Vereador reforça fiscalização sobre funcionários que não cumprem horários na prefeitura de Bento

A manifestação do Vereador Camerini na Tribuna da Câmara, durante a Sessão Ordinária da última segunda-feira, 9 de julho, foi um alerta ao Poder Executivo com relação a funcionários que não cumprem a carga horária em suas funções na prefeitura. Praticamente toda semana, o parlamentar tem acesso a denúncias da comunidade a respeito de contratados pela administração municipal que, embora recebam seus salários integralmente, não desenvolvem plenamente suas atividades.

Conforme assessoria, Camerini pretende intensificar ainda mais sua atuação nesse sentido, investigando a fundo eventuais irregularidades e cobrando as devidas punições aos envolvidos. “São esses que nós não queremos na prefeitura, os que recebem sem trabalhar. Porque temos funcionários bons em todos os setores. Não podemos generalizar, tem muita gente que trabalha. Mas tem uns que queimam o filme dos terceirizados, dos CCs. Nós temos que tornar isso público”, afirma Camerini.

Camerini 0907

MATÉRIAS DA SAÚDE

Foi aprovado por unanimidade o Projeto de Lei Ordinária 85/2018, que institui o Programa “Adote uma Unidade de Saúde” no município de Bento Gonçalves. A proposição tem por objetivo incentivar a participação de pessoas jurídicas na conservação, recuperação e manutenção das unidades de saúde municipais, bem como no patrocínio e na realização de atividades voltadas à saúde pública.

Em seguida, o Plenário apreciou o Projeto de Lei Ordinária 90/2018, que estabelece a obrigatoriedade dos hospitais, clínicas e laboratórios privados localizados no município informarem aos pacientes e usuários acerca da cobertura ou negativa de cobertura dos convênios médicos e planos de saúde em consultas, exames e procedimentos. A matéria foi rejeitada pela maioria, com votos contrários dos seguintes vereadores: Agostinho Petroli (MDB), Anderson Zanella (PSD), Eduardo Virissimo (PP), Gilmar Pessutto (PSDB), Jocelito Tonietto (PDT), Neri Mazzochin (PP), Sidinei da Silva (PPS) e Volnei Christofoli (PP).

Por fim, foi apreciada a Moção 8/2018, de repúdio à resolução n° 433, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a qual determina que as operadoras de planos de saúde poderão cobrar dos clientes até 40% do valor de cada procedimento realizado. A proposição também foi aprovada por unanimidade. As três matérias aprovadas foram de autoria de Camerini.

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