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O que você precisa saber antes de ir para o Rock In Rio 2019

Por Natália Zucchi 

Ninguém fala sobre o sol forte, sobre o calor carioca, sobre as horas na fila, sobre a correria na entrada, as horas de espera próximo as grades, do calor, da chuva, do suor, dos cheiros desagradáveis, de gente fazendo xixi nos seus tênis, muito menos sobre o fato de que você corre o risco de ser esmagado por outras pessoas mais altas que você caso decida manter seu lugar perto de um dos maiores palcos de um dos maiores festivais do mundo. Aliás, você provavelmente vai ficar sem ar muitas vezes ao passar pelas ondas humanas, que emburram primeiro a galera contra a grade e depois a galera da grade empurra de volta – tudo para movimentar o pessoal e ver se alguém decide (na força) abrir espaço. Sim, o Rock in Rio é cheio de glamour, cheio de história, mas tem seu darkside que você conhece por aqui, caso ainda não teve a experiência de ficar bem próximo das atrações.

Possíveis cenários

O negativo: desodorante nem sempre cumpre seu papel (então passe bem o seu) e nem todo mundo é educado ou se importa com o seu bem-estar. Estou falando principalmente da galera que entra no parque já no início dos shows e quer chegar na grade nem que seja no tapa – sempre tem. Água é ouro depois do segundo show do Palco Mundo, então garanta a sua bem cheia para sobreviver até o último minuto. Depois da segunda banda dificilmente vai aparecer um ambulante lá na frente e abandonar os centímetros quadrados conquistados está fora de cogitação. Lembre que são mais de 100 mil pessoas que estão bem atrás de você.

O positivo: tem aquele outro lado lindo que todo mundo fala. A energia dos shows, ver a banda que você mais curte dando o máximo em cima do palco e as amizades, a galerinha do outro lado do país, dos estados mais longínquos, quem veio curtir o festival e foi super gente fina com você, cantou com você, dividiu água com você, chocolate com você, dorflex com você (droga lícita que sugiro levar para o festival caso queria aguentar o dia inteiro em pé na festividade). Adicionou no Facebook, seguiu no Instagram e até hoje você mantém contato. A energia do lugar mescla diferentes estilos e pessoas de todos os estados, e provavelmente você vai encontrar alguém de Sul, de Caxias ou Porto Alegre perto de você.

Dicas dadas, vamos ao contexto histórico

O Rock in Rio chega a sua 20ª edição neste ano, a oitava em solo carioca, que será realizada nos dias 27 a 29 de setembro e 3 a 6 de outubro no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, com ingressos entre R$262,50 a R$525. Abril é o mês das vendas para o público geral, sendo comum o esgotamento dos dias mais disputados em poucas horas.

Mas vamos fazer um tour ao passado. A edição first one do RIR foi em 1985, com uma programação mais rock impossível. Graças ao seu fundador Roberto Medina, que está por trás do festival até hoje, o Brasil viu o maior festival de música do planeta com AC/DC, Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Queen, Scorpions, Whitesnake, Rod Stewart, Yes, Barão Vermelho, Os Paralamas do Sucesso e mais. O evento foi um incentivo para essas grandes bandas incluírem a América do Sul nas tournes, que antes não chegavam perto daqui. De 85 até então, já se passaram 19 edições (BR e Europa e EUA), melhorando ano a ano não só na produção musical, como também na estrutura de entretenimento que o evento vem se consolidando (aqui mais uma parte positiva, continue a leitura). É um verdadeiro parque de diversões! Roda Gigante,Tirolesa, Montanha Russa e a rua temática já são clássicos e hoje uma série de lojas, área vip, áreas gastronômicas e mais diversas opções de tendas e espaços com música vem agregando ainda mais as atrações do festival. Fui em 2013 e em 2017, e a estrutura ganhou um up considerável entre esses quatro anos. Para 2019, Nave, Rock Street Ásia e Espaço Favela prometem ser os diferenciais da edição.

Desde 2011, a Cidade do Rock abre suas portas a cada dois anos para receber bandas e artistas do mundo inteiro. Nesses mais de 30 anos, mais de nove milhões de pessoas passaram pelo festival.

Dica final: se você tiver condições financeiras e tempo para programar um dia extra no Rock in Rio, vá para curtir o parque e finalize a noite com os shows, mesmo que seja de longe.

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Apocalypse lança novo álbum ao vivo

Banda caxiense, com 35 anos de história e destaque internacional, lança novo álbum ao vivo

Acaba de ser lançado o novo álbum ao vivo da banda gaúcha Apocalypse, de renome internacional, com CDs lançados na Europa e participação em festivais americanos.

Disponibilizado apenas nas plataformas digitais, “The 35th Anniversary Concert” celebra 35 anos de história e abre caminho para uma nova fase do grupo, através das faixas inéditas “Hard Long Road” e “It ́s All Gone”. Este é o terceiro registro ao vivo da banda que, no decorrer destas déca das, lançou um disco ao vivo gravado nos EUA, chamado “Live in USA”, de 2001. Mais tarde, em 2007, saiu “Live in Rio”, gravado na capital carioca, seguido por “Bridge of Light” (2008) e “Magic Spells” (2010). A tradição em lançar material ao vivo também foi seguida em DVDs, com o mesmo show no Rio de Janeiro, “Live in Rio”, o box comemorativo “Apocalypse – The 25th Anniversary Concert” e “The Bridge of Light” (2013).

Apocalypse - Press

Gravado em show realizado no dia 3 de junho de 2015, na cidade de Porto Alegre, “The 35th Anniversary Concert” conta com um track list de 15 faixas, focando no material recente do Apocalypse, destacando os novos arranjos para “Not Like You”, “Last Paradise” e “Till Another Side” e uma versão instrumental para a música “2012 Light Years From Home”.O álbum está disponível no Spotify.

Formado atualmente por Gustavo Demarchi (vocal), Ruy Fritsch (guitarra), Eloy Fritsch (teclados), Daniel Motta (baixo) e Rainer Steiner (bateria), o grupo já conta com uma agenda de shows ativa, e o primeiro show do ano aconteceu no Camp Celta Festival, em Três Coroas, no Raft Adventure Park.

A Apocalypse surgiu em 1983, em Caxias do Sul, quando Eloy Fritsch formou uma banda de rock com colegas de escola. Inspirado nos grupos Pink Floyd, Yes, Genesis, Rush, ELP e Marillion, o grupo sempre esteve na ativa, tocando art rock.

Greta Van Fleet

Por Natália Zucchi
natalia@integracaodaserra.com.br
@nataliazucchi

– Escuta isso!
“Aaaaaaah” de repente, uma super potência vocal em um grito muito enérgico.
– Led Zeppelin se reuniu e lançou música nova?

A comparação é inevitável durante o grito. Os mais fãs que relevem, mas a primeira impressão foi essa mesmo: Greta Van Fleet com seu hit Highway Tune me pareceu totalmente Robert Plant e companhia nos primeiros segundos. O que eu não considero negativo. Afinal, para ser comparado com O Led Zeppelin, é preciso ser muito bom. Já li críticas afirmando que definir os caras como “cover” da banda setentista é muita limitação e falta de crença na nova geração de bandas de rock e derivados. Porém, os próprios membros da Greta afirmaram que a comparação até soa engraçada, mas que é uma honra para eles. Não é mesmo?

Não dá simplesmente para ignorá-los. Até Plant já fez comentários positivos a respeito dos garotos. Entretanto, os riffs e principalmente o timbre de Josh Kiszka fazem muita gente se questionar se eles são ou não um plágio. Eu duvido. Pode ser difícil criar algo tão disruptivo no rock quanto Led Zeppelin naquela época, mas acredito no talento da Greta Van Fleet. Eles ainda estão formando sua identidade, como jovens. Inclusive, que bom que finalmente bandas novas e com bom potencial musical estão ganhando espaço – melhor ainda se for no nível de Led Zeppelin.

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Hora de fazer as devidas apresentações:

Com vocês, Greta Van Fleet!

O quarteto norte-americano foi formado em 2012 em Frankenmuth, Michigan. Três dos membros são irmãos: os gêmeos Josh e Jake Kiszka, respectivamente vocalista e guitarrista com 22 anos, e Sam Kiszka, 19 anos, que assume o baixo. Com eles, o amigo Danny Wagner, com 18 anos, na função de baterista desde 2013. Os jovens criaram uma mistura de rock, hard rock, blues e folk em sua produção autoral, que vem crescendo e expressando muita qualidade.

Em 2017, a banda lançou o EP From The Fires com sete canções. Até agora, minhas músicas preferidas são Black Smoke Rising, Safari Song (mais uma vez o grito na intro e o refrão muito Zeppelin) e a calminha Flower Power (fofa!). É possível notar também outras referências e similaridades. Por exemplo, o refrão de Edge of Darkness lembra Rush pra mim. Também não tem como não se encantar pelo cover de A Change is Gonna Come, gravada originalmente por Sam Cooke e eternizada na voz de grandes nomes como Aretha Franklin.

Se até aqui você já procurou o EP disponível no Spotify ou já partiu para o Youtube para conferir a performance dos rapazes, quem sabe você dá uma chance também para o lançamento oficial do primeiro disco de estúdio em longa versão. Anthem of the Peaceful Army será lançado no próximo dia 19 de outubro, com 10 faixas no LP e 11 na versão digital. Algumas músicas já foram lançadas como single, com videoclipe bem psicodélico!

Greta no Lolla

Para quem já é fã da banda e torce muito para que os caras cresçam ainda mais com um som de qualidade, como já vem acontecendo, a primeira oportunidade para conhecermos a performance ao vivo dessas figuras pode estar bem próxima – ainda mais se você estiver disposto a ir para um festival. Existe rumores de que banda virá ao Brasil em 2019 para a edição do Lollapalooza, que ocorrerá nos dias 05, 06 e 07 de abril no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Mesmo com venda dos passaportes já aberta (preços variam entre R$ 633 e R$ 3270 + taxas para os três dias), até o fechamento desta edição a organização do festival não confirmou a presença da banda, nem divulgou o tão esperado Line-up.

Sonhando alto

Bom seria se os vetchos do Led Zeppelin entrassem em competição com a Greta, se reunissem, produzissem algo novo e saíssem em turnê! Vai dizer que não ia ser massa demais?! Lembrando que neste ano o Led Zeppelin completa 50 anos de existência. Motivos não faltam, hein.

Em outra oportunidade falo sobre a Zepparella, grupo-tributo a Led Zeppelin formado apenas por mulheres. Enquanto isso dá um Google!

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Anthem Of The Peaceful Army

1. Age of Man
2. The Cold Wind
3. When The Curtain Falls
4. Watching Over
5. Lover, Leaver (Taker Believer)
6. You’re The One
7. The New Day
8. Mountain of the Sun
9. Brave New World
10. Anthem
11. Lover, Leaver (Taker, Believer) (Exclusivo do digital)

OTHERSIDE

Por Natália Zucchi

10 de agosto de 2018, sexta-feira. O dia em que meu estômago passou por uma sessão fotográfica. O drama a seguir é pela endoscopia somada a experiência hospitalar, mas que me rendeu uma história que só pode estar aqui por causa da voz do Anthony Kiedis, do Red Hot Chili Peppers. Vou contar rapidinho.

Vou pular a parte em que eu mobilizei uns seis profissionais da saúde diferentes, questionando sobre o que aconteceria e como eu deveria proceder se eu acordasse durante o procedimento (meu pai me contou nas vésperas que ele despertou durante a endoscopia com o cano na garganta. Pra meio paranóico, um pai desses já basta). Já acrescento minha confissão para facilitar o seu entendimento: um dos meus maiores medos, com certeza, é hospital.

Esticada na maca, rapidamente varri a sala com os olhos, localizei um monitor grandão operado por uma enfermeira, mais uns outros equipamentos estranhos e, do meu lado, o monitor cardíaco. Ali estava meu primeiro desafiante.

Logo prenderam meu dedinho e eu passei a acompanhar sonoramente o ritmo do meu coração. Na minha cabeça, eu recitava frases de autoajuda, mas o batuque carnavalesco só aumentava.

As enfermeiras começaram a procurar minhas veias, já que as espertas resolveram sumir – nosso corpo tem reações tão rápidas quando a gente está com medo. Comecei a sentir diversas picadas diferentes, o que fez com que eu procurasse um ponto de concentração para não contabilizar a possibilidade do meu braço se tornar uma peneira. Queridas, elas não tiveram culpa.

Foi aí que percebi a presença de um radinho na sala E TOCAVA RED HOT CHILI PEPPERS. Então eu pensei: pronto, pelo menos uma coisa o universo conspirou em favor.

Mas, não. À medida que eu ia prestando atenção na música, a tradução é inevitável. A canção fala em: morte. Até que I’ve got to take it on the otherside (tenho que levar para o outro lado, em tradução livre). Eu só pensei: É AGORA.

Já era. Chegou minha hora!

“Agora você vai sentir uma leve tonturinha e logo irá apagar”, comunicou docemente a enfermeira. Ansiedade prolonga o tempo mental e para mim já se passavam minutos após aquelas palavras, logo o terror de morrer foi substituído pelo terror de permanecer acordada. Pensei: o negócio não vai fazer efeito e a endoscopia vai ser a seco mesmo. Comecei a reclamar e só elas sabem o que eu devo ter falado. Apenas lembro de reivindicar minha situação desperta até o último momento consciente.

Mas otherside, mesmo, eu fui parar no pós-procedimento, já em casa. Tive uma bela sexta-feira inteira de soninho. How long, how long…

Agradecimento

Obrigada a toda equipe do Hospital Tacchini pela paciência. Vocês, enfermeiras, tenham meu muito obrigado, admiração e respeito! À profe Solange, da escola Cecília Meireles, meu maior obrigado por ter se lembrado de mim da época do ensino médio e por ter conversado comigo para me acalmar durante a espera do procedimento. Admiração por essas profes.

VenaRock lança seu primeiro disco em junho

Por Natália Zucchi

A VenaRock, banda bento-gonçalvense de rock autoral, está trabalhando para lançar seu primeiro disco no dia 30 de junho deste ano, no Ferrovia Live. Firmada no Rock n’roll e no Hard Rock, a Vena é formada por Junior Marini (vocal e guitarra), Leandro Cavali – Tatuíra (baixo e backing vocal), Diego Perin (bateria e backing vocal) e Rodrigo Capitani (guitarra solo). O grupo, fundado em 2015, passou dois anos inativo. Retornando em janeiro deste ano, com energia e motivação, logo começou a trabalhar nas músicas que estarão no primeiro disco. O álbum, ainda sem nome, será totalmente autoral, com lançamento independente, reunindo 12 músicas.

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Inspiradas no dia a dia dos integrantes da banda, as músicas falam de emoções intensas, uso de drogas e superações pessoais. “Viver de Cara”, a exemplo de outras composições da banda, foi escrita em 2005 por Tatuíra, em internação para tratamento da dependência de álcool e drogas. “Ela traz uma mensagem sobre o que a pessoa pode perder durante o uso de drogas e o que se pode ganhar de volta, estando em recuperação”, ressalta Tatuira.

LEIA TAMBÉM:MegaDrivers: Disco autoral comemorou um ano de lançamento

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A maioria das composições é criada por Junior, Tatuira e Diego, com a participação do produtor Nani da Soundstorm. As influências vão desde Cascavelletes e Nirvana a Black Sabbath e Iron Maiden. “Queremos que nossas músicas alcancem inúmeras pessoas e que elas possam se emocionar e curtir como nós curtimos ao tocá-las”, destaca Junior.

Por que VenaRock?

O nome da banda tem origem peculiar. A inspiração partiu de um presente de Tatuira ao Junior: uma aranha caranguejeira. “A palavra Vena também vem de veia – por isso, rock na veia”.

Contato para shows através do Facebook e Instagram ou pelo contato (54) 98171.6005 com Tatuira.

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MegaDrivers: Disco autoral comemorou um ano de lançamento

Disco autoral de Dupla bento-gonçalvense comemora um ano de lançamento

 POR NATÁLIA ZUCCHI

O rock acústico autoral vem ganhando representatividade no cenário local com os bento-gonçalvenses Giovani de Oliveira e Alan Prudêncio, músicos fundadores da MegaDrivers. A dupla mistura em seus shows suas produções autorais e covers de grandes bandas do rock n’ roll, com formação inicial com duas vozes e dois violões, trazendo em seu show uma pegada folk. O duo apresenta-se, também, com cajón (percussão), num estilo mais “Old School”, como definem os músicos,  e no formato de banda completa em ocasiões especiais, com músicos convidados.

No último mês de março, a banda comemorou um ano de lançamento do seu primeiro disco autoral, o EP intitulado Guerra Interna, contendo cinco músicas em formato acústico.

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“Após o lançamento, novas portas se abriram para nós. Locais que tinham uma certa ‘resistência’ na aceitação de nosso show tornaram-se mais flexíveis. Na parte musical,  tivemos uma satisfação imensa em poder divulgar um trabalho que teve nossa ideia, nosso trabalho e além de tudo, algo que nós mesmos pudemos gravar e divulgar para a mídia”, explica Oliveira.

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Nas cinco canções autorais, ambos os músicos contribuíram para a composição das letras e arranjos. Duas grandes bandas os inspiraram fortemente também, como Iron Maiden para Oliveira e KISS para Prudêncio. “Misturamos as raízes do rock n’ roll com ideia que tínhamos do nosso cotidiano. Creio que nossa amizade também influenciou nossa escolha pelas melodias, arranjos e preparação para o EP. Nos conhecemos há um bom tempo, nos apresentamos nos bares e pubs durante anos e sabemos algumas “táticas” para improvisação, criadas naturalmente durante os anos”, destaca.

Abandono de outros estilos para seguir o rock n’ roll

A dupla se apresenta desde 2012, quando iniciaram o projeto  Gio & Alan Acústico. Porém, após um hiato de shows, a banda retorna com sua proposta de violão e  voz  com uma nova denominação, Megadrivers Unplugged, em junho de 2014,  tendo como inspiração os nomes de bandas de Rockabilly dos anos 60. ​Hoje, Alan Prudêncio trabalha somente com a música, colaborando também com os shows da Maria Fumaça, enquanto Oliveira trabalha numa empresa de Software, pretendendo seguir carreira musical no futuro.

No repertório, versões de clássicos das bandas e artistas como The Beatles, John Cougar Mellencamp, Lynyrd Skynyrd, Status Quo, Men At Work, Eletric Light Orchestra, Peter Frampton, Creedence Clearwater Revival, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Kenny Loggins, Mr. Big, R.E.M., The Cure, entre outros. “O rock e suas vertentes sempre nos influenciaram, então resolvemos abandonar outros estilos que eventualmente apresentavamos em shows, para seguirmos uma linha de repertório e de identidade”, explica.

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Novamente em estúdio, a banda adianta que um novo projeto já está a caminho, ainda sem previsão de lançamento. “Podemos adiantar que manterá as raízes de nosso estilo”.

Contato para shows: (54) 9 9625 9386 (Giovani) | (54) 9 9672 7225 (Alan) ou através do site e redes sociais

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Lela Rosanelli

Músicas autorais com pegada Folk

Por Natália Zucchi

O primeiro single intitulado “Caminhos“, nome também do novo EP da garibaldense Lela Rosanelli, será lançado nas redes sociais da compositora neste domingo, 11 de março. Rafaela Rosanelli Chies, 25 anos, prepara seu segundo disco totalmente autoral com produção de Nenê Fragata e lançamento previsto até o final de 2018 nas plataformas digitais. A cada mês uma nova canção do disco será divulgada individualmente em suas redes sociais. Ao todo, serão quatro faixas em português, três inéditas com os títulos “Recordações” e “Memórias”, mais uma releitura com novos arranjos da canção “Inside All Hearts”, vindo do primeiro EP de Lela, intitulado Speaking Honestly.

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Com um som original, Lela traz o estilo folk para suas canções. “É difícil enxergar o folk no português e quis me atrever nesse gênero que sempre tive com forte referência”, explica. Seu som é calcado no violão, tocado sem palheta, no finger style, incrementado com o som de outros instrumentos como o bandolim. Guitarra mesmo só em uma das músicas, mas sem distorção.

Lela começou a tocar violão aos 12 anos e suas composições começaram a tomar forma entre seus 15 e 16 anos. “Eu precisava criar minhas músicas. Gosto muito de falar sobre o tempo e a percepção que eu tenho sobre pessoas e as relações entre elas. Geralmente não são histórias, mas, sim, o que eu observo no mundo” destaca.

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Inspirada em Bob Dylan, Neil Young, John Mayer e Eric Clapton, resgatou as tendências mais folk desses artistas para dentro do seu repertório ainda no seu primeiro disco, lançado em 2016 com 4 faixas compostas em inglês. “Meu primeiro disco foi um pontapé inicial. Por causa do EP, fui convidada para participar do evento Sarau das Artes em Porto Alegre, evento que já reuniu Serginho Moah, Adriano Trindade e Rafa da Chimarruts, entre outros nomes reconhecidos da música. Quando o artista vai para Porto Alegre e retorna para sua cidade, as portas tendem a se abrir mais facilmente”, observa.

Maria Sem Vergonha

Formada em administração, ela já trabalhou em empresas e agência bancária, mas a vontade de permanecer na música pulsou mais forte. Em 2014, abriu a Harmônica Ensino de Música como professora de violão e de Ukulele, e hoje faz parte de uma equipe de oito professores de diferentes instrumentos, voltados a aulas para crianças e iniciantes. “Nas aulas de música, procuro incentivar os alunos a compor e criar músicas e estilos novos, trazendo a personalidade de cada um para o som. Eu digo: começa a compor e encontra a tua verdade” ressalta.

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Lela também lidera os vocais de outras duas bandas covers, a Maria Sem Vergonha e a Lela Acustico Trio, ambas formadas em Garibaldi. Seu repertório de covers traz clássicos do rock n´roll internacional e do blues. “Mesmo que geralmente as mulheres seguem carreira solo, elas podem tomar mais a frente das bandas”, observa.

Acústicos na Serra: William Hamom e Electric Jack

Por Natália Zucchi

William Hamom

Lançamento de músicas autorais no Facebook e no YouTube a partir de janeiro

William Hamom Do Amaral, 18 anos, que divide seu tempo entre apresentações de shows acústicos e a faculdade de Direito, é mais um jovem da região que vai utilizar as redes sociais para mostrar seus talentos musicais. De Bento Gonçalves, compõe desde os 12 anos, idade em que iniciou aulas de violão, guitarra, teclado e também de técnicas vocais. No decorrer de 2018, pretende lançar várias composições no YouTube e no Facebook. Ele vai usar as plataformas digitais como termômetro para os primeiros videoclipes que pretende gravar posteriormente, após interações e avaliações dos usuários. Essas autorais são composições ao violão com letras em português, inglês e espanhol, que focam experiências e visões de mundo do músico.

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William Hamom

Acústicos

Há cerca de um ano, Hamom apresenta acústicos em Bento Gonçalves e outros municípios da região, com cover eclético, de repertório variado. “Gosto de não me prender a uma única influência musical, porque há bons artistas em todos os gêneros. Prefiro buscar em cada um algo a aprender”, destaca o estudante de Direito. Hoje, Hamom busca referências em artistas como John Mayer, Bruno Mars, Sam Smith, Ed Sheeran e James Arthur.

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“Sempre fui muito eclético no que diz respeito a música, e com o meu repertório não é diferente. Tem vários estilos com os quais me identifico. Mas costumo organizar o repertório de cada show na proposta do local ou do evento”, destaca. Hamom se apresenta em restaurantes, pubs, bistrôs e eventos, como inaugurações, casamentos e aniversários de 15 anos.

Contatos pelo telefone e WhatsApp: 54 981090050 ou 54 981126346

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Electric Jack

“Queremos fugir do clichê de que acústico é música de fundo de barzinho”

A Electric Jack, de Garibaldi, que interpreta covers de grandes bandas como Aerosmith, Whitesnake, Guns n’Roses, Scorpions, Bon Jovi, Black Sabbath e Ozzy Osbourne, entre outras, a cada apresentação aumenta seu reconhecimento entre jovens e adultos da região que curtem rock and roll. O estilo da banda mescla os gêneros hard rock, rock clássico e heavy metal das décadas de 70 e 80. Os covers são adaptados para versões acústicas também, ampliando a performance da Electric Jack.

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A banda foi formada na metade de 2015 e Norberto Jr. (Norberto Roque Frighetto Júnior) e Leo BC (Leonardo Bianchetti Corrêa) são os únicos integrantes que permanecem desde o início. Norberto liderando os vocais e Leo na guitarra. Com eles,Igor Flach no baixo, Eduardo Moro na guitarra e Bruno Neves na bateria. Nesse ano, a banda ainda contou com a participação do baterista Artur Tramontina em alguns shows.

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“Para um show acústico, nos preocupamos em adaptar nosso repertório com as mesmas canções, mas em versões que não as descaracterizem, mantendo a essência do show tradicional. Queremos fugir do clichê de que ‘acústico é música de fundo de barzinho’, assim conduzimos um show para ser assistido de fato”, explica o guitarrista Leo BC.

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As produções autorais também já estão a caminho. Até agora, três canções próprias estão sendo finalizadas, uma delas intitulada The Murder of a Man. Os músicos adiantam que no decorrer de 2018 estarão entrando em estúdio para gravar um disco só de composições autorais, com lançamento para o fim do próximo ano. As letras, escritas em inglês, inicialmente são criadas pelo vocalista Norberto e após, trabalhadas em conjunto com o restante da banda. “O legal do rock é que a gente pode falar de tudo um pouco, entre temas de amor e morte mesclando baladas românticas e sons mais agressivos, porque tudo se encaixa no estilo. Nossas letras são inspiradas em experiências que vivenciamos e nos covers que já fizemos, do som que a gente curte”, explica Norberto.

Por que Electric Jack?

“O Norberto e eu estávamos ensaiando e olhamos para o interruptor da tomada. Aí pensei “como é tomada em inglês?”. Escolhemos “Jack” porque no idioma, ele possui vários significados. O Electric vem de eletricidade. Mesmo sendo duas palavras estrangeiras, o nome é fácil de falar”, explica Leo BC.

Contato pelo telefone e Whats-App: 54 999272423 ou 54 992030035

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Construção do Ski Shopping Garibaldi inicia no segundo semestre de 2018

Metal na Serra: Rotten Penetration e Hollow

Por Natália Zucchi

Rotten Penetration

Letras sobre temas horrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul

Fundada em 2002, em Bento Gonçalves, pelo baterista Aécio Conte Valenti, a banda Rotten Penetration também se encaixa no gênero “Splatter Death Metal”, sonoridade pesada com letras macabras. A atual formação, além de Valenti, é representada por Alex Correa na guitarra, Lucas Lazzarotto no vocal e Vagner Cappellaro no baixo. Em janeiro de 2018, a banda lança oficialmente o terceiro disco, intitulado “Farrapo Canibal”. O álbum terá nove faixas autorais e uma música cover da banda americana Cannibal Corpse. “Escolhemos este nome para o álbum com o intuito de homenagear a cultura do povo Gaúcho”, destaca Valenti.

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Durante os 15 anos de carreira, houveram diversas mudanças na formação e, paralelo a isso, surgiram uma série de composições autorais. “Nossa primeira demo foi gravada em 2002 e recebeu o nome Putrid Cadaver is Fucked. Depois, lançamos alguns materiais em parceria com outras bandas, os chamados Splits-CD’s, em que diversas bandas dividem o mesmo disco. Em 2005, lançamos o primeiro álbum oficial, Horrorous State of Anatomical Decomposition”, explica Valenti. Após esse lançamento, a banda sofreu novas mudanças na formação até se estabilizar e gravar, em 2013, o segundo álbum “Pathologic Porn Gore Splatter”. Em 2014, quatro faixas do último álbum foram selecionadas, dando origem ao EP “Departamento de Patologia e Medicina Legal”, lançado somente na Itália.

Inicialmente, as letras eram compostas por Aécio e pelo ex-guitarrista Ioanne. Após, pelo ex- -vocalista Fernando Zanella Menegatti. Com a chegada do vocalista Lucas Lazzarotto, as composições ficaram a cargo dele e do baixista Cappellaro, que participou da criação das letras do novo álbum. As letras têm como temas principais o canibalismo, a Guerra dos Farrapos e histó- rias sobre temas aterrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul. “Contamos um pouco da nossa história e da nossa cultura de uma forma um tanto quanto sinistra”, reconhece Cappellaro.

Por que Rotten Penetration?
“O nome da banda é uma homenagem a primeira demo da banda mineira, Sanatório, intitulada “Rotten Penetration”, gravada em meados de 1999. Foi uma forma que eu achei para homenagear esta antiga banda de Brutal Death Metal, que até hoje me serve como inspiração”, afirma Valenti.

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Contato:
rottenpenetrationband@gmail.com

Hollow

Nova gravação autoral e participação em CD de tributo à banda Sepultura

De Garibaldi, a banda Hollow está na estrada há 16 anos tocando Thrash, Groove Metal e Heavy Metal. Da formação original, o único que permanece é Renan Cauê Müller, vocalista e guitarrista. Hoje, os músicos da banda são também Mauricio Zorrer na guitarra, Lucas Lussani no contrabaixo, Mauricio Steffani, na bateria e Vinícius Tieppo Zeni, na guitarra, integrando o grupo há pouco tempo. No primeiro semestre de 2018, a banda lançará seu segundo álbum, intitulado Down Fall, com 12 faixas autorais. A Hollow também integra o CD tributo à banda Sepultura, que será lançado no primeiro semestre de 2018.

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A Hollow iniciou a carreira tocando covers de grandes bandas, como Slayer, Exodus e Sepultura, que ainda influenciam a sonoridade e as composições autorais do grupo. O primeiro álbum autoral veio em 2014, intitulado Spirit Soldier, com sete faixas. O vocalista Renan Cauê Müller é o responsável pela composição das letras, com temas como: guerras, conflitos políticos, religiosos e sociais. Também há composições relacionados à situação atual do mundo.

A capa dos dois álbuns autorais da banda também tem ligação com outros grandes nomes do metal. Isso porque a arte desses álbuns foi feita por Marcelo Vasco, do P2RDesign, profissional que já assinou trabalhos com o Slayer, Testament, Exodus, Dimmu Borgir, Obtuary, entre outras grandes bandas.

Coletâneas e tributo ao Sepultura

Com visibilidade nacional e internacional, a banda participou de várias coletâneas, entre elas a “The Gates of Brazilian Metal Scene”, lançada em 2015, com distribuição exclusiva em países da Europa. Participou também da coletânea Roadie Metal vol. 5, lançada em 2015 e distribuída nacionalmente. Outra participação recente e de relevância no cenário, é no CD tributo a banda Sepultura, intitulado “Third World Domination: A Tribute to Sepultura”, com lançamento para o primeiro semestre de 2018. “Este projeto é dedicadoà fase que se iniciou em 1998, com a entrada do vocalista norte-americano Derrick Green. É umas das bandas brasileiras mais importante do mundo do metal, por misturar ritmos brasileiros ao estilo”, comenta o guitarrista Mauricio Zorrer. A Hollow faz parte do álbum com a música Convicted in Live.

Por que Hollow?
“Por sermos fãs da Banda Pantera, é o nome de uma música deles, e pelo significado do nome (oco, cova, obscuro)”.

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Contato:
hollowthrashmetal@hotmail.com

www.hollowmusic.com.br

www.msmetalpress.com/ptbr/hollow

Metal na Serra: Lethal Sense e Segregatorum

Por Natália Zucchi

Lethal Sense

Após 12 anos, banda retorna ao cenário musical com a formação original

Com quase 20 anos de carreira, a banda de metal Lethal Sense retorna ao cenário musical de Bento Gonçalves neste ano, com sua formação original. Em atividades desde janeiro de 1998, é formada por Marcio Campana (Miro) no vocal, Anderson Dutra na guitarra, Marciano Alves no baixo e vocal e Douglas Dutra (D.D.) na bateria. O som da banda corresponde aos gêneros Death/Splatter Metal – segundo membros, alguns fãs os classificam como Rotten Death Splatter. Do som pesado, surgiram sete álbuns autorais.

O primeiro deles foi em 1999, intitulado “Morbid State”, um EP com cinco faixas. Já nos anos 2000, com a entrada do guitarista Tissão, foi lançado o EP “Succulent Rests Of Human Flesh”, com sete faixas. Em 2002, voltando a formação original, foi lançado o terceiro EP com nove faixas, intitulado “Crushed Brains”.

lethal sense bandaNa saída do guitarrista Anderson em 2004, entra Carlos Zanela. Com a nova formação, gravam o EP “Lethal” em 2006, contendo o mesmo número de faixas que o álbum antecessor. Com mais uma mudança entre os integrantes em 2010, o baixista Marciano dá lugar a Gustavo Rodrigues. Os músicos então gravam o EP “The trip” em 2012, somando mais seis músicas. Em 2013, mais seis faixas com o lançamento do EP “Three Way”.

O último EP da banda, “Toxic Zombie” foi lançado em 2016, com cinco faixas. O álbum contou com o guitarrista Luci e o baixista Toxina. Ambos deixaram a banda. “Em 2017, quando nos reunimos para conversar sobre o retorno da formação original, pegamos o que havia na sala de ensaio e já tocamos vá- rios sons, mesmo 12 anos após a dissolução desta formação”, comemora Alves. A banda já pensa em composições para um novo álbum.

Por que o nome Lethal Sense?

“O sentido letal, uma percepção ou até uma intuição psíquica que permite uma sensação de clarividência ou feeling de um futuro Letal… Podemos também dizer que este sentido pode ser desenvolvido por aqueles que querem praticar algum ato macabro!”, destaca o baixista Marciano Alves. As letras são obscuras, com temas que abordam o canibalismo, sangue, mutilação de corpos, entre outros temas do gênero Splatter (também conhecido como gore).

Cenário metal da década de 90 em Bento

“Podemos dizer que em 1993, quando nos conhecemos e que formamos a Methysa – segunda banda de metal da história de Bento Gonçalves, já que a primeira foi a Necrotério entre 1989 e 1990 – não havia outras bandas na cidade. Já em 1998, quando formamos a Lethal, haviam algumas bandas ensaiando, mas nenhuma delas com participação ativa no cenário underground”.

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Alves também relembra que, na época, era muito difícil organizar os festivais mesmo dentro da cidade, sendo necessário ter uma atração convincente para atrair o público. “Para fazer a divulgação dos shows como também das próprias bandas, era através do envio de cartas, já que não havia a popularização da internet. Era preciso deslocar-se para outras cidades, o que fez com que a Lethal pudesse mostrar seu som em mais de 40 cidades brasileiras. Fazer Metal não é uma questão de escolha, é de sentimento, prazer, satisfação. O frio na barriga ao subir no palco, os pelos do braço arrepiados quando ouve uma distorção de guitarra, isso é o que move a banda”, destaca.

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Segregatorum

Composições inspiradas em filme de terror

“Nós nunca paramos para nos rotular, mas pelo som produzido, assemelha-se a um Death/Doom Metal, com um pouco de Groove também”, explica Lucas Antônio Carbonera, baixista da banda Segregatorum de Bento Gonçalves. Com ele, Carlos Acosta como baterista, Igor Alves Bidigaray, guitarrista solo, Luiz Felipe Dias Flores, guitarrista base e Lucas Lazzarotto, vocalista. Eles se uniram em junho de 2016, formando a banda Lemarchand, que veio a ser renomeada em outubro deste ano.

Segregaton bandaSegundo Carbonera, a primeira música autoral surgiu logo nos primeiros ensaios, intitulada NecrOrgasm. Ela é a quarta faixa do EP “Death Bells” totalmente autoral, produzido por Ernani Savaris. Lançado em junho deste ano com o nome da antiga banda, o disco foi relançado no último mês de outubro nas plataformas no Youtube, Facebook e SoundClound.

As letras são compostas pelo vocalista Lucas Lazzarotto. Inspirado pelo cinema, as composições narram cenas do filme Hellraiser, de Clive Barker. “Elas retratam um pouco das emoções expressas no filme, adicionando um pouco de gore, já que é um filme de horror”, acrescenta Carbonera.

A banda já está trabalhando em outras canções: “Purge OvThe Carnal Sins Through Transcendental Tortures”, “We Have Eternity to Know Your Flesh” e “More Than Eyes Can See”, ainda sem previsão de lançamento. “Cada membro possui suas influências específicas, desde o heavy metal, como Sepultura e Iron Maiden, até algo mais extremo, como a banda Death e seus similares, passando por Venom, Rotting Christ e Six Feet Under”.

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