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Celebra Rock Bento II para comemorar o Dia Mundial do Rock

O maior festival colaborativo de celebração ao rock do município de Bento Gonçalves chega na sua segunda edição.  Do dia 12 a 15 de julho, a cidade vivenciará uma maratona de shows com bandas autorais e locais, em diferentes ambientes.

A programação começa na próxima quinta-feira, 12 de julho, com um grande show tributo à lenda do rock nacional Raul Seixas num espetáculo promovido pelo SESC na Fundação Casa das Artes.

Na sexta, 13 de julho, Dia Mundial do Rock, o Ferrovia Live abre as portas para a Casa da Vó Festival com shows das bandas Antro, Locos Live e Evilcult.

No sábado, 14, oO Ferrovia estará aberto novamente  para um Festival Tributos com as bandas AxxOn Soad (System Of A Down), Wishmoon (Nightwish) e Hard Rockets (ACDC).

No sábado e domingo, o festival se concentra na Rua Coberta com shows de 12 bandas da região: Electric Jack, VenaRock, Rainha de Espadas, Malvinas Rock, Still Crazy, Kurufudus, Jogo Sujo, Madalena Rock Band, Paradise, Dolly Dagger, Os Bardos da Pangeia e Elixir Inc.

Em ambos dias, haverá exposições artísticas, food trucks e cerveja artesal.

Conforme a organização, com ou sem chuva, o Celebra Rock vai acontecer!
O evento é realizado pelo Casa da Vó Studio, Ferrovia Live, com o apoio da Secretaria da Cultura de Bento Gonçalves.

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VenaRock lança seu primeiro disco em junho

Por Natália Zucchi

A VenaRock, banda bento-gonçalvense de rock autoral, está trabalhando para lançar seu primeiro disco no dia 30 de junho deste ano, no Ferrovia Live. Firmada no Rock n’roll e no Hard Rock, a Vena é formada por Junior Marini (vocal e guitarra), Leandro Cavali – Tatuíra (baixo e backing vocal), Diego Perin (bateria e backing vocal) e Rodrigo Capitani (guitarra solo). O grupo, fundado em 2015, passou dois anos inativo. Retornando em janeiro deste ano, com energia e motivação, logo começou a trabalhar nas músicas que estarão no primeiro disco. O álbum, ainda sem nome, será totalmente autoral, com lançamento independente, reunindo 12 músicas.

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Inspiradas no dia a dia dos integrantes da banda, as músicas falam de emoções intensas, uso de drogas e superações pessoais. “Viver de Cara”, a exemplo de outras composições da banda, foi escrita em 2005 por Tatuíra, em internação para tratamento da dependência de álcool e drogas. “Ela traz uma mensagem sobre o que a pessoa pode perder durante o uso de drogas e o que se pode ganhar de volta, estando em recuperação”, ressalta Tatuira.

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A maioria das composições é criada por Junior, Tatuira e Diego, com a participação do produtor Nani da Soundstorm. As influências vão desde Cascavelletes e Nirvana a Black Sabbath e Iron Maiden. “Queremos que nossas músicas alcancem inúmeras pessoas e que elas possam se emocionar e curtir como nós curtimos ao tocá-las”, destaca Junior.

Por que VenaRock?

O nome da banda tem origem peculiar. A inspiração partiu de um presente de Tatuira ao Junior: uma aranha caranguejeira. “A palavra Vena também vem de veia – por isso, rock na veia”.

Contato para shows através do Facebook e Instagram ou pelo contato (54) 98171.6005 com Tatuira.

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Metal na Serra: Rotten Penetration e Hollow

Por Natália Zucchi

Rotten Penetration

Letras sobre temas horrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul

Fundada em 2002, em Bento Gonçalves, pelo baterista Aécio Conte Valenti, a banda Rotten Penetration também se encaixa no gênero “Splatter Death Metal”, sonoridade pesada com letras macabras. A atual formação, além de Valenti, é representada por Alex Correa na guitarra, Lucas Lazzarotto no vocal e Vagner Cappellaro no baixo. Em janeiro de 2018, a banda lança oficialmente o terceiro disco, intitulado “Farrapo Canibal”. O álbum terá nove faixas autorais e uma música cover da banda americana Cannibal Corpse. “Escolhemos este nome para o álbum com o intuito de homenagear a cultura do povo Gaúcho”, destaca Valenti.

Rotten banda

Durante os 15 anos de carreira, houveram diversas mudanças na formação e, paralelo a isso, surgiram uma série de composições autorais. “Nossa primeira demo foi gravada em 2002 e recebeu o nome Putrid Cadaver is Fucked. Depois, lançamos alguns materiais em parceria com outras bandas, os chamados Splits-CD’s, em que diversas bandas dividem o mesmo disco. Em 2005, lançamos o primeiro álbum oficial, Horrorous State of Anatomical Decomposition”, explica Valenti. Após esse lançamento, a banda sofreu novas mudanças na formação até se estabilizar e gravar, em 2013, o segundo álbum “Pathologic Porn Gore Splatter”. Em 2014, quatro faixas do último álbum foram selecionadas, dando origem ao EP “Departamento de Patologia e Medicina Legal”, lançado somente na Itália.

Inicialmente, as letras eram compostas por Aécio e pelo ex-guitarrista Ioanne. Após, pelo ex- -vocalista Fernando Zanella Menegatti. Com a chegada do vocalista Lucas Lazzarotto, as composições ficaram a cargo dele e do baixista Cappellaro, que participou da criação das letras do novo álbum. As letras têm como temas principais o canibalismo, a Guerra dos Farrapos e histó- rias sobre temas aterrorizantes que assombram o Rio Grande do Sul. “Contamos um pouco da nossa história e da nossa cultura de uma forma um tanto quanto sinistra”, reconhece Cappellaro.

Por que Rotten Penetration?
“O nome da banda é uma homenagem a primeira demo da banda mineira, Sanatório, intitulada “Rotten Penetration”, gravada em meados de 1999. Foi uma forma que eu achei para homenagear esta antiga banda de Brutal Death Metal, que até hoje me serve como inspiração”, afirma Valenti.

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Contato:
rottenpenetrationband@gmail.com

Hollow

Nova gravação autoral e participação em CD de tributo à banda Sepultura

De Garibaldi, a banda Hollow está na estrada há 16 anos tocando Thrash, Groove Metal e Heavy Metal. Da formação original, o único que permanece é Renan Cauê Müller, vocalista e guitarrista. Hoje, os músicos da banda são também Mauricio Zorrer na guitarra, Lucas Lussani no contrabaixo, Mauricio Steffani, na bateria e Vinícius Tieppo Zeni, na guitarra, integrando o grupo há pouco tempo. No primeiro semestre de 2018, a banda lançará seu segundo álbum, intitulado Down Fall, com 12 faixas autorais. A Hollow também integra o CD tributo à banda Sepultura, que será lançado no primeiro semestre de 2018.

banda Hollow

A Hollow iniciou a carreira tocando covers de grandes bandas, como Slayer, Exodus e Sepultura, que ainda influenciam a sonoridade e as composições autorais do grupo. O primeiro álbum autoral veio em 2014, intitulado Spirit Soldier, com sete faixas. O vocalista Renan Cauê Müller é o responsável pela composição das letras, com temas como: guerras, conflitos políticos, religiosos e sociais. Também há composições relacionados à situação atual do mundo.

A capa dos dois álbuns autorais da banda também tem ligação com outros grandes nomes do metal. Isso porque a arte desses álbuns foi feita por Marcelo Vasco, do P2RDesign, profissional que já assinou trabalhos com o Slayer, Testament, Exodus, Dimmu Borgir, Obtuary, entre outras grandes bandas.

Coletâneas e tributo ao Sepultura

Com visibilidade nacional e internacional, a banda participou de várias coletâneas, entre elas a “The Gates of Brazilian Metal Scene”, lançada em 2015, com distribuição exclusiva em países da Europa. Participou também da coletânea Roadie Metal vol. 5, lançada em 2015 e distribuída nacionalmente. Outra participação recente e de relevância no cenário, é no CD tributo a banda Sepultura, intitulado “Third World Domination: A Tribute to Sepultura”, com lançamento para o primeiro semestre de 2018. “Este projeto é dedicadoà fase que se iniciou em 1998, com a entrada do vocalista norte-americano Derrick Green. É umas das bandas brasileiras mais importante do mundo do metal, por misturar ritmos brasileiros ao estilo”, comenta o guitarrista Mauricio Zorrer. A Hollow faz parte do álbum com a música Convicted in Live.

Por que Hollow?
“Por sermos fãs da Banda Pantera, é o nome de uma música deles, e pelo significado do nome (oco, cova, obscuro)”.

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Contato:
hollowthrashmetal@hotmail.com

www.hollowmusic.com.br

www.msmetalpress.com/ptbr/hollow

Metal na Serra: Lethal Sense e Segregatorum

Por Natália Zucchi

Lethal Sense

Após 12 anos, banda retorna ao cenário musical com a formação original

Com quase 20 anos de carreira, a banda de metal Lethal Sense retorna ao cenário musical de Bento Gonçalves neste ano, com sua formação original. Em atividades desde janeiro de 1998, é formada por Marcio Campana (Miro) no vocal, Anderson Dutra na guitarra, Marciano Alves no baixo e vocal e Douglas Dutra (D.D.) na bateria. O som da banda corresponde aos gêneros Death/Splatter Metal – segundo membros, alguns fãs os classificam como Rotten Death Splatter. Do som pesado, surgiram sete álbuns autorais.

O primeiro deles foi em 1999, intitulado “Morbid State”, um EP com cinco faixas. Já nos anos 2000, com a entrada do guitarista Tissão, foi lançado o EP “Succulent Rests Of Human Flesh”, com sete faixas. Em 2002, voltando a formação original, foi lançado o terceiro EP com nove faixas, intitulado “Crushed Brains”.

lethal sense bandaNa saída do guitarrista Anderson em 2004, entra Carlos Zanela. Com a nova formação, gravam o EP “Lethal” em 2006, contendo o mesmo número de faixas que o álbum antecessor. Com mais uma mudança entre os integrantes em 2010, o baixista Marciano dá lugar a Gustavo Rodrigues. Os músicos então gravam o EP “The trip” em 2012, somando mais seis músicas. Em 2013, mais seis faixas com o lançamento do EP “Three Way”.

O último EP da banda, “Toxic Zombie” foi lançado em 2016, com cinco faixas. O álbum contou com o guitarrista Luci e o baixista Toxina. Ambos deixaram a banda. “Em 2017, quando nos reunimos para conversar sobre o retorno da formação original, pegamos o que havia na sala de ensaio e já tocamos vá- rios sons, mesmo 12 anos após a dissolução desta formação”, comemora Alves. A banda já pensa em composições para um novo álbum.

Por que o nome Lethal Sense?

“O sentido letal, uma percepção ou até uma intuição psíquica que permite uma sensação de clarividência ou feeling de um futuro Letal… Podemos também dizer que este sentido pode ser desenvolvido por aqueles que querem praticar algum ato macabro!”, destaca o baixista Marciano Alves. As letras são obscuras, com temas que abordam o canibalismo, sangue, mutilação de corpos, entre outros temas do gênero Splatter (também conhecido como gore).

Cenário metal da década de 90 em Bento

“Podemos dizer que em 1993, quando nos conhecemos e que formamos a Methysa – segunda banda de metal da história de Bento Gonçalves, já que a primeira foi a Necrotério entre 1989 e 1990 – não havia outras bandas na cidade. Já em 1998, quando formamos a Lethal, haviam algumas bandas ensaiando, mas nenhuma delas com participação ativa no cenário underground”.

LEIA TAMBÉM: Metal na Serra: conheça as bandas SuperSonic Brewer, Darkship e New Bridge

Alves também relembra que, na época, era muito difícil organizar os festivais mesmo dentro da cidade, sendo necessário ter uma atração convincente para atrair o público. “Para fazer a divulgação dos shows como também das próprias bandas, era através do envio de cartas, já que não havia a popularização da internet. Era preciso deslocar-se para outras cidades, o que fez com que a Lethal pudesse mostrar seu som em mais de 40 cidades brasileiras. Fazer Metal não é uma questão de escolha, é de sentimento, prazer, satisfação. O frio na barriga ao subir no palco, os pelos do braço arrepiados quando ouve uma distorção de guitarra, isso é o que move a banda”, destaca.

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Segregatorum

Composições inspiradas em filme de terror

“Nós nunca paramos para nos rotular, mas pelo som produzido, assemelha-se a um Death/Doom Metal, com um pouco de Groove também”, explica Lucas Antônio Carbonera, baixista da banda Segregatorum de Bento Gonçalves. Com ele, Carlos Acosta como baterista, Igor Alves Bidigaray, guitarrista solo, Luiz Felipe Dias Flores, guitarrista base e Lucas Lazzarotto, vocalista. Eles se uniram em junho de 2016, formando a banda Lemarchand, que veio a ser renomeada em outubro deste ano.

Segregaton bandaSegundo Carbonera, a primeira música autoral surgiu logo nos primeiros ensaios, intitulada NecrOrgasm. Ela é a quarta faixa do EP “Death Bells” totalmente autoral, produzido por Ernani Savaris. Lançado em junho deste ano com o nome da antiga banda, o disco foi relançado no último mês de outubro nas plataformas no Youtube, Facebook e SoundClound.

As letras são compostas pelo vocalista Lucas Lazzarotto. Inspirado pelo cinema, as composições narram cenas do filme Hellraiser, de Clive Barker. “Elas retratam um pouco das emoções expressas no filme, adicionando um pouco de gore, já que é um filme de horror”, acrescenta Carbonera.

A banda já está trabalhando em outras canções: “Purge OvThe Carnal Sins Through Transcendental Tortures”, “We Have Eternity to Know Your Flesh” e “More Than Eyes Can See”, ainda sem previsão de lançamento. “Cada membro possui suas influências específicas, desde o heavy metal, como Sepultura e Iron Maiden, até algo mais extremo, como a banda Death e seus similares, passando por Venom, Rotting Christ e Six Feet Under”.

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Festival de subgêneros do metal no Ferrovia Live

O Ferrovia Live promoverá, neste sábado, 25 de novembro, um festival destinado a bandas de subgêneros do metal. O Cult Of Evil Night será marcado pelo lançamento do EP de estreia da banda Evilcult, intitulado “Evil Forces Command” e será palco de uma reunião de bandas novas e outras já com mais estrada, como a Lethal Sense, formada em 1998 em Bento Gonçalves.

CONFIRA: Metal na Serra: Lethal Sense e Segregatorum

A partir das 22 horas, tocam as bandas convidadas Hollow de Garibaldi (Thrash, Groove Metal), Lethal Sense (Splatter e Death Metal) e a Segregatorum de Bento Gonçalves (Doom e Death Metal). Outras bandas da região também terão a oportunidade de ter suas músicas tocadas na playlist da noite.

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“Será o pontapé inicial para uma grande movimentação do metal na cidade e região. O festival também tem o intuito de unir a cena metal local, trazendo outras bandas parceiras para tocar”, destaca o organizador do evento, Lucas Bittencourt de Souza, vocalista da Evilcult. Os ingressos custam R$10 antecipado e R$ 15 na hora.

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Metal na Serra: conheça as bandas SuperSonic Brewer, Darkship e New Bridge

Por Natália Zucchi

Com o intuito de valorizar a produção musical e cultural local, o Jornal Integração da Serra dá continuidade à reportagem “Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves”, publicada na edição de agosto, agora apresentando três bandas do gênero Metal e suas vertentes, formadas na região da Serra Gaúcha.

SuperSonic Brewer

Banda de Heavy e Thrash Metal prepara quarto disco e lançamento de produtos

Uma banda de Heavy e Thrash Metal composta por músicos empreendedores. Essa é SuperSonic Brewer, de Bento Gonçalves, formada por Vinicius Durli no vocal e no baixo, Rodrigo Fiorini e Jovani Fracasso nas guitarras e Evandro da Silva na bateria. O grupo, formado em 2004, já possui três CDs lançados, dois LPS e um EP, e agora trabalha no quarto disco, intitulado In Blackness. Após uma pausa nos ensaios e shows em decorrência da saída do guitarrista Maurício Menegotto em 2016, os ensaios foram retomados neste ano para a preparação do quarto disco e retorno aos palcos, previsto para o final deste ano.

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O disco, que contará com dez faixas autorais, incluindo o single “Trapped in an hourglass” de 2016, tem lançamento previsto, através da MS Metal Records, para o primeiro semestre de 2018, em forma física e também no Spotify.

O empreendedorismo dos músicos é representado por uma linha de violões lançada pelo guitarrista Rodrigo Fiorini, com a marca SSB Custom Guitars. Além disso, em breve, a banda pretende usar a marca para lançar sua própria cerveja artesanal e uma máquina de tatuar, desenvolvida pelo baterista e também tatuador, Evandro da Silva.

Durli adianta que o novo disco será uma mistura de álbuns já lançados, com um som mais maduro. “Ele será mais melódico quando comparado aos anteriores. Os vocais e os solos das guitarras estão recebendo mais atenção. A novidade é a inserção de violões na sonoridade da banda, que antes utilizava o instrumento para uma única versão acústica da música Blood Washed Hands”, acrescenta. Ele ressalta que o público pode esperar “um disco de heavy metal, sem frescura”. “Digamos que todos temos objetivos na vida, nosso objetivo foi fazer o nosso Master of Puppets do Metallica”, destaca.

As músicas da banda falam de temas variados, que abrangem desde acontecimentos históricos, motivações e conflitos pessoais até depressão, entre outros assuntos que assombram o ser humano. Elas são escritas pelo vocalista e compostas junto a banda, com os ajustes do produtor Ernani Savaris.

Distribuição na Europa

A 10ª faixa do segundo disco da banda, intitulada “On the Ashes of Insanity”, integra a coletânea “The Gates of the Brazilian Scene”, foi lançada no dia 15 de setembro na Europa, com distribuição exclusiva no continente.

Eles foram convidados a participar da coletânea através da sua assessoria de imprensa, a MS Metal Agency, que também é a responsável pelo projeto. Segundo Durli, eles são a única banda de metal do Rio Grande do Sul a integrar essa coletânea,  lançada de forma física e digital.

Mais de 13 anos de história

A SuperSonic Brewer lançou seu primeiro disco Broken Bones em 2011, produzido de forma independente. Já em 2014, a banda lançou seu segundo álbum, Overthrow the Bastard, pela MS Metal Records e Rising Records. O álbum contou com a criação e produção de Ernani Savaris, do Soundstorm Studio, em parceria com a banda. Também lançaram o EP “3rd Chapter: One More Binge”, em 2015, distribuído novamente pela MS Metal Records.

“O maior desafio nesse meio é viver da música. Isso sempre será um desafio para as bandas de heavy metal. Sempre tem bandas novas surgindo e sempre terá. Os mais velhos vão ficando em casa, assistindo TV, enquanto os novos tocam o terror na cidade”, observa Durli.

DarkShip

Banda de Carlos Barbosa trabalha em trilogia conceitual e lança novo clipe

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Lançado no último dia 25 de agosto, o videoclipe da canção “You Can Go Back”, da banda DarkShip, de Carlos Barbosa, já alcançou mais de 40   mil visualizações no Youtube. A canção é uma regravação que faz parte do primeiro disco We are Lost, lançado em fevereiro de 2016. O vídeo conta com a direção de Douglas Coutinho, que também produziu os outros dois videoclipes da DarkShip, das canções “Frozen Feelings” e “II Hearts”, também do primeiro disco. As gravações do novo videoclipe ocorreram nas cidades de Guaíba, no porto hidroviário, na faculdade Ests de São Leopoldo e em Garibaldi, no Hotel Mosteiro São José.

Formada no final de 2010, a banda é composta por Sílvia Cristina Schneider Knob e Marcos Follador nos vocais, Joel Pagliarini na bateria, Rodrigo Schäfer no baixo, Julio Cesar de Azeredo na guitarra e Ander Santos no violino. Além de produzir todo seu material de forma independente, a banda comercializa camisetas, CD e cerveja oficiais. O material é distribuído nacionalmente e para os Estados Unidos e países da Europa, através da assessoria da empresa R.I.N.D. Entertainment.

silvia2A Darkship traz uma proposta diferenciada através de um gênero do metal criado pela própria banda, o Electro Modern Metal. “Nos autodenominamos criando a Electro Modern Metal. Muitos fãs e a mídia nos questionavam sobre o estilo do nosso som, por ser muito variável. A proposta musical do DarkShip nunca foi ter um rótulo específico dentro do metal. Trabalhamos nossas músicas de uma forma que abrange ritmos e melodias do Power, Heavy, Prog e Ghotic Metal, com ideias orquestrais que vão se fundindo com muita variedade do eletrônico. As letras possuem uma temática do gótico romântico e as linhas de vocais com coros a vocais guturais, pegando influências tanto do pop ao death metal, quanto do rock ao lírico”, explica o baterista Joel Pagliarini.

Casal vítima de maldição

Eles trabalham em três álbuns que dão origem a uma trilogia conceitual. Nela, é narrada uma história fictícia sobre um casal apaixonado vítima de uma maldição que os condena a viver eternamente distantes. A história se passa em mundos e submundos controlados por uma força chamada “Darkship”.

Nesse contexto, o casal mostra resistência e o desejo de reencontro, lutando para romper com a maldição imposta. “As letras e os arranjos são sempre feitos em conjunto pelos membros. Pensamos não só em uma sequência de histórias em nossas letras conceituais, mas com uma continuação também de álbuns e seus títulos e sonoridade”, ressalta Pagliarini.

Ele também salienta que o público do metal na região da Serra é fiel. “Sempre penso que se você quer o melhor, mostre o melhor, não espere pelo outro. Isso deveria acontecer em todos os lugares e com todas as pessoas e setores que fazem o mercado Rock e Metal movimentar. Sejam públicos ou privados, devem se importar com o público que irá consumir”, observa o músico.

 

New Bridge

Heavy, thrash e groove, vertentes do metal, descrevem a sonoridade da banda bento-gonçalvense New Bridge, formada por André Paludo e Regis William nas guitarras, Alessandro Mocellin no baixo, Bruno Neves na bateria. Ainda sem vocalista confirmado, a formação trabalha no seu álbum de estreia, previsto para o primeiro trimestre de 2018. O disco receberá como título o antigo nome da banda, “Burn N’Bleed”. O nome foi alterado em meados de 2016, quando surgiu a ideia do álbum, marcando um recomeço para os músicos. “Gostamos de pensar que a partir da mudança de nome, marca e formação, somos uma nova banda. Vários trabalhos dos tempos iniciais estão sendo aproveitado, mas o foco é no que fazemos hoje. O fato de estarmos todo esse tempo juntos, torna a parceria muito mais forte, o que nos dá mais força para trabalhar e continuar produzindo material. Isso marca a transição para um caminho novo, por isso o nome ‘New Bridge’ que significa nova ponte”, explica William.

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O EP contará com seis composições próprias, entre elas a regravação do single já lançado em 2016, “No Guilt”, também composta pela banda. O lançamento será independente. O disco terá poucas cópias físicas, com distribuição limitada, porém estará disponível nas plataformas digitais ainda a ser negociadas, como a Spotify.

Letras voltadas a temas reflexivos

A New Bridge, fundada em 2008 pelos integrantes Cris Vargas e Régis William, inicialmente foi influenciada por grandes bandas como Sepultura, Pantera, Black Sabbath, Slipknot e Marilyn Manson. Hoje, acrescenta a influência da Lamb Of God. As músicas próprias do grupo só começaram a ser compostas em 2011 e 2012, iniciando “uma nova fase, carregada de motivações e uma busca pela excelência musical”, conforme declaram na sua fanpage no Facebook. Nas composições, temas reflexivos sobre a sociedade, situações pessoais, ter ou não ter fé, além de críticas sociais e políticas. Segundo Willian, as ideias iniciais das letras e das composições surgem para um dos membros e depois são discutidas e trabalhadas por todos.

Em dezembro de 2016, a banda lançou o videoclipe da música “No Guilt” em evento no Ferrovia Live. O clipe foi gravado em novembro de 2016, com roteiro de Wesley Mello, Felipe Bianchi, produção e edição de Ernani Savaris e com a participação da modelo Patrícia Locatelli. O vídeo está disponível no Youtube e no site da banda.

 

 

Rock Girls: noite de shows no Ferrovia Live terá bandas com vocais femininos

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No próximo sábado, 19 de agosto, o palco do pub Ferrovia Live em Bento Gonçalves receberá três bandas de rock com vocais femininos. A Madalena Rock Band, Rainha de Espadas e Os Pelicanos estarão tocando a partir das 23 horas. Para a noite, o pub oferece uma taça de espumante cortesia para as primeiras 50 mulheres. Os ingressos custam R$ 15 antecipados com as bandas e R$ 20 no local.

Sobre as bandas

A Madalena Rock Band surgiu em 2014. Seu som transita entre os clássicos do rock passando por Tina Turner, Alanis Morissete, Sheryl Crowe, Janis Joplin, Roxette entre outros. Já a Rainha de Espadas surgiu no mês de fevereiro de 2015. Além dos covers de bandas de hard rock e de blues, a banda toca suas músicas autorais. Os Pelicanos, banda formada em 2016, também conta com um repertório de músicas autorais, além de covers.

LEIA TAMBÉM :::: A Rainha de Espadas foi uma das bandas entrevistas na reportagem “Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves”, publicada na edição de agosto do Jornal Integração da Serra

RELEMBRE: Os Pelicanos à moda Antiga – matéria publicada na edição de julho do Jornal Integração da Serra. 

Maiores informações: 54 99157 6566

Fotos: Ana Paula Omizzolo

 

 

Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves

Por: Natália Zucchi

Rua coberta muda cenário cultural de Bento

ruacoberta3A Rua Coberta, inaugurada no dia 19 de junho de 2016, está fazendo a diferença no cenário cultural de Bento Gonçalves. A estrutura, de 53 metros de extensão, com cobertura metálica, situada na rua Rolando Gudde, anexo a Fundação Casa das Artes, tem sediado atividades como shows, apresentações de danças e exposições, entre outras. O projeto foi financiado pelo Ministério do Turismo, mais contrapartida do município.

Nos últimos dias 15 e 16 de julho, o espaço foi palco do Celebra Rock Bento. O gênero rock and roll sempre foi persistente no município. Tanto é que bandas autorais como a Edzul e A Elétrica Tribo, da década de 80, voltaram a ativa e também já passaram pela Rua Coberta. Além disso, há várias bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves que estão conquistando o Estado, como a Elixir e a Jogo Sujo. A nova geração também está bem representada por bandas como Evilcult, Black at Blues, Jovem Ainda, Verun, Random Skies, Still Crazy e Rainha de Espadas, destacadas nesta edição “porque todo o dia é dia de rock”.

Nova geração de bandas autorais de rock and roll em Bento Gonçalves

Evilcult  

EvilcultA banda é formada por Lucas From Hell, nome artístico de Lucas Henrique Bittencourt de Souza, na guitarra e vocal, mais baixo nas gravações e Mateus Paganin Scussel na bateria. Para cada show, a banda convida um baixista. No momento, quem tem assumido o baixo nos shows é Lucas Carbonera, baixista da banda bento-gonçalvense Lemarchand. A Evilcult iniciou suas atividades em janeiro deste ano, a partir da iniciativa de Lucas e Mateus, que já tocavam juntos na banda de black metal Metzger. ”Eu já tinha em mente criar uma banda nova desde 2016, que inicialmente seria um projeto solo apenas meu. Mas, por não saber tocar bateria, fui prorrogando a ideia, até o Mateus assumir as baquetas”, conta From Hell.

20645928_1600482656711312_255943178_nNo último dia 06 de agosto, a banda gravou seu o primeiro EP, intitulado Evil Forces Command. O disco conta com quatro músicas autorais: “Under The Sign Of Death”“Bringer Of Evil”, “Possessed”, “Evil Metal” e uma cover da banda alemã Cruel Force, com a faixa “Victim Of Hellfire’’, que serão mixadas pelo produtor Matheus Carrer.

Segundo ele, as maiores influências são bandas da primeira onda do Black Metal dos anos 80, como Venom, Hellhammer, Bathory, DestructionSodom e Sarcófago. Com shows que misturam covers e as canções autorais da banda, o estilo da Evilcult flerta com os subgêneros do metal, Speed Metal, Black Metal e Thrash Metal. As letras são compostas por From Hell. Com temas característicos ao black metal, elas falam sobre demônios e possessões, males do mundo, culto ao metal, filmes de terror e anticristianismo. “Mas não somos satanistas. É algo mais para chocar, uma afronta ao conservadorismo e às religiões em geral”, esclarece.

Trabalho artístico de Lucas From Hell

slayersodomFrom Hell, acadêmico de Design da UCS, criou o logotipo da banda e também é responsável pela criação e produção da capa do EP que está sendo gravado nesse início de agosto. A imagem foi pintada à mão, com tinta acrílica em tela, nos moldes das capas dos álbuns lançados nos anos 80. Além disso, ele cria logotipos para outras bandas e customiza suas próprias jaquetas com imagens que cria.

Errata: Na edição impressa, divulgamos que a banda se apresentaria na Rua Coberta, durante o Metal Sul Festival, evento que ocorrerá no próximo dia 15 de setembro. Porém, o Festival contará somente com bandas da região metropolitana do estado. 

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Black At Blues

black at blues bandas autoraisA banda, formada no final de 2010, em Bento Gonçalves, atualmente tem José Corrêa no vocal e harmônica, André Silveira no baixo e Jonatan da Silva na bateria e voz. Atualmente, a Black At Blues está selecionando guitarrista. O primeiro disco Naftalina e Canela, lançado em outubro de 2015 pelo Fundo Municipal de Cultura, foi produzido de forma independente. Na época, a banda ainda contava com o guitarrista Felipe Giovanella. As composições e preparativos iniciaram ainda em 2012 e resultaram em dez faixas autorais, com oito em português e duas em inglês. Elas são compostas por Corrêa com arranjos da banda. O disco foi gravado em Bento Gonçalves, no Estudio Cosmic Music, com o produtor Matheus Carrer.

Capa CDOs shows da Black at Blues são regados com um bom percentual de músicas autorais e também com covers. Os clássicos de bandas como ZZ TOP, Celso Blues Boy, Fernando Noronha, Eric Clapton, BB King, Dire Straits, John Lee Hooker, Joe Cocker, Grand Funk, Chuck Berry, Santana e S R V são personalizados pela banda. Músicas do primeiro disco, como os títulos “Naftalina e Canela” e “Cartas Marcadas” estão sempre no setlist do grupo. Incluem também a nova música de trabalho “Então me Diz”, faixa que fará parte no novo disco, intitulado Lobo em Pele de Cordeiro, ainda sem data de lançamento. O projeto está em fase inicial e contará com mais faixas que o anterior, adianta o vocalista.

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Jovem Ainda

jovem ainda ( crédito da foto André Pellizzari Fotografia )A banda é formada por Darlan Duarte no vocal e guitarra, Fábio Coser no baixo, Renato Berselli na bateria, e Mateus Bundchen no teclado. Fábio, Renato e Mateus também são backing vocals. No final de 2013, Fábio Coser e Renato Berselli fundaram a banda. Com influências de artistas, principalmente, dos anos 70 e 80, a banda toca covers de Toto, John Mellencamp, Queen, Huey Lewis & The NewsStatus Quo e Dire Straits. Seu nome “Jovem Ainda” faz homenagem ao seriado muito amado pelos seus membros, O Chaves. As músicas autorais passaram a ser produzidas em 2016. Ele adianta que a Jovem Ainda pretende lançar um EP com cerca de cinco músicas autorais, compostas entre o pop e o rock n’ roll. As composições partem principalmente do vocalista Darlan e as letras do baterista Renato. “A ideia é que o teclado sempre seja o carro chefe, em primeiro plano na nossa música. Também nos preocupamos em criar canções próprias que se assimilem com nosso repertório de covers”, explica Coser.

A Jovem Ainda lançou seu primeiro videoclipe com a música “Faço Tudo pelo Rock n’ Roll”, no dia 09 de julho deste ano. “Ficou a cara da banda: simples, objetivo e engraçado. Preferimos lançar uma música por vez. Acho que a exposição é maior e melhor do que se lançássemos um álbum inteiro”, ressalta. O vídeo foi produzido pela própria banda e pelo amigo do músicos e produtor, Mateus Folleto. Inspirado nos vídeoclipes da banda Foo Fighters, o vídeo foi gravado em ruas de bairros de Bento Gonçalves. Também foram gravadas cenas internas em um apartamento no bairro Cidade Alta e na cervejaria Primo Octavio, no bairro Botafogo.

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Clique aqui e assista ao Videoclipe “Faço Tudo pelo Rock n’ Roll” 

Random Skies

random skies2A banda é formada por Dalvan Lucas nos vocal, Vagner Stello na guitarra, Vitor Hugo Toffoli no baixo e Guilherme Machado na bateria. A Random Skies começou em 2012 tocaram somente covers de bandas como Wolfmother, Arctic Monkeys, Red Hot Chilli Peppers, variando entre rock alternativo e o clássico. Após reformular o repertório, entraram covers de vertentes do metal, como heavy metal, metal gótico e doom metal, de bandas como Anathema, Iron Maiden, Velvelt Revolver, Megadeth, Type-o Negative e Helloween. As canções próprias surgiram após mudanças na formação da banda.

A Random Skies toca quatro músicas autorais: “Fuck Yeah”, “Vicious Cicle”, “Murder” e a instrumental “Singing of the Whales”. As letras foram compostas por todos integrantes, contando com alguns que já saíram da banda. Para o futuro, com mais estabilidade na formação, Stello garante que novo material autoral será composto, podendo gerar um primeiro disco.

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Rainha de Espadas

Rainha de EspadasA banda é formada por Quellin Parisotto nos vocais, acompanhada por Marco Zattera na guitarra base, Andre Fiorini na guitarra solo, Jonatan Dorigon no baixo e Juliano Alex Monteiro na baterista. O nome Rainha de Espadas surgiu a partir de um ás de espadas tatuado no antebraço da vocalista. A banda deu início às atividades em fevereiro de 2015. “Assanhada”, “Vem”, “Toca uma pra mim” e “Lábios Mentirosos” são as quatro músicas autorais gravadas e disponíveis no Spotify ou para download no site da banda. Ainda no último mês de julho, a Rainha de Espadas iniciou a gravação de seu primeiro disco, com cerca de dez músicas autorais. O lançamento está previsto ainda para o final de 2017. A banda também está planejando um canal no Youtube para mostrar os bastidores dos ensaios e shows e as dificuldades em ser uma banda independente.

Como cada integrante da banda têm suas próprias influências, o som autoral da Rainha de Espadas é uma mescla de blues e hard rock, inspirado fortemente no som nas letras da banda paulista Velhas Virgens. “É um pouco menos ácido e escrachado”, ressalta Quellin Parisotto. As letras são compostas pela vocalista e trabalhadas em conjunto com a banda. “As bandas da região vêm se unindo cada vez mais em prol da cena e isso é maravilhoso. Com essa união todos só têm a ganhar”, destaca.

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Verun

VerumA banda é formada pelo vocalista Júlio César Pavoni, pelos guitarristas Leandro Seben Colle e Rodrigo Galvagni, pelo baterista Anderson Dall´Agnol e pelo baixista Vitor Hugo Toffoli. Fundada em 2014, a Verun recebe influências do rock dos anos 90 e 2000, misturando grunge, rock alternativo e metal. Sem se apegar a um único estilo, procura trazer canções diferentes das tocadas nos setlists de outras bandas da região, com covers de Audioslave, Alice in Chains, Foo Fighters e Pearl Jam. O nome Verun vem de uma adaptação do latim “Verum”, que significa “verdade”. No logotipo, a letra “V” é uma adaptação do hieróglifo da deusa egípcia Maat, que representa verdade, justiça e retidão.

A banda possui nove músicas autorais, com suas demos gravadas. Por enquanto, apenas quatro delas são tocadas nos shows: “A Cruz e
a Espada”, “Ninguém é Perfeito”, “Eu não sei dizer não” e “Deja Vu”. As composições são feitas por todos os membros da banda, que pretende fazer um projeto em breve para lançar o disco de forma independente, através do Fundo Municipal de Cultura.

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Still Crazy

Still CrazyA banda é formada por Dalvan Lucas no vocal, André Silveira no baixo, Henrique Machado na guitarra e backing vocal, Rodrigo Galvagni na guitarra e backing vocal e Guilherme Machado na bateria. Inspirados pelo cinema, o nome da banda vem de um filme homônimo, lançado em 1998, com a história de uma banda de rock.

A Still Crazy começou em junho de 2015, com influências de bandas de Hard Rock e Heavy Metal, como AC/DC, KISS, Deep Purpple, Metallica, Black Sabbath, que também fazem parte dos covers tocados pela banda. Por enquanto, a banda tem quatro músicas autorais, compostas por todos os integrantes. Eles estão trabalhando em uma quinta música, título do álbum que será produzido e finalizado em 2018. No mesmo ano, a Still Crazy pretende produzir um segundo álbum com novas músicas autorais.

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Metal Sul Festival

Nos meses de agosto e setembro, Caxias do Sul e Bento Gonçalves vão receber o Metal Sul Festival, evento gratuito destinados aos amantes de metal e suas ramificações. A programação reúne bandas do gênero vindas da região metropolitana do estado.  O Festival inicia em Caxias, nos dias 18 e 19 de agosto, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho. Haverá apresentações musicais, palestras, mostra de clipes e bate-papos sobre a cena Metal gaúcha. Já em Bento, o Metal Sul Festival ocorre nos dias 15 e 16 de setembro, na Rua Coberta. Além dos shows, palestras, bate-papos e exposições, a programação encerra com a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, junto aos vocalistas Izmália e Sandro Seixas, interpretando clássicos do Rock/Metal mundial.

O Metal Sul Festival é o primeiro festival de Heavy Metal a receber incentivo público, através de edital da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul. O projeto é uma realização da Kunst Empresa de Cultura, financiado pelo PRÓ-CULTURA RS – Lei de Incentivo e Fundo de Apoio à Cultura, contemplado pelo FAC Regional, em 2016. As prefeituras de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, também apoiam o evento através das secretarias de cultura de cada município. O evento recebe a curadoria de Maicon Leite.

De acordo com idealizadora do projeto, Cláudia Kunst, a ideia de realizar o METAL SUL FESTIVAL na serra foi pelo grande potencial existente no cenário Heavy Metal. “A Serra Gaúcha possui muitas bandas do estilo e são sinceros entusiastas. De acordo com algumas diretrizes do edital, tivemos de optar em realizar o projeto em determinadas regiões funcionais, mas não poderíamos ter atrações destas regionais se apresentando nelas. Por isto, não termos nenhuma banda de Caxias e Bento Gonçalves na programação”, explica Cláudia. Além disso, a produtora destaca que isto servirá de estímulo para continuidade do projeto em outras regiões e aí, levar as bandas destes municípios para circular pelo Estado.

CRONOGRAMA METAL SUL FESTIVAL

CAXIAS DO SUL – TEATRO ORDOVÁS SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO

Coletiva de imprensa e lançamento do projeto Metal Sul Festival
Show da banda Initiate Decay
Show da banda Leviaethan

SÁBADO, 19 DE AGOSTO

Palestra ”O Heavy Metal no Vale do Sinos”, com Luiz Carlos Peretto da Jam Sons Raros
Mostra de clipes e bate papo sobre concepção de vídeo clipe com o cineasta Ulisses da Motta
Bate papo com Maicon Leite, um dos autores do livro Tá no Sangue! – A História do Rock
Pesado Gaúcho, com convidados debatendo sobre a cena Heavy Metal no Rio Grande do Sul
Show da banda Carniça
Show da banda Losna
Show da banda Rebaelliun

BENTO GONÇALVES – RUA COBERTA E FUNDAÇÃO CASA DAS ARTES

15 DE SETEMBRO

Palestra sobre produção executiva no cenário Heavy Metal de shows nacionais e internacionais
com Ricardo Finocchiaro Bolsoni, da Abstratti Produtora
Palestra Produção Fonográfica com Frank Jorge – coordenador do curso de Produção
Fonográfica da Unisinos
Show com Bloodwork
Show com Piangers & Seixas Inc.

SÁBADO, 16 DE SETEMBRO

Roda de bate papo: “As Mulheres no cenário Heavy Metal”, com as produtoras Vandi Hard,
Nayane Bragança e Cláudia Kunst – mediação do produtor Eduardo Pisca
Desfile de telas humanas tatuadas por Rafael Giovanoli
Exposição de ilustrações de capas de discos e bate papo com o artista Marcos Miller
Show da banda Doc Jones
Show da banda A Sorrowful Dream
Show da banda Distraught
Concerto da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo com os solistas Izmália e Sandro Seixas e
o guitarrista Everton Batistel interpretando clássicos do Heavy Metal

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Instagram: https://www.instagram.com/metalsulfestival
E-mail: metalsulfestival@gmail.com

Foto Rua Coberta: Davi Da Rold
Fotos das bandas: Divulgação/Aline Bedin/ André Pellizzari