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Acústicos na Serra: William Hamom e Electric Jack

Por Natália Zucchi

William Hamom

Lançamento de músicas autorais no Facebook e no YouTube a partir de janeiro

William Hamom Do Amaral, 18 anos, que divide seu tempo entre apresentações de shows acústicos e a faculdade de Direito, é mais um jovem da região que vai utilizar as redes sociais para mostrar seus talentos musicais. De Bento Gonçalves, compõe desde os 12 anos, idade em que iniciou aulas de violão, guitarra, teclado e também de técnicas vocais. No decorrer de 2018, pretende lançar várias composições no YouTube e no Facebook. Ele vai usar as plataformas digitais como termômetro para os primeiros videoclipes que pretende gravar posteriormente, após interações e avaliações dos usuários. Essas autorais são composições ao violão com letras em português, inglês e espanhol, que focam experiências e visões de mundo do músico.

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William Hamom

Acústicos

Há cerca de um ano, Hamom apresenta acústicos em Bento Gonçalves e outros municípios da região, com cover eclético, de repertório variado. “Gosto de não me prender a uma única influência musical, porque há bons artistas em todos os gêneros. Prefiro buscar em cada um algo a aprender”, destaca o estudante de Direito. Hoje, Hamom busca referências em artistas como John Mayer, Bruno Mars, Sam Smith, Ed Sheeran e James Arthur.

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“Sempre fui muito eclético no que diz respeito a música, e com o meu repertório não é diferente. Tem vários estilos com os quais me identifico. Mas costumo organizar o repertório de cada show na proposta do local ou do evento”, destaca. Hamom se apresenta em restaurantes, pubs, bistrôs e eventos, como inaugurações, casamentos e aniversários de 15 anos.

Contatos pelo telefone e WhatsApp: 54 981090050 ou 54 981126346

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Electric Jack

“Queremos fugir do clichê de que acústico é música de fundo de barzinho”

A Electric Jack, de Garibaldi, que interpreta covers de grandes bandas como Aerosmith, Whitesnake, Guns n’Roses, Scorpions, Bon Jovi, Black Sabbath e Ozzy Osbourne, entre outras, a cada apresentação aumenta seu reconhecimento entre jovens e adultos da região que curtem rock and roll. O estilo da banda mescla os gêneros hard rock, rock clássico e heavy metal das décadas de 70 e 80. Os covers são adaptados para versões acústicas também, ampliando a performance da Electric Jack.

Electric Jack - Sofia Pivatto Fotografia (2)

A banda foi formada na metade de 2015 e Norberto Jr. (Norberto Roque Frighetto Júnior) e Leo BC (Leonardo Bianchetti Corrêa) são os únicos integrantes que permanecem desde o início. Norberto liderando os vocais e Leo na guitarra. Com eles,Igor Flach no baixo, Eduardo Moro na guitarra e Bruno Neves na bateria. Nesse ano, a banda ainda contou com a participação do baterista Artur Tramontina em alguns shows.

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“Para um show acústico, nos preocupamos em adaptar nosso repertório com as mesmas canções, mas em versões que não as descaracterizem, mantendo a essência do show tradicional. Queremos fugir do clichê de que ‘acústico é música de fundo de barzinho’, assim conduzimos um show para ser assistido de fato”, explica o guitarrista Leo BC.

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As produções autorais também já estão a caminho. Até agora, três canções próprias estão sendo finalizadas, uma delas intitulada The Murder of a Man. Os músicos adiantam que no decorrer de 2018 estarão entrando em estúdio para gravar um disco só de composições autorais, com lançamento para o fim do próximo ano. As letras, escritas em inglês, inicialmente são criadas pelo vocalista Norberto e após, trabalhadas em conjunto com o restante da banda. “O legal do rock é que a gente pode falar de tudo um pouco, entre temas de amor e morte mesclando baladas românticas e sons mais agressivos, porque tudo se encaixa no estilo. Nossas letras são inspiradas em experiências que vivenciamos e nos covers que já fizemos, do som que a gente curte”, explica Norberto.

Por que Electric Jack?

“O Norberto e eu estávamos ensaiando e olhamos para o interruptor da tomada. Aí pensei “como é tomada em inglês?”. Escolhemos “Jack” porque no idioma, ele possui vários significados. O Electric vem de eletricidade. Mesmo sendo duas palavras estrangeiras, o nome é fácil de falar”, explica Leo BC.

Contato pelo telefone e Whats-App: 54 999272423 ou 54 992030035

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Metal na Serra: Rotten Penetration e Hollow

Por Natália Zucchi

Rotten Penetration

Letras sobre temas horrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul

Fundada em 2002, em Bento Gonçalves, pelo baterista Aécio Conte Valenti, a banda Rotten Penetration também se encaixa no gênero “Splatter Death Metal”, sonoridade pesada com letras macabras. A atual formação, além de Valenti, é representada por Alex Correa na guitarra, Lucas Lazzarotto no vocal e Vagner Cappellaro no baixo. Em janeiro de 2018, a banda lança oficialmente o terceiro disco, intitulado “Farrapo Canibal”. O álbum terá nove faixas autorais e uma música cover da banda americana Cannibal Corpse. “Escolhemos este nome para o álbum com o intuito de homenagear a cultura do povo Gaúcho”, destaca Valenti.

Rotten banda

Durante os 15 anos de carreira, houveram diversas mudanças na formação e, paralelo a isso, surgiram uma série de composições autorais. “Nossa primeira demo foi gravada em 2002 e recebeu o nome Putrid Cadaver is Fucked. Depois, lançamos alguns materiais em parceria com outras bandas, os chamados Splits-CD’s, em que diversas bandas dividem o mesmo disco. Em 2005, lançamos o primeiro álbum oficial, Horrorous State of Anatomical Decomposition”, explica Valenti. Após esse lançamento, a banda sofreu novas mudanças na formação até se estabilizar e gravar, em 2013, o segundo álbum “Pathologic Porn Gore Splatter”. Em 2014, quatro faixas do último álbum foram selecionadas, dando origem ao EP “Departamento de Patologia e Medicina Legal”, lançado somente na Itália.

Inicialmente, as letras eram compostas por Aécio e pelo ex-guitarrista Ioanne. Após, pelo ex- -vocalista Fernando Zanella Menegatti. Com a chegada do vocalista Lucas Lazzarotto, as composições ficaram a cargo dele e do baixista Cappellaro, que participou da criação das letras do novo álbum. As letras têm como temas principais o canibalismo, a Guerra dos Farrapos e histó- rias sobre temas aterrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul. “Contamos um pouco da nossa história e da nossa cultura de uma forma um tanto quanto sinistra”, reconhece Cappellaro.

Por que Rotten Penetration?
“O nome da banda é uma homenagem a primeira demo da banda mineira, Sanatório, intitulada “Rotten Penetration”, gravada em meados de 1999. Foi uma forma que eu achei para homenagear esta antiga banda de Brutal Death Metal, que até hoje me serve como inspiração”, afirma Valenti.

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Contato:
rottenpenetrationband@gmail.com

Hollow

Nova gravação autoral e participação em CD de tributo à banda Sepultura

De Garibaldi, a banda Hollow está na estrada há 16 anos tocando Thrash, Groove Metal e Heavy Metal. Da formação original, o único que permanece é Renan Cauê Müller, vocalista e guitarrista. Hoje, os músicos da banda são também Mauricio Zorrer na guitarra, Lucas Lussani no contrabaixo, Mauricio Steffani, na bateria e Vinícius Tieppo Zeni, na guitarra, integrando o grupo há pouco tempo. No primeiro semestre de 2018, a banda lançará seu segundo álbum, intitulado Down Fall, com 12 faixas autorais. A Hollow também integra o CD tributo à banda Sepultura, que será lançado no primeiro semestre de 2018.

banda Hollow

A Hollow iniciou a carreira tocando covers de grandes bandas, como Slayer, Exodus e Sepultura, que ainda influenciam a sonoridade e as composições autorais do grupo. O primeiro álbum autoral veio em 2014, intitulado Spirit Soldier, com sete faixas. O vocalista Renan Cauê Müller é o responsável pela composição das letras, com temas como: guerras, conflitos políticos, religiosos e sociais. Também há composições relacionados à situação atual do mundo.

A capa dos dois álbuns autorais da banda também tem ligação com outros grandes nomes do metal. Isso porque a arte desses álbuns foi feita por Marcelo Vasco, do P2RDesign, profissional que já assinou trabalhos com o Slayer, Testament, Exodus, Dimmu Borgir, Obtuary, entre outras grandes bandas.

Coletâneas e tributo ao Sepultura

Com visibilidade nacional e internacional, a banda participou de várias coletâneas, entre elas a “The Gates of Brazilian Metal Scene”, lançada em 2015, com distribuição exclusiva em países da Europa. Participou também da coletânea Roadie Metal vol. 5, lançada em 2015 e distribuída nacionalmente. Outra participação recente e de relevância no cenário, é no CD tributo a banda Sepultura, intitulado “Third World Domination: A Tribute to Sepultura”, com lançamento para o primeiro semestre de 2018. “Este projeto é dedicadoà fase que se iniciou em 1998, com a entrada do vocalista norte-americano Derrick Green. É umas das bandas brasileiras mais importante do mundo do metal, por misturar ritmos brasileiros ao estilo”, comenta o guitarrista Mauricio Zorrer. A Hollow faz parte do álbum com a música Convicted in Live.

Por que Hollow?
“Por sermos fãs da Banda Pantera, é o nome de uma música deles, e pelo significado do nome (oco, cova, obscuro)”.

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Contato:
hollowthrashmetal@hotmail.com

www.hollowmusic.com.br

www.msmetalpress.com/ptbr/hollow