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Aprender…

Por Ancilla Dall’ Onder Zatt 

ancila@italnet.com.br 

A cada dia aprendemos coisas novas e, então, nos damos conta da celeridade das mudanças a que assistimos e também de algumas das quais participamos ou realizamos em nossas vidas.

Leonardo Da Vinci costumava dizer que “aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende”. Com efeito, todos nós humanos, nascemos com um potencial enorme a ser explorado e desenvolvido, ou seja, todos somos capazes de aprender, se os estímulos oferecidos forem adequados. Mas não é suficiente termos potencial, é preciso “querer aprender”, o que requer disciplina e acreditar no próprio potencial, com suas possibilidades.

O estudo proporciona conhecimento, abre horizontes para o futuro e aponta caminhos desconhecidos. Convém lembrar que a informação pode ser dada e/ou buscada, enquanto o conhecimento é construído com o estudo, interações, empenho e perseverança. Aliás, a perseverança esteve presente na vida do criador da lâmpada, Thomas Alva Edison, que, após mais de mil experimentos, ou tentativas, nos brindou com o seu invento.

Contudo, é a educação e não o ter que acrescenta valor à formação do caráter da pessoa que, no entender de Kaut: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Percebe-se, assim, que investir em educação em todos os níveis de escolaridade é investir no desenvolvimento em todos os aspectos. Investir recursos na educação dos filhos, dos estudantes e dos cidadãos – jovens e adultos – é essencial, todavia, é preciso que haja vontade de aprender. A reflexão sobre o processo de aprender demanda questionamentos de caráter pessoal, institucional e populacional. O que realmente desejo aprender?

Pertencemos a uma instituição aprendente? Que aprendizagens são essenciais a cada um, às organizações e a todo cidadão para que promova seu desenvolvimento pessoal e possa contribuir com o seu saber e sua experiência para o bem da coletividade?

Estes questionamentos e outros mais permitem uma reflexão simples no caminho do enfrentamento das mudanças pelas quais a sociedade passa nos costumes e hábitos, nas empresas, na comunicação, na gestão das empresas, no empreendedorismo e em inúmeras outras circunstâncias que nos induzem a aprender e aprender continuamente.

Não basta aceitar as mudanças, mas assimilá-las, adequando-as às necessidades cotidianas, como é o caso da tecnologia, em qualquer nível e, quiçá, promovê-las, aperfeiçoando ou até substituindo, com o intuito de conquistar melhorias.

Em resumo, é preciso aprender continuamente.

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