Escritora Sabrina Dalbelo lança o livro “rasga-ossos”, sua terceira obra poética

Desde que surgiu no cenário literário em 2013, uma mulher com ares de pluma e com a maestria das palavras vem se consolidando no cenário literário de Bento Gonçalves e região. Sabrina Dalbelo se revelou para o público com a sua primeira obra poética “Baseado em Pessoas Reais”, onde se dedicou a transformar personalidades em metáforas. Em 2018, Escritora Sabrina Dalbelo lança o livro “rasga-ossos”, sua terceira obra poética surge “Lente de Aumento para Coisas Grandes” obra em que faz o exercício de trazer o foco para o detalhe e a importância do cotidiano, para a importância do simples.

De lá para cá Sabrina também se aventurou no conto participando de duas coletâneas do gênero fantástico como “A Casa Fantástica”, com o “O Homem Oco”, e no Planeta Fantástico, com “A Varanda”, além de outras obras coletivas que retratam o feminino, como em “Quem dera o sangue fosse só da menstruação”.

Agora, no fim de 2020, lança sua mais nova obra poética “rasga-ossos”. Aqui, a autora se mostra mais à vontade para encarar e falar sobre seus medos, derrotas, beiras de abismo, assombros e reflexões. A tessitura poética de “rasga-ossos” foi escrita para assombrar, para causar estranhamento. O livro está em pré-venda pelo site da Editora Penalux.

Sabrina Dalbelo iniciou sua formação poética quando seus olhos se deparam com uma antologia de Fernando Pessoa. Ao ler o poema “Eros e Psiquê”, a memória de Sabrina lhe pregou uma armadilha: Pessoa já fazia parte dela desde a adolescência quando recebeu de um namorado o mesmo poema de forma impressa: “me maravilhei, mergulhei, me afundei naquelas palavras que começaram a pulsar em mim. Eu comecei a conversar com os poemas e eles começaram a me contar coisas sobre a minha própria vida e sobre o mundo”.

Sabrina observa que a Poesia é matéria da vida, sua tese e antítese, a experiência do lírico: “seja qual for a linguagem preferida, a poesia precisa e merece uma chance. A poesia é grito necessário, sonho acordado, é vida despida. A percepção que abastece a poesia não deve ser apenas para deleite, deve fazer pensar, refletir, questionar. A poesia serve para que reolhemos à nossa volta, para que reavaliemos o mundo”.

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