Os Pelicanos

Banda formada por integrantes de Bento Gonçalves e Garibaldi lança o primeiro disco da carreira, apostando no rock autoral

Bento Gonçalves pode ser chamada de “pequena cidade do rock”. Nos últimos anos, o surgimento de novas bandas autorais reforça ainda mais essa ideia. Este mês será de grandes emoções para Os Pelicanos, banda formada em 2016 e que, através do Fundo Municipal de Cultura de Bento Gonçalves, está lançando o primeiro disco intitulado ‘O Canto da Rua”. No último dia 6, o grupo gravou um videoclipe no Ferrovia Live e no dia 13 se apresentaram no Celebra Rock, na Rua Coberta, em Bento Gonçalves. Neste sábado, dia 20 de julho, se apresentam em Caxias do Sul para fazer um show na Cachaçaria Sarau, e no dia 29 de setembro participam do Tatuira Rock Festival- O Retorno, também na Rua Coberta.

O grupo tem um repertório de músicas autorais e releituras de clássicos como Deep Purple, The Doors, Tem Years After, The Doobie Brothers, Eric Clapton e bandas nacionais, que vão desde Os Cascavelletes, Tim Maia e chegando ao Júpiter Maçã.

A banda é formada por Ana Maria Segatto (vocal), Julio Henrique Provensi Gobatto, (contrabaixo e vocal), Cleber Pegoraro, (guitarra), Gabriel Maso Marini, (guitarra e vocal), Rodrigo Chagas (bateria), Lorenzo Pertile Beltrame (bateria), Luana Buf-fon (vocal e percussão). Fundada por um grupo de amigos de Bento Gonçalves e Garibaldi, que já se conheciam há bastante tempo, sempre tocaram juntos em algumas apresentações, mas foi só em novembro de 2016 que resolveram fundar a banda.

O grupo não esconde a expectativa quanto ao lançamento do primeiro disco.

“Esse projeto está carregado de emoções que trazem para quem ouve exatamente o que é o ser humano, nas suas mais variadas facetas. Acho que esse é um resumo também do que nós esperamos que o público receba e perceba. Nós queremos que as pessoas se percebam nas músicas, encontrem-se nelas, tanto seu melhor como seu pior lado, os momentos felizes e tristes também, por que assim é a vida. Assim como um livro que só estará completo quando for lido, a música também só estará completa quando chegar ao público porque é a ele que ela pertence”, destaca Gobatto.

Os desafios na carreira

Para Luana, a banda tem sentido um abafamento do rock no Brasil. Para ela as causas são as mais variadas, mas a principal, nas palavras da vocalista, é o movimento natural que emerge da população de acordo com o meio social e as mudanças que ocorrem nele.

“O cenário em que o rock surgiu era diferente do que vivenciamos hoje. Havia na época uma necessidade crescente das camadas jovens por revolução, beirando a rebeldia e, dessa mistura, surge o rock. Quanto às oportunidades, todas têm essa relação e seguem nessa linha, mas com determinação nós estamos conseguindo abrir nosso caminho por entre todos esses empecilhos. Nossas famílias nos dão um bom suporte e nos amparam, além de serem também parte do nosso público, nos incentivando a correr atrás e buscar o que queremos”, comemora.

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