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Apocalypse lança novo álbum ao vivo

Banda caxiense, com 35 anos de história e destaque internacional, lança novo álbum ao vivo

Acaba de ser lançado o novo álbum ao vivo da banda gaúcha Apocalypse, de renome internacional, com CDs lançados na Europa e participação em festivais americanos.

Disponibilizado apenas nas plataformas digitais, “The 35th Anniversary Concert” celebra 35 anos de história e abre caminho para uma nova fase do grupo, através das faixas inéditas “Hard Long Road” e “It ́s All Gone”. Este é o terceiro registro ao vivo da banda que, no decorrer destas déca das, lançou um disco ao vivo gravado nos EUA, chamado “Live in USA”, de 2001. Mais tarde, em 2007, saiu “Live in Rio”, gravado na capital carioca, seguido por “Bridge of Light” (2008) e “Magic Spells” (2010). A tradição em lançar material ao vivo também foi seguida em DVDs, com o mesmo show no Rio de Janeiro, “Live in Rio”, o box comemorativo “Apocalypse – The 25th Anniversary Concert” e “The Bridge of Light” (2013).

Apocalypse - Press

Gravado em show realizado no dia 3 de junho de 2015, na cidade de Porto Alegre, “The 35th Anniversary Concert” conta com um track list de 15 faixas, focando no material recente do Apocalypse, destacando os novos arranjos para “Not Like You”, “Last Paradise” e “Till Another Side” e uma versão instrumental para a música “2012 Light Years From Home”.O álbum está disponível no Spotify.

Formado atualmente por Gustavo Demarchi (vocal), Ruy Fritsch (guitarra), Eloy Fritsch (teclados), Daniel Motta (baixo) e Rainer Steiner (bateria), o grupo já conta com uma agenda de shows ativa, e o primeiro show do ano aconteceu no Camp Celta Festival, em Três Coroas, no Raft Adventure Park.

A Apocalypse surgiu em 1983, em Caxias do Sul, quando Eloy Fritsch formou uma banda de rock com colegas de escola. Inspirado nos grupos Pink Floyd, Yes, Genesis, Rush, ELP e Marillion, o grupo sempre esteve na ativa, tocando art rock.

US+THEM

Por Natália Zucchi

Pink Floyd foi o que eu mais vi ao vivo nessa minha turnê pelas bandas que tanto gosto. Claro, uma parte assisti com Waters e outra com Gilmour, separados desde 1985. The Wall, inclusive, foi meu primeiro show internacional, lá em 2012, na capital. Roger Waters, baixista e um dos fundadores da banda, tocou o álbum na íntegra, enquanto o muro gigantesco era construído, atravessando o Beira Rio.

Comecei minha tour de shows em grande estilo: Roger Waters entregou um concerto repleto de efeitos visuais inesquecíveis. Mas se já não bastasse o título do primeiro show, somado à estrutura surpreendente, o espetáculo me deixou outra marca: aos 14 anos, adolescente, enfrentava o início da separação dos meus pais, quando meu pai saiu de casa nas vésperas. Meu muro estava em construção também.

Já em 2015, foi a hora de ver David Gilmour com toda sua sensibilidade na Arena do Grêmio. Foi INCRÍVEL! Fui pelo Pink Floyd, mas também curtindo o pouco trabalho solo que conheço do cara. A tour Rattle That Lock foi linda, com menos efeitos especiais em comparação ao Waters, mas com direito a lasers dançantes e a animações nas características do Pink passando no telão. Gilmour precisa de pouco. Coming Back To Life ficou como performance inesquecível do show.

Voltando ao Waters

Seis anos depois do The Wall, comprei novamente o ingresso para o show da turnê US +THEM do Roger Waters, em Porto Alegre, no último dia 30 de outubro. Dói admitir que todo o estresse das eleições e manifestações políticas me deram uma boa intoxicada criativa, diga-se de passagem. Acabei anestesiada, sem ansiedade ou expectativa.

Uma pena. Para quem só vive o momento do show, não sabe como é gostoso passar pelos dias que antecedem o espetáculo ouvindo toda a discografia de quem você vai assistir, ficar repassando as letras para não errar nos refrões, relembrar os momentos já vividos com aquelas músicas e sentir aquela energia viva de ansiedade boa e motivadora. O efeito dos shows para mim duram muito, por isso invisto tanto neles. Mas no último show, na verdade, eu não esperava nada até às19h30, quando Renato Borghetti fez as aberturas.

Animals

Felizmente, Waters não decepcionou no repertório, muito menos nos efeitos visuais do show. Misturou sucessos de álbuns como Dark Side of The Moon, Wish You Were Here, The Wall e Animals com suas canções em carreira solo. Another Brick In The Wall foi o momento para o coro do público e novamente cantei contra meu muro interno. Entre latidos de cachorros e grunhidos de porcos, Dogs e Pigs, duas pérolas brilhantes na noite. Dogs pelos mais de 16 minutos de execução impecável e riffs hipnotizantes e Pigs, bom, por ser Pigs. O grande porco passeou pelo estádio com a mensagem #StayHuman. Trump no telão, no mínimo, tirou umas risadas da galera. Importante para descontrair os momentos mais tensos do show, não devido às imagens, mas pelas pessoas.

Pagando para arranjar briga

Roger Waters sempre foi um cara político e não tinha como esperar algo diferente em seus shows. Tudo bem. Mas também me ensinaram que o significado da arte não é gerado somente por quem a cria, mas, sim, pela interpretação de quem com ela interage.

Roger Waters chegou com sua tour no Brasil incendiando ainda mais o conturbado período eleitoral de 2018. Porém, no show que sucedeu a eleição, Waters não tocou no nome do presidente eleito. Nem foi preciso. O público se encarregou de pegar para si toda e qualquer manifestação do telão e retribuir com algum mantra de protesto hit nessas eleições. Totalmente previsível e esperado. Porém, a frequência dos protestos foi exaustiva. Já na metade do show, tenho minhas dúvidas se as vaias eram contrárias ao conteúdo ou se já eram um pedido de basta de quem não aguentava mais o “Ele Não” ou o “Fora PT”. Não acreditei quando percebi os seguranças correndo de um lado para o outro devido às brigas e discussões geradas, muito provavelmente por divergências políticas. Assustador, triste, cansativo e chato. Pra mim, esse show só reforçou que o discurso de ódio e a intolerância são independentes da sigla política.

Ouvidos em outro Estádio

Outro momento inusitado, que me faz questionar o potencial auditivo das pessoas, foi o flagra no senhor que passou o show com fones de ouvido, acompanhando o jogo do Grêmio. Cada um com seu fanatismo

The Great Gig In The Sky

A noite do último dia 30 foi marcada por um temporal feio que atacou o RS. Em Porto Alegre, a eletricidade acima do estádio chegou na parte 02 do show e complementou os efeitos de luzes, com raios rosados iluminados no céu. Interferências naturais durante os shows: comece a observá-las 😉 Pena ter sido o motivo pelo corte de Mother no setlist.

Elipse e Brain Damage

Vivi para ver a capa de Dark Side of The Moon nas proporções do gramado do Beira Rio, pairando no ar. Duvido que quem presenciou um dia irá esquecer as luzes coloridas atravessando o grande prisma. Esperança de que quando passamos pela arte, saímos renovados.

Celebra Rock Bento II para comemorar o Dia Mundial do Rock

O maior festival colaborativo de celebração ao rock do município de Bento Gonçalves chega na sua segunda edição.  Do dia 12 a 15 de julho, a cidade vivenciará uma maratona de shows com bandas autorais e locais, em diferentes ambientes.

A programação começa na próxima quinta-feira, 12 de julho, com um grande show tributo à lenda do rock nacional Raul Seixas num espetáculo promovido pelo SESC na Fundação Casa das Artes.

Na sexta, 13 de julho, Dia Mundial do Rock, o Ferrovia Live abre as portas para a Casa da Vó Festival com shows das bandas Antro, Locos Live e Evilcult.

No sábado, 14, oO Ferrovia estará aberto novamente  para um Festival Tributos com as bandas AxxOn Soad (System Of A Down), Wishmoon (Nightwish) e Hard Rockets (ACDC).

No sábado e domingo, o festival se concentra na Rua Coberta com shows de 12 bandas da região: Electric Jack, VenaRock, Rainha de Espadas, Malvinas Rock, Still Crazy, Kurufudus, Jogo Sujo, Madalena Rock Band, Paradise, Dolly Dagger, Os Bardos da Pangeia e Elixir Inc.

Em ambos dias, haverá exposições artísticas, food trucks e cerveja artesal.

Conforme a organização, com ou sem chuva, o Celebra Rock vai acontecer!
O evento é realizado pelo Casa da Vó Studio, Ferrovia Live, com o apoio da Secretaria da Cultura de Bento Gonçalves.

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VenaRock lança seu primeiro disco em junho

Por Natália Zucchi

A VenaRock, banda bento-gonçalvense de rock autoral, está trabalhando para lançar seu primeiro disco no dia 30 de junho deste ano, no Ferrovia Live. Firmada no Rock n’roll e no Hard Rock, a Vena é formada por Junior Marini (vocal e guitarra), Leandro Cavali – Tatuíra (baixo e backing vocal), Diego Perin (bateria e backing vocal) e Rodrigo Capitani (guitarra solo). O grupo, fundado em 2015, passou dois anos inativo. Retornando em janeiro deste ano, com energia e motivação, logo começou a trabalhar nas músicas que estarão no primeiro disco. O álbum, ainda sem nome, será totalmente autoral, com lançamento independente, reunindo 12 músicas.

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Inspiradas no dia a dia dos integrantes da banda, as músicas falam de emoções intensas, uso de drogas e superações pessoais. “Viver de Cara”, a exemplo de outras composições da banda, foi escrita em 2005 por Tatuíra, em internação para tratamento da dependência de álcool e drogas. “Ela traz uma mensagem sobre o que a pessoa pode perder durante o uso de drogas e o que se pode ganhar de volta, estando em recuperação”, ressalta Tatuira.

LEIA TAMBÉM:MegaDrivers: Disco autoral comemorou um ano de lançamento

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A maioria das composições é criada por Junior, Tatuira e Diego, com a participação do produtor Nani da Soundstorm. As influências vão desde Cascavelletes e Nirvana a Black Sabbath e Iron Maiden. “Queremos que nossas músicas alcancem inúmeras pessoas e que elas possam se emocionar e curtir como nós curtimos ao tocá-las”, destaca Junior.

Por que VenaRock?

O nome da banda tem origem peculiar. A inspiração partiu de um presente de Tatuira ao Junior: uma aranha caranguejeira. “A palavra Vena também vem de veia – por isso, rock na veia”.

Contato para shows através do Facebook e Instagram ou pelo contato (54) 98171.6005 com Tatuira.

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MegaDrivers: Disco autoral comemorou um ano de lançamento

Disco autoral de Dupla bento-gonçalvense comemora um ano de lançamento

 POR NATÁLIA ZUCCHI

O rock acústico autoral vem ganhando representatividade no cenário local com os bento-gonçalvenses Giovani de Oliveira e Alan Prudêncio, músicos fundadores da MegaDrivers. A dupla mistura em seus shows suas produções autorais e covers de grandes bandas do rock n’ roll, com formação inicial com duas vozes e dois violões, trazendo em seu show uma pegada folk. O duo apresenta-se, também, com cajón (percussão), num estilo mais “Old School”, como definem os músicos,  e no formato de banda completa em ocasiões especiais, com músicos convidados.

No último mês de março, a banda comemorou um ano de lançamento do seu primeiro disco autoral, o EP intitulado Guerra Interna, contendo cinco músicas em formato acústico.

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“Após o lançamento, novas portas se abriram para nós. Locais que tinham uma certa ‘resistência’ na aceitação de nosso show tornaram-se mais flexíveis. Na parte musical,  tivemos uma satisfação imensa em poder divulgar um trabalho que teve nossa ideia, nosso trabalho e além de tudo, algo que nós mesmos pudemos gravar e divulgar para a mídia”, explica Oliveira.

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Nas cinco canções autorais, ambos os músicos contribuíram para a composição das letras e arranjos. Duas grandes bandas os inspiraram fortemente também, como Iron Maiden para Oliveira e KISS para Prudêncio. “Misturamos as raízes do rock n’ roll com ideia que tínhamos do nosso cotidiano. Creio que nossa amizade também influenciou nossa escolha pelas melodias, arranjos e preparação para o EP. Nos conhecemos há um bom tempo, nos apresentamos nos bares e pubs durante anos e sabemos algumas “táticas” para improvisação, criadas naturalmente durante os anos”, destaca.

Abandono de outros estilos para seguir o rock n’ roll

A dupla se apresenta desde 2012, quando iniciaram o projeto  Gio & Alan Acústico. Porém, após um hiato de shows, a banda retorna com sua proposta de violão e  voz  com uma nova denominação, Megadrivers Unplugged, em junho de 2014,  tendo como inspiração os nomes de bandas de Rockabilly dos anos 60. ​Hoje, Alan Prudêncio trabalha somente com a música, colaborando também com os shows da Maria Fumaça, enquanto Oliveira trabalha numa empresa de Software, pretendendo seguir carreira musical no futuro.

No repertório, versões de clássicos das bandas e artistas como The Beatles, John Cougar Mellencamp, Lynyrd Skynyrd, Status Quo, Men At Work, Eletric Light Orchestra, Peter Frampton, Creedence Clearwater Revival, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Kenny Loggins, Mr. Big, R.E.M., The Cure, entre outros. “O rock e suas vertentes sempre nos influenciaram, então resolvemos abandonar outros estilos que eventualmente apresentavamos em shows, para seguirmos uma linha de repertório e de identidade”, explica.

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Novamente em estúdio, a banda adianta que um novo projeto já está a caminho, ainda sem previsão de lançamento. “Podemos adiantar que manterá as raízes de nosso estilo”.

Contato para shows: (54) 9 9625 9386 (Giovani) | (54) 9 9672 7225 (Alan) ou através do site e redes sociais

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Blackbirds celebra 21 anos com gravação de DVD  

Apresentação será na tarde do dia 8 de abril no espaço turístico localizado junto à vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves

A banda BlackBirds de Bento Gonçalves gravará seu primeiro DVD no próximo dia 8 de abril,no Wine Garden da Vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Denominado “BLACKBIRDS – 21 ANOS |Daqui Pra Sempre – Ao Vivo no Wine Garden”, o trabalho apresentará 21 músicas, incluindo 3 inéditas. Contará com participações especiais de artistas consagrados do rock gaúcho, como Rafael Malenotti (Acústicos e Valvulados), Carlinhos Carneiro e Rodrigo Pilla (Bidê ou Balde) e Julia Barth (Os Replicantes). O grupo formado em Veranópolis , que completou 21 anos no mês de janeiro, é composto pelo vocalista, Jus Nino, pelo baterista  Marcio Possamai, pelos irmãos Diogo e Cassiano Farina, guitarrista e baixista e pelo tecladista Rafael Teclas. A banda conta ainda com Snoopy Miresky na técnica.

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“O registro de uma apresentação ao vivo é certamente uma grande realização para a obra de todo o artista. Soma-se a isso a comemoração de 21 anos de carreira e teremos um momento inesquecível”, acredita o baterista e produtor executivo Marcio Possamai.

Um dos fundadores da banda, o vocalista e compositor Jus Nino, antecipa que o repertório terá as músicas mais representativas de cada um dos quatro discos e que manterá a essência dos shows. “Sempre tocamos as músicas de um jeito mais intenso, visceral, e queremos essa ‘pegada’ no DVD. As surpresas ficarão por conta das novas músicas e também da participação de amigos em algumas faixas”, diz.

Os ingressos para o show poderão ser adquiridos por meio de troca por materiais escolares que serão doados para entidades e escolas carentes do município de Bento Gonçalves. Os tickets poderão ser retirados antecipadamente em pontos de troca espalhados por cidades da Serra, ou ainda no local, no dia do evento.

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O projeto conta com patrocínio da Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Conselho Municipal de Política Cultura (Fundo Municipal de Cultura). O registro em áudio ficará à cargo do estúdio Noise, de Caxias do Sul, e as imagens serão captadas e editadas pela empresa Walkman Filmes, de Bento Gonçalves. A sonorização é da DWR, também de Bento Gonçalves.

– Pontos de troca de ingressos:

Bento Gonçalves: Cadoro (Shopping L’América)
Caxias do Sul: UCS Campus Sede (Rádio UCS), Hamburgueria Jaime Rocha e Akústica Musical
Flores da Cunha: Master Escola de Música
Farroupilha: Akústica Musical
Nova Prata: Astral Instrumentos Musicais, Games e Acessórios
Veranópolis: Empório e Magistral Instrumentos Musicais, CD’s e DVD’s
Garibaldi: Musical Center Escola de Música
Carlos Barbosa: Lancheria Original

TRANSPORTE GRATUITO: haverá transporte gratuito saindo do Centro de Bento Gonçalves até o local do evento. Para ter acesso ao serviço é necessária confirmação prévia através de envio de NOME, RG e FONE para o email: agendablackbirds@gmail.com. As instruções do serviço serão repassadas após o envio destes dados.

Informações: (54) 9 9932-8829 – Márcio Possamai | (54) 9 9937-9027 – Cassiano Farina | (54) 9 9625-2150 – Diogo Farina

PATROCÍNIO: Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves | Secretaria Municipal de Cultura | Conselho Municipal de Política Cultural | Fundo Municipal de Cultura

 Foto: Marino Neves

Lela Rosanelli

Músicas autorais com pegada Folk

Por Natália Zucchi

O primeiro single intitulado “Caminhos“, nome também do novo EP da garibaldense Lela Rosanelli, será lançado nas redes sociais da compositora neste domingo, 11 de março. Rafaela Rosanelli Chies, 25 anos, prepara seu segundo disco totalmente autoral com produção de Nenê Fragata e lançamento previsto até o final de 2018 nas plataformas digitais. A cada mês uma nova canção do disco será divulgada individualmente em suas redes sociais. Ao todo, serão quatro faixas em português, três inéditas com os títulos “Recordações” e “Memórias”, mais uma releitura com novos arranjos da canção “Inside All Hearts”, vindo do primeiro EP de Lela, intitulado Speaking Honestly.

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Com um som original, Lela traz o estilo folk para suas canções. “É difícil enxergar o folk no português e quis me atrever nesse gênero que sempre tive com forte referência”, explica. Seu som é calcado no violão, tocado sem palheta, no finger style, incrementado com o som de outros instrumentos como o bandolim. Guitarra mesmo só em uma das músicas, mas sem distorção.

Lela começou a tocar violão aos 12 anos e suas composições começaram a tomar forma entre seus 15 e 16 anos. “Eu precisava criar minhas músicas. Gosto muito de falar sobre o tempo e a percepção que eu tenho sobre pessoas e as relações entre elas. Geralmente não são histórias, mas, sim, o que eu observo no mundo” destaca.

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Inspirada em Bob Dylan, Neil Young, John Mayer e Eric Clapton, resgatou as tendências mais folk desses artistas para dentro do seu repertório ainda no seu primeiro disco, lançado em 2016 com 4 faixas compostas em inglês. “Meu primeiro disco foi um pontapé inicial. Por causa do EP, fui convidada para participar do evento Sarau das Artes em Porto Alegre, evento que já reuniu Serginho Moah, Adriano Trindade e Rafa da Chimarruts, entre outros nomes reconhecidos da música. Quando o artista vai para Porto Alegre e retorna para sua cidade, as portas tendem a se abrir mais facilmente”, observa.

Maria Sem Vergonha

Formada em administração, ela já trabalhou em empresas e agência bancária, mas a vontade de permanecer na música pulsou mais forte. Em 2014, abriu a Harmônica Ensino de Música como professora de violão e de Ukulele, e hoje faz parte de uma equipe de oito professores de diferentes instrumentos, voltados a aulas para crianças e iniciantes. “Nas aulas de música, procuro incentivar os alunos a compor e criar músicas e estilos novos, trazendo a personalidade de cada um para o som. Eu digo: começa a compor e encontra a tua verdade” ressalta.

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Lela também lidera os vocais de outras duas bandas covers, a Maria Sem Vergonha e a Lela Acustico Trio, ambas formadas em Garibaldi. Seu repertório de covers traz clássicos do rock n´roll internacional e do blues. “Mesmo que geralmente as mulheres seguem carreira solo, elas podem tomar mais a frente das bandas”, observa.

Ferrovia Live terá as bandas Os Pelicanos e Lucky Scar no sábado, 27

O Ferrovia Live terá o sábado de muito rock n’ roll em comemoração ao amigo do bar, Alessandro Trentin, que está de aniversário. Para a noite, duas bandas locais tocaram clássicos do rock n’ roll de grandes bandas do rock nacional e internacional .

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Às 22h30, abertura com a banda Os Pelicanos. Na sequência, às 00h30, a banda Lucky Scar com tributos a Neil Young, Lynyrd Skynyrd e Blackberry Smoke.

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Promo da noite!
Dose dupla de vodka e energético ou refri
Dose dupla de whisky e energético ou refri
Das 21h a 22h30

Ingressos antecipado R$15,00 com Alessandro TrentinFlavia DecontoWesley Melo Jonathas Barcellar e Vinícius Rodrigues
Local: R$20,00

Informações e reservas:
054 99157 6566

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Acústicos na Serra: William Hamom e Electric Jack

Por Natália Zucchi

William Hamom

Lançamento de músicas autorais no Facebook e no YouTube a partir de janeiro

William Hamom Do Amaral, 18 anos, que divide seu tempo entre apresentações de shows acústicos e a faculdade de Direito, é mais um jovem da região que vai utilizar as redes sociais para mostrar seus talentos musicais. De Bento Gonçalves, compõe desde os 12 anos, idade em que iniciou aulas de violão, guitarra, teclado e também de técnicas vocais. No decorrer de 2018, pretende lançar várias composições no YouTube e no Facebook. Ele vai usar as plataformas digitais como termômetro para os primeiros videoclipes que pretende gravar posteriormente, após interações e avaliações dos usuários. Essas autorais são composições ao violão com letras em português, inglês e espanhol, que focam experiências e visões de mundo do músico.

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William Hamom

Acústicos

Há cerca de um ano, Hamom apresenta acústicos em Bento Gonçalves e outros municípios da região, com cover eclético, de repertório variado. “Gosto de não me prender a uma única influência musical, porque há bons artistas em todos os gêneros. Prefiro buscar em cada um algo a aprender”, destaca o estudante de Direito. Hoje, Hamom busca referências em artistas como John Mayer, Bruno Mars, Sam Smith, Ed Sheeran e James Arthur.

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“Sempre fui muito eclético no que diz respeito a música, e com o meu repertório não é diferente. Tem vários estilos com os quais me identifico. Mas costumo organizar o repertório de cada show na proposta do local ou do evento”, destaca. Hamom se apresenta em restaurantes, pubs, bistrôs e eventos, como inaugurações, casamentos e aniversários de 15 anos.

Contatos pelo telefone e WhatsApp: 54 981090050 ou 54 981126346

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Electric Jack

“Queremos fugir do clichê de que acústico é música de fundo de barzinho”

A Electric Jack, de Garibaldi, que interpreta covers de grandes bandas como Aerosmith, Whitesnake, Guns n’Roses, Scorpions, Bon Jovi, Black Sabbath e Ozzy Osbourne, entre outras, a cada apresentação aumenta seu reconhecimento entre jovens e adultos da região que curtem rock and roll. O estilo da banda mescla os gêneros hard rock, rock clássico e heavy metal das décadas de 70 e 80. Os covers são adaptados para versões acústicas também, ampliando a performance da Electric Jack.

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A banda foi formada na metade de 2015 e Norberto Jr. (Norberto Roque Frighetto Júnior) e Leo BC (Leonardo Bianchetti Corrêa) são os únicos integrantes que permanecem desde o início. Norberto liderando os vocais e Leo na guitarra. Com eles,Igor Flach no baixo, Eduardo Moro na guitarra e Bruno Neves na bateria. Nesse ano, a banda ainda contou com a participação do baterista Artur Tramontina em alguns shows.

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“Para um show acústico, nos preocupamos em adaptar nosso repertório com as mesmas canções, mas em versões que não as descaracterizem, mantendo a essência do show tradicional. Queremos fugir do clichê de que ‘acústico é música de fundo de barzinho’, assim conduzimos um show para ser assistido de fato”, explica o guitarrista Leo BC.

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As produções autorais também já estão a caminho. Até agora, três canções próprias estão sendo finalizadas, uma delas intitulada The Murder of a Man. Os músicos adiantam que no decorrer de 2018 estarão entrando em estúdio para gravar um disco só de composições autorais, com lançamento para o fim do próximo ano. As letras, escritas em inglês, inicialmente são criadas pelo vocalista Norberto e após, trabalhadas em conjunto com o restante da banda. “O legal do rock é que a gente pode falar de tudo um pouco, entre temas de amor e morte mesclando baladas românticas e sons mais agressivos, porque tudo se encaixa no estilo. Nossas letras são inspiradas em experiências que vivenciamos e nos covers que já fizemos, do som que a gente curte”, explica Norberto.

Por que Electric Jack?

“O Norberto e eu estávamos ensaiando e olhamos para o interruptor da tomada. Aí pensei “como é tomada em inglês?”. Escolhemos “Jack” porque no idioma, ele possui vários significados. O Electric vem de eletricidade. Mesmo sendo duas palavras estrangeiras, o nome é fácil de falar”, explica Leo BC.

Contato pelo telefone e Whats-App: 54 999272423 ou 54 992030035

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Construção do Ski Shopping Garibaldi inicia no segundo semestre de 2018

Metal na Serra: Rotten Penetration e Hollow

Por Natália Zucchi

Rotten Penetration

Letras sobre temas horrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul

Fundada em 2002, em Bento Gonçalves, pelo baterista Aécio Conte Valenti, a banda Rotten Penetration também se encaixa no gênero “Splatter Death Metal”, sonoridade pesada com letras macabras. A atual formação, além de Valenti, é representada por Alex Correa na guitarra, Lucas Lazzarotto no vocal e Vagner Cappellaro no baixo. Em janeiro de 2018, a banda lança oficialmente o terceiro disco, intitulado “Farrapo Canibal”. O álbum terá nove faixas autorais e uma música cover da banda americana Cannibal Corpse. “Escolhemos este nome para o álbum com o intuito de homenagear a cultura do povo Gaúcho”, destaca Valenti.

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Durante os 15 anos de carreira, houveram diversas mudanças na formação e, paralelo a isso, surgiram uma série de composições autorais. “Nossa primeira demo foi gravada em 2002 e recebeu o nome Putrid Cadaver is Fucked. Depois, lançamos alguns materiais em parceria com outras bandas, os chamados Splits-CD’s, em que diversas bandas dividem o mesmo disco. Em 2005, lançamos o primeiro álbum oficial, Horrorous State of Anatomical Decomposition”, explica Valenti. Após esse lançamento, a banda sofreu novas mudanças na formação até se estabilizar e gravar, em 2013, o segundo álbum “Pathologic Porn Gore Splatter”. Em 2014, quatro faixas do último álbum foram selecionadas, dando origem ao EP “Departamento de Patologia e Medicina Legal”, lançado somente na Itália.

Inicialmente, as letras eram compostas por Aécio e pelo ex-guitarrista Ioanne. Após, pelo ex- -vocalista Fernando Zanella Menegatti. Com a chegada do vocalista Lucas Lazzarotto, as composições ficaram a cargo dele e do baixista Cappellaro, que participou da criação das letras do novo álbum. As letras têm como temas principais o canibalismo, a Guerra dos Farrapos e histó- rias sobre temas aterrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul. “Contamos um pouco da nossa história e da nossa cultura de uma forma um tanto quanto sinistra”, reconhece Cappellaro.

Por que Rotten Penetration?
“O nome da banda é uma homenagem a primeira demo da banda mineira, Sanatório, intitulada “Rotten Penetration”, gravada em meados de 1999. Foi uma forma que eu achei para homenagear esta antiga banda de Brutal Death Metal, que até hoje me serve como inspiração”, afirma Valenti.

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Contato:
rottenpenetrationband@gmail.com

Hollow

Nova gravação autoral e participação em CD de tributo à banda Sepultura

De Garibaldi, a banda Hollow está na estrada há 16 anos tocando Thrash, Groove Metal e Heavy Metal. Da formação original, o único que permanece é Renan Cauê Müller, vocalista e guitarrista. Hoje, os músicos da banda são também Mauricio Zorrer na guitarra, Lucas Lussani no contrabaixo, Mauricio Steffani, na bateria e Vinícius Tieppo Zeni, na guitarra, integrando o grupo há pouco tempo. No primeiro semestre de 2018, a banda lançará seu segundo álbum, intitulado Down Fall, com 12 faixas autorais. A Hollow também integra o CD tributo à banda Sepultura, que será lançado no primeiro semestre de 2018.

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A Hollow iniciou a carreira tocando covers de grandes bandas, como Slayer, Exodus e Sepultura, que ainda influenciam a sonoridade e as composições autorais do grupo. O primeiro álbum autoral veio em 2014, intitulado Spirit Soldier, com sete faixas. O vocalista Renan Cauê Müller é o responsável pela composição das letras, com temas como: guerras, conflitos políticos, religiosos e sociais. Também há composições relacionados à situação atual do mundo.

A capa dos dois álbuns autorais da banda também tem ligação com outros grandes nomes do metal. Isso porque a arte desses álbuns foi feita por Marcelo Vasco, do P2RDesign, profissional que já assinou trabalhos com o Slayer, Testament, Exodus, Dimmu Borgir, Obtuary, entre outras grandes bandas.

Coletâneas e tributo ao Sepultura

Com visibilidade nacional e internacional, a banda participou de várias coletâneas, entre elas a “The Gates of Brazilian Metal Scene”, lançada em 2015, com distribuição exclusiva em países da Europa. Participou também da coletânea Roadie Metal vol. 5, lançada em 2015 e distribuída nacionalmente. Outra participação recente e de relevância no cenário, é no CD tributo a banda Sepultura, intitulado “Third World Domination: A Tribute to Sepultura”, com lançamento para o primeiro semestre de 2018. “Este projeto é dedicadoà fase que se iniciou em 1998, com a entrada do vocalista norte-americano Derrick Green. É umas das bandas brasileiras mais importante do mundo do metal, por misturar ritmos brasileiros ao estilo”, comenta o guitarrista Mauricio Zorrer. A Hollow faz parte do álbum com a música Convicted in Live.

Por que Hollow?
“Por sermos fãs da Banda Pantera, é o nome de uma música deles, e pelo significado do nome (oco, cova, obscuro)”.

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Contato:
hollowthrashmetal@hotmail.com

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