Secretaria da Saúde inicia nesta terça-feira a vacinação das comorbidades

A Secretaria da Saúde inicia nesta terça-feira (04), uma nova etapa da Campanha de Vacinação contra o coronavírus. Será aplicada a primeira dose da imunização para o grupo das comorbidades previsto na fase 1 do Plano Nacional de Imunizações. A vacina utilizada será Oxford/Astrazeneca.

Para esta fase serão imunizados dois grupos:

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Grupo 01   

Pessoas com Síndrome de Down maiores de 18 anos. Sem necessidade de comprovação. A vacina será aplicada no Espaço de Saúde do Idoso, no bairro Progresso, na quinta-feira (06), não é necessário agendamento.  

Pacientes renais crônicos, acima dos 18 anos, serão vacinados no próprio serviço de diálise, no Hospital Tacchini

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Para o grupo 02 será realizado o agendamento a partir desta segunda-feira (03), das 9h às 17h, no telefone 3771-4250. A vacina será realizada no Espaço de Saúde do Idoso, no bairro Progresso.

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Quem são:

Gestantes e puérperas com comorbidades maiores de 18 anos, com atestado médico e carteira da gestante.(não devem ter realizado a vacina da gripe nos últimos 15 dias)

Pessoas com deficiência cadastradas no plano Beneficio de Prestação Continuada entre 55 e 59 anos. Deve apresentar cópia atualizada da comprovação da comorbidade. Identificação pelo cadastro ativo.

Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos (lista a baixo).

Documentos necessários já mencionados para cada grupo. Além dedocumento com foto e cartão do SUS.

Gestantes: carteirinha de gestante, atestado médico e comprovação da comorbidade. 

Pessoas com comorbidades: exame médico, relatório médico ou receita médica.

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Confira a lista de comorbidades:

Diabetes melitus: Inclui “qualquer pessoa com diabetes”, segundo a Secretaria de Saúde.

Pneumopatias crônicas graves: Pessoas com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática).  

Hipertensão Arterial Resistente (HAR): HAR, segundo a Secretaria de Saúde, é quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas, mesmo com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão. Também inclui quem tem a pressão controlada apenas após uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos. 

Hipertensão Arterial estágio 3: Pressão arterial sistólica 2180mmHg e/ou diastólica 2110mmHg, independente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade.

Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com LOA: PA sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109mmHg, na presença de lesão em órgão-alvo (LOA) e/ou comorbidade.  

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Doenças cardiovasculares:

Insuficiência cardíaca (IC): IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association.

Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar: Pacientes com cor-pulmonale crônico (aumento do ventrículo direito secundário à pneumopatia, o qual provoca hipertensão arterial pulmonar, sucedida por insuficiência ventricular direita) e hipertensão pulmonar primária ou secundária.

Cardiopatia hipertensiva: Inclui hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica (lesões em outros órgãos Halvo).

Síndromes coronarianas crônicas: Inclui Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica e pós-infarto agudo do miocárdio.  

Valvopatias: Lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (como estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricuspide, entre outras). 

Miocardiopatias e pericardiopatias: Neste grupo, são consideradas miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica e cardiopatia reumática.

Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: Inclui aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos.

Arritmias cardíacas: Serão consideradas arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada, como fibrilação e flutter atriais.

Cardiopatia congênita no adulto: Devem ser cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas, insuficiência cardíaca, arritmias e comprometimento miocárdico.  

Próteses valvares e dispositivos cardíacos: Estão entre os aparelhos: marca-passos, cardiodesfibriladores, ressincronizadores e assistência circulatória.  

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Doença cerebrovascular: Acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ataque isquêmico transitório ou demência vascular.

Doença renal crônica: Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica.

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Imunossuprimidos:

Inclui:

1. Pessoas transplantadas de órgão sólido ou de medula óssea;

2. Pessoas vivendo com HIV e CD4

3. Doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida;

4. Pessoas em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias;

5. Pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses;

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Anemia falciforme: Inclui todos os níveis com esse diagnóstico.  

Obesidade mórbida: Considerados aqueles com índice de massa corpórea (IMC) a partir de 40.  

Cirrose hepática: Do tipo A, B ou C.

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Assessoria de Comunicação Social Prefeitura

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