” Empresas apegadas a velhas crenças vão sucumbir”, afirma especialista em gestão

 “O mundo vive  um novo momento, de transformação digital,  voltado a empatia, a criatividade, a sustentabilidade do planeta. As empresas que ficarem apegadas a velhas crenças vão sucumbir”. A afirmação é da  professora Eliane Zanluchi, que palestrou hoje na reunião almoço do Centro da Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Bento Gonçalves.

20170717_123307Segundo ela, a quebra de paradigmas é urgente porque nesse novo modelo, são valorizadas as  economias criativa e compartilhada e também a espiritualidade. Como divisores de águas citou a inteligência artificial, que já substituiu parte do trabalho humano  atual e a economia criativa, através do qual a produção de bens também beneficia as classes menos favorecidas.

Como inteligência artificial citou o programa Watson, da IBM, como representante da computação cognitiva (aplicações e sistemas interagindo com humanos  em uma linguagem natural, ajudando a melhorar o mundo com inteligência extraída de dados).

Já como economia compartilhada ressaltou empresas que estão faturando alto ao vender dois em um. É o caso de uma empresa americana que a cada alpargata vendida, destina outra para pessoas de vários países do mundo que não tem o que calçar.

“Passivo deixado pela última edição da Fenavinho não é tão alto”20170717_122355

Antes da palestra de Eliane, a tribuna foi utilizada pelo empresário Moysés Michelon, que mais uma vez se pronunciou sobre a importância da retomada da Festa Nacional do Vinho (Fenavinho) para a história e a economia de Bento Gonçalves e região. Michelon entregou a imprensa e lideranças um relatório da primeira edição da Fenavinho, em 1969. Presidida por ele, a 1ª Fenavinho projetou Bento Gonçalves no cenário nacional, através da grande imprensa, pelo vinho e suco de uva distribuídos gratuitamente no centro da cidade. Michelon salientou que o passivo deixado  pela  última edição do evento,  em 2011, de R$ 1, 2 milhão, não é tão alto. “A doação, por parte da cada morador de Bento Gonçalves, do valor gasto com uma taça de vinho ou uma garrafa de cerveja, por exemplo, cobriria a dívida”

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