Mitos e Verdades sobre as Próteses Mamárias

Por Dr Felipe de David 

Cirurgião Plástico 

O bem-estar físico está, inquestionavelmente, associado ao emocional. Esse equilíbrio é intensamente almejado por um número cada vez maior de mulheres, que aliam o planejamento de uma vida saudável à elevação de sua autoestima. Construir o corpo ideal é o sonho – e desafio – para muitas delas. Nesse contexto, a adequação quanto ao formato/tamanho das mamas exerce papel fundamental, motivo pelo qual diversas pacientes recorrem às cirurgias de implantação de próteses mamárias.

Antes de tomar a decisão de investir nesse procedimento, é fundamental contatar um profissional especializado, para uma avaliação técnica personalizada. E, também, conhecer alguns mitos e verdades sobre os implantes nos seios.

A prótese de silicone tem prazo de validade

Verdade. Porém, os produtos utilizados atualmente possuem quase o dobro de durabilidade se comparados aos produzidos no início dos anos 2000. As próteses atuais têm uma textura na superfície: a camada que a envolve é mais grossa e o silicone é mais gelatinoso. Especialistas estimam que o desgaste da prótese possa acontecer após 15 ou 20 anos de uso.

Há idade definida para colocação das próteses

Mito. As necessidades de cada paciente variam, por isso que não há uma idade ‘certa’ para o implante. Contudo, os médicos recomendam que o procedimento inicie a partir dos 17 ou 18 anos – quando a mama já está bem desenvolvida.

Existem vários tamanhos e formatos

Verdade. Junto ao médico, a paciente decidirá sobre qual a melhor opção, levando em consideração a proporção e a simetria, além dos fatores fisiológicos envolvidos. Há basicamente três formatos: redonda, que pode ser de perfil alto, baixo ou moderado; anatômica, que tem formato de gota; e cônica, pouco utilizada nos procedimentos.

A prótese impede a amamentação

Mito. A prótese é colocada sob o músculo ou entre o músculo e a glândula mamária. Isso, portanto, não interfere no crescimento do seio durante a gravidez e na amamentação. Os ductos mamários, que conduzem o leite, são mantidos durante a cirurgia. Contudo, após a amamentação, em algumas mulheres as mamas mudam de tamanho – exigindo uma adequação posterior na região mamária.

A confiança no cirurgião plástico e os cuidados pós-operatórios são essenciais

Verdade. Uma clínica de cirurgia bem estruturada utiliza materiais seguros e aprovados pelos órgãos reguladores, para não causar danos ao organismo das pacientes. Em qualquer sinal de problema, o cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, deve ser contatado para avaliar o quadro e poder conduzir o tratamento da forma mais segura possível. A boa cicatrização depende da coerente técnica cirúrgica, dos cuidados pós-operatórios e de fatores genéticos de cada paciente.

Bento Gonçalves 

Rua Dr. José Mário Mônaco, 227 

Sala 905, Centro 

Fones: (54) 3702.4113

(54) 99970.4113

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