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ECONOMIA

Congresso derruba veto ao PL que cria programa de parcelamento de dívidas para empresas do Simples

O Senado e a Câmara derrubaram, nesta quinta-feira (10), o veto do presidente Jair Bolsonaro ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 46/21, que cria um novo

programa de parcelamento de dívidas de micro e pequenas empresas participantes do Simples Nacional, inclusive os microempreendedores individuais (MEI). Para a derrubada do veto presidencial eram necessários os votos das duas Casas. A decisão contou com o apoio de 65 senadores (eram necessários 41 votos) e 430 deputados (o mínimo previsto era de 257).  O projeto segue agora para promulgação.

O Projeto de Lei criou o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (batizado como RELP). A redução no faturamento ocorrida no período de março a dezembro de 2020, em comparação com o período de março a dezembro de 2019, determinará o percentual da entrada (entre 1% e 12,5% do saldo devedor, sem reduções), bem como os percentuais de redução nos juros e multas de mora (de 65% a 95%) e dos encargos legais (de 75% a 100%). A entrada, sem redução, será dividida em oito parcelas, e o saldo remanescente, com reduções nos juros, multas e encargos, poderá ser dividida em até 180 meses, com parcelas de valor mínimo de R$ 50 (MEI) e de R$ 300 (demais ME e EPP).

A adesão ao RELP terá início depois da regulamentação por parte do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), que deverá ocorrer no menor prazo possível, e se estenderá até 29 de abril de 2022. Segundo informações preliminares, o CGSN pretende estender para o mesmo prazo – 29 de abril, o limite para que as microempresas e empresas de pequeno porte que pediram adesão ao Simples Nacional em janeiro de 2022 – e que se encontram com situação pendente por débitos tributários -, regularizem essas pendências, seja por meio do RELP (em fase de promulgação), da transação tributária (cujos editais estão abertos até aquela data), ou outra forma de regularização tributária.

Na sessão do Congresso desta quinta, o senador Jorginho Mello (PL-SC), presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, chamou a atenção dos congressistas de que o próprio presidente Bolsonaro defendia que o veto fosse derrubado. No último dia 11 de fevereiro o governo havia editado uma portaria que abria a possibilidade para renegociação de dívidas de empresas do Simples com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, mas a medida tinha sido considerada insuficiente.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a decisão do Congresso era extremamente necessária. “Sem o RELP ficaria muito difícil para as empresas retornarem para o Simples. O programa vai ajudar milhões de empreendedores que passam por dificuldades intensificadas com a crise do coronavírus e que precisavam desse respiro para recomeçar”, avalia. “As micro e pequenas empresas têm tido um papel fundamental durante a crise pandêmica. Basta lembrar que das 2,7 milhões de novas vagas de empregos criadas no ano passado no país, cerca de 78% foram geradas por pequenos negócios. Nesse sentido, proteger as MPE significa proteger a economia e milhões de trabalhadores e suas famílias”, complementa.

11 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/09/sebrae-1030x664-1.jpg 664 1030 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-11 16:17:372022-03-11 16:17:37Congresso derruba veto ao PL que cria programa de parcelamento de dívidas para empresas do Simples
DESTAQUES DO DIA, ECONOMIA

Inadimplência em Bento Gonçalves tem quadro de estabilidade

Depois de registrar uma redução recorde no montante da dívida dos inadimplentes em 2020, quando o recuo foi de 18,1%, o comércio de Bento Gonçalves computou um cenário de estabilidade em 2021, de acordo com os dados divulgados pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-BG).

O déficit dos consumidores com o varejo (incluindo contribuintes em débito com a prefeitura) é praticamente o mesmo do registrado em 2020. O ligeiro declínio, de apenas 0,88%, traz os reflexos do quadro mais estável da pandemia no ano passado, principalmente a partir do segundo semestre, com o avanço da vacinação. “O ano de 2020 foi turbulento, ora empresas não podiam operar, ora o funcionamento era restringido. Esse quadro fez o consumidor frear o consumo, porque havia muita instabilidade”, analisa o presidente da CDL-BG, Marcos Carbone. “Já em 2021 tivemos períodos mais longos de uma certa normalidade, o que devolveu o comportamento mais típico do consumidor. Mas há uma outra questão que vejo como principal: a base comparativa com 2020, que foi muito fora da curva”, prossegue Carbone.

Esse raciocínio segue a lógica de outro dado díspar mostrado na pesquisa, o dos registros ativos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Em 2020, o número de inadimplentes caiu 13,2%. No ano passado, também houve recuo, mas bem menor, de 2,36%. Ainda assim, esse foi o terceiro ano consecutivo de queda no número de casos no SPC – em 2019, a retração foi de 6,25%.

A maior fatia dos registros no SPC, aponta o levantamento, é oriundo de pessoas físicas. Em 2021, o quadro se manteve praticamente estável, com esse tipo de público sendo responsável por 92,70% dos casos, um leve aumento de 0,78 pontos percentuais em relação ao ano passado. Entre as pessoas jurídicas, houve redução nos registros de 6,92% para 6,24%.

Perfil dos cadastros

Assim como registrado em 2020, a maioria dos insolventes continuam a dever para o comércio um ticket médio que varia de R$ 100 a R$ 250. O que mudou, no entanto, foi o aumento de 28% no contingente de devedores nessa faixa, saltando de 27,33% para 35%.

Mas foi dentro do público devedor de valores que vão de R$ 250 a R$ 500 que ocorreu o maior acréscimo. Se em 2020 apenas 12,31% do total dos insolventes estavam devendo esse ticket, em 2021 esse índice pulou para 20,75%, ou seja, um aumento de 68,5%. Por outro lado, houve redução entre aqueles que devem as maiores quantias. A queda na fatia dos consumidores que estão com débitos acima dos R$ 500 foi de 23%, passando de 19,82% para 15,25%.

Os números da inadimplência apresentados pela CDL-BG também mostram que as mulheres não estão apenas mais endividadas do que os homens, como tiveram um exponencial crescimento na liderança dessa estatística. A quantidade de mulheres inadimplentes saltou de 55,71% para 75,47% – um acréscimo de 35,2%. Em parte, isso se explica pelo comportamento de consumo das famílias. “As mulheres são as que mais compram, e compram para toda a família. Em 2021, diferentemente de 2020, as condições melhoraram e houve mais consumo. Então, necessariamente, não significa que a dívida seja só delas, mas da família como um todo”, opina Carbone.

Uma das mudanças mais significativas em relação ao perfil dos endividados neste novo estudo encontra-se na mudança da faixa que mais concentra dívidas. Agora, quem mais deve são as pessoas entre 40 e 49 anos, respondendo por 25,07% do total – 18,6% a mais do que em 2020. Os líderes nesse quesito até então, os adultos de 30 a 39 anos, passaram para a segunda colocação. Eles reduziram em 28% sua presença na lista, caindo de 31,83% para 22,89%. Entre os idosos com mais de 65 anos, os índices se mantiveram nos mesmos patamares, de 6,76% para 6,63%.

 A maioria dos casos envolvendo o tempo de inadimplência é de registros de dois a três anos, com 23,02% do total. Logo depois, seguem aqueles que estão em débito de um a dois anos (20,14%). Muito próximos um do outro são os que estão no SPC entre três e quatro anos (16,79%) e os que contraíram dívida no período de nove a 12 meses (16,62%).

Inadimplência cai pouco também no país

No Brasil, conforme dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, embora o país tenha fechado 2021 com recorde de famílias endividadas (média de 70,9%, a maior da série histórica iniciada em 2010), houve uma pequena redução na inadimplência.

Conforme o levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o número de famílias com contas em atraso caiu 0,3 ponto percentual, de 25,5% para 25,2%. Entre o tipo de dívida mais citada aparece o cartão de crédito (82,6%), seguido por carnê (18,1%) e financiamento de automóvel (11,6%).

Imagem: Divulgação

11 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Inadimplencia-em-Bento-Goncalves-tem-quadro-de-estabilidade-credito-Exata-Comunicacao-Silvestre-Santos-3.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-11 15:49:242022-03-11 15:49:24Inadimplência em Bento Gonçalves tem quadro de estabilidade
ECONOMIA

Importação de máquinas industriais movimentou US$ 1,6 bilhão em 2021

Um dos setores que mais movimenta o Brasil no comércio exterior, a importação de máquinas industriais teve um ano positivo em 2021. Segundo dados levantados pela Logcomex, startup que oferece Big Data e automação para o comércio exterior, foram importados  US$ 1.691.213.852,47 entre janeiro e novembro de 2021. Em comparativo com 2020 (US$ 1.343.627.540,75) esse número foi 24% maior. 

“A importação de máquinas e equipamentos industriais é muito importante para o Brasil”, explica Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex. “Assim, conseguimos trazer tecnologias que alimentam nossa cadeia produtiva e não temos produção local. Isso ajuda a alavancar a indústria nacional”, completa.

O principal mês de importação do setor foi em novembro, com  com $174.293.883,47, seguido por setembro, com $174.072.660,99. “Esse crescimento foi muito afetado pela escassez de produtos, o que deixou tudo mais caro”, explica Helmuth.

Além disso, o principal fornecedor do produto foi a China, com mais de US$ 635 milhões. Na sequência, vem Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Itália.

Outro aspecto importante destacado pelo executivo é a importação de máquinas usadas, que é possível, mas é uma exceção. Todo processo de importação de máquinas precisa da aprovação da Subsecretaria de Operações de Comércio Exterior (SUEXT). Para o equipamento poder ser importado, é necessário que não haja nenhum outro similar sendo produzido pela indústria nacional. O órgão abre consulta e, durante trinta dias, poderá haver manifestação de alguma empresa em fornecer o produto nacional.

Caso não ocorra, a Licença de Importação é aprovada e o embarque autorizado. Chegando ao Brasil, o produto entra em canal vermelho e é verificada a idoneidade do material.

Para facilitar o processo de importação pelas indústrias, a Logcomex criou um guia prático de como importar máquinas industriais, trazendo dicas e estatísticas, que está disponível gratuitamente.

Imagem: Divulgação

9 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/unnamed09.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-09 16:10:152022-03-09 16:10:15Importação de máquinas industriais movimentou US$ 1,6 bilhão em 2021
ECONOMIA

Em fevereiro, Pesquisa de Endividamento e Inadimplência registra novo recorde de famílias endividadas

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores Gaúchos (PEIC-RS) registrou um novo recorde de 94,3% no percentual de famílias endividadas no mês de fevereiro. Divulgada pela Fecomércio-RS nesta quarta-feira, dia 09, o resultado superou a máxima registrada em janeiro (91,9%). Há um ano atrás esse percentual era de 74%. 

O maior número de famílias endividadas da série histórica, iniciada em janeiro de 2010, veio acompanhado de nova alta do percentual de famílias com contas em atraso. Enquanto esse percentual era de 29% em janeiro deste ano, e de 24,8% em fevereiro do ano passado, passou a registrar 32,4% em fevereiro passado, maior valor desde abril de 2018 (40,7%).

Essa piora está relacionada à maior dificuldade encontrada pelas famílias que ganham menos de 10 salários mínimos em manter seus orçamentos equilibrados. Nesse grupo, o percentual passou de 27,3% (fev/21) para 32,4% em (fev/22). Já para o grupo de maior renda, o percentual foi de 15,5% para 6,4% no mesmo período. A análise econômica feita por economistas da Fecomércio-RS aponta que a alta do indicador é recente e sinaliza uma inadimplência mais dispersa entre as famílias, o que poderá num futuro refletir em spreads mais altos e condições mais restritas de acesso à crédito. A parcela da renda comprometida com dívidas também registrou aumento.

Apesar da piora no indicador de contas em atraso, o percentual de famílias que relatam não terem condições de quitar seus compromissos em atraso dentro dos próximos trinta dias foi de apenas 2,2%. Esse resultado só não é menor que a mínima histórica da série registrada no mês anterior (jan/22 – 2,1%). Esse indicador, conforme análises anteriores, evidencia o esforço das famílias em evitar de manter-se em uma situação de inadimplência, dada a importância de continuar acessando o mercado de crédito.

“Nos últimos tempos, experimentamos, mês após mês, recordes no percentual de famílias endividadas. O percentual de famílias com contas em atraso também tem aumentado. Num cenário de inflação alta e juros crescendo, isso acende um grande sinal de alerta”, comentou o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Imagem: Edição do Brasil

9 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/download.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-09 15:46:122022-03-09 15:46:12Em fevereiro, Pesquisa de Endividamento e Inadimplência registra novo recorde de famílias endividadas
ECONOMIA

Presidente sanciona lei que autoriza retorno da gestante ao trabalho

Informação muito importante para as mulheres gestantes de todo país é que foi sancionada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro a lei que trata do retorno destas ao trabalho, coisa que já está autorizada.

Essa Lei vem ajustar outra, a Lei 14.151, publicada pelo Governo Federal em maio de 2021 e que continha um único artigo, estabelecendo que a empregada gestante deveria permanecer afastada das atividades de trabalho presencial, sem prejuízo de sua remuneração.

Esse fato foi motivo de controvérsias e questionamentos por parte de empresas, por impor às mesmas o ônus ao pagamento de salários e encargos sem a correspondente prestação de serviços por parte da profissional, levando muitas empresas a ingressar com ações contra o INSS para que o período de afastamento fosse custeado pelo órgão previdenciário.

Agora, decorridos dez meses de vigência da lei, o Presidente sancionou o projeto de Lei 2058/21 que muda as regras para o afastamento da empregada gestante, inclusive a doméstica, das atividades laborais durante o período de pandemia.

O novo texto autoriza o retorno presencial de trabalhadoras grávidas após a conclusão do esquema vacinal contra a covid-19, com duas doses ou dose única e segundo a agência Brasil, a publicação no Diário Oficial deve ocorrer no próximo dia 10 de março de 2022.

O novo texto elenca as hipóteses em que o retorno ao regime presencial é obrigatório para mulheres grávidas: encerramento do estado de emergência; após a vacinação (a partir do dia em que o Ministério da Saúde considerar completa a imunização).

Ponto importante da lei é que, havendo recusa da colaboradora em se vacinar, deverá a mesma firmar termo de responsabilidade e que o afastamento do trabalho presencial será mantido para a mulher que ainda não tenha completado o ciclo vacinal.

Imagem: Promade

9 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Advogado-concilie-a-sua-vida-profissional-e-pessoal.jpg 671 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-09 15:23:182022-03-09 15:23:18Presidente sanciona lei que autoriza retorno da gestante ao trabalho
ECONOMIA

Sebrae RS seleciona 1.100 pequenos negócios para quatro meses de atendimento especializado gratuito

O Sebrae RS está com inscrições abertas para novo ciclo do Programa Brasil Mais. A organização está selecionando 1.100 pequenas empresas gaúchas de seis regiões que terão a oportunidade de participar da iniciativa que oferece quatro meses de acompanhamento especializado totalmente gratuito visando ao fomento de novas oportunidades para os empreendedores dos mais diferentes segmentos.

O programa inicia as atividades em 21/03 e as inscrições para o processo seletivo podem ser feitas pelo www.gov.br/brasilmais conforme o preenchimento das vagas de cada região:

–       Região Metropolitana (450 vagas);

–       Serra Gaúcha (250 vagas);

–       Sinos, Caí e Paranhana (225 vagas);

–       Vales do Taquari e do Rio Pardo (50 vagas);

–       Região Sul (75 vagas);

–       Região Norte (50 vagas).

Com metodologia própria e que contempla encontros virtuais e presenciais de forma coletiva e individual junto aos empreendedores selecionados, o programa é executado por uma equipe do Sebrae RS que dispõe de 45 Agentes Locais de Inovação (ALI). A iniciativa é ofertada em parceria com o Ministério da Economia e com o CNPq.

Segundo a gestora de projetos do Sebrae RS, Michele Seleri, desde 2021 o programa já capacitou mais de 3.100 empresas gaúchas em três ciclos de atendimento. Segundo ela, a metodologia contempla temas técnicos de interesse para empresas dos mais diversos segmentos de atuação, ao mesmo tempo em que apresenta soluções que estejam de acordo com a realidade local de cada negócio. “São trabalhadas estratégias simples e eficientes para aumentar o faturamento, diminuir custos, qualificar o modelo de negócios e inovar. A meta final é aumentar os indicadores de produtividade”, explica.

Livraria de Bento Gonçalves é destaque do programa

Localizada no centro de Bento Gonçalves, a livraria Dom Quixote participou do programa no ano de 2021. Com cinco anos de atuação, o negócio encontrou nos programas do Sebrae RS o impulso para desenvolver novas soluções, em especial, frente aos desafios impostos pela pandemia. A empreendedora Eunice Pigozzo conta que a execução de um plano de ação para boas práticas gerenciais e pontos de atenção nas rotinas do dia a dia foram elencadas como prioridades a serem trabalhadas durante os quatro meses do programa que teve, entre outros resultados diretos, a criação de um clube de assinatura de livros infantis, além do lançamento da loja online.

Como protótipo, a empresa lançou no mês de setembro um serviço de vendas diretas para as escolas da região com oferta de livros no formato de curadoria, de acordo com o plano pedagógico de cada instituição. O novo serviço conta com visitas às escolas e três tipos de planos de adesão, com diferentes faixas de aquisição. De acordo com cada faixa de valor consumido é feita a doação de quatro livros, sorteio de brindes e ações de incentivo à cultura como contação de histórias.  “O programa chegou na hora certa. Estávamos precisando de uma ferramenta gerencial que nos desse um norte a seguir e conseguimos ‘virar a chave’ com as proposições sugeridas. Estruturamos e enxergamos novas oportunidades em serviços que já oferecíamos, não somente para aumentar o faturamento, mas também para intensificarmos nosso relacionamento com nossos clientes reais e potenciais”, relata.

O trabalho junto a Dom Quixote foi conduzido pela Agente Local de Inovação do Sebrae RS Micheli Bueno. Ela destaca que, para a obtenção dos melhores resultados durante o programa, é fundamental que os empreendedores tenham a mente aberta e um olhar crítico sobre o próprio negócio, em vistas a sua melhoria. “É uma via de mão dupla. O empreendedor tem de ter engajamento para otimizar os resultados. No dia a dia muitas vezes o operacional é prioridade e as empresas não dedicam tempo suficiente para pensar estratégico de forma  analítica. Com essa visão de fora, como agentes de inovação, conseguimos identificar novas oportunidades”, destaca.

Imagem: Divulgação

7 de março de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Em-fevereiro-grupo-estadual-de-45-agentes-esteve-reunido-em-Porto-Alegre-alinhamento-do-novo-ciclo-Divulgacao-Sebrae-RS.jpg 668 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-03-07 16:14:052022-03-07 16:14:05Sebrae RS seleciona 1.100 pequenos negócios para quatro meses de atendimento especializado gratuito
ECONOMIA

A Casa do Comércio Gaúcho: Fecomércio-RS inaugura oficialmente nova sede no bairro Anchieta, em Porto Alegre

Diante de autoridades federais e estaduais, representantes dos três poderes, a Fecomércio-RS inaugurou, nesta terça-feira, 22 de fevereiro de 2022, a nova sede da instituição – a Casa do Comércio Gaúcho. Localizado no bairro Anchieta, em Porto Alegre, o espaço de 37 mil metros quadrados, que abriga a parte administrativa da Fecomércio-RS, do Sesc/RS e do Senac-RS, foi fruto de um projeto pensado para agregar mais eficiência e inovação na condução de iniciativas e ações em favor do setor terciário no estado: “Nossa obra teve um orçamento de construção de mais de R$ 220 milhões. Além de imponente e sustentável, a nova sede ficou mais funcional, permitindo que os trabalhos de Sesc, Senac e Fecomércio sejam executados de forma ainda mais eficiente”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. 

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, compareceu à inauguração para parabenizar a entidade pela capacidade de realização demonstrada com a materialização do projeto e relembrar o papel que o Sistema Fecomércio desempenha na vida de milhões de pessoas: “Antigamente, o direito ao lazer era apenas para famílias ricas. O Sistema veio para beneficiar a todos promovendo turismo social, lazer, educação e saúde, atendendo a 23 milhões de empresas, mesmo aquelas que não tem condições de contribuir por serem pequenos negócios. Nossa atividade representa 75% do PIB e a tendência é de crescimento. É por isto que um espaço como este merece ser celebrado”.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, saudou a conclusão do projeto ousado: “Celebramos a construção que tem certificação de sustentabilidade, algo muito importante, uma construção que se dá de forma ousada, que apoiará o desenvolvimento desta região da cidade, que ajuda no desenvolvimento humano. Um prédio moderno que vai ser um encontro de um setor importante da nossa economia”. Em seu discurso, o governador ainda lembrou reformas políticas e projetos que favorecem o crescimento do setor, como a extinção do Difal e a redução de alíquotas de ICMS, assuntos sobre os quais a Fecomércio-RS realizou amplo trabalho de sensibilização entre executivo e legislativo nos últimos anos.

O senador Luis Carlos Heinze, o deputado Daniel Trzeciak, representando a Câmara dos Deputados, o deputado Ernani Polo, que representou a Assembleia Legislativa o vice-prefeito de Porto Alegre, Ricardo Gomes, também falaram na cerimônia e focaram na necessidade de promover o desenvolvimento através de reformas para diminuir o peso da máquina pública.

Também compareceram ao evento os presidentes e representantes das Federações do Comércio do Distrito Federal, Bahia, Goiás, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e Santa Catarina, deputados federais, secretários de estado, deputados estaduais, representantes do judiciário, prefeitos de várias cidades gaúchas e presidentes de entidades representativas do agronegócio, indústria e comércio.

O novo e moderno espaço foi desenhado para promover o desenvolvimento do setor, dando voz e autonomia às empresas que a Fecomércio-RS representa e a toda sua base de sindicatos filiados. O complexo conta com auditórios, salas de reuniões completas para a realização de eventos externos, dois restaurantes, cafeteria, área verde, espaço de jogos, escola de educação infantil, academia e áreas de lazer para os mais de 500 colaboradores.

O local possui a Certificação de Alta Qualidade Ambiental, reconhecimento internacional conhecido como Certificação AQUA e opera focado na sustentabilidade: energia solar a partir de 1.250 placas fotovoltaicas fornecendo o equivalente a 50% do consumo total de energia; estação de tratamento própria que trata 100% do esgoto produzido; lago artificial e uma bacia de contenção de grande dimensão, com o objetivo de drenar a água do terreno e reduzir possíveis alagamentos no entorno; sistema de pavimentação permeável e de tetos verdes, o que possibilita a captação de água da chuva de forma a atender a 100% da necessidade de água de reuso do prédio.

A inauguração do complexo representa a conclusão de um processo que foi cuidadosamente planejado ao longo de 16 anos: a compra do terreno ocorreu em 2006. Dez anos depois, em 2016, começaram as obras, um investimento de R$ 223.135.729,00. A construção terminou em julho de 2020, quando aconteceu a mudança escalonada dos funcionários da antiga sede – então localizada na Avenida Alberto Bins, no Centro da capital. E o prédio ainda receberá novos espaços.

Entre as novidades da operação, está a inauguração, no mês de março, do Lab Fecomércio – uma incubadora empresarial dedicada ao desenvolvimento de tecnologia para o comércio e serviços. Sua estrutura física, de mil metros quadrados, comportará cerca de 250 pessoas e contará com estúdio para foto, gravação e transmissão de áudio e vídeo, salas de webconferência e locais para realização de apresentações. “O Lab Fecomércio vai viabilizar o acesso a uma tecnologia digital avançada que seria cara para ser adquirida e utilizada individualmente pelas empresas e sindicatos. A ideia é priorizar empresas de micro e pequeno porte, em modelo startup, possibilitando a elas mais competitividade, ampliando mercados e cesta de produtos, mas iniciativas de qualquer porte serão bem-vindas”, destaca Luiz Carlos Bohn.

Acesse no link as fotos do evento.

Investimento e estrutura – Nova Sede da Fecomércio-RS 

Valor da obra: R$ 223.135.729,00

Área total: 37.324,61m2

Composição: torre administrativa com 9 pavimentos

Centro de convivência com 2 pavimentos

Auditório com capacidade para 1000 pessoas

2 restaurantes com capacidade total de 480 lugares

Estacionamento: 494 vagas carros e motos e 10 vagas para ônibus

Projeto: Estúdio41 – Arquitetos: Emerson José Vidigal, Eron Danilo Costin, Fabio Henrique Faria, João Gabriel de M. R. Cordeiro, Dario Corrêa Durce.

23 de fevereiro de 2022/0 Comentários/por Kátia Bortolini
https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2022/02/unnamed-43.jpg 672 1080 Kátia Bortolini https://www.integracaodaserra.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Integracao.png Kátia Bortolini2022-02-23 16:45:242022-02-23 16:45:24A Casa do Comércio Gaúcho: Fecomércio-RS inaugura oficialmente nova sede no bairro Anchieta, em Porto Alegre
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DESTAQUES DO DIA

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As informações deste site são de conteúdo jornalístico, obtidas pela equipe de reportagem da Empresa Jornalística Integração da Serra. E, também, em releases enviados por assessorias de imprensa. Nos esforçamos para manter as informações atualizadas e corretas. As publicações obedecem ao propósito de refletir as diversas tendências da sociedade e estimular o debate dos problemas de interesse comunitário. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade do autor e não traduzem, necessariamente, a opinião do Portal Integração.

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