Espetáculo ‘’O TEMPLÁRIO’’ encerra as apresentações teatrais da ARTE NA MARGEM

O Grupo Ueba Produtos Notáveis apresenta o espetáculo “O Templário – Reflexões à Beira da Morte”. Serão duas sessões no Moinho da Cascata nos dias 29 e 30 de junho, sempre às 20 horas, em Caxias do Sul.

O Templário é um solo escrito e atuado por Jonas Piccoli, com direção de Aline Zilli e surge a partir de pesquisas históricas sobre a ordem dos Cavaleiros Templários. Esta organização atuou por cerca de dois séculos na idade média, e tinha como objetivo proteger cristãos que peregrinavam a Jerusalém, porém os templários sofrem um golpe do Rei, que por ganância e poder prende seus integrantes para não pagar-lhe dividas e empréstimos.

O espetáculo traz à cena um prisioneiro que aguarda sua execução na masmorra. Nestes momentos finais de sua vida ele rememora os fatos que o levaram até a cela. Por mais que esses fatos tenham acontecido há muitas décadas, os assuntos sobre a condição humana ainda são muito atuais e as reflexões necessárias. Entre passagens leves, densas, cômicas ou momentos históricos, só lhe resta um confidente em quem confiar.

Por Aline Zilli

A peça ‘’O Templário – Reflexões à Beira da Morte’’ é o encerramento da programação de apresentações do MOSTRA ARTE NA MARGEM que possui financiamento FINANCIARTE. O projeto atuou durante os meses de abril, maio e junho recebendo cerca de 1500 pessoas na sede do grupo, o Centro Histórico e Cultural Moinho da Cascata. Além da encenação, a Ueba realiza exposição de fotos e figurinos. Todas as atividades são GRATUITAS e ABERTAS AO PÚBLICO.

SINOPSE

Jean foi um bravo guerreiro, um cavaleiro Templário, que lutava por uma causa que acreditava ser justa e digna, porém fora traído justamente por aqueles que ele defendia. Encontra-se agora em uma masmorra pacientemente aguardando sua execução e de seus companheiros, dentre esses o líder Jaques Demolay, por traição a Igreja.

Entre torturas e angustia ele lembra suas histórias ora de forma fraterna ora visceral, levanta questionamentos, fala sobre sua ordem e de sociedades secretas, como a dos Pedreiros Livres. Na hora de sua morte relembra a busca por justiça social, por democracia, liberdade e igualdade.

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