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VenaRock lança seu primeiro disco em junho

Por Natália Zucchi

A VenaRock, banda bento-gonçalvense de rock autoral, está trabalhando para lançar seu primeiro disco no dia 30 de junho deste ano, no Ferrovia Live. Firmada no Rock n’roll e no Hard Rock, a Vena é formada por Junior Marini (vocal e guitarra), Leandro Cavali – Tatuíra (baixo e backing vocal), Diego Perin (bateria e backing vocal) e Rodrigo Capitani (guitarra solo). O grupo, fundado em 2015, passou dois anos inativo. Retornando em janeiro deste ano, com energia e motivação, logo começou a trabalhar nas músicas que estarão no primeiro disco. O álbum, ainda sem nome, será totalmente autoral, com lançamento independente, reunindo 12 músicas.

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Inspiradas no dia a dia dos integrantes da banda, as músicas falam de emoções intensas, uso de drogas e superações pessoais. “Viver de Cara”, a exemplo de outras composições da banda, foi escrita em 2005 por Tatuíra, em internação para tratamento da dependência de álcool e drogas. “Ela traz uma mensagem sobre o que a pessoa pode perder durante o uso de drogas e o que se pode ganhar de volta, estando em recuperação”, ressalta Tatuira.

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A maioria das composições é criada por Junior, Tatuira e Diego, com a participação do produtor Nani da Soundstorm. As influências vão desde Cascavelletes e Nirvana a Black Sabbath e Iron Maiden. “Queremos que nossas músicas alcancem inúmeras pessoas e que elas possam se emocionar e curtir como nós curtimos ao tocá-las”, destaca Junior.

Por que VenaRock?

O nome da banda tem origem peculiar. A inspiração partiu de um presente de Tatuira ao Junior: uma aranha caranguejeira. “A palavra Vena também vem de veia – por isso, rock na veia”.

Contato para shows através do Facebook e Instagram ou pelo contato (54) 98171.6005 com Tatuira.

SAIBA MAIS: Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves

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Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves

Por: Natália Zucchi

Rua coberta muda cenário cultural de Bento

ruacoberta3A Rua Coberta, inaugurada no dia 19 de junho de 2016, está fazendo a diferença no cenário cultural de Bento Gonçalves. A estrutura, de 53 metros de extensão, com cobertura metálica, situada na rua Rolando Gudde, anexo a Fundação Casa das Artes, tem sediado atividades como shows, apresentações de danças e exposições, entre outras. O projeto foi financiado pelo Ministério do Turismo, mais contrapartida do município.

Nos últimos dias 15 e 16 de julho, o espaço foi palco do Celebra Rock Bento. O gênero rock and roll sempre foi persistente no município. Tanto é que bandas autorais como a Edzul e A Elétrica Tribo, da década de 80, voltaram a ativa e também já passaram pela Rua Coberta. Além disso, há várias bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves que estão conquistando o Estado, como a Elixir e a Jogo Sujo. A nova geração também está bem representada por bandas como Evilcult, Black at Blues, Jovem Ainda, Verun, Random Skies, Still Crazy e Rainha de Espadas, destacadas nesta edição “porque todo o dia é dia de rock”.

Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves

Evilcult  

EvilcultA banda é formada por Lucas From Hell, nome artístico de Lucas Henrique Bittencourt de Souza, na guitarra e vocal, mais baixo nas gravações e Mateus Paganin Scussel na bateria. Para cada show, a banda convida um baixista. No momento, quem tem assumido o baixo nos shows é Lucas Carbonera, baixista da banda bento-gonçalvense Lemarchand. A Evilcult iniciou suas atividades em janeiro deste ano, a partir da iniciativa de Lucas e Mateus, que já tocavam juntos na banda de black metal Metzger. ”Eu já tinha em mente criar uma banda nova desde 2016, que inicialmente seria um projeto solo apenas meu. Mas, por não saber tocar bateria, fui prorrogando a ideia, até o Mateus assumir as baquetas”, conta From Hell.

20645928_1600482656711312_255943178_nNo último dia 06 de agosto, a banda gravou seu o primeiro EP, intitulado Evil Forces Command. O disco conta com quatro músicas autorais: “Under The Sign Of Death”“Bringer Of Evil”, “Possessed”, “Evil Metal” e uma cover da banda alemã Cruel Force, com a faixa “Victim Of Hellfire’’, que serão mixadas pelo produtor Matheus Carrer.

Segundo ele, as maiores influências são bandas da primeira onda do Black Metal dos anos 80, como Venom, Hellhammer, Bathory, DestructionSodom e Sarcófago. Com shows que misturam covers e as canções autorais da banda, o estilo da Evilcult flerta com os subgêneros do metal, Speed Metal, Black Metal e Thrash Metal. As letras são compostas por From Hell. Com temas característicos ao black metal, elas falam sobre demônios e possessões, males do mundo, culto ao metal, filmes de terror e anticristianismo. “Mas não somos satanistas. É algo mais para chocar, uma afronta ao conservadorismo e às religiões em geral”, esclarece.

Trabalho artístico de Lucas From Hell

slayersodomFrom Hell, acadêmico de Design da UCS, criou o logotipo da banda e também é responsável pela criação e produção da capa do EP que está sendo gravado nesse início de agosto. A imagem foi pintada à mão, com tinta acrílica em tela, nos moldes das capas dos álbuns lançados nos anos 80. Além disso, ele cria logotipos para outras bandas e customiza suas próprias jaquetas com imagens que cria.

Errata: Na edição impressa, divulgamos que a banda se apresentaria na Rua Coberta, durante o Metal Sul Festival, evento que ocorrerá no próximo dia 15 de setembro. Porém, o Festival contará somente com bandas da região metropolitana do estado. 

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Black At Blues

black at blues bandas autoraisA banda, formada no final de 2010, em Bento Gonçalves, atualmente tem José Corrêa no vocal e harmônica, André Silveira no baixo e Jonatan da Silva na bateria e voz. Atualmente, a Black At Blues está selecionando guitarrista. O primeiro disco Naftalina e Canela, lançado em outubro de 2015 pelo Fundo Municipal de Cultura, foi produzido de forma independente. Na época, a banda ainda contava com o guitarrista Felipe Giovanella. As composições e preparativos iniciaram ainda em 2012 e resultaram em dez faixas autorais, com oito em português e duas em inglês. Elas são compostas por Corrêa com arranjos da banda. O disco foi gravado em Bento Gonçalves, no Estudio Cosmic Music, com o produtor Matheus Carrer.

Capa CDOs shows da Black at Blues são regados com um bom percentual de músicas autorais e também com covers. Os clássicos de bandas como ZZ TOP, Celso Blues Boy, Fernando Noronha, Eric Clapton, BB King, Dire Straits, John Lee Hooker, Joe Cocker, Grand Funk, Chuck Berry, Santana e S R V são personalizados pela banda. Músicas do primeiro disco, como os títulos “Naftalina e Canela” e “Cartas Marcadas” estão sempre no setlist do grupo. Incluem também a nova música de trabalho “Então me Diz”, faixa que fará parte no novo disco, intitulado Lobo em Pele de Cordeiro, ainda sem data de lançamento. O projeto está em fase inicial e contará com mais faixas que o anterior, adianta o vocalista.

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Jovem Ainda

jovem ainda ( crédito da foto André Pellizzari Fotografia )A banda é formada por Darlan Duarte no vocal e guitarra, Fábio Coser no baixo, Renato Berselli na bateria, e Mateus Bundchen no teclado. Fábio, Renato e Mateus também são backing vocals. No final de 2013, Fábio Coser e Renato Berselli fundaram a banda. Com influências de artistas, principalmente, dos anos 70 e 80, a banda toca covers de Toto, John Mellencamp, Queen, Huey Lewis & The NewsStatus Quo e Dire Straits. Seu nome “Jovem Ainda” faz homenagem ao seriado muito amado pelos seus membros, O Chaves. As músicas autorais passaram a ser produzidas em 2016. Ele adianta que a Jovem Ainda pretende lançar um EP com cerca de cinco músicas autorais, compostas entre o pop e o rock n’ roll. As composições partem principalmente do vocalista Darlan e as letras do baterista Renato. “A ideia é que o teclado sempre seja o carro chefe, em primeiro plano na nossa música. Também nos preocupamos em criar canções próprias que se assimilem com nosso repertório de covers”, explica Coser.

A Jovem Ainda lançou seu primeiro videoclipe com a música “Faço Tudo pelo Rock n’ Roll”, no dia 09 de julho deste ano. “Ficou a cara da banda: simples, objetivo e engraçado. Preferimos lançar uma música por vez. Acho que a exposição é maior e melhor do que se lançássemos um álbum inteiro”, ressalta. O vídeo foi produzido pela própria banda e pelo amigo do músicos e produtor, Mateus Folleto. Inspirado nos vídeoclipes da banda Foo Fighters, o vídeo foi gravado em ruas de bairros de Bento Gonçalves. Também foram gravadas cenas internas em um apartamento no bairro Cidade Alta e na cervejaria Primo Octavio, no bairro Botafogo.

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Clique aqui e assista ao Videoclipe “Faço Tudo pelo Rock n’ Roll” 

Random Skies

random skies2A banda é formada por Dalvan Lucas nos vocal, Vagner Stello na guitarra, Vitor Hugo Toffoli no baixo e Guilherme Machado na bateria. A Random Skies começou em 2012 tocaram somente covers de bandas como Wolfmother, Arctic Monkeys, Red Hot Chilli Peppers, variando entre rock alternativo e o clássico. Após reformular o repertório, entraram covers de vertentes do metal, como heavy metal, metal gótico e doom metal, de bandas como Anathema, Iron Maiden, Velvelt Revolver, Megadeth, Type-o Negative e Helloween. As canções próprias surgiram após mudanças na formação da banda.

A Random Skies toca quatro músicas autorais: “Fuck Yeah”, “Vicious Cicle”, “Murder” e a instrumental “Singing of the Whales”. As letras foram compostas por todos integrantes, contando com alguns que já saíram da banda. Para o futuro, com mais estabilidade na formação, Stello garante que novo material autoral será composto, podendo gerar um primeiro disco.

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Rainha de Espadas

Rainha de EspadasA banda é formada por Quellin Parisotto nos vocais, acompanhada por Marco Zattera na guitarra base, Andre Fiorini na guitarra solo, Jonatan Dorigon no baixo e Juliano Alex Monteiro na baterista. O nome Rainha de Espadas surgiu a partir de um ás de espadas tatuado no antebraço da vocalista. A banda deu início às atividades em fevereiro de 2015. “Assanhada”, “Vem”, “Toca uma pra mim” e “Lábios Mentirosos” são as quatro músicas autorais gravadas e disponíveis no Spotify ou para download no site da banda. Ainda no último mês de julho, a Rainha de Espadas iniciou a gravação de seu primeiro disco, com cerca de dez músicas autorais. O lançamento está previsto ainda para o final de 2017. A banda também está planejando um canal no Youtube para mostrar os bastidores dos ensaios e shows e as dificuldades em ser uma banda independente.

Como cada integrante da banda têm suas próprias influências, o som autoral da Rainha de Espadas é uma mescla de blues e hard rock, inspirado fortemente no som nas letras da banda paulista Velhas Virgens. “É um pouco menos ácido e escrachado”, ressalta Quellin Parisotto. As letras são compostas pela vocalista e trabalhadas em conjunto com a banda. “As bandas da região vêm se unindo cada vez mais em prol da cena e isso é maravilhoso. Com essa união todos só têm a ganhar”, destaca.

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Verun

VerumA banda é formada pelo vocalista Júlio César Pavoni, pelos guitarristas Leandro Seben Colle e Rodrigo Galvagni, pelo baterista Anderson Dall´Agnol e pelo baixista Vitor Hugo Toffoli. Fundada em 2014, a Verun recebe influências do rock dos anos 90 e 2000, misturando grunge, rock alternativo e metal. Sem se apegar a um único estilo, procura trazer canções diferentes das tocadas nos setlists de outras bandas da região, com covers de Audioslave, Alice in Chains, Foo Fighters e Pearl Jam. O nome Verun vem de uma adaptação do latim “Verum”, que significa “verdade”. No logotipo, a letra “V” é uma adaptação do hieróglifo da deusa egípcia Maat, que representa verdade, justiça e retidão.

A banda possui nove músicas autorais, com suas demos gravadas. Por enquanto, apenas quatro delas são tocadas nos shows: “A Cruz e
a Espada”, “Ninguém é Perfeito”, “Eu não sei dizer não” e “Deja Vu”. As composições são feitas por todos os membros da banda, que pretende fazer um projeto em breve para lançar o disco de forma independente, através do Fundo Municipal de Cultura.

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Still Crazy

Still CrazyA banda é formada por Dalvan Lucas no vocal, André Silveira no baixo, Henrique Machado na guitarra e backing vocal, Rodrigo Galvagni na guitarra e backing vocal e Guilherme Machado na bateria. Inspirados pelo cinema, o nome da banda vem de um filme homônimo, lançado em 1998, com a história de uma banda de rock.

A Still Crazy começou em junho de 2015, com influências de bandas de Hard Rock e Heavy Metal, como AC/DC, KISS, Deep Purpple, Metallica, Black Sabbath, que também fazem parte dos covers tocados pela banda. Por enquanto, a banda tem quatro músicas autorais, compostas por todos os integrantes. Eles estão trabalhando em uma quinta música, título do álbum que será produzido e finalizado em 2018. No mesmo ano, a Still Crazy pretende produzir um segundo álbum com novas músicas autorais.

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Metal Sul Festival

Nos meses de agosto e setembro, Caxias do Sul e Bento Gonçalves vão receber o Metal Sul Festival, evento gratuito destinados aos amantes de metal e suas ramificações. A programação reúne bandas do gênero vindas da região metropolitana do estado.  O Festival inicia em Caxias, nos dias 18 e 19 de agosto, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho. Haverá apresentações musicais, palestras, mostra de clipes e bate-papos sobre a cena Metal gaúcha. Já em Bento, o Metal Sul Festival ocorre nos dias 15 e 16 de setembro, na Rua Coberta. Além dos shows, palestras, bate-papos e exposições, a programação encerra com a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, junto aos vocalistas Izmália e Sandro Seixas, interpretando clássicos do Rock/Metal mundial.

O Metal Sul Festival é o primeiro festival de Heavy Metal a receber incentivo público, através de edital da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul. O projeto é uma realização da Kunst Empresa de Cultura, financiado pelo PRÓ-CULTURA RS – Lei de Incentivo e Fundo de Apoio à Cultura, contemplado pelo FAC Regional, em 2016. As prefeituras de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, também apoiam o evento através das secretarias de cultura de cada município. O evento recebe a curadoria de Maicon Leite.

De acordo com idealizadora do projeto, Cláudia Kunst, a ideia de realizar o METAL SUL FESTIVAL na serra foi pelo grande potencial existente no cenário Heavy Metal. “A Serra Gaúcha possui muitas bandas do estilo e são sinceros entusiastas. De acordo com algumas diretrizes do edital, tivemos de optar em realizar o projeto em determinadas regiões funcionais, mas não poderíamos ter atrações destas regionais se apresentando nelas. Por isto, não termos nenhuma banda de Caxias e Bento Gonçalves na programação”, explica Cláudia. Além disso, a produtora destaca que isto servirá de estímulo para continuidade do projeto em outras regiões e aí, levar as bandas destes municípios para circular pelo Estado.

CRONOGRAMA METAL SUL FESTIVAL

CAXIAS DO SUL – TEATRO ORDOVÁS SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO

Coletiva de imprensa e lançamento do projeto Metal Sul Festival
Show da banda Initiate Decay
Show da banda Leviaethan

SÁBADO, 19 DE AGOSTO

Palestra ”O Heavy Metal no Vale do Sinos”, com Luiz Carlos Peretto da Jam Sons Raros
Mostra de clipes e bate papo sobre concepção de vídeo clipe com o cineasta Ulisses da Motta
Bate papo com Maicon Leite, um dos autores do livro Tá no Sangue! – A História do Rock
Pesado Gaúcho, com convidados debatendo sobre a cena Heavy Metal no Rio Grande do Sul
Show da banda Carniça
Show da banda Losna
Show da banda Rebaelliun

BENTO GONÇALVES – RUA COBERTA E FUNDAÇÃO CASA DAS ARTES

15 DE SETEMBRO

Palestra sobre produção executiva no cenário Heavy Metal de shows nacionais e internacionais
com Ricardo Finocchiaro Bolsoni, da Abstratti Produtora
Palestra Produção Fonográfica com Frank Jorge – coordenador do curso de Produção
Fonográfica da Unisinos
Show com Bloodwork
Show com Piangers & Seixas Inc.

SÁBADO, 16 DE SETEMBRO

Roda de bate papo: “As Mulheres no cenário Heavy Metal”, com as produtoras Vandi Hard,
Nayane Bragança e Cláudia Kunst – mediação do produtor Eduardo Pisca
Desfile de telas humanas tatuadas por Rafael Giovanoli
Exposição de ilustrações de capas de discos e bate papo com o artista Marcos Miller
Show da banda Doc Jones
Show da banda A Sorrowful Dream
Show da banda Distraught
Concerto da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo com os solistas Izmália e Sandro Seixas e
o guitarrista Everton Batistel interpretando clássicos do Heavy Metal

Facebook: www.facebook.com/metalsulfestival
Instagram: https://www.instagram.com/metalsulfestival
E-mail: metalsulfestival@gmail.com

Foto Rua Coberta: Davi Da Rold
Fotos das bandas: Divulgação/Aline Bedin/ André Pellizzari