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Vinho brasileiro Brazilian Soul Premiun Selection Tannat é destaque no jornal The Irish Independent, da Irlanda

 Linha de exportação da Vinícola Aurora estreou na Irlanda em maio deste ano e já tem distribuição nacional

 A linha de vinhos Brazilian Soul Premium Selection, da Vinícola Aurora, exclusiva para exportação, é a única marca de vinhos brasileiros disponível no mercado irlandês e já está conquistando a atenção do consumidor. A partir de agora, a expectativa é de que suas vendas aumentem. Afinal, seu rótulo Tannat acaba de ser destaque no jornal The Irish Independent, de Dublim, entre as boas recomendações de compra. “Já estamos presentes em vários restaurantes, bares e redes de varejo da Irlanda e com o impulso dessa publicação conseguiremos ainda mais espaço naquele mercado”, acredita Rosana Pasini, gerente de Exportação e Importação da Vinícola Aurora.

As exportações da Aurora para a Irlanda  decorrem de negócios iniciados na Prowein 2017, em Dusseldorf  (Alemanha), concretizados após a visita do importador irlandês à seda da vinícola, em Bento Gonçalves. A primeira remessa seguiu em maio deste ano, com 10.080 garrafas de Brazilian Soul Premium Selection das 3 variedades: Cabernet Sauvignon, Merlot e o Tannat. “Temos o maior importador de vinhos da Irlanda, com distribuição nacional”, afirma Rosana, animada com as perspectivas de crescimento junto ao consumidor irlandês.

 The Irish Independent - 24 novembro

Cooperativa Vinícola Aurora
Visite o site: www.vinicolaaurora.com.br
SAC: 0800 701 4555
Matriz Bento Gonçalves (RS): (54) 3455-2000
Filial São Paulo: (11) 3051-6124
Escritórios e representantes em todo o território nacional

Garibaldi celebrará Dia Mundial do Enoturismo 2018 no dia 11 de novembro

Comemorado no segundo domingo de novembro, o Dia Europeu do Enoturismo, a partir de 2018, ganha o mundo e se consolida também no Brasil e em Garibaldi. No dia 11 de novembro, shows, carros antigos e, claro, vinícolas celebrarão a data com o símbolo de Garibaldi: o espumante. A ação será realizada a partir das 15h nos jardins da Vinícola Peterlongo, no centro da cidade.

As vinícolas participantes são: Casa Pedrucci, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Domno, Peterlongo e Vitivinícola Santa Bárbara. O evento também contará com a presença de food trucks.

Jeferson Soldi

Atrações garibaldenses sobem ao palco durante a tarde. Às 15h, Eduardo Segabinazzi se apresenta, às 16h o show é com Lela Rosanelli e, às 17h, a banda Mad Mary fecha as atrações. Em caso de mau tempo, o evento ocorrerá no interior da vinícola.

A comemoração da data chega ao Brasil por meio da Associação Internacional de Enoturismo (Aenotur), presidida pela gaúcha e ex-secretária de Turismo de Garibaldi, Ivane Fávero, e apoio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Em Garibaldi, a ação é organizada pelo Poder Público, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, pela Rota dos Espumantes e conta com apoio da Associação de Vinicultores de Garibaldi (Aviga), Antigar e Veterancar.

 Foto: Jeferson Soldi

16ª Avaliação de Vinhos, Espumantes e Sucos de Garibaldi inicia na segunda-feira, 23

Entre os dias 23 a 27 de julho, visão, olfato e o paladar de 27 enólogos experientes estarão completamente direcionados para eleger as melhores bebidas do município. A 16ª Avaliação de Vinhos, Espumantes e Sucos de Garibaldi consolida-se como um evento confiável, em que serão avaliadas 126 amostras inscritas por 14 vinícolas. O evento será realizado na Câmara de Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC). O resultado da apuração será conhecido no dia 24 de agosto, no já tradicional jantar de premiação, na Associação dos Motoristas de Garibaldi (AMG). “Os enólogos e mesários avaliadores são altamente técnicos. Todo o processo tem muita transparência e credibilidade, o que nos dá a certeza de mais um grandioso evento”, avalia o presidente da Aviga, Elenir Antonio Cesca.

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Revelação

 O resultado da análise será conhecido na sexta-feira, 24 de agosto, no já tradicional evento realizado na sede social da Associação dos Motoristas de Garibaldi (AMG). Em um jantar harmonizado, serão conhecidas as empresas e seus produtos premiados de cada categoria.

 A promoção é da Associação dos Vinicultores de Garibaldi (Aviga), com apoio do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS), Associação de Pequenas e Médias Empresas (Apeme) e da Prefeitura Municipal de Garibaldi. Mais informações pelo fone (54) 3462-7228 ou e-mail aviga@aviga.com.br.

Fotos: Alexandra Ungaratto

Vinícolas ganham mais prazo para inscrever amostras

Empresas de todo o Brasil têm até 12 de julho para participar da maior degustação de vinhos de uma mesma safra do mundo

 A Associação Brasileira de Enologia (ABE) estendeu até o dia 12 de julho o prazo para que vinícolas brasileiras inscrevam suas amostras na Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2018. São seis dias a mais para garantir participação na maior degustação de vinhos de uma mesma safra do mundo. Regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis no site www.enologia.org.br.

Mais importante evento do setor vitivinícola brasileiro, reconhecido por enólogos e formadores de opinião do mundo inteiro, a Avaliação é o espelho da qualidade e diversidade da produção nacional. Este ano, com uma safra de grande desempenho, entre as melhores de todos os tempos, a expectativa é grande. O presidente da ABE, enólogo Edegar Scortegagna, acredita que o mercado vai poder degustar vinhos brancos e tintos, além de espumantes de alto nível de qualidade. “A natureza fez a sua parte e os enólogos brasileiros entraram em ação, contribuindo com conhecimento e sensibilidade. Acreditamos que esta Avaliação será um espetáculo de grandes vinhos”, destaca.

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 As vinícolas podem inscrever vinhos de variedades vitis vinífera, secos, 100% varietais, da safra 2018, pertencentes a um lote representativo de pelo menos 4 mil litros. Esta é a primeira etapa da Avaliação. A perspectiva dos organizadores é que a 26ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2018 reúna amostras de diversas regiões produtoras do país, evidenciando a pluralidade de estilos geradas pelos variados terroirs.

 Em 25 safras, a Avaliação Nacional de Vinhos já apreciou 5.857 amostras e reuniu 16.367 degustadores. O evento é reconhecido por sua proximidade com a cadeia produtiva da uva e do vinho, contribuindo para que a produção do vinho brasileiro evolua em qualidade, tecnologia e reconhecimento.

 Coleta de amostras – segunda etapa

Encerradas as inscrições, a Associação parte para a segunda etapa: a coleta de amostras, prevista para começar dia 16 de julho. Este processo é feito por um funcionário da Embrapa e/ou membro da diretoria da ABE, que percorre o Brasil, passando por cada vinícola participante. As amostras são retiradas dos tanques, recipientes ou lotes de barricas. Para os vinhos já engarrafados, são solicitadas vistas do estoque para conferir se o volume condiz com as regras.

LEIA TAMBÉM: Cooperativa Vinícola Garibaldi comemora desempenho em concursos de vinhos

 A terceira etapa envolverá cerca de 100 enólogos brasileiros, que participarão da Degustação de Seleção no Laboratório de Análises Sensoriais da Embrapa Uva e Vinho, durante o mês de agosto. Às cegas, eles avaliarão cada amostra e o resultado somente será anunciado no dia 29 de setembro, no Pavilhão E do Parque de Eventos de Bento Gonçalves, quando cerca de 900 apreciadores conhecerão a relação dos 30% mais representativos em cada uma das cinco categorias. O público poderá, ainda, degustar 16 amostras selecionadas, provando na taça a representatividade da Safra 2018. As inscrições para os apreciadores abrem somente no início de setembro.

 CATEGORIAS DE AMOSTRAS

 CATEGORIA I

BRANCOS FINOS SECOS NÃO AROMÁTICOS

Elaborados a partir de variedade branca vinífera não aromática, conforme grupos:

Grupo A: Vinhos de variedade Chardonnay

Grupo B: vinhos de outras variedades não aromáticas

 CATEGORIA II

BRANCOS FINOS SECOS AROMÁTICOS

Elaborados a partir de variedades brancas viníferas aromáticas.

 CATEGORIA III

TINTOS FINOS SECOS

Elaborados a partir de qualquer variedade tinta vinífera.

 CATEGORIA IV

TINTOS FINOS SECOS JOVENS

Elaborados a partir de qualquer variedade tinta vinífera, devendo ter um Índice de Polifenóis Total máximo de 50.

 CATEGORIA V

VINHO BASE PARA ESPUMANTE

Elaborado a partir de qualquer variedade vinífera, sendo permitido o corte de variedades diferentes.

 Foto: Jeferson Soldi

Qualidade marca a safra de uva 2018 no Rio Grande do Sul 

Foram colhidos 663,2 milhões de quilos de uvas destinados ao processamento de produtos vinícolas. Estado gaúcho responde por 90% da produção nacional

Festejada pelos vitivinicultores como uma das melhores safras de uva da década em termos de qualidade, a colheita 2018 contabilizou o ingresso de 663,2 milhões de quilos da fruta nas vinícolas gaúchas. O volume, considerado dentro da normalidade histórica, é 12% menor que a vindima anterior. Do total, 597.699.541 foram de uvas americanas e híbridas e 65.540.421 de Vitis viniferas. Nesta safra, 113 variedades de uva foram colhidas em 129 municípios do Rio Grande do Sul, com processamento realizado em 64 cidades do Estado. Assim como nos últimos seis anos, 50% da produção foi destinada à elaboração de suco.

Marcio Ferrari, vice-presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e coordenador da Comissão Interestadual da Uva, explica que a queda na produção já era esperada, devido, principalmente, a supersafra de 2017 – a maior da história –, quando foram colhidos 753,2 milhões de quilos de uva para processamento. “Naturalmente, depois de uma colheita muito grande a parreira fica debilitada, sofrendo uma redução na produção. Também tivemos poucas horas de frio no inverno de 2017, o que fez com ela brotasse menos e, consequentemente, diminuísse o volume”, assinala.

O dirigente ressalta, ainda, a importância de uma boa matéria-prima para que os rótulos brasileiros continuem se destacando no mercado interno e no Exterior. “A qualidade desta safra se mostrou muito superior, tanto para os viticultores que vendem a uva para o processamento, como os que comercializamin natura. Quando falamos em qualidade é importante ressaltar que não levamos apenas em consideração a graduação de açúcar (brix), mas a sanidade e a cor da fruta. São esses três fatores que irão resultar em produtos de excelência”, pontua.

O presidente do Ibravin, Oscar Ló, concorda com a avaliação do vice-presidente da entidade, elogiando a qualidade da matéria-prima para a elaboração de vinhos, espumantes e sucos de uva. “Será uma safra de referência, especialmente para os vinhos tintos de guarda. A nossa expectativa é que reflita positivamente no setor, ajudando impulsionar as vendas”, acrescenta.

Entre as cultivares com maior produtividade neste ano no Estado estão a Isabel, Bordô e Niágara branca, entre as americanas e híbridas, e a Moscato branco, Merlot e Chardonnay, nas Vitis viniferas. “Pelos números, a variedade Bordô mostrou um crescimento no volume, se aproximando mais da produção da Isabel, pois é uma uva mais rentável, que vem sendo bastante solicitada para a produção de suco. Também percebemos uma grande produção da Niágara, que praticamente não tinha produzido na safra passada”, explica Ferrari.

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Flores da Cunha foi cidade que mais produziu uvas para processamento. Já Bento Gonçalves teve o maior volume de vinificação. Neste ano, a safra de uva começou na segunda quinzena de dezembro, no Vale dos Vinhedos, e encerrou no início de abril, nos Campos de Cima da Serra, região de maior altitude no Rio Grande do Sul. O Estado responde por 90% das uvas para processamento no Brasil.

18ª Jornada da Viticultura Gaúcha
Os dados da safra 2018 serão apresentados na 18ª Jornada da Viticultura Gaúcha, nesta quarta-feira (27), a partir das 8h30min, no Salão da Comunidade de Faria Lemos, distrito de Bento Gonçalves. A programação inclui a história da Comissão Interestadual da Uva, explanação sobre as conquistas e as atuais reivindicações setoriais, assistência técnica para otimização dos custos de produção e as perspectivas climáticas para a próxima safra (programação completa em anexo).

Dados da safra de uva para processamento 2018:

Total processado: 663.239.961 quilos de uva
– Uvas americanas e híbridas: 597.699.541 (90%)
– Vitis viniferas: 65.540.421 (10%)

Destino das uvas:       
– Vinhos e derivados: 50%
– Sucos e derivados: 50%

Vinícolas ativas no Rio Grande do Sul: 682
Vinícolas que processaram uvas em 2018: 410

Total de municípios que produziram uvas para processamento: 129
Total de municípios que processaram uva: 64

Principais cultivares americanas e híbridas: Isabel (216.376.954 quilos), Bordô (158.499.677 quilos) e Niágara branca (43.018.822 quilos)
Principais cultivares Vitis vinifera: Moscato branco (11.170.250 quilos), Merlot (6.201.038 quilos) e Chardonnay (6.052.520 quilos)

As safras anteriores*:

Ano Volume (milhões de kg)
2011 709,6
2012 696,9
2013 611,3
2014 606,1
2015 702,9
2016 300,3
2017 753,2

* Uvas para processamento de vinhos, espumantes, sucos e derivados. Dados referentes ao Rio Grande do Sul, provenientes do Cadastro Vitícola, mantido por meio de parceria entre Ibravin e Embrapa Uva e Vinho, com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis).

 

MUNICÍPIOS COM MAIOR PRODUÇÃO

Flores da Cunha 100.955.699 quilos
Bento Gonçalves 98.519.420 quilos
Farroupilha 58.824.662 quilos
Caxias do Sul 54.376.210 quilos
Garibaldi 46.018.252 quilos
 

MUNICÍPIOS COM MAIOR PROCESSAMENTO

Bento Gonçalves 214.034.814 quilos
Flores da Cunha 171.074.079 quilos
Caxias do Sul 57.558.581 quilos
Farroupilha 56.296.016 quilos
Garibaldi 36.064.892 quilos

DEPOIMENTOS DAS REGIÕES PRODUTORAS DO RIO GRANDE DO SUL:

CAMPOS DE CIMA DA SERRA
PAULA SCHENATTO, enóloga:
“Foi uma excelente safra, como na maioria das regiões. A produção foi um pouco menor, devido as geadas na primavera, mas não chegamos a ter grandes prejuízos com isso, apenas uma pequena redução no volume. O consumidor pode esperar ótimos produtos dessa safra. Nos Campos de Cima, as variedades que mais se destacaram foram Cabernet Sauvignon, Merlot, Sauvingnon Blanc e Chardonnay.”

CAMPANHA GAÚCHA
CLORI PERUZZO, vitivinicultora e presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha:
“Tivemos pouca produção, mas com muita qualidade nas uvas. A falta de chuvas na época da maturação ajudou muito para que atingíssemos uma qualidade alta. Todas as castas superaram as expectativas, o que fará com que tenhamos vinhos ainda melhores do que os dos últimos anos.”

SERRA DO SUDESTE
ANTONIO CZARNOBAY, enólogo:
“Foi uma safra complicada em termos de volume. Tivemos problemas de chuva na floração e depois, quando o cacho já estava formado, com o vento e grazino. Tivemos muitas perdas no volume. Entretanto, no quesito qualidade, foi muito, muito bem. A Chardonnay, Merlot e Touriga tiveram um resultado bem interessante. Acredito que a última safra que tivemos tão boa quanto essa foi a de 2012.”

SERRA GAÚCHA
OLIR SCHIVENIN, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Flores da Cunha e Nova Pádua:        
“Apesar de não termos tido um inverno tão rigoroso, avalio a safra como sendo muito positiva, superando as expectativas. Tivemos um bom volume e a qualidade foi muito boa, principalmente a bordô, que é uma das mais produzida. O sabor, o aroma, a cor e graduação estão excelentes. Temos tudo para ter a melhor safra da década ou da história da vitivinicultura.”

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Legenda: 
Isabel, Bordô e Niágara branca (americanas e híbridas) e Moscato branco, Merlot e Chardonnay (Vitis viniferas) foram as variedades que apresentaram maior produtividade nesta safra        
Crédito: 
Dandy Marchetti/Ibravin


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Vinícola Aurora leva novidades e premiados ao WineWeekend 2018 em São Paulo

Vinícola Aurora leva novos Millésime Cabernet Sauvignon 2015 e suco orgânico Casa de Bento ao Wine Weekend 2018

 O vinho medalha Duplo Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas Brasil 2018, Pequenas Partilhas Notáveis da América Cabernet Franc, é uma das boas opções de compra da Aurora no evento, assim como o azeite extra virgem chileno da mesma linha

 A maior e mais premiada vinícola do Brasil leva novidades, vinhos premiados e rótulos consagrados ao Wine Weekend 2018, evento que acontece em São Paulo de 28 de junho a 1 de julho no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera. Entre brancos e tintos tranquilos, espumantes, Brandy VSOP, azeite e suco de uva integral natural e orgânico, são muitas as opções para os apreciadores e consumidores de todos os perfis. Degustações de todos os produtos, alternadas, serão realizadas durante os 4 dias de evento. Os preços são atrativos.

 O icônico Aurora Millésime Cabernet Sauvignon chega na nova safra, a 2015, com estrutura para evoluir por vários anos. No evento custará apenas R$ 75. Todos os 4 varietais tintos da América do Sul que integram a linhaPequenas Partilhas Notáveis da América estarão à venda e em degustação em vários momentos (R$ 40 a garrafa): Cabernet Franc do Brasil (medalha Duplo Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas-Brasil 2018), Malbec da Argentina, Tannat do Uruguai e Carmenére do Chile. Entre as novidades, além do Millésime a Aurora leva o novo suco Casa de Bento Orgânico (R$ 18 a garrafa de 1 litro) e o azeite chileno extra virgem Pequenas Partilhas (R$ 20).

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Espumantes e outros vinhos

Os vários rótulos para as diferentes situações do dia a dia e ocasiões especiais, a Vinícola Aurora leva ao evento. Os vinhos com Indicação de Procedência Pinto Bandeira, Aurora Chardonnay IP e Aurora Pinot Noir IP, poderão ser comprados por apenas R$ 45 e o espumante dessa linha, o Extra Brut Método Tradicional com 24 meses de autólise, por apenas R$ 75. Os 4 varietais da linha Reserva (Chardonnay, Merlot, Cabernet Sauvignon e Tannat) estarão à venda por acessíveis R$ 30 cada um e o Aurora Varietal Pinot Noir 2018, fresco e frutado que sempre surpreende a todos, por apenas R$ 20. O vinho de sobremesa Aurora Colheita Tardia, na garrafa de 500 ml, custará R$ 18 no estande da vinícola, enquanto os espumantes de leve dulçor, Moscatel Branco (o mais premiado da Aurora no exterior) e Rosé (medalha de ouro nos recentes concursos Brazil Wine Challenge 2018 e Citadelles du Vin 2018, na Vinespo, em Bordeaux), por R$ 25 cada. A linha de espumantes Aurora Procedências, elaborados pelo método Charmat longo, é opção para os apreciadores das borbulhas: Chardonnay Brut, Pinot Noir em branco Brut e Rosé Brut, cada um por R$ 35.

 

Para quem não dispensa um bom destilado, o Brandy Aurora VSOP é uma grande exemplar. No Wine Weekend estará à venda por R$ 150.

Cervejas Artesanais para tomar no frio: confira sugestões

Sabores indicados podem surpreender os amantes de cerveja durante o período de baixas temperaturas 

A bebida preferida no verão pode ser saboreada também no inverno. As cervejas artesanais combinam ingredientes nobres como nozes, cacau, e grãos brasileiros de sabores exóticos, que contribuem para tornar mais aconchegante os dias frios. A Mestre-Cervejeiro.com indica quatro rótulos de sabores surpreendentes para a época mais fria do ano.

A primeira sugestão é a Tupiniquim Pecan, uma Imperial Stout da cervejaria Tupiniquim, do Rio Grande do Sul. Uma cerveja escura, intensa, complexa e com a presença da noz pecan dominante tanto no paladar, quanto no aroma. Vale ressaltar que é uma cerveja premiada, medalha de ouro no World Beer Cup na categoria Field Beer. Disponível entre R$ 28 e 35,00.

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Já a Chaparrita, da Ogre Beer do Paraná, é um bom exemplo de que nem só cervejas escuras são indicadas para o inverno. Ela é uma witbier, ou seja, uma cerveja leve, mas que leva pimenta em sua receita, tornando-a uma ótima opção para os dias frios. Pode ser saboreada entre R$ 20 e 27,00.

Maturada em carvalho francês com adição de coco, baunilha e cacau, a Barley Wine, da Dádiva Status Quo, de São Paulo, é a terceira opção. Com 12,5% de teor alcoólico, é considerada uma cerveja de guarda, em que os aromas e sabores melhoram com o tempo, conferindo-lhe uma validade de 10 anos. O estilo Barley Wine não recebe este nome por conter vinho em sua receita, mas sim pelos altos teores alcoólicos. Para apreciação entre R$ 42 e 49,00.

Por fim, a Carvoeira é a Imperial Stout da Lonh Bier, de Santa Catarina, que leva em sua receita Funghi Secchi e Cumarú, tornando-a densa e complexa, com aromas e sabores amadeirados e de baunilha. Foi ganhadora de vários prêmios e mais recentemente medalha de prata no World Beer Cup, na categoria Herb and Spice Beer. Está entre R$ 18 e 25,00.

Sommeliers mostram o melhor dos vinhos brasileiros na Wine South America

Parceria firmada com a ABS-RS traz agenda de degustação durante todos os dias da feira, divulgando e promovendo as qualidades das bebidas derivadas de uva produzidas no Brasil

 Para conhecer as características únicas do terroir brasileiro – e descobrir, na prática, todas as qualidades dos vinhos brasileiros, nada melhor do que viajar pelo mundo da enologia com a condução de quem é expert no assunto – os sommeliers. Esses profissionais, especializados na arte de estudar e harmonizar vinhos e espumantes, compartilharão seu conhecimento com enófilos e winelovers durante a Wine South America – Feira Internacional do Vinho, que ocorre de 26 a 29 de setembro, em Bento Gonçalves (RS).

Fruto de uma parceria entre a feira e a Associação Brasileira de Sommeliers do Rio Grande do Sul (ABS/RS), degustações temáticas ocorrerão durante os quatro dias de programação. Serão duas rodadas diárias, conduzidas pelos professores da ABS-RS e convidados das unidades da ABS em outros estados. Os encontros ocorrerão em um espaço especial, a Sala de Degustação Premium Vinhos do Brasil, com capacidade para acomodar 40 enófilos por sessão. Toda a programação é focada na valorização dos vários aspectos que sustentam a excelência dos vinhos e espumantes brasileiros – mostrando com destaque os produtos top com a identidade do Brasil.

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A Wine South America surge como momento ideal para reunir as regiões produtoras do país, mostrando e enaltecendo as particularidades de seus terroirs, cada vez mais lembrados e procurados. A feira despertou o interesse da Associação Nacional de sommeliers, trazendo para o Rio Grande do Sul profissionais de diversos pontos do país, para promover a qualidade dos vinhos e espumantes brasileiros, conforme explica o presidente da ABS/RS, Orestes de Andrade Jr. “Cada vez mais temos sido buscados para realizar cursos com sommeliers pois os compradores querem conhecer mais sobre as bebidas nacionais. O vinho brasileiro, como um todo, tem evoluído muito rapidamente nos últimos anos. Dentro desse cenário de ascensão, o grande destaque são os espumantes, cuja qualidade é reconhecida por críticos nacionais e internacionais. Os nossos espumantes estão entre os melhores vinhos borbulhantes do mundo. O champagne francês é “hors concours”, e logo abaixo deles temos os nossos espumantes brasileiros e as cavas espanholas”, explica.

Por que as bebidas brasileiras têm chamado a atenção do mundo

Diversos aspectos credenciam as bebidas nacionais para ocupar essa posição de relevância, entre eles o frescor e a acidez equilibrada, algumas das qualidades mais apreciadas pelos consumidores. “Isso se deve ao nosso terroir, especialmente da Serra Gaúcha, que favorece as uvas com maturação mais precoce. Nos últimos anos, essas características naturais de solo e clima, aliadas à evolução da vinificação, tem elevado também a qualidade de nossos vinhos brancos”, diz.

Para a produção nacional, um dos desafios está na questão dos tintos, segmento onde ainda é possível evoluir. “Mas já temos produtos e vinhos que merecem destaque, como o merlot do Vale dos Vinhedos, os tannats da Campanha Gaúcha, alguns rótulos de Cabernet Franc e cortes vindos de diversas vinícolas e de várias regiões do país”, comenta o presidente.

Professor Arthur Azevedo

Nas degustações que a ABS-RS conduzirá na feira serão mostrados vinhos de qualidade oriundos de vários estados brasileiros, como Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, entre outros. “Também vamos mostrar que o vinho brasileiro envelhece bem. Temos uma vitivinicultura jovem, com poucas décadas, e que cresce de maneira geométrica. O Brasil tem feito uma revolução no mundo vitivinícola que, aos poucos, começa a ser percebida pelo consumidor nacional e do mundo todo”, garante.

Feira é instrumento relevante na divulgação global da qualidade dos vinhos brasileiros

A realização da Wine South America 2018 – Feira Internacional do Vinho no Brasil, especialmente em Bento Gonçalves, berço do principal Estado produtor de vinhos do Brasil, foi uma notícia recebida positivamente pela associação de profissionais. “Certamente será uma das iniciativas mais relevantes na divulgação global da qualidade dos vinhos brasileiros. A feira vai movimentar o setor, trazer novidades e pessoas de várias partes do mundo para uma troca de experiência que será refletida nos produtos elaborados daqui para frente. No mundo do vinho, atualmente só se avança com a troca de informações e técnicas. Pelo know-how dos organizadores, os consumidores serão beneficiados com uma programação atrativa para os enófilos brasileiros e da América do Sul”, diz o presidente da ABS/RS.

Uma das estratégias para o fomento à promoção e aos negócios envolvendo os vinhos nacionais é, justamente, investir em ações como as degustações ministradas por sommeliers, um recurso comprovadamente eficiente para mostrar as características de um terroir e seus produtos. A Wine South America traz a experiência bem-sucedida da Vinitaly nesse formato de trabalho para enfatizar a qualidade dos vinhos brasileiros. “O Brasil vem despertando a atenção dos mercados globais pela evolução de suas bebidas. Vamos mostrar, com o aval técnico dos sommeliers, os diferenciais desse terroir e como ele se traduz em excelentes produtos. Com isso, vamos abrir caminho para novas oportunidades de negócios para as vinícolas locais, que ganharão importante visibilidade e respaldo”, comenta Alberto Piz, diretor da Milanez & Milaneze, promotora da Wine South America 2018 e subsidiária da italiana Veronafiere, realizadora da Vinitaly, em Verona, na Itália.

Valorização profissional do sommelier

Outro segmento beneficiado diretamente é o dos sommeliers, profissão que terá destaque na programação da feira – não só pela valorização técnica, mas também pela abertura de novas oportunidades de trabalho. “A profissão de sommelier (profissional especializado em bebidas, especialmente vinhos, e a sua correta harmonização com o alimento) é puro prazer. Além disso, bem apreciada no mercado, que paga salários de R$ 3,5 mil a R$ 5 mil, sem falar em trabalhos extras, que podem incrementar a renda ainda mais. A participação da Wine South America será um grande estímulo para todos”, diz.

Em seus três anos de atuação, a ABS-RS já formou 230 sommeliers, vindo prioritariamente do Rio Grande do Sul, mas também de outros dez estados brasileiros. Para conhecer mais sobre o trabalho da associação, visite www.absrs.com.br

Sobre a Wine South America

A Wine South America 2018 – Feira Internacional do Vinho, será realizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, entre os dias 26 e 29 de setembro, para promover o consumo e a comercialização dos produtos da indústria sul-americana de vinhos, especialmente brasileira. Promovida pela Milanez & Milaneze, subsidiária da italiana Veronafiere, realizadora da Vinitaly – empresa italiana especializada em eventos de negócio, a Wine South America tem expectativa de integrar 250 expositores nos pavilhões do Parque de Eventos, atraindo cerca de 10 mil visitantes. Também abrirá espaço para produtores de café, destilados e olivicultuores. Entre os visitantes, são aguardados empresários, compradores, distribuidores, enólogos, sommeliers, enófilos, pesquisadores e estudantes. Além das novidades levadas pelos expositores, haverá uma programação com cursos, seminários e degustações. Outras informações sobre a feira podem ser obtidas em http://www.winesa.com.br

SERVIÇO

O quê: Wine South America 2018 – Feira Internacional do Vinho.

Quando: de 26 a 29 de setembro

Onde: Bento Gonçalves, RS

Local: Parque de Eventos de Bento Gonçalves (Alameda Fenavinho, 481)

Crédito das fotos: DIVULGAÇÃO ABS-RS

Wine South America será oportunidade para expositores alavancarem bons negócios

Feira de abrangência internacional promete reforçar a presença dos vinhos brasileiros dentro e fora do país

 Grandes negócios, networking e muito conteúdo prometem fazer da Wine South America uma feira de importância mundial, especialmente para os expositores da América Latina. Principal polo vitivinícola do Brasil, Bento Gonçalves, na Serra gaúcha, receberá a visita de profissionais de toda a cadeia produtiva, inclusive consumidores, entre os dias 26 e 29 de setembro, para divulgar a imagem dos vinhos nacionais e prospectar vendas dentro e fora do país.

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 Realizada pela Milanez & Milaneze, empresa do Grupo Veronafiere, líder na realização de exposições na Itália e segundo em volume de negócios da Europa, a Wine South America terá o know-how da Vinitaly, que por mais de 50 anos é a feira referência mundial do setor de vinhos. “Planejando ações voltadas para atrair visitantes ligados à importação e exportação de vinhos, a feira funcionará como cartão de visitas para os expositores apresentarem ao mundo o que têm de melhor em produtos e serviços relacionados ao segmento”, comenta o diretor da Milanez & Milaneze, Alberto Piz. “Com uma safra de qualidade tão memorável como foi a de 2018, o momento é totalmente oportuno para as vinícolas brasileiras divulgarem suas apostas para o mercado, além de sua história e seus diferenciais”, completa.

O perfil dos expositores é formado por produtores nacionais de vinho, distribuidores, representantes, empresas prestadoras de serviços ligados ao segmento vitivinícola e fabricantes de acessórios para o consumo de vinho. Já o público-alvo está baseado em importadores e exportadores de bebidas; distribuidores e atacadistas; supermercados e hipermercados; sommeliers; estudantes de Hotelaria, Turismo, Gastronomia e Enologia; varejistas; bares, restaurantes, hotéis e lojas de conveniência; lojas especializadas em artigos de luxo e consumidor final das classes A e B.

 Além dos espaços de expositores, a Wine South America terá cinco programações com foco em networking e vendas. São elas: Projeto Comprador (Convidados pela feira, em parceria com o Ibravin, importantes compradores internacionais visitarão o evento para fazer e alinhar novos negócios); Exporta + Wine South Amercia (serviço exclusivo às empresas exportadoras presentes na feira para promover suas marcas no exterior); Programa de Distribuidores (atacadistas e distribuidores de todo o Brasil, indicados pelos expositores, visitarão o evento para conhecer lançamentos e comprar); Caravanas Wine South America (presença de varejistas do interior e de outros estados para ampliar a geração de negócios durante a feira) e Projeto Imagem (implementado em parceria com o Ibravin, busca divulgar os produtos brasileiros nas mídias internacionais especializadas, fortalecendo a imagem do Brasil como grande produtor e exportador mundial de vinhos).

Para promover a harmonização de conhecimentos, palestras relacionadas ao universo vitivinícola devem atrair a visita de pesquisadores, estudantes e apreciadores de vinhos para intercâmbio de saberes durante a feira. “Entendemos que a troca de experiências é um dos instrumentos mais eficientes para fortalecer a cadeia produtiva da uva e do vinho. Por isso, a Wine South America irá reunir quem faz, vende, compra, estuda e degusta a bebida”, explica Piz.

A expectativa da organização é integrar 250 expositores nos pavilhões do Parque de Eventos, totalizando cerca de 10 mil visitantes, como empresários, importadores, distribuidores, enólogos, sommeliers, enófilos (consumidores das classes A e B), pesquisadores e estudantes. Também haverá espaço para produtores de café, destilados e olivicultores.

SERVIÇO

O quê: Wine South America 2018 – Feira Internacional do Vinho.

Quando: de 26 a 29 de setembro

Onde: Bento Gonçalves, RS

Local: Parque de Eventos de Bento Gonçalves (alameda Fenavinho, 481)

Perfil dos expositores: produtores nacionais e internacionais de vinho, exportadores, distribuidores, representantes, empresas prestadoras de serviços ligados ao segmento vitivinícola e fabricantes de acessórios para o consumo de vinho.

Público-alvo: importadores e exportadores de bebidas; distribuidores e atacadistas; supermercados e hipermercados; sommeliers; estudantes de Hotelaria, Turismo, Gastronomia e Enologia; varejistas; bares, restaurantes, hotéis e lojas de conveniência; lojas especializadas em artigos de luxo e consumidor final das classes A e B.

Informações: www.winesa.com.br

Legenda: Produção vitivinícola brasileira ganha em oportunidades de negócios com a Wine South America

Crédito: Divulgação Ascom

2018 promete entrar na lista de grandes safras do Vale dos Vinhedos

Qualidade da uva colhida durante a Vindima 2018 no Vale dos Vinhedos se equipara a 2005 e 2012

Depois de um 2016 de grandes perdas, onde a colheita foi consideravelmente menor em quilos do que a média esperada, de um 2017 onde a quantidade de uvas atingiu expectativas, porém a qualidade manteve a média, chegou à vez de 2018 surpreender: uma colheita menor em quantidade, mas com destaque pela qualidade das uvas. Oficialmente encerrada após três meses de colheita, a Vindima 2018 trouxe a certeza sobre a qualidade dos cachos e a possibilidade de elaboração de grandes vinhos.

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Os amantes do vinho já sabem que o cultivo da uva depende de inúmeros fatores. A qualidade e as características da terra onde os vinhedos são cultivados, o trabalho diário do agricultor e o clima nas quatro estações do ano são influências importantes. Ao findar de cada colheita já iniciam os trabalhos de preparo para a nova safra que será realizada no ano posterior. Que nossas terras são propícias para o cultivo e o saber fazer de nossa gente, já não se discute. O clima é o grande desafio para o cultivo local em função de a natureza ser imprevista apesar da tecnologia avançada. Em relação ao tema, o desenvolvimento desta safra teve temperaturas bem divididas: noites frescas e dias quentes, inverno equilibrado e a antecipação da primavera. Apesar de picos de chuva em janeiro deste ano, elas não foram suficientes para influenciar de forma significativa. As cores e aromas foram intensificados e a doçura contribuirá para a elaboração de vinhos ícones com graduação mais elevada.

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Atendendo as expectativas dos enólogos das 23 vinícolas associadas a Aprovale, vinhos incríveis levarão o ano de 2018 a galeria das grandes safras de vinhos ícones. Segundo o diretor técnico da Aprovale e presidente do Conselho Regulador da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos, Daniel de Paris “a safra foi excelente, com uvas super maduras, de maturação fenólica muito boa e que originarão vinhos estruturados de altíssima qualidade”.

A tendência é que os rótulos tradicionalmente elaborados venham com qualidade ainda mais elevada e que os vinhos lançados apenas em safras especiais sejam reeditados em 2018. Os primeiros a chegarem ao mercado serão os brancos e espumantes, no segundo semestre do ano. Os tintos levam um tempo maior de maturação e levam mais tempo para serem lançados, mas a espera valerá a pena.

A qualidade da safra e a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (D.O.V.V.)

O Vale dos Vinhedos é a única Denominação de Origem para vinhos no Brasil e suas regras são bastante específicas, principalmente quanto aos cultivares autorizados e produtividade por pé e hectare. A qualidade dos produtos inscritos também é avaliada por um corpo especializado de degustadores. Ao adquirir um vinho com  D.O.V.V.,  o consumidor leva pra casa um vinho com as características únicas do Vale dos Vinhedos e a certeza de qualidade.

O processo de avaliação dos vinhos acontece sempre em setembro de cada ano e a expectativa para grandes safras, a exemplo de 2012, ano em que a D.O.V.V. foi oficialmente reconhecida pelo INPI, é de cerca de 20 amostras inscritas.

O processo da D.O.V.V. evoluiu ano a ano e, após 5 anos de reconhecimento e trabalho de internalização do conceito, o número de amostras aumentou. Em 2018 a expectativa decorrente da qualidade da safra, é de mais de 25 amostras inscritas por mais de 12 vinícolas associadas a Aprovale.

As regras completas para a para a D.O.V.V. podem ser conferidas no site do Vale, neste link: http://www.valedosvinhedos.com.br/vale/conteudo.php?view=98&idpai=132

 Fotos: Gilmar Gomes