à 2019.

Sobre o tempo de registro, a maior parte dos inadimplentes – 79,6% em 2020 – está cadastrada no SPC entre nove meses e quatro anos. Em 2019, o período de nove a doze meses foi o que registrou a maior parcela de cadastrados no serviço – 21,34%. Já em 2020, a maior parcela – 22,04% – coube à faixa de tempo compreendida entre 1 e 2 anos.

Cenário nacional ainda é incerto

A inadimplência em âmbito nacional vem apresentando uma queda mais tímida do que aquela verificada em Bento Gonçalves. Segundo o levantamento mais recente divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, referente ao mês de agosto, o número de pessoas com contas em atraso teve queda de 1,5%.

Outro indicativo que pode ajudar a entender o cenário é o levantamento realizado pela CNDL em parceria com a Offer Wise Pesquisas, divulgado em janeiro. Nele, 62% dos entrevistados entendem que a situação econômica do país foi pior em 2020 do que em 2019 e 46% temem não serem capazes de pagar suas contas em 2021. Porém, 81% fizeram cortes no orçamento principalmente para redirecionar o valor ao pagamento de contas básicas do dia a dia (53%), para conseguir guardar dinheiro (37%) e para o pagamento de contas em atraso (30%) – sinalizando um possível motivo para justificar a queda nas dívidas.

Bento Gonçalves inicia teste clínico de medicamento francês contra Covid-19

Abivax, empresa francesa de biotecnologia, inicia o estudo miR-AGE em pacientes de risco para doença

Bento Gonçalves está participando de testes para um medicamento francês (aprovado pela ANVISA) que combate à Covid-19. Novo medicamento em estudo ABX464 pode diminuir os graves efeitos da infecção pela COVID-19, reduzindo o número de participantes que necessitam de hospitalização e o tempo de recuperação para participantes internados.

ABX464 apresenta potencial efeito benéfico triplo no tratamento de participantes com COVID-19: antiviral, anti-inflamatório e reparador de tecidos.

Vários centros de pesquisa clínica no Brasil participarão do estudo, com rigorosos critérios de inclusão de participantes em estudo randomizado controlado com placebo (estudo miR-AGE).

Participantes confirmados com COVID-19, acima dos 65 anos ou com menos de 65 anos que apresentem fatores de risco, receberão ABX464 por via oral, durante 28 dias

O estudo miR-AGE incluirá um total de 1034 participantes na Europa e América Latina.

 

A Abivax AS, empresa de biotecnologia que faz ensaios clínicos, focados no sistema imunológico para desenvolver tratamentos inovadores para doenças inflamatórias, viroses e câncer, anuncia o início do miR-AGE, um estudo para a COVID-19, em vários centros de pesquisa clínica no Brasil. O estudo foi aprovado pela ANVISA (agência sanitária brasileira), bem como pelas agências sanitárias da França, Alemanha, Reino Unido e Itália. A aprovação pelas autoridades do México, Chile e Peru está em andamento.

Na atual situação, sem vacina e sem imunidade em massa contra a COVID-19, necessitamos de um tratamento rápido que reduza a gravidade dessa doença”, afirma o Prof. Hartmut Ehrlich, M.D., CEO da Abivax.

Segundo o Prof. Jorge Kalil, M.D., Ph.D., professor titular de imunologia clínica e alergia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenador do estudo miR-AGE no Brasil, a pesquisa clínica da Abivax avaliará se o tratamento anti-inflamatório precoce com ABX464 pode melhorar os desfechos em participantes da COVID-19’: “ABX464 é um composto em fase final de desenvolvimento que apresenta um novo mecanismo de ação no tratamento de participantes com doenças inflamatórias. Os estudos de fase 2b/3 testam o potencial de um novo candidato terapêutico na prevenção da inflamação grave que leva a Síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em participantes idosos ou de alto risco para a COVID-19. A molécula já apresentou dados de eficácia transformacional em participantes com colite ulcerativa, doença também inflamatória. Além disso, ABX464 apresentou perfil de segurança favorável em mais de 300 participantes voluntários e portadores de HIV ou colite ulcerativa.

 

Nossa missão é desenvolver fármacos para melhorar e salvar a vida de pacientes’ e estou orgulhoso de poder utilizar a pesquisa da Abivax e sua expertise na luta contra a pandemia da COVID-19 que assola o mundo todo”, afirma Philippe Pouletty, M.D., Presidente do Conselho da Abivax.

Este estudo duplo cego, randomizado, controlado com placebo, de fase 2b/3 avaliará os benefícios potenciais da tripla ação do medicamento em estudo ABX464 em 1.034 participantes idosos ou de risco para a COVID-19, que incluem:

Efeito anti-inflamatório para tratar a hipercitonemia e a síndrome da hiperinflamação observadas em participantes portadores da COVID-19. Este efeito do ABX464 já foi demonstrado em estudo de fase 2a em outra doença inflamatória grave, a colite ulcerativa. A hiperinflamação pulmonar é a principal causa de desconforto respiratório e de morte dos pacientes com COVID-19.

Efeito antiviral para inibir a replicação do SARS-CoV-2 (COVID-19) que foi demonstrado em um modelo rigoroso de epitélio pulmonar humano in vitro.

Propriedades de reparação tecidual para prevenir uma potencial disfunção pulmonar de longo prazo após a infecção. Nos participantes portadores de colite ulcerativa, ABX464 demonstrou capacidade curativa das lesões inflamatórias.

Até hoje, mais de 300 participantes foram tratados com ABX464, e o medicamento em estudo apresenta excelente segurança clínica e perfil de tolerabilidade.

A conveniente administração por via oral do ABX464 permite o tratamento precoce de participantes hospitalizados ou não hospitalizados. Os participantes não hospitalizados tomarão uma cápsula de ABX464 por via oral, uma vez ao dia, por 28 dias, em casa. Durante o período obrigatório de quarentena de 14 dias, os participantes receberão o tratamento e serão monitorados por telefone. A partir da terceira semana de tratamento, ou a partir da data em  que o participante for liberado da quarentena pelo seu médico, os participantes deverão comparecer ao hospital, uma vez por semana, para monitoramento.

O estudo rigoroso de Fase 2b/3 será conduzido de acordo com os padrões internacionais de pesquisa clínica na América Latina e Europa. O estudo incluirá um robusto procedimento de seleção de participantes, randomização contra placebo e monitoramento, bem como gestão, coleta de dados e análise estatística. Para mais informações sobre o estudo clínico miR-AGE acesse o site ou ligue ou envie uma mensagem de whatsapp para 0800 454 54 54 (das 8h às 17h).

 

Principais pontos do estudo

ABX464 dose oral (50 mg uma vez ao dia) vs. placebo e tratamento padrão, randomização 2 para 1.

Inclusão de participantes hospitalizados e não hospitalizados, confirmados para infecção pelo SARS-CoV-2.

Principais critérios de avaliação: não utilização de oxigênio de alto fluxo ou ventilação assistida, ou ausência de morte no período de 28 dias.

Múltiplos parâmetros clínicos e biológicos secundários.

Duração de tratamento (ABX464 ou placebo e tratamento padrão): 28 dias

50 hospitais na Europa e América Latina

 

Critérios de inclusão do estudo:

Infecção confirmada pelo SARS-CoV-2 (doença COVID-19)

Participantes acima dos 65 anos

Adultos com menos de 65 que apresentem fatores de risco (obesidade, diabetes, hipertensão, doença cardíaca)

 

Philippe Pouletty, M.D., Presidente do Conselho da Abivax e CEO da Truffle Capital, afirma: “O estudo miR-AGE com ABX464 foi endossado por especialistas de renome na França, Europa, e Estados Unidos. Esperamos que o ABX464, com exclusivas propriedades antiviral, anti-inflamatório e de reparação tecidual, e conveniente administração por via oral, demonstre ser uma terapia promissora para pacientes com a COVID-19. Vale lembrar que a fisiopatologia da COVID-19 é complexa, portanto, devemos ser cautelosos com relação ao potencial sucesso do estudo miR-AGE.”

 

Prof. Hartmut Ehrlich, M.D., CEO da Abivax, acrescenta: “Infelizmente, até o momento nenhum tratamento terapêutico ou profilaxia demonstrou eficácia em estudos criteriosos para tratar a forma grave da COVID-19. Isto significa que auxiliar os médicos na prevenção do desconforto respiratório e morte dos pacientes com a COVID-19 e limitar o dano pulmonar de longo prazo é necessidade primordial. Além disso, reduzir a necessidade de uso de UTIs nos hospitais é prioritário. ABX464 é uma pequena molécula disponível em apresentação oral que pode ter  o potencial de atingir alguns desses objetivos devido ao seu exclusivo mecanismo de ação e facilidade de utilização. O desenho robusto e criterioso do estudo miR-AGE para ABX464 assegura que chegaremos a importantes conclusões clínicas e científicas e, se bem-sucedido, trabalharemos junto às autoridades sanitárias para tornar ABX464 disponível o mais rapidamente possível. Já dispomos de cápsulas de ABX464 em estoque para o tratamento de aproximadamente 50.000 pacientes, e podemos aumentar a produção de ABX464, em poucos meses, para o tratamento de mais de um milhão de pacientes”. 

Sobre a Abivax 

A Abivax, uma empresa de biotecnologia que faz ensaios clínicos, está mobilizando o mecanismo imunológico natural do corpo para tratar pacientes com doenças autoimunes, infecções virais e câncer. A Abivax está listada na Euronext B (ISIN: FR0012333284 – Mnémo: ABVX). Sediada em Paris e Montpellier, a Abivax possui dois candidatos a fármaco em desenvolvimento clínico, o ABX464 para tratar doenças inflamatórias graves e o ABX196 para tratar o carcinoma hepatocelular. Mais informações sobre a empresa estão disponíveis em www.abivax.com. Siga-nos no Twitter @ABIVAX_