Gaúcho Luis Molossi, candidato a deputado na Itália, apresenta diretrizes do partido MAIE

“A proteção social dos imigrantes italianos, a promoção da nossa língua e cultura e a construção do ‘Sistema Itália’ no mundo são os princípios orientadores do Movimento Associativo Italianos no Exterior (MAIE). O movimento, de cunho político, cultural e social, não pretende privilegiar uma matriz ideológica específica, mas representar e defender o valor das comunidades italianas no exterior”, explica o advogado e contabilista Luis Molossi, natural do município de Nova Bassano, da Serra Gaúcha, candidato pelo MAIE a uma das quatro cadeiras da América do Sul na Câmara de Deputados de Roma.

Luis Molossi MAIE

A eleição no exterior acontece a partir da segunda semana deste mês de fevereiro, com o início da distribuição do material pelos correios. O voto de cada eleitor, para ser computado, deverá chegar aos consulados antes das 16 horas do dia 1 de março. A computação dos votos acontecerá em Roma. Já na Itália, o pleito ocorre no próximo dia 4 de março.

Oposição a vários governos italianos

Segundo Molossi, o MAIE foi oposição a vários governos italianos que, nos últimos anos têm destruído a rede consular italiana no mundo e violado os direitos dos italianos que vivem no exterior, com a introdução da taxa sobre a cidadania e o IMU -equivalente, na Itália, ao IPTU no Brasil.  “Eles abandonaram a nova emigração italiana à sua própria sorte, cortando fundos destinados às Câmaras de Comércio no exterior e a promoção da língua e da cultura da Itália”, acrescenta. Ele acentua que os problemas vividos pela comunidade italiana no Brasil exigem uma abordagem mais prática, “além da mera discussão ideológica entre esquerda e direita”.

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Senso de pertencimento

O candidato, residente em Curitiba, Paraná, ressalta que nos seus mais de 30 anos de vida profissional, como advogado e contabilista, ajudou vários empresários italianos que investem no Brasil a concretizar projetos relevantes para os dois países. “Mas, minha militância vai além. Luto por direitos iguais para todos e pela manutenção do forte senso de pertencimento que carregamos no sangue e que nos vincula à Pátria Mãe”, complementa ele.

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