buraco negro

The Big Rotation Theory

Dr Antonio Carlos Koff

Médico, Cientista, Filósofo, Humanista

Conhecer o início e o fim do universo é o maior triunfo do ser humano, é conhecer a mente de Deus

 Teorias que afirmam que o universo se originou de uma grande explosão não encontram suporte na lógica e não explicam nada. Se tudo se originou de uma grande explosão, é porque já havia ALGO antes para explodir e, portanto, esse não foi o início.

O cosmo não nasceu de uma explosão, mas de uma colossal e inimaginável expansão súbita, girando em círculo permanente, com grande densidade, altíssima temperatura e bolas de fogo, num verdadeiro inferno borbulhante. O universo está se expandindo e resfriando, ao mesmo tempo em que a matéria é distribuída na mesma proporção em todo o cosmo.

Alguns físicos têm certa dificuldade para chegar à verdade porque utilizam apenas o raciocínio dedutivo (daqui para frente), e se esquecem de utilizar também o raciocínio indutivo (daqui para trás).

Partindo da premissa fundamental de que sem rotação não há matéria, fica mais fácil compreender o que realmente ocorreu. Tudo está continuamente rodando, rotação é condição primária para a existência da matéria e tudo gira em torno de um eixo e de um centro.

Afirma a física que a gravidade foi a primeira a surgir e a dar origem a tudo. Os físicos estão, de certa forma, confusos. Não explicam o que é a gravidade. Na realidade, gravidade é a consequência da rotação, é a afetação da substância universal pelo corpo rotatório. Em outras palavras: o corpo em rotação afeta a substância universal que está ao seu redor, no sentido rotativo. Mas convém dizer que foi a própria rotação da substância universal quem acabou por formar os corpos rotativos (matéria).

A gravidade foi a primeira a surgir e a dar origem a tudo. Começou a sugar poeira e gás, que compõem as nebulosas. Essas nuvens de gás interestelar, constituídas por poeira, hélio e hidrogênio, é que dão origem às estrelas. Galáxia é uma gigantesca acumulação de bilhões de estrelas, poeira e gás, unidos pela força gravitacional oriunda de rotação. No seu centro sempre existe um buraco negro, que atrai e devora tudo o que está ao seu redor. A força que une as galáxias é a gravidade espiral e parece obedecer a uma força que está no centro. Quando elas se chocam, saem nuvens de gás e poeira. Continuamos a ver, pois, que tudo está sempre rodando e se transformando. A única coisa que não muda é a própria mudança.

Somos formados de restos de estrelas. No universo não existe espaço e nem tempo, porque são grandezas virtuais que só aparecem quando existe matéria. O universo assemelha-se a uma esponja, onde quase tudo é oco. O núcleo é 100.000 vezes menor do que o átomo.

Até pouco antes do início do funcionamento do maior observatório astronômico do mundo, o do deserto de Atacama, no Chile, havia sido constatada a existência de 400 bilhões de galáxias, cada qual com bilhões de estrelas, muitas dessas galáxias maiores que a Via Láctea, que é a nossa galáxia.

 

Apesar da imensidão deste universo, que continuamente se modifica com movimentos e colisões, a quantidade de hidrogênio é limitada. Quando acabar o hidrogênio, não se formarão mais novas estrelas. O combustível das estrelas são os núcleos de hidrogênio que se fundem a milhões de graus de temperatura.

Um bilhão de anos após a Big Rotation formou-se a primeira galáxia. Nove bilhões de anos após a Big Rotation formou-se o sol e, com ele, a terra. A vida levou 4 bilhões de anos para se desenvolver.

Para entender o universo é preciso estudar a luz. Ao ler os trabalhos de Louis de Broglie, tivemos o primeiro lampejo para lançar a “The Big Rotation Theory”. Em 1924, esse físico matemático francês juntou dois fatos comprovados para criar sua tese, que foi aceita pela comunidade científica, a respeito da natureza da luz. Discutia-se, naquele tempo, se a luz era constituída de ondas ou de corpúsculos.

De acordo com ele, se a luz se comporta como onda conforme se mostra nos fenômenos de reflexão, refração, transmissão, difração e interferência, é porque é onda, e se é de natureza corpuscular conforme comprovado por equipe internacional em eclipse do sol na cidade de Sobral, no Brasil, no início do século vinte, é porque é corpúsculo.

Então, segundo ele, a luz é constituída de corpúsculos, mas que se propagam sob a forma de ondas. E agora surge uma pergunta inevitável: por que os fótons, que são os corpúsculos da luz, não se propagam em linha absolutamente retilínea, mas sim em oscilações ondulatórias em forma de onda? “Só pode ser porque encontram obstáculo”. E o que seria esse obstáculo? Só pode ser o mar energético universal, que é causa de tudo.

Assim como é certo que no fundo de um vale corre um rio, assim também é certo que no centro de uma galáxia há um buraco negro e ele faz girar tudo ao seu redor. Isso se assemelha a um redemoinho. O buraco negro vai sugando tudo que está ao seu redor e devolvendo a matéria ao mar energético universal. Mas por que surgem esses redemoinhos? Só pode ser por agitação da substância universal que tudo permeia. E qual foi a causa e o motivo dessa tremenda e incomensurável agitação? Provavelmente nunca o saberemos. Porém, é indubitável que este é um universo inteligente. A inteligência encontra-se em cada ser, em cada partícula, em cada molécula, em cada átomo e, com o tempo, viríamos a compreender que se encontra no próprio espaço.

O nada não existe e, conforme vimos, tudo teve origem na substância universal infinitamente tênue, imperceptível, mas real, a qual não teve princípio e nem terá fim. Isso é a base da “The Big Rotation Theory”.

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